Peguei você
Liam Dunbar era conhecido como o melhor detetive do país. Racional, determinado e implacável, ele não descansava até solucionar os casos mais complexos. E agora, estava atrás do maior ladrão de jóias do mundo, um criminoso cujas habilidades e audácia deixavam a polícia sempre um passo atrás.
The Shadow. Um nome que, até então, era apenas um fantasma, uma lenda. Ninguém sabia sua verdadeira identidade, apenas seus feitos: jóias raras desaparecidas de museus e colecionadores particulares, cada roubo mais espetacular que o anterior.
Liam estava obcecado. Noites sem dormir, examinando evidências, conectando pontos. Cada pista levava a mais perguntas, mas uma coisa era clara: The Shadow era diferente. Ele não era apenas um ladrão; ele era um gênio. E Liam estava determinado a capturá-lo.
No entanto, havia um detalhe que ele nunca poderia ter previsto. Durante todo esse tempo, enquanto investigava Theo, Liam não fazia ideia de que o ladrão estava mais perto do que ele imaginava.
The Shadow era seu marido.
A descoberta veio de forma abrupta e devastadora. Uma noite, enquanto revisava documentos em casa, Liam encontrou algo que não deveria estar lá. Um broche de esmeralda, perdido no último roubo de Theo, escondido na gaveta de meias do mesmo. O choque foi imediato. O homem com quem dividia sua vida, seus segredos, sua cama, era o criminoso que ele jurara capturar.
Liam ficou paralisado, o coração batendo acelerado, uma mistura de raiva e traição fervilhando em suas veias. Ele sabia que tinha que confrontar Theo, mas como? Como encarar o homem que amava, sabendo que ele era o inimigo?
Quando Theo chegou em casa, tarde da noite, Liam já estava esperando. A tensão no ar era palpável, e Theo percebeu imediatamente que algo estava errado.
— O que está acontecendo, amor? — Theo perguntou, sua voz suave, mas com um traço de preocupação.
Liam não respondeu de imediato. Ele caminhou lentamente até Theo, segurando o broche de esmeralda entre os dedos.
— Você quer explicar isso? — A voz de Liam era fria, quase um sussurro mortal.
Theo olhou para o broche e depois para Liam. Por um momento, seus olhos traíram uma centelha de surpresa, mas logo ele recuperou a compostura. Um sorriso lento e calculado se formou em seus lábios.
— Acho que você descobriu meu segredo, então — disse Theo, seu tom despreocupado, quase provocador.
— Como pôde? — Liam perguntou, sua voz falhando de leve. — Como pôde mentir para mim todo esse tempo?
Theo deu um passo à frente, aproximando-se de Liam.
— Porque você é a única pessoa que me entende de verdade. Mesmo agora, com toda essa raiva, você ainda me ama, não é?
Liam sentiu seu coração apertar. Ele queria gritar, queria afastar Theo, mas ao mesmo tempo, uma parte dele ainda estava inegavelmente atraída pelo homem à sua frente. A tensão entre eles era eletrizante, uma mistura perigosa de desejo e traição.
Theo levantou a mão, tocando suavemente o rosto de Liam.
— Admito que não planejei isso, mas acho que faz tudo ainda mais... excitante, não acha?
Liam sabia que estava numa encruzilhada. Ele podia prender Theo, entregar o maior ladrão de jóias do mundo. Mas isso significaria perder o homem que ele amava. Ou ele poderia ceder, entrar no jogo de Theo, e ver até onde aquilo os levaria.
Liam fechou os olhos por um momento, respirando fundo, tentando acalmar a tempestade dentro de si. Quando abriu os olhos novamente, sua decisão estava tomada.
— Se você realmente me entende, Theo, sabe que não posso simplesmente deixar isso passar — disse Liam, sua voz firme.
Theo sorriu, um brilho perigoso nos olhos.
— Eu sei, meu amor. Mas também sei que você não pode resistir.
Liam bufou, se aproximou e puxou Theo para um beijo intenso, cheio de paixão e desespero. Ele sabia que o que viria a seguir seria complicado, perigoso e doloroso. Mas naquele momento, tudo o que importava era o calor de Theo, a proximidade, a ilusão de controle.
Eles estavam em um jogo mortal, um duelo entre amor e dever, e Liam não tinha certeza de quem sairia vencedor.
Liam afastou Theo, seus lábios ainda formigando com o gosto do beijo. Ele precisava de respostas, e sabia que Theo não lhe daria tudo de uma vez. Precisaria provocá-lo, empurrá-lo para o limite.
— Você nunca pensou em me contar a verdade? — Liam perguntou, seus olhos azuis fixos nos de Theo, procurando qualquer sinal de arrependimento.
Theo apenas sorriu, aquele sorriso misterioso que sempre deixava Liam intrigado.
— E perder a emoção do jogo? Nunca.
Liam sentiu uma onda de frustração, mas também algo mais profundo, uma faísca de desejo que ele não conseguia ignorar. Theo sempre soube como mexer com ele, como levá-lo ao limite entre raiva e paixão.
