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A MORTE É ROSA · primeira temporada
capítulo quinze : o plano é rosa
CHOI HANA ESTAVA conversando com Yihan e Namra no canto da sala de transmissão, ouvindo sua amiga dizer um plano sobre como poderiam chegar até Cheongsan agora que sabiam onde ele estava. Os papéis dos mapas que Hana havia encontrado ainda estavam coçando sua pele debaixo de sua blusa, mas ela já estava se acostumando. Sequer sabia se precisariam daquilo, se seguiriam a ideia de plano que vinha com eles, mas Hana iria explicar tudo assim que se juntassem a Cheongsan.
A ideia de Namra era colocar uma música, ou qualquer disco disponível, para tocar nos autofalantes de apenas um lado da escola e chamar a atenção dos zumbis no corredor, liberando o caminho para eles subirem. Era um plano genial, e Hana estava grata mais uma vez por ter Namra ao seu lado nesse momento. ─── A gente precisa juntar as armas antes de fazer isso, por precaução. ─── Yihan disse, escorada na parede bem ao lado de Namra, tão ao lado que a presidente estava quase entre as pernas de Yihan.
Hana não conseguiu evitar olhar para a proximidade entre as duas, e viu Yihan dando-lhe um olhar duro quando seu olhar subiu para o rosto de sua amiga de novo, como se soubesse o que Hana estava pensando. Já conhecia a peça muito bem, então Hana apenas sorriu para Yihan, sabendo que sua amiga havia percebido a mesma coisa e só por isso estava "irritada" por Hana também ter percebido.
─── Sim, mas não podemos usar o pedaço de porta que o Daesu trouxe. ─── Namra falou calmamente, não percebendo a troca de olhares, ou apenas ignorando. ─── Pode chamar mais atenção.
─── Mas é melhor pra se defender. ─── Yihan discordou de Namra pelo que parecia a primeira vez desde que isso tudo começou, mas Hana percebeu que o tom era apenas argumentativo. E surpreendentemente aberto para discussão, o que era difícil acontecer quando Yihan fazia sua mente sobre algo.
Hana ainda estava surpresa quando Namra balançou a cabeça devagar, contemplando a fala. ─── Temos que tomar cuidado, então, para nada cair no chão.
─── Beleza. É melhor não deixar nada na mão do Daesu, então. ─── Yihan resmungou, já levantando para pegar a porta. Daesu estava usando o pedaço como apoio, apesar de poder muito bem poder apoiar os cotovelos na mesa, e resmungou quando o pedaço saiu de seu aperto de repente, sendo tomado por Yihan.
O olhar de Hana encontrou o rosto de Suhyeok, que também parecia se divertir com a discussão recém instaurada. Ele estava sorrindo, encostado ao lado da porta do estúdio com os braços cruzados, e sua expressão parecia estar iluminada, provavelmente pelo pequeno vislumbre de felicidade que tiveram em algumas horas. Até que o olhar dele se moveu e encontrou o de Hana, mas seu sorriso apenas aumentou, parecendo caloroso.
Hana desviou o olhar, sentindo suas bochechas esquentarem, mas se distraiu ao ver Jimin se levantando da mesa e indo até a janela. Seus olhos se arregalaram quando sua colega colocou a perna no parapeito da janela, tentando subir, e Hana instantaneamente correu até ela, já que estava mais perto. Suas mãos cobriram o pulso de Jimin, que começou a gritar ao ser segurada.
─── Não! Eu quero morrer. ─── Jimin gritou várias vezes, principalmente quando Wujin e Joonyoung surgiram para ajudar Hana a colocar Jimin de volta na sala. ─── Por favor, me deixem em paz! Eu não quero viver! ─── A garota gritou, e conseguiu se soltar do aperto de Hana ─── Me soltem! ─── Jimin gritou ao cair no chão.
