• 𝙲𝚊𝚙𝚒𝚝𝚞𝚕𝚘 𝟷𝟾 •
O QUE ACONTECEU COM VOCÊ?
• Por, Tom...
Já faz um tempo que eu venho percebendo o comportamento da Catherine. Na verdade, o estranho comportamento dela.
Desde que eu fui embora da casa dela naquela noite as coisas estão meio estranhas, eu não sei.
No começo eu até achei que ela estava com raiva mesmo, mas depois percebi que ela realmente estava diferente.
E não é porque eu vou me casar, pelo o que a Lea disse, a Catherine estava muito feliz em organizar o casamento desde o início.
Então o problema deve ser eu mesmo... Quer dizer, depois daquela noite...Eu não sei explicar, eu não consigo me lembrar.
Tentei me reaproximar dela, comecei pedindo para que ela voltasse a organizar o casamento. De início ela pareceu contente, mas eu não sei...Tem alguma coisa estranha aí.
As vezes ela me chamava para ajudar em algo, e as vezes me ignorava e sumia por um tempo, na verdade mas sumia do que me chamava. E tem sido assim a uns 2 meses.
Perguntei a Lana o que tinha acontecido, já que agora elas não se desgrudam mais, mas ela diz que não é nada, e que eu devo estar vendo coisas onde não têm.
Mas cá entre nós, é a Catherine! Eu a conheço desde meus 17 anos... Vi essa menina crescer, posso ver no olhar dela quando ela está bem ou não.
E ultimamente, ela não me parece nada bem...
🌈
Estou na sala assistindo jogo, ou melhor tentando assistir o jogo, já que a Lea não para de gritar ao telefone.
— Você acha, mas eu quero! Vão ser Margaridas e pronto! — Lea bufa.
— Nossa, calma...Vão ser Margaridas sim, não precisa matar ninguém por isso.— ri.
— Vai brincando mesmo, vai... Não é você que está organizando um casamento meu amor, sou eu! — se senta ao meu lado.
— Claro, toda vez que tento ajudar você me joga de lado.
— Amor, eu não quero te estressar... — se vira pra mim. — E vamos ser sinceros, você não tem gosto para essas coisas.
— Tá bom, se você diz... — prefiri mudar de assunto. — Mas afinal, com quem estava brigando dessa vez?
— A Catherine... Ela tá me cansando, sério! — bufa olhando para o teto. — Ela fica querendo dar opinião em tudo, acho que ela pensa que o casamento é dela.
— Meu amor, foi você quem pediu ajuda dela para te ajudar a organizar as coisas... É normal ela querer dar opinião também.
— Tá defendendo ela? — estreita os olhos.
Droga, droga! Por que eu falei isso?
— O que? Eu... Não Lea, só estou dizendo que ela quer te ajudar, não é por mal. — passo mão no rosto dela.
— Hum... — resmunga. — Tudo bem, mas só porque você tá dizendo.— Se aproxima do meu rosto. — Vem cá, eu tô com saudade de sentir essa sua boquinha deliciosa.
Iniciamos um beijo calmo, mas que logo se intensifica. Lea sobe em meu colo e começa a rebolar lentamente.
Aquilo já estava me torturando.
— Vem...Deixa eu cuidar de você agora. — sorri.
Deito ela sobre o sofá e fico entre suas pernas. Começo a morder e chupar seu pescoço enquanto escuto ela gemer chamando meu nome.
— T-oom... — eu sabia que ela gostava.
— Isso meu amor, eu quero ouvir você...Isso! — continuo com as investidas.
Continuo meu trabalho, mas agora desço para seios que ainda estavam cobertos pela blusa.
Tiro sua blusa e a jogo em um canto qualquer, logo abro um sorriso ao ver seu corpo perfeito.
— Sem sutiã... assim eu eu gosto! — começo a investir em um deles.
— Eu sei que você gosta...hum— geme.
Lea puxa minha camisa e a joga também, arranhando minhas costas em seguida. Estávamos quase chegando lá quando o celular de Lea começa a tocar.
— Deixa tocar, amor...— puxo seu short.
— Pode ser importante, eu preciso...— Lea levanta e vai atender o telefone.
