1⚡CHAPTER SEVEN: O HOMEM DE AMARELO

Chapter Seven: O Homem
De Amarelo

Meu nome é Barry Allen, e eu sou o homem mais rápido do mundo. Quando criança vi minha mãe ser assassinada por algo impossível, um homem de amarelo. Meu pai levou a culpa pela morte dela, mas agora que eu tenho poderes de velocidade estou pronto para quando ele voltar, e eu não imaginava como isso estaria próximo...

[...]

Finalmente havia chegado o Natal, época de felicidade, época de ficar com a família, mas para Barry nem o Natal poderia o impedir de encontrar o homem de amarelo, que estava próximo de retornar novamente.

— Oque achou do presente? — Barry pergunta para Jane.

— Eu amei! — Ela diz sorrindo muito.

— Fico feliz! 

E Barry a beijou. 

Iris e Joe chegam logo depois na casa animados, com seus presentes.

— Então, vamos abrir os presentes? Não vejo a hora! — Iris diz.

— Eu vou preparar uma gemada da vovó Esther! – Joe afirma.

— Joe, eu preciso trabalhar! O capitão me deu mais um caso esses dias. Guarda uma gemada pra mim. — Barry diz.

— Não prometo nada! — Joe diz.

Barry ao chegar, começa a trabalhar no caso que devia ao capitão Singh, e também que Iris tinha escrito uma matéria: O Homem em chamas. Aquilo foi um pouco estranho para Barry, um homem em chamas? O problema era arrumar uma mentira para o capitão Singh.

Barry acaba passando a tarde toda lá, trabalhando não só nesse, mas em outros casos, e não conseguia parar de olhar pro caso da morte de sua mãe. Jane acende as luzes e se senta de frente para Barry, em seu escritório.

— Barry, vai passar o dia todo aí?

— Eu não sei, Jane, sempre que tem alguma véspera eu me lembro da morte da minha mãe, e me pergunto: Como seria se ela estivesse aqui com a gente? E se meu pai também estivesse?

— Barry, vamos pegar o cara que matou a sua mãe, fato! Mas não pode vim aqui sempre e fazer essas perguntas em sua mente, ou vai enlouquecer!

— Tá, eu já vou pra casa. - Barry responde. — É tão difícil, sabe?

— Eu te entendo, Barry. Eu sempre tive problemas com a minha mãe, mas com você é totalmente diferente. Eu sinto muito por tudo. Apesar disso, eu vou estar aqui sempre ao seu lado, tá bom?

— Tudo bem, Jane. — Afirma Barry. Os dois se beijam e logo depois sorriem.

— Quer um pouco de ar puro?

— Seria ótimo. — Afirma Barry.

Os dois vão para o telhado da CCPD. Certamente era um lugar bom pra pensar nos problemas da vida.

— A vista aqui é ótima. — Diz Jane.

— Tenho que concordar. Sabe, enfrentamos tanta meta humanos desde que me tornei o Flash.

— Se parar pra pensar isso nem faz tanto tempo assim. 

— É verdade. Eu sinto tanta falta dos meus pais. Eu daria tudo pra encontrar o homem de amarelo. Tudo!.

— Vamos encontrá-lo, Barry.

Alguns segundos se passam e Barry percebe algo. Era no prédio da frente. Tinha alguém o observando. Tinha roupa amarela e raios vermelhos. Era ele, o homem de amarelo. O assassino de Nora Allen. O culpado de tudo.

— Barry, não! — Jane diz.

Barry não dá ouvidos e corre em direção ao vilão, que corre pela cidade. Dois raios passam por Central City diversas vezes, assustando os cidadãos.

O homem de amarelo então para em um beco, assim como Barry.

— Foi você! — Diz Barry com muita raiva. — Você matou a minha mãe! Por que?! Por que você matou ela?!

— Se quiser respostas, Flash, vai ter que me pegar primeiro! 

Os dois continuam então correndo pela cidade, e raios vermelhos e amarelos percorriam pelos cidadãos, que não imaginavam oque acontecia ali. Os dois chegam em um campo de futebol, e correm um em direção ao outro.

O homem de roupa amarela então derruba Barry ao chão, machucando-o.

— Ainda é muito lento, Flash!