Hana se afastou sentindo seu coração batendo cada vez mais rápido. Todos pareceram ter sido pegos de surpresa, sem saber o que fazer além de manter Jimin longe da janela. Mas ao cair no chão, todos soltaram Jimin ao perceber que ela não tentava se levantar, apenas se debatia caso segurassem ela. E então, Jimin começou a chorar mais.
─── Meus pais morreram. O que vou fazer sozinha? ─── A garota falou entre soluços, e Hana tentou se aproximar mais uma vez ao ver a garota parando de se debater.
Ao se agachar ao lado de Jimin, Hana passou os braços pelos ombros da colega. Não conseguia entender exatamente essa dor, de ver seus pais daquele jeito, mas já havia sofrido uma parecida. ─── Você não tá sozinha. Eu... Eu sei que não é a mesma coisa, e nunca vai chegar perto, ─── Hana engoliu em seco, sentindo as lágrimas de Jimin molhando seu braço através da roupa, ─── mas você tem a gente. Nós estamos passando por isso juntos, Jimin.
E Hana segurou Jimin até que sua colega parasse de chorar.
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Demorou vários minutos até Jimin se acalmar totalmente, e Onjo tomou o lugar de Hana. Fazia sentido, já que Onjo conhecia a garota melhor do que Hana. Isso foi um alívio de certa forma, porque Hana entendia como o conforto de alguém que você é próximo pode valer mais nesses momentos. As duas haviam voltado até a mesa onde estavam antes da confusão acontecer, e Hyoryung estava junto delas dessa vez.
Hana sentiu a lateral do seu corpo ser cutucada, e deu de cara com Namra. Sua amiga segurava um quadro que encontraram perdido nos cantos da sala, e Hana olhou ansiosamente para a tela. ─── Terminou? ─── Perguntou, soando tão animada quanto parecia, e sorriu ao ver Namra concordando.
As coisas já estavam ruins, então Hana queria focar no que fosse bom.
Namra caminhou até a mesa, segurando o quadro com firmeza, mas seus olhos mostravam hesitação antes de encontrar os de Hana. A confiança que Hana via Namra demonstrar quando estavam sozinhas pareceu falhar por um momento. A resposta de Hana veio em um sinal positivo com a mão e um sorriso tranquilizador, esperando que conseguisse transmitir calma para ela. Surpreendentemente, Namra havia confessado mais cedo sua insegurança em compartilhar o plano com o grupo.
Sua amiga disse que não queria soar autoritária, e Hana percebeu o receio sobre como poderia ser a recepção dos outros em relação ao plano. Fazia sentido um plano vindo dela, já que Namra era a presidente de classe, mas era óbvio para todos que grande parte dos colegas não respeitavam a posição de Namra. Além disso, Hana sabia de primeira mão que ela não gostava de ter assumido esse cargo.
Hana sentiu um aperto no peito ao ouvir isso ── odiava ver sua amiga duvidar de si mesma. Ao mesmo tempo, seu coração se aqueceu por Namra confiar nela o suficiente para abrir seu coração.
─── Eu tenho um plano. ─── disse Namra, sua voz calma traindo as emoções que Hana sabia que ela escondia. ─── Temos como chegar ao Cheongsan.
Todos os olhares se voltaram para Namra, e Hana observou pacientemente sua amiga explicando os detalhes, mostrando o caminho que queria seguir no mapa de escadas que havia desenhado no quadro. Mesmo sabendo de todos os detalhes, já que Namra havia explicado para ela e Yihan, Hana estava animada ao ouvir. Era um plano muito bom. Se tivesse que arriscar alguma coisa, seria para botar ele em prática.
A ideia consistia de, basicamente, usar os alto-falantes da escola para chamar a atenção dos transformados para uma direção específica, já que perceberam como eles são atraídos pelo som. Enquanto isso, Hana e o restante do grupo se moveria na direção oposta para subir até o terraço. Por fim, tentariam fazer um fogo ou qualquer outra coisa chamativa o suficiente para chamar a atenção dos helicópteros militares que estavam rondando a cidade.
