𝑪𝑨𝑷𝑰́𝑻𝑼𝑳𝑶 𝑸𝑼𝑨𝑻𝑶𝑹𝒁𝑬🌜
*para uma boa experiência ouçam a música da mídia quando o Liam mencionar uma nova música tocando*
Boa leitura
Liam Dunbar
Os dias pareceram passar devagar, mas Theo finalmente está de volta na cidade, mas nós ainda não nos vimos. Theo chegou ontem à noite, sei disso porque falei com sua mãe outro dia no telefone e ela disse que ele voltaria nesta data.
Depois do que aconteceu entre eu e a Lydia, eu pensei que estaria tudo perdido, eu e ela nos tornamos amigos, mas tudo aquilo aconteceu e eu imaginei que ela ficaria brava comigo para sempre, mas não foi o que aconteceu. No dia seguinte, eu a procurei, eu estava um pouco confuso com tudo que senti, mas eu tinha certeza que eu não queria fazer aquele tipo de coisa com ela, então nós conversamos.
Não foi como as conversa que eu e o Corey temos, onde eu digo verdadeiramente toda a verdade, porque eu não contei sobre gostar de meninos para ela, eu apenas expliquei que eu a enxergava como uma amiga, que ela realmente é muito linda, mas eu não queria esse tipo de coisa. Acho que a Lydia entendeu, ela pareceu entender e ser sincera quando disse que ia respeitar a minha decisão.
As coisas entre eu e ela estão um pouco melhores depois da conversa, mas eu não posso negar que eu tive alguns pensamentos com ela depois do que aconteceu... foi estranho.
Hoje é aniversário da Lydia, ela ganhou uma festa de última hora da mãe dela, ela me avisou ontem e disse que eu estava convidado e poderia levar quem eu quisesse. Eu não gosto muito de festas, mas eu comentei com o Corey e ele disse que queria muito ir, então eu acabei vindo junto com ele.
Ontem eu liguei para a casa de Theo, liguei pela manhã antes dele chegar e foi sua mãe quem me atendeu, eu liguei porque eu queria que ele viesse a festa também, eu sabia que sua mãe daria o recado a ele, então fiz isso, expliquei quem eu era e que estava convidando Theo para uma festa quando ele voltasse, sua mãe foi bem simpática comigo, até me agradeceu pelo tempo que Theo ficou em minha casa e disse que passaria o recado assim que ele chegasse.
Eu estou aqui, mas acho que Theo não vem.
A festa da Lydia está sendo no grande jardim do condomínio que ela mora, eu pensei que ela não conhecia muitas pessoas aqui na cidade por ter se mudado recentemente, mas a festa está cheia de gente. Parece que a sua família mora aqui em Houston e também parece que toda sua família foi convidada.
Há várias pessoas dançando, bebendo e comendo. As músicas são animadas, daqui posso ver Corey e Lydia dançando juntos o ritmo da música agitada, eles se deram bem em pouco tempo. Lydia parece muito feliz e Corey também está, eu preferi ficar aqui sentado, não sou muito de dançar, principalmente em público. Já bebi dois copos de suco de groselha e continuo aqui sentado depois de alguns convites recusados para ir dançar.
Ouço uma nova música começar a tocar assim que a outra terminou, ela é um pouco mais lenta comparado a anterior, mas ainda é uma música dançante.
— Oi! — uma garota apareceu ao meu lado — tudo bem?
Eu conheço essa música.
— Oi, eu estou bem, como vai?
— Muito bem. Escuta, quer dançar? — ela está ofegante, parece que estava dançando antes também.
— Na verdade, eu não...
Algo chamou a minha atenção, por não estar olhando diretamente nos olhos da garota, meus olhos foram parar na entrada da festa. Eu senti meu coração bater mais rápido e uma coisa esquisita no meu estômago... é o Theo!
— Ei, ei, você quer dançar?
Theo estava entrando, estou tendo um sentimento bom em estar vendo ele depois de tanto tempo. Ele está vestindo uma camiseta preta, as mãos estão dentro do bolso da calça jeans, o tênis Branco e preto com as meias longas brancas, seu cabelo parece estar um pouco maior... meu Deus, Theo Raeken é o cara mais bonito da festa.
— Garoto? Ei, garoto?
Nossos olhos se encontram, Theo parece um pouco surpreso, então ele sorri. Acho que também estou sorrindo.
— Não quero dançar, obrigado — digo, me levantando.