Por tudo Barry tenta o derrotar, mas ele sempre se mostra mais rápido. Deixando Barry caído e machucado no chão ele então vai embora em um grande borrão vermelho. Jane chega correndo desesperada ao ver Barry caído e machucado no chão.

— Barry! Eu andei tanto pela cidade pra encontrar você! Você tá bem?

— Eu quase peguei ele! Ele estava na minha frente, mas eu fui fraco!


— Ele era muito rápido! Muito mais rápido do que eu! 

— Então ele é um velocista que é mais rápido que você, ótimo! — Cisco diz.

— Vamos pensar em algum jeito de pegá-lo o mais rápido possível. Pode ficar tranquilo. — Doutor Wells diz.

— Obrigado Doutor Wells. 

— Vamos pegar esse filho da mãe! Vamos tirar seu pai da cadeia Barry, eu prometo! — Joe diz.

— Ah e Barry... — Caitlin diz apontando para a televisão dos Laboratórios. Na televisão estava uma reportagem sobre o Flash, que estava intitulado como o protetor de Central City. — Talvez seja bom pedir para a Iris parar de escrever sobre você! — Caitlin diz.

— Caitlin está correta, Senhor Allen, é melhor tomar cuidado! 

— Eu vou tentar falar com ela. — Jane diz. — Talvez ela me ouça.

— Na verdade, talvez seja melhor eu falar com ela. — Joe diz.

— Nós dois então. — Jane diz.

— Vamos falar com ela amanhã. — Joe afirma. — E sem falta.

— Ótimo. Eu preciso dormir. — Cisco diz. — Tipo, muito mesmo!

— Também tô cansada. — Caitlin diz.

— Vou descansar. — Diz Jane.

— Você precisa descansar, senhor Allen. — Wells diz.

— Não, não preciso! — Diz Barry com raiva. — Preciso de respostas!


— Oque aconteceu aqui, Doutor? — Barry pergunta junto de Joe ao chegar na cena do crime do Mercury.

— Um Homem, de roupa amarela apareceu aqui e roubou a minha pesquisa!

— E que pesquisa era essa? — Pergunta Joe pergunta enquanto anotava tudo que a vítima falava em um caderno.

— Era uma ideia de criar um impulso eletromagnético através de um gerador de taquion. — O doutor diz.

— Mas ele não levou nenhum gerador de taquion, levou? — Barry pergunta.

— Não, não pegou. — Doutor responde.

— Ok, obrigado pelo seu depoimento. — Joe diz.

— Que raiva, Joe! Que raiva! Quando ele finalmente aparece, isso acontece! Aquele desgraçado! 

— Barry, se acalme.

— Me acalmar?! Aquele cara matou a minha mãe e prendeu o meu pai! Eu não vou ter calma! Eu só quero espancar ele! 

— Barry, precisamos analisar o plano dele em invadir o laboratório.

— Joe, para que um velocista iria querer usar um gerador de taquion?

— Não faço ideia Barry, mas podemos usar isso ao nosso favor. 

— Como assim? 


— E então, qual foi a brilhante ideia do papai? — Jane pergunta.

– A Doutora McGee autorizou pegarmos emprestado o gerador e usar como isca, e se tudo der certo, o homem de amarelo vai ir pegá-lo e ficará preso em um campo de força anti-velocistas que o Cisco produziu. — Barry diz.

— Foi uma ideia brilhante! — Caitlin diz.

— Foi sim. — Doutor Wells afirma.

— Jane, vamos falar com a Iris. — Joe disse.

— Vamos. Barry, o que acha de nos levar em super velocidade até lá e depois voltar? Iria poupar uma boa grana do táxi ou uma boa caminhada.

Barry segurou Jane e Joe e os levou, em super velocidade, para a Casa dos West.

— Oi! Não deviam estar trabalhando? O que fazem aqui? — Pergunta Iris.

— Queremos falar com você, Iris.

— Tô ouvindo. — Iris diz digitando.

— Você tem que parar de escrever sobre o Flash. — Afirma Joe.

— Por que? 

— Você tá em perigo escrevendo. Pensa, e se esse Flash tiver inimigos? Podem achar que você conhece ele e fazer algo com você. Escrevendo esses posts, você tá se arriscando. 

— Exatamente! Filha, escrever pra um blog pequeno tudo bem, mas estava passando na televisão. 

— É que a minha amiga Linda Parker trabalha no jornal e me divulgou. Gente, vocês estão exagerando demais.

