Epílogo.
D e a n n a
— Tem certeza que precisamos dela? — pergunto olhando para o nada torcendo internamente para que não e assim eu poderia dar um tiro na cara dela. Olho para os outros que estão me olhando e vejo todos negarem com a cabeça simultaneamente. Bizarro. — Vamos logo com isso. Do que precisam?
— Você quer mesmo que vamos embora, né não? — Dean me olha irônico e eu sorrio falsamente.
— Você não imagina o quanto. — dou de ombros sem me importar com a sua careta.
— Nós deveríamos nos sentir ofendidos? — Sam pergunta olhando para Dean, este que dá de ombros e eu reviro os olhos.
— Vocês precisam encontrar os ingredientes. — Castiel chama nossa atenção.
— Ótimo! — me levanto do sofá em um pulo. — É só dizer o que precisam.
— Que nós vamos conseguir. — Dean completa, nós nos olhamos e fazemos careta simultaneamente.
— Acontece, meus caros amigos... — Croline sorri achando graça de tudo isso. — ...Que vocês não têm muito tempo!
— Como assim? — Samantha questiona preocupada.
— O tempo de vocês aqui é limitado. — Lucinda aponta para os dois patetas e sorri inocentemente.
— O que acontece se passarmos do tempo? — dessa vez quem pergunta é Sam.
— Vocês não vão querer saber, vai por mim. — Bonnie responde dando um gole em sua cerveja provavelmente quente, sua careta comprova minha dedução.
— E como vamos conseguir os ingredientes? — pergunta impaciente, bufo sendo acompanhada por alguém.
— É por isso que estou aqui. — Lucinda levanta a mão olhando para nós, diabólica.
— E você vai querer algo em troca, certo? — Sam deduz e seu sorriso se alarga.
— Espera! Por que ao invés de procurar ela, vocês mesmo não encontraram os ingredientes? — chamo a atenção de todos fazendo essa pergunta para os anjos do senhor.
— Han... — Catiely me olha tombando a cabeça para o lado, quando não encontra resposta, olha para Castiel em busca de ajuda. O mesmo nem se dá conta de que ela está o olhando.
— Não é mole não, hein. — nego com a cabeça olhando para Sam, Samantha e Dean, estes que concordam comigo.
— Vamos logo com isso. — Lucinda respira fundo e sorri novamente. — Do que precisam, exatamente?
— Salmoura do mar morto. — Castiel começa e ela concorda com a cabeça com a expressão do tipo "fácil fácil".
— Sangue de cordeiro. — Catiely continua e eu faço careta enquanto balanço meu corpo. Lucinda concorda novamente
— E ossos de um santo menor. — Betzaida finaliza sorrindo, porém, ninguém retribuí.
— Esse vai ser um pouco difícil. — Lucinda comenta consigo mesma pensativa, ela some do nada e todos ficam preocupados de que ela tenha fugido, porém, segundos depois ela reaparece com os três ingredientes em mãos. — Pronto, tudo aqui.
Olha para ela indignada igual ao outros. Ela tem problema?
— Tudo bem, vamos começar.
Betzaida pega uma vasilha qualquer e joga a salmoura do mar morto, logo joga depois o sangue de cordeiro e esmaga os ossos de um santo menor nas mãos fazendo-o ficar em farelos.
— Que déjà vu. — Dean comenta com a voz engraçada.
Lucinda toma a vasilha da mão de Betzaida — essa que faz uma careta infantil para a outra — e vai até à janela começando a desenhar um símbolo.
— Estão prontos para ir? — ela questiona limpando a mão no sobretudo do Castiel sem ele perceber. Seguro a risada com o Dean, finjo tossir para disfarçar e minha versão masculina engole o riso — literalmente, já que eu vi sua garganta mexer, credo —.
— Bom, está na hora de voltar para casa, Sammy. — Dean bate nas costas de Sam amigavelmente e nos olha em seguida. — Foi bom conhecer vocês, apesar de ter sido bastante bizarro.
— Concordo, menos na parte de ter sido bom conhecer vocês. — respondo e sorrio logo depois.
— Engraçadinha. — Dean resmunga. — Mas ficou feliz em saber que minha versão feminina tenha bom gosto.
— Prontos? — Betzaida pergunta antes que eu possa responder e eles concordam.
Os três ficam lado a lado e percebo Castiel acenar com a cabeça para Catiely, logo Betzaida os joga pela janela quebrando-a em milhões de pedacinhos, e assim eles somem. Nossa... Que pena viu...
— Que droga! Precisava quebrar minha janela? — Bonnie grita revoltada.
— Não, mas assim é mais divertido. — Betzaida sorri e eu vou para o lado de Samantha.
— Isso foi tão bizarro. — suspiro e ela concorda.
— Bom... Agora vamos para o pagamento. — Lucinda sorri para nós, diabólica e só penso em uma coisa, ferrou.
D e a n
— Aí! Mais que droga! — meu corpo todo dói pela queda e eu me levanto com dificuldade sendo seguido por Sam.
— Por que eles insistem em nós lançarmos sempre? — Sam resmunga esticando seu corpo.
Olho na casa pela janela quebrada e me assusto, logo bato o braço em Sam para ele olhar também, mas foi em direção ao estômago dele fazendo-o curvar pela dor.
— O quê? — ele resmunga e olha em direção a casa logo se assustando também.
Bobby, Balthazar, Crowley, Lúcifer e Castiel estão todos juntos lado a lado nos olhando curiosos. Espera... Por que o Castiel está intacto? Ah que anjo filha da mãe!
— Então... — Balthazar começa sorrindo. — Como foi lá?
— Ah! Mais eu vou te matar! — tento passar pela janela quebrada desajeitado e Sam tenta me segurar para impedir.
— Não Dean! Espera! Dean! Não! Calma... Aí!
— Isso é sangue no seu sobretudo? — ainda escuto a voz de Lúcifer perguntar curiosamente para Castiel.
Eu sei que os últimos capítulos estão uma merda, queria ter dado o meu melhor nessa história, porém não deu muito certo. Era o final ser uma merda ou a história ficar incompleta.
Quando eu comecei a escrever, estava muito animada e tinha várias ideias, mas com o passar do tempo, todas foram embora, por isso fiquei tanto tempo sem atualizar. Peço perdão, de verdade.
E é aqui que se encerra essa jornada de versão feminina e versão do caralho a quatro, espero que tenham gostado apesar de tudo, beijinhos e vão ler minhas outras histórias!
Me sigam! Sou legal até kshsksjskajaj
É só entrar aqui writerffalse
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