𝗖𝗔𝗣𝗜́𝗧𝗨𝗟𝗢 𝗢𝗜𝗧𝗢🥃🍓

Theo deu uma risada sincera vendo o sorriso traquino no rosto do seu ômega, que lambia os lábios e arqueava a sobrancelha esperando para vê-lo implorar.

— Eu não deveria ter lhe subestimado. — falou, vendo o ômega levantar o tronco e colar as costas em seu peito e assim ele enlaçou a sua cintura com os braços e colocou o rosto rente ao seu pescoço, inalando o cheirinho bom de morangos.

— Eu disse, alfa, você iria implorar para me comer... — ele mordeu os lábios quando sentiu aquela língua quente passeando pelo seu pescoço até chegar ao lóbulo da sua orelha — Então implora...

— Tudo bem, amor... — sussurrou em sua orelha, vendo a pele alva se arrepiar, enquanto descia as mãos pela barriga lisa e chegava nas suas coxas fartas, vendo o menor apertar os olhos com força, se sentindo excitado novamente — Nada mais justo depois do que eu te fiz passar...

— C-concordo. — sussurrou, sentindo uma mordida leve no seu lóbulo, sentindo uma mão segurar com força a sua cintura enquanto a outra brincava com seus testículos, fazendo-o prender o gemido.

— Amor, eu te imploro, deixa eu te comer. — sussurrou em seu ouvido, enquanto agora subia a mão e massageava a glande, vendo o menor abrir a boca e logo a morder para prender o gemido, o lúpus sorriu com a visão — Deixa eu enterrar meu pau bem fundo em você, hm? — sussurrou mais uma vez, com seu membro rijo batendo na bunda do ômega, fazendo o lugar esquentar. Sua mão bombeava o falo vagarosamente, vendo o menor jogar a cabeça para trás e deitar em seu ombro, aproveitando seus toques — Deixa eu te comer até você desmaiar, deixa eu colocar minha marca em você, por favor... — ele sentiu seu pau doer a medida que mexia no membro do ômega, ele viu os olhinhos se abrirem e fitarem os seus.

— Quer me dar... sua marca? — sussurrou, prendendo um gemido que ameaçava sair mais uma vez.

Theo levou seus lábios ao pescoço do ômega, em cima do local onde seria dada a marca e deixou um selar, fazendo o corpinho inteiro estremecer.

— Sim, eu quero e vou, só me diz um sim, por favor... — sussurrou sôfrego, sentindo o corpo amolecer em suas mãos, enquanto passava o polegar pela sua glande rosada e molhada.

— S-sim... — sussurrou com os olhos fechados, enquanto sentia aquele corpo quente abraçando o seu — E-eu deixo, Alfa...

— Ótima escolha... — sorriu, chupando o lóbulo da sua orelha — Pois vou te fazer gozar tantas vezes hoje que vai desmaiar em cansaço, eu prometo. — um gemido escapou dos lábios do ômega que sentiu seu corpo estremecer — Vem! — ele o soltou e se levantou da cama, sentindo seu pau doer em suas mãos. Theo caminhou até a poltrona e se sentou lá, vendo o ômega ainda de joelhos na cama o fitando, com a boca entreaberta, olhando aquele membro rijo e rosado pingando pré gozo — Eu mandei você vir aqui! — sua voz autoritária e seu olhar feroz, fizeram Liam sentir uma pontada forte no baixo ventre, então ele se levantou e foi até lá, mordendo os lábios, parando de frente para o Raeken, no meio de suas pernas, sentindo sua boca salivar.

— A-alfa, eu quero te chupar. — engoliu a saliva que formava em sua boca, enquanto olhava para baixo, para aquele membro duro que o esperava ansioso.

— Quer? — arqueou a sobrancelha e deu um sorriso ladino, vendo o ômega assentir freneticamente com a cabeça — Então ajoelha, ômega! — e assim ele fez, se ajoelhou entre as pernas daquele alfa que o matava de tesão só de olhá-lo. Ele fincou as unhas em suas coxas, ouvindo um leve rosnado sair dos lábios carnudos do lúpus a sua frente, que segurou firmemente seu queixo — Vou foder essa sua boquinha tão linda até não conseguir mais abri-la, meu pequeno pervertido.

Liam gemeu, sentindo seus olhos lacrimejarem enquanto ansiava pelo contato com o membro tão próximo a si.