Comecei a caminhar na direção de Theo vendo ele fazer o mesmo na minha direção, parece que aquele momento parou por um instante e só existe eu e Theo prontos para nos encontrarmos de novo, enquanto Falling for Ya toca como a nossa bela trilha sonora.
— Oi... — nós dissemos juntos.
O Theo está tão bonito, o meu corpo está reagindo de uma forma diferente vendo ele assim...
— Minha mãe passou o seu recado — Theo disse.
— Que bom que você veio...
Eu queria abraçar ele, senti saudades.
— Como você está? — ele perguntou.
— Bem... e você?
Theo chegou um pouco mais perto, senti uma de suas mãos em minha cintura e ele falou perto do meu ouvido.
— Você está lindo.
Eu sorri, Theo se afastou e olhou para mim sorrindo também.
— Você...
— Oiê!! — Lydia apareceu pulando do nosso lado — quem é ele? — ela está bem animada.
— Oi, Lydia. Esse aqui é o Theo.
— Ah! Então você é o Theo! Oi, Theo! — Lydia abraçou Theo que ficou um pouco surpreso.
— Oi, feliz aniversário!
— Obrigada! Vocês querem dançar?
— Não, não — digo primeiro, eu realmente não quero dançar.
— Liam, querido — Corey apareceu do meu lado e me puxou pelo braço.
Vejo Theo olhar de um jeito um pouco estranho e Lydia logo puxando alguma conversa com ele.
— Vim avisar que eu já vou, conheci uma pessoa — Corey disse com um sorrisinho.
— Uma pessoa? Quem?
— Um gatinho. Eu tô indo, tá?
— Mas para onde? Quem é esse gatinho?
— A gente vai se divertir, Liam. É aquele ali, olha — ele apontou para um garoto perto das bebidas, ele tem cabelo curto loiro e veste uma roupa bem colorida que mostra bastante pele. Será que ele é parente da Lydia? — te vejo depois, tá?
— Tudo bem, mas... toma cuidado — digo.
— Prometo que vou. Mas vai se divertir também, tá bom? Eu vi que seu bofe chegou — Corey sorri de canto.
— Quem?
— O Theo, bobinho! Vai se divertir com ele, hoje é sua chance — ele pisca para mim.
Meu rosto está queimando de vergonha.
— Tchau, fofo.
— Usa camisinha — digo, um pouco mais baixo para ele.
— Você também.
Ele sorri, então sai andando animado até o cara que estava o esperando.
Voltei para os dois que conversavam, Theo pareceu ficar aliviado quando eu cheguei.
— É uma pena que vocês já tenham que ir — Lydia falou e eu olhei para Theo um pouco confuso.
— Eu estava falando para ela que nós teríamos um jantar na minha casa, não é? — Theo olhou para mim e piscou discretamente.
Mas do que ele está... ah! Acho que entendi.
— Ah, é mesmo... lá na sua casa...
— Que pena... mas eu vejo você segunda-feira no restaurante. E você, tchau, Theo! — Lydia disse, deu um abraço em mim e em seguida saiu pulando para longe.
Ela está um pouco maluca...
— Para onde você quer ir? — perguntei, olhando para ele.
— Quero te mostrar uma coisa — Theo segurou a minha mão — vem comigo?
Assenti com a cabeça, então Theo me guiou pelo meio das pessoas. Nós saímos da festa e fomos lá para a rua, daqui é possível ouvir a música bem mais baixa e um pouco abafada.
— Você veio com o Corey? — Theo perguntou, soltando a minha mão.
— Sim!
— Ah... — Theo põe as mãos no bolso e apenas agora eu notei que ele está usando um relógio junto com a pulseira que temos — vem, eu quero te mostrar algo.
Theo caminhou na frente e eu o segui. Há tanto tempo eu não saio à noite, o clima da rua é muito agradável. Nós atravessamos a rua e Theo parou em frente a uma moto.
— Tcharam!
— Não brinca...
— Sim!!
— Meu Deus!!
— Simmm!!!
— Ela é linda!
É uma moto não tão grande, ela é azul e tem umas rodas muito bonitas.
— Eu ganhei do meu primo ontem, ele tem cinco na garagem e disse que queria vender para comprar uma nova, então ele falou que me daria essa aqui como presente de aniversário adiantado, se eu prometesse cuidar bem dela e visitar ele mais vezes.
— Caramba, o seu primo é muito legal — digo, passando a mão pela moto e vendo seus detalhes.