— Se você acha que pode continuar com isso, está enganado — Liam disse, sua voz firme, mas com uma ponta de desejo que ele não conseguia esconder.
Theo se aproximou lentamente, seu olhar fixo em Liam, como um predador avaliando sua presa.
— E o que você vai fazer a respeito, detetive? Vai me prender? — seu tom era provocativo.
Liam sabia que Theo estava jogando com ele, testando seus limites. Ele odiava a sensação de estar sendo manipulado, mas não podia negar o quanto aquilo o excitava.
— Você não vai conseguir fugir para sempre, Theodore — Liam disse, tentando manter a compostura.
Theo deu uma risada baixa, quase um rosnado.
— Talvez não. Mas enquanto isso, por que não aproveitamos o tempo que temos?
Liam sentiu seu coração acelerar. Ele sabia que Theo estava certo, que havia uma parte dele que não queria resistir. A adrenalina, o perigo, a incerteza... tudo isso o atraía de uma forma que ele não conseguia explicar.
Ele tinha muitas perguntas, mas agora… foda-se.
Theo o puxou para outro beijo, mais feroz desta vez, cheio de uma paixão desesperada. Liam cedeu, sua mente um turbilhão de emoções. Ele sabia que estava jogando um jogo perigoso, mas não conseguia se afastar.
Eles se moveram para o quarto, suas mãos explorando cada centímetro do corpo um do outro. As roupas foram arrancadas com uma urgência quase violenta, e logo eles estavam na cama, envolvidos em uma luta de poder e desejo.
Liam sabia que cada toque, cada beijo, era uma provocação, um desafio. Theo estava testando seus limites, vendo até onde ele iria antes de quebrar. E Liam, apesar de todo o seu treinamento e disciplina, estava perigosamente perto de ceder.
Theo olhou para ele, o desejo evidente em seus olhos. Ele sabia que Liam estava magoado e que a única maneira de aliviar aquela dor seria se entregar completamente a ele.
— Eu nunca quis te machucar, amor. Eu te amo.
Liam soltou um riso seco, inclinando-se sobre o corpo de Theo.
— Me ama? Vamos ver o quanto. — Ele agarrou as mãos de Theo, prendendo-as acima da cabeça dele enquanto seus lábios se encontravam num beijo feroz.
Theo sentiu o peso de Liam pressionando-o contra o colchão, pulsando entre eles. Ele estava prestes a levar a mão até seu pau duro, melado e esquecido, mas Liam o impediu.
— Não se toque ainda, amor — murmurou Liam, sua voz rouca de desejo.
— Por favor... — Theo gemeu, ele podia fazer se quisesse, mas preferiu obedecer Liam.
— Vou te dar uma coisa muito melhor.
Theo sufocou um gemido no fundo da garganta quando sentiu a boca de Liam chupando suas bolas. Liam passou a língua, e aquilo foi tão sexy que Theo quase gozou.
— Porra... — Ele entreabriu os lábios quando Liam começou a penetrar dois dedos dentro dele devagar. — Liam, porra...
Liam os deixou ir fundo e admirou a linda forma como Theo tinha as sobrancelhas franzidas e os lábios entreabertos.
Quando Liam passou a fode-lo devagar com os dedos, Theo gemia lindamente o quão bom aquilo estava sendo.
Mas ter a boca de Liam no seu pau e os dedos o fodendo tão fundo foi o que causou os gemidos altos de Theo. Um tempo daquela forma e Theo não conseguia mais se segurar, ele avisou que iria gozar e assim fez com os dedos de Liam dentro dele e sua boca marcando sua coxa.
— Você fica tão lindo enquanto goza — Liam tirou os dedos de dentro dele e deslizou por seu abdômen sujo. — Fica mais lindo ainda enquanto eu te como.
Theo mordeu o lábio vendo Liam abrindo a camisinha que ele sabia que Theo guardava na gaveta da escrivaninha.
A ideia de transar com Liam deixava Theo quente, imaginar ele dentro de si, suas expressões enquanto fazia isso, seu corpo sobre o seu... aquilo era excitante.
Theo mordeu o lábio com força quando Liam começou a invadi-lo, a dor tão conhecida por si era boa, era tão boa porque era Liam Dunbar e, céus... Liam é tão bom.
— Você me enlouquece, Theodore — Liam proferiu baixo, o invadindo devagar.
Quando entrou nele por completo, Theo fechou os olhos por alguns segundos e sentiu uma onda de calor por todo o seu corpo.
Ele podia dizer com toda a certeza e segurança do mundo que a imagem de Liam em cima do seu corpo indo assim devagarinho quase o fazia gozar. Assim lento, sem pressa, fundo o suficiente para deixá-lo com as pernas tremendo, o corpo suado e a mente tão pensativa.
Mas, porra, quando Liam o fodia forte, rápido e fundo, aquilo conseguia ser a sétima maravilha do mundo para Theo.
— Dunbar! Ah, porra!