Theo o puxou pelo queixo e colocou sua glande em cima da língua que já estava fora da boca o esperando. Aquela língua quente e tão molhada em contato com seu pau fez um rosnado escapar de seus lábios. Era tão gostoso e excitante. Esse ômega iria enlouquecê-lo.

— Hummm... — Liam gemeu quando abocanhou a glande rosada e pulsante, envolvendo ela em saliva, ouvindo um gemido rouco escapar dos lábios do Raeken, este que jogou a cabeça para trás e segurou em seus cabelos, empurrando sua cabeça de uma vez para baixo, fazendo-o engolir seu membro por completo.

— Porra! — rosnou quando o ômega tossiu, recuperou o ar e voltou a abocanhar seu membro, dessa vez engolindo tudo sem engasgar, sentindo a mão do alfa puxar seu cabelo para fazê-lo engolir tudo, em movimentos de sobe e desce.

Ele levou a mão aos testículos e massageou ali, ainda chupando o Alfa, deixando sua língua à mostra sempre que lambia toda a extensão, vendo os olhos à sua frente, ouvindo rosnados de satisfação escaparem dos lábios do lúpus.

Era tão excitante.

— Sua boca abriga o meu pau tão bem, amor. — sussurrou sôfrego, vendo aqueles olhinhos cheios de lágrimas o fitando, enquanto subia e descia com maestria em seu pau rijo — Você me olha como uma vadia pedindo para ser fodida e eu estou no meu limite com você. — rosnou, respirando pesado, jogando a cabeça para trás ao sentir seu pau vibrar com o gemido do ômega que tinha ele dentro da boca, fodendo sua garganta — Caralho, ômega! — ele jogou seu quadril para cima, sentindo outro gemido contra o seu membro necessitado, jogou mais uma vez, empurrando tudo lá dentro, vendo lágrimas descerem pelos olhos do menor. Ele estocou várias e várias vezes sentindo as vibrações tão gostosas daquele gemido contra seu nervo, mas parou quando viu que o ômega não respirava, tirando o membro dali, respirando pesadamente enquanto olhava aquele rostinho tão vermelho buscando ar, com aquela boca linda entreaberta e os olhinhos semi abertos e molhados pelas lágrimas — Você é tão lindo. — sussurrou, mordendo os lábios ao olhar para a boca do ômega, que fechou os olhos com força quando sentiu aquele nariz tocar a sua pele, passeando pela sua bochecha — Seu cheiro é tão bom que estou a ponto de enlouquecer.

Sussurrou sôfrego, ouvindo um arfar sair dos lábios do ômega quando o puxou para um beijo necessitado, explorando sua boquinha pequena, mordendo seus lábios e chupando sua língua.

Theo já estava fora de si, quando puxou o ômega para o seu colo, o sentando de lado ali, sentindo aquela bunda apertar seu falo, sentindo seus pequenos lábios voltarem a beijá-lo com força e fome.

— Alfa, eu preciso sentar em você. — sussurrou contra seus lábios, sentindo o pau pulsando contra sua nádega — Preciso muito.

— Senta de costas para mim. — ordenou e Liam obedeceu, sentando prontamente entre suas pernas, olhando-o por cima do ombro, vendo um sorriso de canto nos lábios do Raeken.

Theo passou a mão pela curva que formava em suas costas, sentindo o ômega arfar com o contato. Ele acariciou sua cintura fina e subiu a mão pelas suas costas novamente, puxando com certa força seu cabelo, fazendo-o colar as costas em seu tronco.

— A-alfa, por favor... — implorou, sentindo seu baixo ventre doer enquanto Theo ria de canto para si — Eu preciso, por favor. — sua voz era manhosa e doce, ele sabia o que estava fazendo, pois a cada palavra proferida, sentia o pau pulsar contra a sua nádega — Me fode, Alfa, por favor.

Theo enlaçou o braço em sua cintura, levantando seu corpo enquanto posicionava seu pau naquela entrada tão pulsante e necessitada.

E ele sentou, com força, sem esperar por mais nada, Liam apenas sentou de vez, arrancando um rugido dos lábios do alfa que o apertou com tanta força que quase o quebrou ao meio.

E Theo estava completamente dentro dele, do jeito que ele sempre quis e aquela sensação era maravilhosa.

