✈︎ 𝕔𐐼p𝒊ȶ𝚞l𖦹 35 ᵕ̈ ⋆

Roseanne Park

Meu alarme tocou,chamando a atenção apenas de Beomgyu e a minha,as crianças não ouviram nem se importaram,o bom da infância é brincar sem ligar para alarmes.

Olhei para o celular assim que o retirei da bolsa,era meu lembrete,sobre...o hospital.

— Oque é isso? - ele perguntou.

— Acho que não te contei sobre Jimin. - comecei a falar a ele,contar tudo oque aconteceu durante todos esses meses,Beomgyu ficou como se não tivesse acreditado,ficou surpreso.

— Não acredito que ele fez isso. - mordi meu lábio inferior. — E oque você vai fazer a respeito?

Suspirei. — Vou ajudá-lo.

— Oque?!

— É o certo,não é? - ele não olhou para mim,desviou sua visão olhando para a grama. — Os amigos dele não tem o mesmo tipo sanguíneo,nem as meninas exceto Lisa,que tem muito medo de agulhas.

— Mande Lisa.

— Não posso. - ele me encarou. — Lisa tem muito medo...

— Lisa tem medo,ou você que quer fazer isso?

Fixei o chão. — Eu acho que.. - parei um pouco. — Acho que só quero vê-lo,sem chorar me sentindo uma tonta.

— Está dando desculpas.

— Não estou.

— Você sabe que é exatamente isso que vai acontecer.

— Mas eu o amo. - ele parou,ficou calado e levantou a cabeça pro céu.

— Então vá.

— Oque? - franzi o cenho.

— Não disse que gosta dele? Faça isso. Vai se sentir bem depois,mesmo que ele tenha agido com idiotice e infantilidade.

— Acha que é o certo?

— Você Roseanne? Ta duvidando que é certo salvar a vida de alguém?

Eu ri. — Claro que não,quero ajudá-lo desde o início,só tenho medo doque possa acontecer depois.

— O depois acontece no futuro,pense no agora.

Balancei minha cabeça e ele me deu um abraço de lado acariciando meu ombro.

:*゚:....:*・゚゚・*

Entramos no hospital,a mesma atendente da última vez ainda estava aqui,ela nos olhou sem um sorriso,achei na verdade ela um pouco grossa. O oposto daquela enfermeira.

Noque posso ajudar? - perguntou.

— Sou Roseanne Park,vim para... - ela não me deixou terminar.

— Ah claro,Roseanne. - ela pegou alguns papéis. — Me acompanhe.

Eu andei em direção onde ela ia e Beomgyu nos seguiu,ele não deixou sozinha nem um instante. Chegamos em uma sala com um tom azul pastel,luz branca e uma mulher de jaleco branco ao lado.

— Olá. - disse.

— Ela é a garota que veio para doar o sangue. - a atendente disse.

A moça deu um sorriso simpático. — Ah,claro! - ela disse. — Pode se sentar aqui meu bem. - a mulher apontou para uma cadeira do hospital.

Então fiz oque me é dito.

A atendente foi embora,mas Beomgyu continuou aqui,ele estava parado,olhando para nós observando para passo da mulher de jaleco.

— Seu namorado? - ela me perguntou,enquanto passava em mim o algodão com algo molhado.

Beomgyu arqueou uma sobrancelha. — Sem chances. - ele disse.

Ela riu.

— Não, é meu primo. - falei.

Não demorou muito tempo até que terminamos,agradeci e demos um tchauzinho.

Saímos da sala depois do hospital,Beomgyu dirigiu até a casa do meu tio e estacionou na garagem.

— Você é uma boa garota,Rosé. - ele disse tirando o capacete.

— Sou é? - perguntei abrindo a porta.

— É sim,nem todos fariam oque você fez. Qualquer outra garota poderia guardar rancor e deixá-lo morrer. - sorri. É verdade,eu sou incrível. — Aquela... - ele procurou um nome,então chutei.

— Irene?

— Isso. Ela nem ao menos sabe oque aconteceu,não sabe?

— Talvez saiba. - me joguei no sofá da sala. — Ela sabe mais da vida dele doque eu. Só preferiu não se intrometer.

Ele ligou a televisão e começamos a assistir.

:*゚:....:*・゚゚・*

Três dias depois.

— Não pode ficar só mais um pouco? - perguntei fazendo bico.

— Oh,meu amor. - ela acariciou meu rosto. — Não posso,mas se quiser voltar para os Estados... - a parei.

— Não precisa,mãe. - beijei seu rosto. — Boa viagem. - então meu pai me abraçou e eu beijei seu rosto também. — Boa viagem. Espero vê-los logo.

— Obrigada,filha. Espero o mesmo. - ele passou pela porta,meu tio abraçou meu ombro e vimos eles entrarem no carro. — Bye,Bye! - papai disse antes de entrar no carro e saírem.

Eles já foram.

Suspirei.

Meu tio então soltou meu ombro com brutalidade,entrou para dentro de casa e fechou a porta.

Bufei. Aish!

Abri ela e fui para o quarto.

— Você sabe que te quero longe daqui. - ele disse.

— Quanto mais longe de você,melhor! - falei.

— Então vá. A saída está a sua disposição. - apontou para a porta.

Fechei os punhos. — Pq me odeia tanto?! - gritei. — Nunca te fiz nada! Desde que se casou com a Tia Min-ji,só serviu para maltratar,essa casa não deveria ser sua! - bati a porta e peguei a mala jogada no chão.

Comecei a colocar as coisas dentro dela e de algumas bolsas,estou cansada dele,vou embora! Não o suporto.

Assim que terminei,peguei meu celular com pouca bateria e disquei para Jisoo.

Mandei mensagem,ela me respondeu super bem,disse que sentiu saudades e que iria amar se voltasse,e é isso que vou fazer.

Não demorou muito tempo até seu carro estacionar à frente da casa.

A buzina chamou minha atenção,olhei pela janela e peguei minhas coisas,sai da casa rápido sem nem me despedir,não precisaria.

Jisoo estava do lado de fora do carro,ela me abraçou e me deu um beijo na bochecha,sorri e entramos no carro,ela dirigiu até em casa onde as meninas me acolheram e me abraçaram muito.

Estou contente de estar de volta.

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