Liam ia fundo, mais rápido, Theo via o céu nos belos olhos do mais velho, aquilo era perigosamente bom.
O loiro saiu de dentro dele e viu sua guerra interna entre se tocar ou não, e Liam achou adorável a forma que ele continuou sem se tocar e o obedeceu. Theo é um bom garoto.
Liam adorava foder olhando nos lindos olhos verdes de Theo, mas ver Theo de quatro era tão bom. Tão fodidamente bom.
Mais uma vez Theo se viu apertando os dedos entre os lençóis da cama enquanto sentia Liam o invadindo mais uma vez, dessa vez com mais força.
Ouvir seu marido gemendo era melhor do que qualquer porra de música que existisse pelo mundo.
Foder Theo de quatro era uma das posições favoritas de Liam, ele conseguia ser ainda mais gostoso com a bunda empinada daquele jeito.
Quando Liam passou a foder sua próstata, Theo perdeu o pouco da sanidade que ainda tinha e tudo que saía de sua boca era o nome de seu marido.
Theo gozou, se contraindo em volta de Liam.
Liam gozou com um boquete, dessa vez com a visão de Theo cansado e agora com sua porra dentro da boca.
O silêncio na cama era preenchido apenas pelo som de suas respirações ofegantes. Liam sentiu seu corpo relaxar, mas sua mente estava longe de descansar. A raiva e a traição ainda queimavam sob a superfície de seu desejo satisfeito. Ele se levantou, puxando Theo para cima de modo brusco.
— Ainda não terminamos — Liam rosnou, a autoridade em sua voz clara.
Theo arqueou uma sobrancelha, um sorriso provocador aparecendo em seus lábios.
— Ah, o detetive quer brincar mais?
Liam não respondeu com palavras. Ele empurrou Theo contra a cama, imobilizando-o com uma força que vinha de sua frustração e desejo. As mãos de Liam seguraram os pulsos de Theo, prendendo-os acima da cabeça dele. Theo não resistiu, seus olhos brilhando com uma mistura de surpresa e excitação.
Liam desceu seus lábios pelo pescoço de Theo, mordendo com mais força do que antes, deixando marcas evidentes.
— Você acha que pode me manipular, me usar? — ele sussurrou, sua voz carregada de ameaça. — Vou te mostrar quem está no controle.
Liam pegou o frasco de lubrificante, mas desta vez aplicou com movimentos rápidos e eficientes, sem a mesma gentileza de antes. Theo arqueou as costas, seus olhos fechando enquanto Liam o preparava. A dor misturada ao prazer era intoxicante, e Theo não conseguia conter os gemidos que escapavam de seus lábios.
Liam não deu tempo para Theo se ajustar. Ele se posicionou e entrou em Theo com uma estocada firme e impiedosa. Theo arqueou as costas, um grito abafado escapando de seus lábios. Liam se movia com um ritmo implacável, cada estocada mais profunda e intensa que a anterior.
— Você vai lembrar disso, Theodore — Liam murmurou, sua voz carregada de autoridade. — Vai lembrar que é meu, que não pode me enganar.
Theo apenas gemeu em resposta, seu corpo respondendo aos movimentos de Liam. Ele podia sentir a raiva e a frustração de Liam em cada estocada, mas também a intensidade do desejo. Era uma mistura perigosa e intoxicante, e Theo estava mais do que disposto a se perder nela.
Liam soltou os pulsos de Theo, suas mãos agora explorando o corpo de Theo com uma possessividade feroz. Ele apertava e arranhava a pele de Theo, deixando marcas que seriam lembranças dolorosas da noite. Cada toque, cada movimento, era uma afirmação de seu controle.
Theo se entregou completamente, seus gemidos enchendo o quarto. Ele podia sentir o clímax se aproximando, cada vez mais perto, levado pela intensidade brutal de Liam. Quando finalmente alcançou o ápice, seu corpo inteiro tremendo com a força do orgasmo, ele sentiu Liam seguir logo em seguida, enterrando-se profundamente dentro dele com um grunhido.
Eles ficaram assim por alguns momentos, corpos colados, suados e satisfeitos. Liam finalmente saiu de dentro de Theo, colapsando ao lado dele, suas respirações pesadas e irregulares.
Theo virou a cabeça para olhar para Liam, um sorriso cansado mas satisfeito em seus lábios.
— Acho que você deixou sua marca, detetive.
Liam apenas suspirou, sua raiva e frustração finalmente diminuindo, substituídas por um cansaço profundo. Ele sabia que as questões entre eles estavam longe de serem resolvidas, mas por agora, ele estava satisfeito com a forma como havia reafirmado seu controle.
— Lembre-se disso, Theodore — Liam murmurou, fechando os olhos. — Você é meu, e eu não vou deixar você escapar.
Theo apenas sorriu, seus olhos fechando enquanto ele se deixava levar pelo sono. Ele sabia que o jogo entre eles estava longe de acabar, mas estava mais do que disposto a continuar jogando.
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