— Ômega do caralho! — rosnou, sentindo seu pau pulsar ali dentro. Era tão apertado e quente e os pequenos gemidos manhosos que saíam da boca do ômega estavam o enlouquecendo — Se continuar gemendo assim vou gozar agora mesmo. Filho da puta! — Liam sorriu ladino, pois sabia o poder que tinha, ele apoiou as mãos nos braços da poltrona e pegou impulso, subindo e descendo naquele pau, fazendo dele seu brinquedo particular, mas aquilo era melhor, era real, seus brinquedinhos não chegavam nem perto daquilo.

Seus olhos simplesmente saíam de órbita sentindo aquele pau tão duro bater contra sua próstata, enquanto ele agora rebolava ali em cima, sentindo Theo apertar com força sua cintura.

— A-alfa... Seu pau é tão b-bom... — sussurrou, jogando suas costas contra o tronco do maior novamente, apertando sua bunda contra o membro necessitado, o enterrando lá dentro, enquanto o apertava com suas paredes internas.

Theo rosnou mais uma vez, apertando seu pescoço com uma mão, descendo a outra mão para bombear seu membro, ouvindo gemidos mais altos escaparem daqueles lindos lábios.

Liam era estimulado na frente e atrás, ele tinha aquelas mãos apertando com força seu pescoço, mas sem machucá-lo, ele ouvia o gemido rouco em seu ouvido, ele estava em completo êxtase.

Theo bombeava seu membro com força, estocando dentro do menor, parando só para sentir o ômega sentar com força em si e o apertar lá dentro.

Isso o enlouquecia. Aquilo era tão bom que ele sentiu ciúmes dos caras que aquele ômega já havia sentado.

O Alfa apertou com mais força seu pescoço, ouvindo-o gemer descontrolado. Liam gemia tendo seu membro maltratado daquele jeito, tendo sua entrada fodida por aquele pau que ele sempre quis sentar.

O que mais ele poderia querer da vida? Ele tinha Theodore Raeken só para si, não precisava de mais nada e mais ninguém.

A glande do Alfa inchava dentro de si e ele sentia tudo... sentia aquele pau inchando e desinchando, sentia ele pronto para liberar seu orgasmo, sentia que Theo estava perdendo o juízo e, ele também não estava em sã consciência.

Estava inebriado com aquele cheiro tão forte e gostoso de bourbon, com aquele pau grande dentro de si, pronto para lhe dar o que ele sempre quis.

— Vou te dar uma coisa agora, amor... — sussurrou em seu ouvido, ouvindo o menor gemer e apertar mais seu pau dentro de si, o fazendo rosnar — Eu vou te encher com a minha porra, com os meus filhotes, com tudo o que você quiser de mim. Então goza para o seu Alfa, agora! — lágrimas caíram dos olhos de jabuticaba quando sentiu aquele membro bater mais uma vez na sua próstata e inchar lá dentro, sem possibilidade de sair.

A mão de Theo maltratava seu falo e a outra apertava seu pescoço. E ele gozou. Sujou a mão do maior e gemeu alto rebolando ali em cima, esmagando aquele pau rijo dentro de si.

E então uma dor fina atingiu a dobra do seu pescoço, presas afiadas rasgaram sua pele, um rosnado alto foi ouvido enquanto Theo se derramava dentro de si e ele sentia tudo...

Sentia o líquido bater dentro de si e correr por dentro do seu corpo, sentia os dentes cravados na sua pele, sentia seu orgasmo duplo sendo prolongado.

Ele tremia e chorava soluçando alto, sem conseguir controlar as emoções, sem conseguir controlar o misto de sentimentos que o atingiam.

Aquela marca ali, posta pelo lúpus atrás de si, finalmente os ligando um ao outro para sempre. Era um momento incrível que ele não sabia explicar. Liam estava em estado de torpor, quando deixou seu corpo mole cair sobre o alfa.

Theo segurou com força sua cintura, lambendo o sangue que escorria da marca recente, ouvindo suspiros saírem dos pequenos lábios do ômega que buscava o ar que lhe faltava.

O membro ainda estava dentro de si, preso, enquanto ainda pulsava, fazendo-o se concentrar nisso enquanto puxava o ar devagar, buscando retomar o controle da sua respiração descompassada.

— Alfa! — sussurrou, sentindo lágrimas quentes descerem pelo seu rosto, estas que Theo enxugava com o dedo, enquanto deixava selares em sua bochecha vermelha.

— Diga, meu amor. — beijou o lóbulo da sua orelha, deixando seu membro ainda pulsante lá dentro.

A verdade é que Theo era tão insaciável quanto Liam e ele já estava pronto para gozar novamente.

— Agora eu sou seu? — sussurrou, sentindo as fortes mãos o segurando pela cintura, fazendo um leve carinho ali.