─── Tem certeza que o CD vai funcionar? ─── Suhyeok perguntou para Namra quando ela terminou.
Hana nem percebeu que mordia o lábio pela ansiedade, batendo a ponta dos dedos contra a parede ao seu lado. Era como se seu corpo buscasse uma forma de aliviar a tensão que sentia, buscando uma saída para isso acontecer. Ela queria muito que todos apoiassem o plano.
No entanto, ao olhar para sua amiga, Hana percebeu que Namra não parecia compartilhar do mesmo sentimento dessa vez. Com o mesmo olhar controlado e sereno de sempre, Namra respondeu: ─── Vamos descobrir.
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Hana arregalou os olhos quando um som agudo ecoou pela sala de transmissão. Dava pra ficar surda com isso aí... Ela se virou, encostando o quadril na mesa onde o microfone de transmissão estava. Suhyeok estava ao seu lado, posicionado atrás de Joonyoung, que ocupava a única cadeira dentro da sala. Todo o grupo estava espalhado ao redor da mesa, exceto por Namra, que estava ajeitando as coisas na mesa de som do lado de fora.
─── Quem quer fazer isso? ─── Joonyoung perguntou, quando receberam a liberação de Namra para dar continuidade ao plano.
Foi automático quando o olhar de Hana parou em Gyeongsu, que estava do outro lado de Suhyeok, e Onjo, que estava do outro lado da mesa. Se Cheongsan fosse querer ouvir a voz de alguém ali nesse momento, seria a deles. Ela sabia disso. Adorava o seu amigo, e sabia que era recíproco, assim como sabia que era da mesma maneira com os outros amigos de Cheongsan que também estavam ali, como Daesu. Mas a relação dele com Gyeongsu e Onjo não se comparava a nenhuma outra.
Quando uma pequena discussão começou entre os outros, Hana não hesitou. Ela se inclinou na frente de Suhyeok, cutucando o ombro de Gyeongsu. Os olhos assustados do amigo encontraram os dela, e Hana sentiu um aperto de empatia em seu peito. Ela sabia o que ele devia estar sentindo. Embora sua situação com Yihan tivesse sido diferente, o peso era parecido. Com um pequeno sorriso de apoio, ela apontou com a cabeça para o microfone.
Hana sentiu o olhar de Suhyeok nela, o que era óbvio que aconteceria já que ela estava literalmente passando o corpo na frente do dele para conseguir se comunicar com Gyeongsu. Quando voltou a ficar reta mais uma vez, Hana percebeu o corpo de Suhyeok se aproximando do dela para dar espaço a Gyeongsu.
─── Eu vou. ─── Seu amigo falou, com a voz baixa.
─── Teste. Som. Um, dois. Cheongsan, tá aí? ─── Daesu falava no microfone quando Gyegonsu se aproximou, se afastando quando percebeu. Ele deu um joinha para Gyeongsu, e Hana esticou a mão para apoiá-la no ombro do seu amigo em um gesto silencioso de conforto.
─── Cheongsan, é o Gyeongsu. Seu melhor amigo, se você não tá lembrado ─── Apesar do tom ansioso, Hana deu um sorriso com a tentativa de humor do amigo. Ela apertou o ombro dele. ─── O Joonyoung fez um drone. Um bem legal, inclusive. A gente conseguiu te achar. Nós vamos ir até você, então fica aí.
Hana continuou olhando quando Gyeongsu começou a se afastar. Onjo se aproximou do microfone, segurando-o para falar. ─── E não adianta ficar discutindo sozinho, porque ninguém consegue te ouvir! Só fica quieto e deixa a gente te buscar. ─── A voz de sua colega saiu rápida, e parecia ainda mais ansiosa do que Gyeongsu. ─── Por favor, não saia daí. Você nunca me ouve, mas ouça dessa vez.