— É sim! Me arrependi de já ter falado tão mal dele — Theo falou e eu ri fraco — quer dar uma volta?
— Você tem carteira?
— Não, mas eu sei dirigir.
— Então vamos — digo.
— Confia tanto assim em mim?
— Claro que não, eu vou rezar bastante durante o nosso trajeto — digo e Theo ri.
Theo se aproxima de mim e eu sinto um frio na barriga quando ele me encara.
— O que acha de irmos comer comida mexicana?
— Agora? Que horas são?
Theo olhou em seu relógio.
— Quase dez.
Eu disse para a minha mãe que voltaria às nove, meu pai disse que eu poderia voltar mais tarde e me divertir com algumas meninas.
— Vamos — digo.
Theo olha ao redor, a rua está vazia, ele volta a olhar para mim e morde o lábio. Por que eu sinto um calor quando ele faz isso?
— Eu posso te beijar?
— E se alguém nos ver?
Theo tirou uma mecha do meu cabelo que estava em meu olho.
— E se formos para a minha casa?
Meu Deus...
— Eu... não sei se posso.
— Eu senti tanta falta de te beijar — Theo falou, parece que a voz dele está tão sexy. O que é isso que está dando em mim hoje? — lá no meu quarto nós podemos...
— Você não disse que íamos comer comida mexicana? — Eu o interrompi. Eu juro que estou quase ficando...
Ai meu Deus, fornicação é pecado, Liam! Fornicação é pecado!
— Então vamos — ele sorriu e pegou um dos capacetes me entregando logo em seguida.
— Você sabe mesmo dirigir, né? — eu perguntei, tentando colocar o capacete preto.
— Claro, eu já dirigi antes a moto do Gabe.
— Vai devagarinho, tá bom? — digo.
Vejo Theo prender o capacete dele na maior facilidade do mundo. Ele olha para mim e chega perto para me ajudar com o outro.
— Prometo que vou devagar — Theo falou com um sorrisinho.
Ele prendeu o capacete em minha cabeça, bem rapidinho também. Subiu na moto e olhou para mim, com um pouco de dificuldade eu também subi na moto me sentando atrás dele.
— Segura firme — vejo ele ligar a moto.
Eu nunca subi em uma moto antes.
Abracei sua cintura e não demorou para a moto começar a se movimentar.
...⌛...
Theo Raeken
Eu estava com muita saudades dele.
Ele parece estar ainda mais lindo do que da última vez, eu não sei o que aconteceu, mas eu estou com uma vontade louca de beijar ele, é como se o meu corpo precisasse disso para continuar bem.
— Ela deixou — Liam disse animado, vindo até mim depois de sair de perto do telefone público.
Nós viemos comer comida mexicana, pedimos burritos e o Liam derrubou todo e refrigerante dele enquanto voltávamos para a moto. Ele é todo atrapalhado, isso é fofo e engraçado nele.
Estamos numa rua deserta, estacionei a moto aqui porque havia um telefone público na rua, onde Liam parou para poder ligar para a sua mãe perguntando se ele poderia dormir na minha casa essa noite. Eu o convidei e ele disse que falaria com a sua mãe primeiro, ficou receoso de ligar essa hora, mas acabou ligando e aparentemente ela deixou!
— Eu pedi para ela dizer ao meu pai que eu iria dormir na casa da Lydia — Liam disse.
Nós dois voltamos a nos encostar na moto. Está uma noite bonita, há várias estrelas no céu e a lua já está quase cheia de novo, o tempo passa rápido.
Estamos comendo burritos, é a primeira vez que como burritos e é muito bom.
— Como você conheceu a Lydia? — perguntei.
— Ela me pediu uma informação, depois foi comer no restaurante em um dia lotado e nos ajudou, como minha mãe estava precisando de mais um ajudante ela contratou a Lydia até o fim das férias.
— Ah, ela trabalha no restaurante agora?
— É...
Liam desviou o olhar e pareceu ficar um pouco pensativo.
— Ela é bonita, né? — digo.
Liam olha para mim.
— Hum... sim.
— É...
— E você, como foi lá?
— Eu trabalhei bastante, eu vendia bilhetes, cuidava da reprodução dos filmes e comi bastante pipoca — digo e ele ri — você já foi ao cinema?
— Sim, duas vezes.
— Quer ir comigo a qualquer hora? Eu sei qual filme recomendar agora — digo.
— É bem divertido ir ao cinema, eu gostaria de ir com você, Theo.