— Sim, agora você é meu. — sussurrou de volta, beijando em cima da marca recente, fazendo mais lágrimas caírem dos olhos do pequeno ômega — E eu sou seu.

Um soluço escapou de sua garganta. Liam não entendia porquê estava tão sensível, mas estava.

Ele estava marcado, ele tinha um Alfa e ele amava aquele homem por quem sentia um tesão tão fora do normal.

— E-eu estou feliz. — falou baixinho, sentindo Theo sorrir contra a pele do seu pescoço, onde ele depositou vários beijos.

— Eu também estou feliz, meu pequeno pervertido. — sussurrou contra a sua derme, deixando um leve selar ali.

— Alfa... — sussurrou, sentindo seu baixo ventre doer novamente. Ele apertou o pau do lúpus que estava dentro de si e o ouviu rosnar em seu ouvido.

— Ômega...! — ele ia repreendê-lo quando sentiu o aperto novamente, fazendo-o morder os lábios com força.

— Eu vou gozar de novo, não consigo me controlar. — falou sôfrego, se remexendo em cima do Raeken, fazendo-o apertar seu corpo e morder seu ombro para descontar o tesão extremo.

— Porra! Acho que estamos entrando no cio juntos... — sussurrou, sentindo seu baixo-ventre doer e seu pau pulsar mais ainda querendo gozar — Porra, amor, vou te encher novamente. Caralho! — rosnou, sentindo o ômega sentar com força ali em cima, apenas uma única vez, que foi capaz de fazê-lo gozar com força, sem ao menos ter tirado o pau de dentro do menor.

Era uma sensação avassaladora, transar com o seu ômega, aquele marcado por si. Suas íris estavam em vermelho escarlate e a de Liam estavam lilases.

Seus cios se encontraram só para selar de vez a união e, a partir de agora, esses cios não iriam doer tanto e só iriam chegar na mesma época. Pois eles estavam ligados e pertenciam um ao outro.

— A-alfa... Porra! Ahhh! — gemeu manhoso quando gozou mais uma vez, sentindo os dedos de Theo apertarem seu mamilo, enquanto jatos quentes jorravam dentro de si mais uma vez.

Ele sentia a força e o cheiro do lúpus.

Sentia a força do cio e da marca.

Seu corpinho tremia e ele sentia seu baixo-ventre doer levemente, quando foi tirado dali por seu Alfa, que o levou até o banheiro e o colocou na banheira que já estava cheia, sentando atrás de si, o encostando em seu peito.

Theo fazia carinho em sua barriga, vendo o ômega respirar fundo enquanto sentia a febre vir mais uma vez.

— Seu Alfa está aqui, vou satisfazer todas as suas vontades. — sussurrou em seu ouvido, vendo o corpinho estremecer em seus braços, vendo a marca dos seus caninos naquele pescoço branquinho.

— Você não pode se afastar de mim, Alfa. — sussurrou, sentindo tesão novamente, sentindo a marca queimar e sentindo lágrimas caírem de seus olhinhos por estar tão sensível.

— Não vou me afastar de você. — sussurrou, lhe beijando o pescoço — Você é meu ômega agora, não vou a lugar nenhum sem você, Liam Dunbar.

— Promete? — sussurrou de volta, enquanto fungava baixinho.

— Eu prometo, meu amor. — lhe beijou a marca novamente, sentindo seu coração aquecer naquele momento.

Esses três dias de cio seriam longos, mas eles iriam vivê-lo juntos, como um casal, como uma família.

— Alfa, estou sentindo dores de novo... — manhou, sentindo o baixo-ventre doer mais uma vez, ele ansiava pelo homem atrás de si, que tinha o rosto na dobra do seu pescoço inalando seu cheiro desde que entraram naquela banheira — Me toca.

E assim ele fez, desceu a mão até chegar a entrada do menor, que tinha as pernas bem abertas naquela espaçosa banheira de hidromassagem. Theo rodeou a sua entrada e sem esperar mais, o penetrou com dois dedos, ouvindo um gemido escapar de seus pequenos lábios.

Aquela entrada tão necessitada apertava com força seus dedos ali, fazendo o Alfa rosnar mais uma vez, imaginando seu pau naquele lugar e, logo, logo isso não estaria apenas na imaginação.

— Você vai tirar o resto de sanidade que eu tenho, ômega. — rosnou, engolindo em seco, enquanto fodia aquela entrada com seus dedos, ouvindo um cântico de gemidos ecoarem pelo banheiro.

