♜ 𝐜𝐚𝐩í𝐭𝐮𝐥𝐨 4

   Chegamos no Palácio de sehun, e por fora podiamos ver que ela muito lindo. Era todo branco, igual ao meu, e tinha rosas aos arredores do Palácio. Eu e chanyeol nos entreolhamos e caminhamos até o suposto Palácio do nosso amigo. Chanyeol abre o portão puxando a lavanca, fazendo a porta subir para que pudéssemos entrar. Dessa vez, eu que fecho a porta. A sala de estar é muito grande, dava para fazer um baile. O chão era de piso branco e brilhante. O lado direito tinha um grande piano preto, provavelmente alguém desse Palácio toca piano. Como era de dia, os lustres não estavam acesos.

No lado esquerdo, tinha uma mine biblioteca com diversos livros. Em cima dele tinha um grande  relógio preto daqueles que gruda na parede e alguns retratos da família em volta.

Atrás de mim, havia um sofá aconchegante branco com alguns detalhes vermelho e cor de ouro. Pensando bem, aquele lugar era magnífico. Olho para chanyeol, o que estava distraído com o jogo de dama em cima da mesa de vidro ao lado dos sofás.

— Baekhyun, olha que magnífico esse jogo de dama, bem diferente do que eu tenho em casa. — chanyeol fala tocando no objeto. Eu reviro os olhos e cruzo os braços.

— por acaso você veio aqui pra mexer nos objetos alheios?. — pergunto ainda com os braços cruzados, sem tirar meus olhos do grandão abestado.

— desculpe, é que me empolguei demais. — chanyeol disse e eu nego com a cabeça, aquele chanyeol parece uma criança de sete anos, não pode ver algo que tem que por as mãos. Vou para a cozinha para ver se o sehun estava lá, com chanyeol me acompanhamdo é claro. O sehun sempre vinha na minha casa, só que eu em nenhum momento vi a casa dele. E confesso, é a primeira vez em que venho no Palácio grandioso dele.

O vejo sentado em uma das cadeiras e frente a uma imensa mesa de jantar com um lenço vermelho sobre a mesa. Tinha algumas comidas em cima, como verduras e frutas e jarras de suco. Os olhos castanhos claros de sehun, me fitaram e logo depois o chanyeol ao meu lado.

— olá, príncipe ho sehun. O que faz sentado nessa mesa? Você não deveria receber os convidados? Aliás, onde eles estão? Acabei de passar pela sala de estar e não os vi. — park intromedido chanyeol indaga me fazendo explodir de vergonha. Massageio as temporas.

— por caso quem é você pra falar assim comigo? o Palácio é meu e eu fico onde eu quiser. Aliás, não acha que está se intrometendo demais na minha vida? — rebateu sehun, cruzando os braços. Seguro meu riso e coloco a mão na boca para espantar o riso.

— me desculpa vossa majestade, não quis ser chato. É que eu tô ansioso para conhecer o príncipe kyongsoo.

— a sim. Eles estão no jardim. Mais por quê estão aqui? E baek, você não tinha que estar com seu pai e sua mãe resolvendo seus " assuntos importantes ". — disse sehun fazendo aspas com os dedos. Cruza os braços. Coloco a mão na nuca nervoso, com medo dele acreditar no que vou dizer.

— É que eu queria mesmo sair com vocês, também esqueci as fichas, não sei onde estão. Mais assim que agente sair eu vou procurar. — respondi, sendo sincero com minhas palavras.

— ....me desculpe, chany e baek.... — sehun fala parecendo nos entender. — realmente faz bastante tempo que agente não se vê e tudo mais. Tá, agente vai. Mais pra onde?— É, agora me pegou.

— O Baekhyun e eu estávamos no jardim Mercedes, mais é muito grande e poderíamos nos perder de vista. Aí achamos melhor virmos para cá, até mesmo por causa do " kyongsoo " o príncipe que veio da Inglaterra. — chanyeol fala e eu concordo. Sehun parece entender.

— Certo... — sehun disse e se levantou da cadeira branca. — vem, vamos para o jardim Mercedes, eles estão lá. — sehun passa na nossa frente e agente os acompanha.

Depois de abrir o grande portão, vimos novamente o jardim Mercedes.

