1⚡CHAPTER THIRTEEN: VIAGEM NO TEMPO

Chapter Thirteen: Viagem
No Tempo

— Tá legal, isso é muita loucura pra mim! — Cisco afirma.

— Então você está dizendo que viajou no tempo? — Perguntou Wells.

— Eu vivi um dia no futuro. Hoje era pra ser diferente, era pra gente encontrar o Mark Mardon e...

— Não! — Grita Wells. — Eu não quero saber nada do que você viveu! Allen, se você nos contar o futuro você pode acabar destruindo a realidade! Não nos diga nada sobre o futuro!

— Está, está bom! Olha, precisamos de um expert em viagem no tempo.

— Sei quem procurar. — Afirma Jane.

— Pessoal! Eu e o Joe fizemos uma descoberta. — Afirma Cisco. — É muito importante! E o pior, tem haver com viagem no tempo também!

— Diga. — Wells diz.

— Seguinte, de curiosidade, eu e o Joe reabrimos o caso do assassinato de Nora Allen. Isso porque eu percebi que os raios que saíam do Barry e do Flash Reverso eram na verdade da mesma cor dos raios que Barry afirma ter visto quando criança. E encontramos um sangue na parede da casa da mãe do Barry, e esse sangue era do Barry!

— Reabriram o caso e não me avisaram?! — Pergunta Barry.

— Sinto muito. — Joe diz.

— Barry, presta atenção nos detalhes! O sangue! Achamos um sangue na casa! O sangue era seu! — Cisco afirma.

— Entendi, mas Cisco, isso é impossível! O Barry não se machucou naquela noite, né Barry? — Jane pergunta.

— Exatamente. — Barry afirma.

— Não gente! Não é do Barry criança e sim dele adulto. No sangue tinha uma substância LDL que se desenvolve conforme a pessoa amadurece.

— Meu Deus... Isso quer dizer que o outro velocista que estava naquela noite... — Wells começa a dizer quando é interrompido.

— Era o Flash! — Jane liga as peças.

— Era eu... — Barry diz surpreso.

— Mas como isso é possível?? — Joe pergunta sem entender.

— Eu tenho duas teorias: A Primeira é que poderia ser um outro velocista com o sangue quase igual o do Barry, mas isso é muito improvável. A outra é viagem no tempo! Daqui à algum tempo, o Barry vai viajar no tempo de volta para aquela noite. — Cisco diz.

— Viagem no tempo? Isso é... possível? Doutor Wells? — Ronnie pergunta.

— Você precisa realmente ser atualizado. — Caitlin afirma.

— Na teoria, se Barry ir rápido o bastante ele pode criar uma brecha e viajar pelo tempo. — Wells afirma. — Mas isso pode dar errado, eu não sou um expert em viagem no tempo.

— E quem é? — Cisco pergunta.

— O professor Stein! — Jane afirma.

— Vamos pra lá. Antes eu preciso fazer uma coisa. Vou prender o Mardon. Sei onde é o esconderijo dele.


— Prendeu o Mardon?

— Sim, prendi. — Barry responde.

Após chegarem, Barry toca a campainha e espera alguém atender.

— Senhor Allen, Senhora West, tudo bem? — Clarissa, a esposa do professor Stein, pergunta educadamente.

— Ah, oi senhora Stein, olha não queremos incomodar. 

— Só queremos tirar uma dúvida com o professor Stein. 

— Ah tudo bem, só que antes, eu queria perguntar algo. Fizeram testes com o Martin lá no Star né?

— Sim, por quê? — 

— Martin tem agido de uma forma estranha recentemente. Ele detestava pizza, agora fez questão de pedir.

— Estranho... — Jane afirma.

— Oi Clarissa, é o entregador? — Martin pergunta antes de ir até a porta. — Ah, olá senhor Allen! Se importaria de trazer uma pizza para nós? Eu estou faminto! — Stein pede. 

— Ah, claro! — Barry diz logo antes de pegar a pizza e trazer. — Pizza direto de Keystone, tá quentinha.

— Ah Deus, meu ponto fraco! Quer entrar senhor Allen? — Stein pergunta.

— Na verdade sim, mas não para comer, na verdade eu e a Jane queríamos falar sobre uma antiga pesquisa que o senhor fez pra universidade de Rudson. — Barry diz.

— Poderia ser mais específico? Eu já fiz muitas pesquisas pra lá. — Stein diz.

— Viagem no tempo. — Jane diz.

O professor mal morde a pizza, dava pra ver o brilho em seus olhos, alguém finalmente tinha reconhecido seu trabalho sobre este tema em certo.
Depois daquilo, o professor não perde tempo e os leva até seu escritório.

— Viagem no tempo! Essa é sem dúvidas uma de minhas teorias favoritas! É genial a ideia de entrar em um ponto da história e sair de outro, é simplesmente... GENIAL!! — Stein grita.

— Calma professor! — Exclama Jane.

— Estou tranquilo! — Disse o professor, enquanto apontava diversos cálculos e papéis em sua mesa. — Mas então Allen e West, vocês teriam interesse em navegar pela história?

— Então... — Jane diz.

— É que eu já fiz isso, por mais estranho que pareça. — Barry diz.

O professor quase caiu no chão, se apoiou na cadeira enquanto ficava surpreso com um olhar de espanto.

— Allen... Como assim?! — Ele pergunta abismado, não esperava isso.

— Eu vivi um dia, mas voltei pro passado dele. Esse dia de hoje era pra ter sido diferente. Além disso, na noite que a minha mãe morreu tinham dois velocistas se enfrentando, e um deles era eu, o meu eu daqui à algum tempo talvez. — Barry afirma.

— E queríamos saber se o senhor sabe como o Barry faria isso. — Jane pede.

— Olha, talvez se ele fosse rápido o bastante... Mas acho muito aleatório para criamos uma teoria. E tentar adivinhar o futuro pode acabar mudando ele... — Stein afirma. – E se mudarmos o futuro, mudamos o passado, e se mudarmos o passado, tudo isso não passará de uma possibilidade. Nada que você viveu vai existir até aquela noite, Senhor Allen.

— Caramba... — Jane afirma. Barry se senta na cadeira, sente um peso no ombro, ele parecia chateado.

— Senhor Allen? Porque está triste? Quero dizer, eu acho improvável que a gente mude o passado. — Stein diz.

— Eu mudei! Eu mudei quando viajei no tempo. E porque se algum dia eu tiver a chance de viajar no tempo de volta pra aquela noite, ele vence. O Flash Reverso vence! E se eu ganhar, isso tudo será mentira.

— Barry... — Jane diz vendo a tristeza de seu namorado. Ela o abraça da forma mais forte que consegue.

— Eu te amo Jane... — Barry diz.

— Eu também te amo... Barry. E eu sinto muito por tudo... — Jane responde.

— A Culpa não é sua. — Barry diz.

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