O cheiro de bourbon e morangos se misturavam pelo banheiro, deixando ambos os lúpus loucos.

O ômega se remexia e gemia se fodendo em seus dedos, enquanto Theo lambia toda a extensão do seu pescoço, fazendo-o gemer alto, bombeando seu falo com a outra mão livre.

— Caramba! Amor, continua... — choramingou, sentindo aquelas mãos o estimulando tão bem. Theo estava sendo mais rápido e mais preciso, ouvindo o menor chorar e gemer com aqueles simples toques — T-Theo... Ahhh... Hmm... Droga...!

— Vem gemer assim no meu ouvido, vem. — sua voz era rouca em seu ouvido, sentindo o menor estremecer e se arrepiar. Liam tirou as mãos de si com dificuldade e se virou, sentando de frente para o lúpus, colocando as pernas nas laterais de sua cintura, segurando seu membro rijo e o encaixando em sua entrada, sentando de vez sem quebrar contato visual, vendo a sobrancelha de Theo franzir e aquelas mãos fortes apertarem com força sua cintura — Porra! — rosnou sôfrego, sentindo o ômega rebolar em si com força, sentindo aquela entrada o apertar mais uma vez naquele dia.

— Eu amo o seu pau dentro de mim. — sussurrou em seu ouvido, rebolando devagar, sentindo o membro passar várias vezes pela sua próstata, raspando ali — Amor, seu pau é tão bom, eu poderia sentar nele todo dia e não iria cansar nem enjoar. — sentiu lágrimas quentes descerem pelos seus olhos novamente, quando Raeken levou as mãos a sua bunda, apertando com força ali, o puxando mais para si, ajudando nas suas reboladas tão gostosas — Acho que vou gozar de novo... Ahhhh...

Era muita sensibilidade, ele estava fora de si, ambos estavam, pois era assim que funcionava esse período de cio e, quando o ômega estava marcado, tudo era mais intenso e fora do normal.

O Alfa se derramou dentro dele mais uma vez naquela noite, lambendo o lugar da marca, sentindo que o ômega não parava de sentar em si, mesmo após ter gozado. Suas bocas se encontravam em um beijo só de línguas enquanto ele sentava ali com força, fazendo-o ficar duro novamente.

— Mas que porra! Eu vou ficar com o pau esfolado. — murmurou, sentindo seu pau endurecer novamente dentro do ômega, sentindo uma pressão forte no seu membro mais uma vez desperto.

Ele não era diferente de Liam, ambos estavam fora de si, sentindo a necessidade do toque um do outro a cada segundo.

— Eu provavelmente vou sair desse quarto sem andar, mas eu juro que não vou reclamar, Alfa, desde que você me coma tão bem. — sussurrou, lambendo o pescoço de Theo, chegando até a sua orelha, dando um chupão ali, ouvindo-o gemer enquanto apertava sua bunda novamente e o ajudava a rebolar com força em si.

— Seu Alfa vai te comer bem, eu prometo. — sussurrou sôfrego e suspendeu seu quadril para estocar com força no ômega, ouvindo-o gemer e chorar, sentindo seu ponto sensível ser maltratado por todas aquelas estocadas fortes e fundas.

Seu corpinho estava mole e cansado, quando gozou mais uma vez, sentindo espasmos percorrerem seus corpos, sentindo um líquido quente dentro de si mais uma vez.

E então ele apagou, seu corpo cedeu nos braços de Theo e ele sabia que o menor precisava se recuperar, afinal, seriam mais três dias intensos.

Ele o lavou com cuidado e saiu da banheira carregando o pequeno ômega nos braços, o levou para a cama e o deitou ali, enrolando seu corpo em um lençol.

Não iria durar muito, pois em algumas horas o menor iria acordar implorando por seu pau novamente, mas, naquele momento, Theo só queria apreciar aquele rosto tão bonito à sua frente.

Ele se deitou ao seu lado e puxou seu corpo embrulhado para perto de si, beijando sua testa e o abraçando para aquecê-lo.

Ele viu aquele menininho ressonando em seus braços, com suas bochechas grandes e fofas sendo esmagadas pelo travesseiro, com seus lábios levemente abertos formando um biquinho fofo.

— Você é tão lindo... — sussurrou, cheirando seu rosto para inalar mais do cheirinho gostoso de morangos que estava tão forte — Eu prometo te amar e cuidar de você, Liam Raeken.

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