O plano de Namra daria certo, Hana tinha certeza, e logo os dois estariam mais tranquilos ao lado de Cheongsan. A garota ficou repetindo isso em sua mente, quase como um mantra, porque percebeu que ela mesma estava começando a ficar ansiosa também. Era difícil não ficar, mas sabia que tinha que se controlar.
─── Vamos embora logo. ─── Daesu resmungou, quebrando a tensão do momento. Ele se endireitou, deixando de se curvar sobre a mesa, e começou a sair. ─── Não aguento mais esse cheiro de merda.
─── É o cheiro da sua merda. ─── Wujin retrucou logo em seguida, fazendo Hana balançar a cabeça de maneira exasperada.
─── Dá pra vocês dois serem civilizados por um minuto? ─── A voz de Yihan cortou, e ela se afastou da parede onde estava encostada. Andando até os dois, deu um tapa na cabeça de cada um. Hana soltou uma risada ao ver o sorriso de sua melhor amiga quando ela ouviu o gemido de dor dos dois. ─── Se comporta aí, ou vai ter mais.
A tensão na sala diminuiu um pouco, mas Hana sabia que a ansiedade do grupo só aumentaria à medida que o plano avançasse.
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Alguns minutos depois, tudo estava preparado para Namra liberar a música.
Hana segurou firmemente o pedaço de madeira em suas mãos, o mesmo que havia usado antes na sala de administração. No começo, a ideia de Namra parecia brilhante, quase invencível. Agora, embora continuasse achando que era genial, sua mente estava tomada por pensamentos ansiosos sobre o plano. Eles teriam que andar devagar, cuidadosamente, em corredores infestados por criaturas que só desejavam devorá-los. E se algo desse errado? E se precisassem buscar refúgio e nenhuma sala estivesse aberta além daquela onde Cheongsan estava?
Ela estava tão focada em tentar ignorar esses pensamentos que sequer percebeu quando Suhyeok se aproximou. A voz dele foi o que trouxe Hana de volta ao presente. ─── Vai dar certo. ─── O garoto disse, fazendo com que ela se assustasse.
─── O quê? ─── Hana perguntou, colocando a mão livre sobre o peito enquanto tentava recuperar o fôlego que parecia ter escapado com o susto.
─── Vai dar certo. ─── Ele repetiu, e dessa vez ela ouviu as palavras. Hana acenou com a cabeça, um pequeno sorriso nos lábios, como se isso fosse fazer ela sentir vontade de sorrir de verdade. Fake it til you make it, não é?
A música começou a tocar nos alto-falantes do lado esquerdo da escola, e os dois se viraram na direção da porta. Hana sentiu a mão de Suhyeok dando um leve aperto em seu ombro por um segundo, antes de entrar na sua linha de visão ao seguir até o armário para olhar pelas janelinhas altas que davam no corredor. Quando ele finalmente alcançou a janela, Hana viu ele arregalar os olhos e se virar quando Daesu se moveu para abrir a porta.
─── Espera. ─── Suhyeok sussurrou. Todos pararam, e Hana olhou para a porta fechada enquanto tentava focar sua audição. Aos poucos, um barulho repetitivo começou a ficar mais alto. Tec, tec, tec. Em pausas quase perfeitas. ─── Tem mais um. ─── Suhyeok explicou, e Hana apertou a madeira mais uma vez quando o som ficou mais próximo.
─── Por que ele tá fazendo esse barulho? ─── Ouviu Joonyoung perguntando.
─── Ele tá com a perna presa em um cone de trânsito. ─── Suhyeok explicou, ainda agachado no armário para falar com o grupo. ─── Vamos precisar tomar cuidado. Ele vai ficar mais pra trás.
Hana concordou com um movimento de cabeça. Respirou fundo, olhando para Yihan, que apareceu ao seu lado. Sua melhor amiga segurou sua mão livre, com o olhar focado em Daesu. O garoto começou a abrir a porta com Wujin assim que perceberam que o barulho lá fora começou a se afastar para a esquerda. Sinceramente, Hana sequer ouvia mais, com a música tocando no fundo.
