Capítulo 3 - Dr. James Ellicott.
D e a n n a
— Porque estão com essas caras? — pergunto estranhando o comportamento deles.
— Bom... — Sam hesita como sempre.
— Sem enrolação, odeio isso. — bufo.
— Na nossa "realidade", vamos dizer assim, nós meio que estamos procurando nosso pai... — corto Sam.
— Pai? — Ok. Não tem como ficar pior.
— É. Continuando, nossa mãe morreu quando eu tinha seis meses... — retiro oque eu disse, sempre tem como ficar pior.
— Aqui nosso pai morreu quando eu tinha seis meses. — Sammy corta Sam.
— Tipo, no teto pegando fogo e tals? — Dean se pronuncia pela primeira vez desde tocamos no assunto "mãe".
— Exatamente.
— Ok. Então o que sabemos é que aqui é basicamente o contrário do nosso mundo. — Sam concluí e nós concordarmos.
— Universo paralelo? — pergunto hesitante.
— Universo paralelo. — Cat concorda aparecendo do meu lado.
— Mas que droga! Você tem que parar de fazer isso! — brigo com o coração acelerado devido ao susto.
— Adianta não minha filha, Castiel é do mesmo tipinho. — Dean fala revirando os olhos. — Em falar nele, o encontrou?
— Sim e não. — fala e os dois a olham esperando que ela fale mais, mas ela fica em silêncio, bufo.
— E cadê ele Catiely? — pergunto sem paciência.
— Disse que ainda não é a hora de aparecer. — diz e se cala.
— E porquê? — Dean pergunta impaciente.
— Ele está tentando descobrir porque vocês estão aqui. — diz por fim.
— Você se encontraram? — é Sam quem pergunta.
— Não. Mas ele deixou uma mensagem. Ele sabia que alguém ia procurar por ele. — fala e os dois reviram os olhos.
— Ele sempre sabe. Típico do Castiel. — Dean resmunga.
— Depois nós resolvemos isso sobre o Castiel, vamos sair desse asilo agora. — Sammy fala chamando a atenção de todos pra ela.
Nós concordarmos e fomos em direção a saída desse lugar.
Depois que saímos do asilo, Sam foi para uma consulta com o Dr. James Ellicott da clínica psiquiatria pra ver se descobrimos alguma coisa relevante para o caso.
Nesse momento estamos mofando enquanto esperamos o Sam chegar com alguma informação que ajude.
— Quem você acha mais chato, Sam? — Dean aleatório Winchester quebra o silêncio que se instalou no quarto desde que chegamos com uma pergunta nada haver.
Olho pra Sammy esperando a resposta. Oque? Eu quero saber.
— Acho que os dois são chatos na mesma proporção. — diz depois de um tempo pensativa.
— Ei! Assim você me ofende. — falo indignada.
— Assim ela me ofende. — Dean retruca indignado por eu estar indignada.
— Estão vendo. — Sammy chama nossa atenção. — Chatos na mesma proporção.
Nós dois bufamos ao mesmo tempo, quando notamos isso, nos encaramos feio e reviramos os olhos.
— Insuportáveis. — Sammy resmunga baixo mas escutamos mesmo assim. — Custava aguentar uma, agora tenho que aguentar dois de vocês. Sam chega logo por favor! Não aguento mais essa tortura. Deus! Se estiver me ouvindo, tenha piedade de mim! Não fiz nada pra merecer isso.
— Samantha! — a chamo indignada e ela me ignora. — Qual é! Não somos tão chatos assim, somos?
— Acho que sim. — Dean me responde pensativo e depois de um tempo pensando, eu concordo.
É verdade afinal, somos insuportáveis.
— Mas tenho que admitir, Deanna, você é guerreira. — Dean fala.
— Porque? — pergunto confusa e curiosa.
— O meu Sam não é dramático igual a sua não. — fala fazendo Sammy nós olhar indignada enquanto eu e Dean rimos.
Sammy abre a boca pra falar mas é interrompida pela porta sendo aberta pelo Sam.
— Descobriu alguma coisa? — pergunto sem esperar ele falar alguma coisa.
— Você ficou lá um tempão. — Dean comenta.
— A ala sul era onde ficava os casos mais difíceis, psicóticos, criminosos insanos...
— Muito simpático. — Dean fala irônico.