— vou chamar eles, volto já. — sehun fala e agente espera ele. Depois de quase cinco minutos esperando, vejo sehun com o kyongsoo e dois senhores que obviamente eram alguém de seu parentesco. Ao nos olhar, ele sorriu. Ele era muito bonito, se vestia muito bem, isso tem tudo a ver com a classe alta que ele tem encomum comigo. Menos chanyeol que é de uma classe média. Mais que ainda sim, se vestia muito bem. — bom, esses aqui são d.o kyongsoo, sr e sra Sahara e Choyong.

— olá. — os três falam em uníssono.

— olá — eu e chanyeol falamos ao mesmo tempo.

— Acho que já ouvi falar de vocês. Park Chanyeol e Byun Baekhyun, certo?. — A sra. D.o pergunta apontando para nós.

— hã...sim. somos nós mesmos. Como sabe da gente. — pergunto curioso e ela sorri.

— o sehun fala muito bem de vocês, ele me disse que vocês são amigos a quatro anos, isso é muito interessante. — Sahara fala com uma voz serena. Ela não parecia ter na faixa de cinquenta anos a sesenta, digo o mesmo ao marido dela. Kyongsoo que estava entre eles é um garoto muito bonito, deve ser provavelmente mais novo que eu o chanyeol. Deve ter dezoito anos por aí. O cabelo dele estava jogado para frente, era bem mais preto que o da gente. A pele dele é mais clara que o da gente, que chega a corar. O nariz, bochechas dele ficam vermelhos, ainda mais devido o sol aqui em siena. O sorriso dele tinha um formato de coração, e parecia ser mais baixo que eu bem pouco. 

— prazer, essa é a mãe do kyongsoo, minha mulher, e eu sou o pai de kyongsoo. E esse aqui é meu filhote. — Choyong fala e kyongsoo sorri.

— olá. — ele fala estendendo a mão para nos comprimentar, eu e o grandão comprimenta ele.

— quantos anos você tem? — chanyeol pergunta olhando para ele.

— Eu tenho vinte anos. — ele diz. Eu e chanyeol nos entreolhamos surpresos. Kyongsoo olha pra gente confuso mais esbanjando um sorriso no rosto. — Porque?

— você parece ter dezessete a dezoito anos, sério, você é muito lindo, cara. — chanyeol fala e kyongsoo rir.

— todo mundo diz isso. — falo rindo.

Eu que sou muito bonito, me senti meio sem jeito com o kyongsoo. Ele parece ser melhor que todos nós, inclusive chanyeol, claro. Já que ele é de classe média e não chega aos nossos pés.

— sério?. — chanyeol pergunta.

— sim, todo mundo diz isso. Acho que é porque sou filho único e os cuidados comigo sempre foram extremos. — kyongsoo diz e isso realmente é verdade. Eu agora queria estar no lugar dele pra sei lá, não ter Wihyuna artazanando meu juízo. Aquela garota é muito chata.

— é, isso faz muito sentido. — chanyeol fala.

Kyongsoo vira para os pais deles e fala:

— mãe, pai, eu posso ficar com os meninos conversando por aí?.

— Claro que pode, meu bebezinho. — a sra. Sahara diz apertando a bochecha do filho.

— a mãe, já chega. — kyongsoo fala já exausto dos mimos da mãe. Sahara parecia ser uma mãe muito melosa. Ela termina com beijinhos na bochecha farta do filho.

— pode ir, filhotinho da mamãe. — kyongsoo bufa pela boca.

— não se importem. —kyongsoo fala quando já está mais distante dos pais. Olho para eles. Parecem estar conversando. É, parece que o kyongsoo é muito mimado pelos pais, mas não aguenta mais ser tratado como uma criança, ou um neném de peito  mesmo ele não mamando mais ( é claro)

— Você têm uma sorte danada de ter seus pais te mimando todos os dias. — digo.

— mais eu já sou um homem de vinte anos. Eu cresci, vocês não vê o quanto eu mudei?. — kyongsoo pergunta e realmente, ele é fofo mais não parece mais uma criança.

— mesmo assim... ser mimado é muito bom. — chanyeol fala.

Notas finais:

Gente, o que acharam do kyongsoo na história? Ele é um fofo, não é? Acabei esquecendo do protagonista que é o Baekhyun.

Prometo que o próximo capítulo vai ser melhor que esse.

Beijos na bunda do baekhyun.

Tchau.

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