— Não estamos não! 

— Iris, eu sou seu pai e sei o que é bom pra você. 

— Pai, não é por nada, mas eu não sou mais uma menininha. Eu tenho mais de 18 anos e sei me virar com meus problemas. 

— Iris, só tome cuidado. Eu não quero perder minha garotinha.

— Você não vai me perder, pai.

— Iris, por favor. Pare de escrever.

— Eu sinto muito, mas não.

Nem adiantava continuar, Iris já tinha seu plano definido e não iria desistir dele. Ela iria continuar escrevendo.


Quando será que ele vai cair na armadilha? — Pergunta Barry.

— Meu maior medo é ele não cair. — Diz Doutor Wells pensativo.

— Ele vai cair. — Jane diz. — Eu espero pelo menos. Tudo indica que sim.

Até que finalmente o Homem de Amarelo surgiu nos monitores. Ele havia ido até o gerador de taquion. Estava preso no campo de força.

— Vamos ver oque pegamos! — Wells diz. 

Jane corre até a sala e acende as luzes. O vilão estava lá parado e preso.

— Agora! — Joe ordena em um rádio. Eddie e vários policiais entram na sala.

Caitlin e Cisco correm até lá junto de Doutor Wells.

— Isso foi inteligente. — O Vilão diz.

— Porque você matou Nora Allen naquela noite? — Joe pergunta.

— Nunca foi minha intenção matá-la, eu queria matar o Flash. 

— Joe toma cuidado! — Diz Eddie assustado com uma arma apontada.

—  Doutor Wells, finalmente nos conhecemos.

— O que você quer com partículas tactônicas? 

— Meus objetivos vão além de sua compreensão. 

— Eu acho que não. Eu sou um cara muito esperto. Eu sabia que você era muito rápido, então nossa armadilha deveria ser invisível e sabia também que suas células poderiam se regenerar muito rápido, então poderiam suportar o dano que isso causa ao seu corpo neste momento. 

— E como sabe de tudo isso?

— Eu sei disso por que seus poderes são exatamente idênticos aos do Flash.

— Eu não sou nada parecido com o Flash. Alguns diriam que eu sou o Reverso. 

— Por que?! Por que você matou a Nora?! Se não queria mata-la então o que estava fazendo naquela noite? Hein? Responde! — Jane diz.

— Jane Alisson West, sei muito sobre você. Fará grandes atos no futuro. Pena que Wells não estará vivo para ver isso acontecendo. — O vilão pega Wells e o leva para dentro do campo de força.

— Como?! O campo de força falhou! Não, não! — Diz Cisco.

— Atirem! — Ordena Joe. Eddie começa a atirar, junto dos outros policiais. O vilão derruba os policiais, pega a arma de Eddie e o encara nos olhos. Eddie nunca sentiu tanto medo na vida. O olhar do Homem de Amarelo era terrivelmente macabro e ameaçador.

Flash chega na mesma hora, e os dois dão voltas pelos Laboratórios, onde os raios amarelos e vermelhos passavam pelo local. Uma violenta luta de velocistas acontecia ali.

— Admita Flash, eu sou o mais rápido!

— Cala a boca! — Barry dá diversos socos no rosto de Reverso, que continua pleno e parecia não sentir nada. 

— Vai precisar de mais!

— Seu desgraçado! — E o socou mais. — Eu vou acabar com você!

— Eu acho que não...

E, em menos de um segundo, o Homem Amarelo havia saído das mãos de Barry, e estava prestes a vibrar suas mãos e atravessar seu coração quando fora jogado longe por raios de fogo. Ao olhar para trás Barry vê algo improvável: O homem em chamas.

Caitlin logo reconhece o rosto do homem, era seu marido que morreu na noite do acelerador, Ronnie Raymond.

— Ronnie? — Caitlin pergunta.

— Quem é Ronnie? — Ele pergunta.

— Você é Ronnie! — Cisco diz.

Logo antes de ir embora voando pelos céus, ele diz algo.

— Não me procure, nunca mais!

— Caitlin! Aquele era mesmo o Ronnie?

— Eu não sei Jane...

O Homem de Amarelo se levanta devagar sorrindo.

— Até a próxima Flash! — Logo o velocista vai embora em um raio.

— NÃO! ELE FUGIU! NÃO! — Barry exclamou.

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