— É. Numa noite em 64 eles se rebelaram, atacaram a equipe e uns aos outros.
— Os pacientes tomaram o asilo? — pergunto.
— É o que parece. — Sam afirma.
— Mortes? — Sammy pergunta.
— Alguns pacientes, alguns funcionários, a coisa foi sangrenta. Alguns corpos nunca foram recuperados, inclusive o do chefe da equipe, Ellicott. — Sam continua a falar.
— Nunca recuperados? — Dean questiona.
— A polícia vasculhou o lugar, os pacientes devem ter escondido muito bem os corpos dos mortos. — Sam fala.
— Sinistro. — falo e Dean concorda.
— É. Então eles transferiram os sobreviventes e desativaram o hospital pra sempre. — Sam diz.
— Então tem um monte de mortes violentas e um monte de corpos desaparecidos. — falo respirando fundo.
— Ou seja, vários espíritos irados. — Sammy fala o que todos pensávamos.
— Poise. Vamos ao hospital essa noite.
N a r r a d o r a
A porta do asilo rangia por ser aberta tão lentamente, a única iluminação que se via era das lanternas dos idiotas que não tem nada pra fazer e vão a um asilo abandonado no meio da noite.
— Olha só isso. — o garoto fala sorrindo. — Sinistro... e apavorante.
— Achei que a gente ia ao cinema. — a loira que acompanhava o garoto questiona emburrada fazendo com que o mesmo pare de andar e a olhe.
— Aqui é melhor. — afirma. — Parece que estamos num filme.
— Não acredito que acha que isso é sair. — a loira diz levemente indignada.
— Qual é! É divertido. — diz o garoto voltando a andar.
A loira hesitante, olha uma última vez para trás e por fim acompanha o garoto.
Continuam a andar atentos a qualquer mísero barulho que fosse.
— Oque é aquilo? — o garoto grita "assustado" fazendo com que a garota também grite apavorada olhando para o local onde o mesmo olhava, vendo que não tinha nada, ela distribui tapas irritada enquanto ele ria.
— Isso não tem graça! — suspira depois de se recuperar do susto.
— Olha lá! Oque é aquilo? — o garoto pergunta curioso apontando a lanterna para determinado ponto a sua frente. — Vamos ver de perto.
— Ham... eu não quero. Vamos embora. - súplica olhando para os lados rapidamente com medo de que algo apareça.
— Vem comigo. — ela o olha em reprovação. — Tá bom. Então espera aqui.
— Gavin, não.
— Eu volto num minuto. — a tranquiliza, ou pelo menos tenta. — Ninguém vai te pegar. Eu garanto.
Volta a andar enquanto a menina cruza os braços impaciente.
Enquanto Gavin olhava em volta iluminando todos os cantos com a sua lanterna a fim de observar cada ponto do lugar, a garota escutava pequenos ruídos e olhava para todos os lados amedrontada procurando o causador dos barulhos assustadores que a atormentava.
A medida que Gavin entra em uma sala sorrindo que nem um idiota, sua lanterna começa a falhar e apaga definitivamente, bate a lanterna na mão com a esperança da mesma voltar a funcionar enquanto a porta atrás de si fechava-se lentamente e ele não havia notado que tinha alguém atrás dele.
— Que droga! — resmunga em um sussurro raivoso enquanto olha ao redor enfim notando que não estava sozinho. — Oi gata. Não aguentou né.
A garota vai até ele lentamente, passa os braços ao redor do seu pescoço e o beija.
— Gavin, onde você foi? — o grito da loira ecoou por todo o local fazendo com que o garoto se afastasse assustado notando que não era quem ele esperava que fosse. — Gavin!
Enquanto o idiota estava apavorado e a garota o gritava afim de que ele escutasse para eles irem embora o mais rápido possível. Os irmão e as irmãs Winchester's adentravam o local.
• Já peço desculpas se ficou ruim na narração em terceira pessoa, é a primeira vez que eu escrevi dessa maneira. E também peço desculpas se houver algum erro, revisei várias vezes, mas nunca fica cem por cento, caso veja algum, me falem para que eu possa corrigir.
• Gostaria de relembrar que a história não segue a linha do tempo da série, e os casos são aleatórios.
• Votem e comentem, isso motiva muito a continuar a história e eu adoro responder os comentários de vocês.
• Xoxo.
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