Eu descobri tantas coisas enquanto estive fora, eu queria contar para o Liam, mas e se ele ficar bravo?
— E você... se divertiu? — perguntei.
— Eu passei a maior parte do tempo trabalhando — ele diz — e você?
— Eu também.
— Conheceu muitas pessoas? — Liam perguntou.
— Algumas.
— Hum...
Acho que a gente deveria ir para casa.
— Theo, eu... — Liam olhou nos meus olhos e pareceu desistir de falar o que iria falar — senti sua falta.
— Eu também senti sua falta.
...⌛...
Liam Dunbar
— Pare de rir.
— Então não me faça rir.
A casa do Theo é aconchegante, a mãe dele tem várias plantas, parece até uma coleção. Tudo é bem organizado e eu gostei da decoração.
O quarto do Theo é legal também, é um pouco bagunçado, mas é legal. Ele tem uma prateleira com vários livros e revistas, as paredes têm uma cor legal e sua cama é pequena como a minha.
Tivemos que entrar em silêncio em sua casa, assim como aconteceu comigo, seu pai não pode saber que ele trouxe alguém para casa e ele não queria acordar sua mãe, entramos em silêncio e viemos em silêncio até o quarto dele.
— Você quer uma roupa para dormir? Não vai ser confortável dormir assim — Theo falou, enquanto procurava algo no seu guarda roupa.
— Tudo bem, pode ser — digo, estou sentado em sua cama.
— Eu estava pensando, nós poderíamos ver a lua cheia de novo, vai ser no fim do mês, um dia antes das férias acabarem.
— Eu acho uma boa ideia, você quer ver lá de casa? — perguntei.
— E se fossemos nas montanhas?
— Montanhas?
— Sim, lá no alto.
— Eu tenho medo de altura, Theo.
— Eu seguro a sua mão.
— Eu posso pensar.
Theo encontra uma roupa dentro do guarda roupa dele.
— Aqui — ele joga em cima da cama.
— Ei, seu grosso, não jogue assim.
— Desculpe, baby.
Reprimi um sorriso e me levantei. Ele me chamou de baby.
— Eu vou te apresentar pessoalmente para a minha mãe amanhã — Theo falou e eu vi ele tirando sua camisa — ela vai gostar de você.
Limpei a garganta e olhei para o outro lado, tenho que trocar de roupa também, não posso ficar parado aqui como um bobo.
Tirei a minha camisa também, peguei a camisa que Theo me emprestou e a vesti, Theo tirou sua calça e eu tentei não reparar nele só de cueca, ele vestiu uma bermuda e o vi caminhando até o banheiro. Aproveitei esse momento para tirar a calça e vestir a calça que ele me emprestou.
— Você já quer dormir? — Theo saiu do banheiro perguntando.
Ele vai dormir sem camisa...?
— Acho que sim, já é quase meia noite...
— Você tem hora para dormir? — Theo foi até o abajur e o ligou na tomada.
— É bom ter uma hora para dormir, quando eu passei a dormir mais cedo eu não tive mais olheiras — digo.
— Olheiras? — ele ri fraco — não deveria se preocupar com esse tipo de coisa.
— E por que não?
— Você deve ser bonito até com olheiras — eu me sentei na cama e ele apagou a luz.
— Ninguém é bonito com olheiras, Theo.
Theo veio até a cama e se sentou ao meu lado.
— Chega pra lá.
— Ei!
Theo me empurrou e eu empurrei de volta, nós dois começamos a rir.
— Fica no canto da parede, assim não tem risco de você cair — Theo disse, ajeitando o travesseiro para mim.
— Vamos dividir o travesseiro — digo.
— Pode ficar com ele.
— Não, vamos dividir!
Eu me deitei e Theo se deitou ao meu lado, a cama é apertada como a minha, estamos bem pertinho.
— Seu abajur é legal — digo.
Há várias estrelinhas refletindo no teto, parece até o céu.
— E você é lindo — Theo disse, olhei para ele e ri.
— Você já disse isso várias vezes, Theo.
— É porque você é.
Ele olha para mim, a iluminação é boa por causa do seu abajur. Seus olhos... meu coração...
O Theo também é lindo, mas por que ele está me dizendo isso tantas vezes assim?
Eu... acho que nós já podemos nos beijar agora. Eu preciso, eu quero tanto...
O beijei.
Theo me beija de volta.