— Alô? Espera...O que? Como assim o vestido sumiu? Você faz ideia de quanto foi esse maldito vestido? VOCÊ FAZ IDEIA? — ela começou a gritar.
Pelo visto, hoje não vai rolar.
— Tá, tô indo pra aí... — coloca o telefone na mesa.
— Amor... Me perdoa, mas eu preciso ir. — pega sua blusa do chão.
— O que aconteceu? quer que eu te leve?
— Não precisa, pode continuar vendo seu jogo...O vestido da Katy sumiu, e amanhã nós vamos fazer a prova pra ver o tamanho, essas coisas... Preciso ir até a casa da Katy pra ver onde a louca colocou. — Me da um beijo.
— Tudo bem, qualquer coisa me ligue, boa sorte!
— Obrigada, eu te amo! — grita da porta.
— Também te amo!
🌈
Já estava quase anoitecendo e nada da Lea aparecer, eu ja estava ficando entediado. Então resolvo ligar para a Catherine, vai que ela precisa de ajuda para alguma coisa.
Sério, ficar parado vendo a Lea fazer as coisas faz eu me sentir um desocupado. Infelizmente a Lea tirou 3 meses de licença do meu trabalho quando eu ainda estava no hospital, ou seja, nem trabalhar eu não posso.
Pego meu celular e disco o número dela, não sei porquê, mas um sorriso se forma no meu rosto.
— Hey pequena, como vai? — falo assim que ela atende.
Após um tempo conversando com a Cath, ela simplesmente desliga na minha cara.
Mas o que foi que deu nela?
Achei que a ligação tivesse caído, então liguei novamente... Mas quem disse que ela atendeu?
Liguei várias vezes e nada dela atender, já estava ficando preocupado. Será que aconteceu alguma coisa?
Resolvo ir até a casa dela, pego as chaves do carro e mando um mensagem para a Lea avisando que eu saí.
🌈
Ao chegar no andar da Catherine vejo que a porta de seu apartamento estava aberta. Lentamente caminho para dentro do apartamento, talvez um ladrão estivesse aqui.
Só de imaginar alguém fazendo mal a Cath, já me sobe uma raiva e preocupação ao mesmo tempo. Procuro em todo o apartamento e nada dela, resolvi ligar então.
Assim que eu ligo, ouço o celular dela tocar pela sala... Corro em direção e o acho jogado no chão.
Mas o que foi que aconteceu?
Penso preocupado, já. Logo para a Lana e ela atende.
— Por favor, me diga que a Catherine está com você? — eu já estou muito preocupado.
— Não, ela não está... Por que?
— Eu não sei, eu estava ao telefone com ela quando ela desligou do nada. Aí eu liguei várias vezes mas ela não atende, então resolvi vir ao apartamento dela... Encontrei a porta aberta e o celular dela jogado no chão... — suapiro. — Pelo amor de Deus Lana, você sabe de alguma coisa?
— Meu Deus! Tom eu não sei, ela me ligou várias vezes mas eu estava ocupada, nem vi o celular tocar. — seu tom é de preocupação também.
— O que vamos fazer? — pergunto aflito.
— Calma, as vezes ela esqueceu a porta aberta e já está voltando... Fica aí mais um pouco e vê se ela aparece, e liga para o porteiro para ver se ela saiu mesmo.
— Está bem, obrigado!
— Qualquer coisa me liga, por favor!
Desligo o celular e desço até a portaria.
De acordo com o porteiro ela saiu bem apressada, estava chorando e parecia perdida.
Eu não sei o que fazer, não sei se ela vai voltar...Não sei porque ela saiu desse jeito.
O que será que aconteceu?
Depois de alguns minutos meu celular toca, e um número desconhecido aparece na tela.
— Alô? — atendo.
— É o Tom? — a voz de uma mulher muito nervosa se fez do outro lado.
— Sim, quem é? — estranhei.
— O meu Deus! Moço, tem uma garota aqui na rua, ela tá no chão não sei o que aconteceu... — ela parece muito nervosa. — E-ela chegou chorando e disse o seu nome e depois discou o seu número...O que eu faço?
Droga! Só pode ser a Catherine.
— Me passa o endereço, chego aí em um minuto.
Isso não pode estar acontecendo...
✨
Acharam mesmo que eu daria um hot da Lea com o Tom? Eww!
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