Capítulo 7 - Balas de sal grosso.

N a r r a d o r a

Dean acorda em um pulo depois de ter levado um tiro com bala de sal grosso.

— Sam... — o chama com a voz rouca pela dor. — Temos que queimar os ossos do Doutor Ellicott, tudo vai acabar bem! Você vai voltar ao normal!

— Eu estou normal. — o mais novo responde indiferente. — Eu 'tô falando a verdade pela primeira vez! Porque estamos aqui? Porque seguia as ordens do papai como um soldadinho? Porque faz o que ele manda sem questionar? Precisa tanto assim da aprovação dele? Olha aonde isso nos trouxe!

— Esse não é você falando, Sammy. — o Winchester mais velho responde negando com a cabeça ainda deitado no chão.

— Essa é a diferença entre nós dois! Eu penso por conta própria. — indica a cabeça com a arma. — Não sou patético como você!

— E o que vai fazer? Vai me matar?

— Quer saber? Eu 'tô de saco cheio de fazer o que você manda! — responde irritado. — Não estamos mais perto de descobrir como viemos parar aqui.

Aponta a arma para Dean.

— Vou facilitar para você. — o mais velho pega a arma que estava com ele e levanta cautelosamente. — Toma, pega! Balas de verdade fazem mais estrago que as de sal grosso.

— Vocês são uns idiotas, sabia? — uma voz feminina chama a atenção deles. Deanna Winchester.

Aproveitando a distração dos dois, ela acerta sua arma em cheio na cabeça de Sam fazendo ele apagar de imediato.

— Quem são os melhores agora, hum? — a mesma provoca ajudando Dean a levantar.

— Só 'pra você saber a arma não estava carregada! — Dean diz com uma careta pelas dores em seu corpo devido ao tiro de minutos atrás. — Vamos acabar com isso, o corpo deve estar em algum lugar por aqui.

O três começam vão a procura do corpo pelo local. Samantha observa um armário branco e vai até ele abrindo o mesmo.

Um odor terrível a faz querer vomitar.

— Nossa, que cheiro horrível. — exclama chamando a atenção dos demais que vão até ela.

— Boa, Sammy! — sua irmã mais velha diz orgulhosa batendo em suas costas. — O Barbie falsificada, pega as coisas aí, vamos acabar com isso de uma vez.

Dean prontamente pega o sal jogando para Deanna que pega no ar e joga nos ossos do Ellicott. Nenhum deles nota a lanterna falhando.

— Encharcar. — Deanna diz concentrada em jogar o álcool.

Uma maca se move rapidamente em direção aos três fazendo assim, eles caírem um em cima do outro, sem ter tempo para qualquer tipo de reação.

— Não tenha medo, eu vou ajudá-lo. Você vai melhorar. — Ellicott coloca as mãos na cabeça de Dean que grita de dor.

— Merda! — Deanna grita jogando um ferro para Samantha que o mais depressa possível acerta no fantasma que desaparece enquanto isso Deanna pega o esqueiro rapidamente e joga nos ossos o vendo queimar.

Os três ofegantes observam o fantasma se tornar uma estátua, que vai ao chão se quebrando.

— Valeu. — Dean agradece e os três olham para Sam que estava despertando. — Não vai tentar me matar, vai?

— Não. — responde confuso com toda a situação.

— Beleza.

Deanna ri vendo Sam gemendo de dor  passando a mão no maxilar.

— Foi mal.

— Obrigada por tudo. — Kath agradece.

— É, valeu. — Gavin reforça o agradecimento.

— Fiquem longes dos asilos, 'tá?! — Deanna adverte.

Eles assentem e vão em direção ao carro dos mesmos.

— Aí Dean, foi mal irmão, eu disse coisas horríveis 'pra você. — Sam fala se sentindo culpado pelas palavras duras que disse ao irmão minutos atrás.

— Você lembra de tudo? — Dean pergunta.

— Lembro, eu perdi o controle mas não tive a intenção... de dizer aquilo. — se explica envergonhado.

— Não mesmo? — Dean questiona enquanto as irmãs permanecem caladas diante da conversa dos dois.

— Não, claro que não. — responde convicto. — Precisamos falar disso?

— Não, eu 'tô meio sem clima 'pra papo e carinho. — sua fala contém bastante ironia. — Eu 'tô afim de dormir.

— Aí Dean. — Deanna o chama e joga a chave do carro dela para ele. — Dirige aí, 'tô cansadona.

Dean sorri animado e entra no carro.

— Ô saudade que eu senti disso. — fala ao ouvir o ronco do motor.

Os quatro estavam dormindo no quarto de hotel, os irmãos dividiam uma cama e as irmãs outra.

Um telefone começou a tocar.

— Alguém atende essa porcaria! — Deanna pede irritada por estar atrapalhando seu sono.

Samantha se senta sonolenta, pega o celular e o atende.

— Alô. — fala fechando os olhos quase dormindo novamente, mas de repente ela se senta em alerta. — Mãe?

ô quem voltou  ⁄(⁄ ⁄•⁄-⁄•⁄ ⁄)⁄

essa capa perfeita foi feita pela ladymagicx

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