É bem calmo, ele se ajeita um pouco na cama e se vira para me beijar melhor, nossos lábios se movem devagarinho e isso é tão bom, parece até perfeito.
Theo pede passagem com a língua, um pouco receoso eu deixo, uso a minha língua também, ele move devagar, é diferente da última vez, mexi a minha língua também e Theo pareceu gostar disso, já que ele suspirou e eu senti sua mão indo até meu rosto.
Ele acaricia minha bochecha e se afasta, nos encaramos. Nos beijamos de novo.
Theo move sua língua de uma forma mais intensa, tento acompanhar seu ritmo e sinto seu corpo sobre o meu, Theo chega mais perto, ele está sem camisa, é quente, minhas mãos vão para as suas costas, Theo me beija de uma forma um tanto afoita, sinto meu corpo ainda mais quente, Theo se esfrega em mim, ele está duro.
— Theo — eu me afastei.
— Desculpa.
E se nós...
— Você está duro... — eu sussurrei.
Eu não acredito que isso saiu da minha boca.
— Você também... — Theo olhou para baixo.
Deus...
Meu corpo está tão quente, mas eu sinto tanta vergonha...
— Eu posso te tocar, Li? — Theo sussurrou.
Meu corpo inteiro se arrepiou.
— Ninguém nunca fez isso antes — digo baixo.
Meu coração...
— Eu posso ser o primeiro se você deixar.
Seus lábios roçaram nos meus.
— Eu prometo que não vou fazer se você não quiser...
Eu estou tão excitado, isso nunca aconteceu antes.
— Promete ir devagar? — eu perguntei, Theo sorriu de canto e assentiu.
— Eu prometo — ele sussurrou antes de tocar meu corpo.
Tocou minha barriga, levantou um pouquinho a camiseta, senti seu toque frio descendo pelo meu corpo e ele apertou levemente meu membro por cima do tecido.
Um suspiro um pouco alto acabou escapando e senti Theo dar um beijo no canto do meu queixo.
— Não pode fazer barulho, tá?
— Tá bom...
Seu toque sobe até minha barriga e volta a descer, mas dessa vez por dentro da minha calça. Theo passa por minha virilha. Theo me toca.
Meu Deus...
Sua mão segura o meu membro, ele começa a mover sua mão para baixo e para cima. Fechei meus olhos por um instante, isso é muito bom...
— Eu posso abaixar?
— O que?
Será que o Theo está querendo dizer que...
— Sua calça, posso abaixar ela?
— S-Sim.
Ele abaixou minha calça, eu sinto que eu deveria fazer alguma coisa além do que ficar apenas parado. Ele voltou a me tocar, eu me sinto envergonhado em estar assim pelado na frente dele, mas Theo está me olhando de uma forma tão boa.
— Tudo bem? — ele sussurrou, seu dedo em minha glande e eu tapei minha própria boca.
Eu estou tão molhado aqui embaixo, a mão de Theo desliza facilmente em um ritmo mais acelerado.
Eu beijei Theo, o beijei rápido, nossas línguas se movendo rápido e desajeitadas, mas é bom. Deus, como isso é bom.
Deus, por favor, me perdoe por estar pecando assim, mas isso é tão bom...
Eu toquei o peitoral nu de Theo, é tão macio como eu imaginava, desci minha mão devagar enquanto nos beijamos e eu...
— Porra... — Theo disse baixo quando eu toquei seu pau.
Ele está duro, ele é tão grande.
Meu Deus, eu sinto que posso explodir.
Ele também tirou seu short, Theo está pelado em cima de mim. Eu vou enlouquecer. Agora eu entendi quando o Corey me disse aquilo sobre sentir tesão...
Eu movimentei minha mão da mesma forma que Theo faz em mim, nós nos beijamos porque iríamos estar gemendo se nossas bocas estivessem livres.
Eu não acredito que estou mesmo fazendo isso.
É tão bom, tão gostoso...
— Theo...
— Eu sei...
Mais rápido, mais rápido...
Eu vou chegar lá.
Eu não aguento mais, eu preciso.
— Theo, eu acho que... meu Deus.
Theo respira pesadamente sobre mim, o seu corpo se mexe de uma forma esquisita, eu acho que ele também está como eu.
Mais um movimento rápido, rápido, sua mão quente em volta de mim, minha mão em volta dele...
Nós gozamos.
Deus...
Estamos ofegantes, nos encarando.
Sinto uma coisa estranha dentro de mim.
— Eu beijei outra pessoa.
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