Com passos cautelosos, assim como teria que fazer no corredor, Hana começou a se aproximar de Daesu. Ao mesmo tempo, Yihan soltou sua mão e foi para sua frente. Isso fez com que Hana não conseguisse ver a porta, e suas sobrancelhas se juntaram quando a confusão tomou conta de seu rosto ao ver Daesu começar a escorregar para o chão, com uma cara assustada. ─── Merda. ─── Ele começou a tremer.
─── O que foi? ─── Yihan sussurrou, segurando um pedaço de cabo de vassoura e indo até Wujin. O outro garoto, por sua vez, se encarregou de fechar a porta.
─── Tem uma bem aqui na frente. Eu quase morri por sua culpa. ─── Daesu sussurrou, as palavras saindo tremidas, olhando para Suhyeok. Apesar de sua escolha de palavras, seu tom não era acusatório. Era apenas assustado, e um pouco chocado talvez. Suhyeok, por sua vez, ficou confuso e se levantou mais uma vez para olhar pela janela.
Daesu obviamente estava falando a verdade, porque Suhyeok logo desceu para falar com o restante do grupo. ─── O que fazemos?
─── O que o zumbi tá fazendo? ─── Yihan perguntou de volta.
─── Batendo a cabeça na parede.
A resposta de Suheyok pairou no ar. Hana queria ver por si mesma, mas antes que pudesse agir, a porta da sala foi aberta.
Hana queria muito subir no armário ou ir até a porta e afastar um papel para ver. Essa resposta não dizia nada. Onde, exatamente? Do lado que precisavam passar ou do outro? Era o suficiente para ver eles? Mas antes que pudesse tentar ver, ou perguntar alguma coisa, a porta da sala foi aberta. O movimento abrupto fez Daesu tropeçar para o lado, caindo no chão enquanto Hana dava um passo para trás, o coração acelerado.
─── O quê? ─── Hana falou com o susto, dando um passo para trás igual todos os outros. No chão, Daesu se arrastou rapidamente para junto do grupo, enquanto Suhyeok se moveu até chegar ao lado de Yihan. Sua melhor amiga tomou uma postura ainda mais defensiva na frente de Hana.
Pessoas vivas não deveriam ser uma ameaça agora, e Hana imaginava que iriam se ajudar nessa situação. Ter algum pingo de solidariedade, entende? Mesmo com a situação do professor mais cedo, Hana ainda acreditava nisso. Todo o seu clube de artes ajudou eles, afinal. Porém, tinha uma pessoa que ela tinha certeza de que não se encaixaria nisso. Uma pessoa que seria pior que o professor, e essa pessoa tinha acabado de aparecer.
Gwinam.
Seu rosto estava ensanguentado, assim como uma parte de seu uniforme, e cheio de ferimentos visíveis. O olho esquerdo dele parece ter sofrido algum tipo de ferimento que Hana não queria descobrir, porque apenas olhar para ele estava retorcendo o estômago de Hana. Na frente deles, segurando a porta aberta, estava Gwinam.
Uma parte do uniforme estava encharcada de sangue seco, e seu rosto estava ensanguentado, com cortes profundos. Seu olho esquerdo parecia irreconhecível, como se tivesse sofrido um ferimento brutal que passou a revelar carne exposta. Ele estava parado na porta, com a respiração pesada e os olhos fixos no grupo, como um predador que acabara de encontrar sua presa.
O estômago de Hana se retorceu ao olhar para ele, e ela agarrou o braço livre de Yihan para se apoiar. Sua postura, seu histórico e o olhar que estava fixado na direção deles falava mais do que mil palavras. A presença dele não era apenas uma ameaça.
Era um lembrete de que o verdadeiro perigo não era apenas os zumbis.
╰ ⴰ♡̸㇀ ── não me perguntem o motivo, porque, sinceramente, eu NÃO SEI
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