Cᴀᴘɪᴛᴜʟᴏ 10

𝙻𝚊𝚛𝚒𝚜𝚜𝚊 𝚂𝚒𝚕𝚟𝚊

Duas semanas havia se passado. Resolvi tudo que tinha que resolver para minha ida a Coreia, meus pais não gostou muito da ideia, mas me apoiaram, meus irmãos ainda estão bicudos, porém, também me deram forças.

Arrumei minha mala e peguei o exame que continha o sexo do meu bebê, não abri ainda, porque quero abrir com o Jeon, ao meu lado.

Peguei minhas coisas e fui rumo ao aeroporto de Guarulhos, ia vim de ônibus, entretando, meu pai insistiu para me trazer até aqui.

— Faça uma boa viagem, filha. — Me entregou a última bolsa e me abraçou.
— Chegando lá, nos avise. — Sorriu beijando meu rosto.

— Vou avisar sim pai, vai pra casa em segurança. — Sorri.

— Quando abrir o exame, me fala o que é meu netinho. — Pediu.

— Vou te dizer. — Peguei a mala.
— Tchau pai. — Beijei ele novamente e fui rumo ao embarque.

(....)

Depois de horas dentro de um vôo, finalmente cheguei ao meu destino. Confesso que estou bem nervosa para encontrar ele, mas estou tentando me acalmar para não desmaiar.

Peguei minha mala e fui em direção a saída, e saindo já conseguia ver o carro preto que iria me levar até ele, nas mãos do motorista, estava meu nome, sorri e fui em direção ao bruta montes.

— Anyo! — Fiz uma pequena reverência e sorri.

— Anyo, Sra.Silva. — Pegou minha mala e abriu a porta para mim.
— Irei levar você até o Sr.Jeon. — Concordei entrando dentro do carro.

— Como é o seu nome? — Perguntei assim que ele entrou no carro.

— Maik! — Me olhou pelo retrovisor.

— Prazer Maik! — Sorrimos.
— Por favor, me chame de Larissa, ou como você souber falar. — Falei ao lembrar que meu nome para eles era difícil.

— Tá bom, Sr.Lalissa! — Acabei sorrindo.

— Onde ele está? — Perguntei ao ver o carro se movimentar.

— Ele está na empresa, porém pediu para mim te levar até sua mansão, ele teve que sair para resolver alguns assuntos. — Balancei a cabeça concordando.

Passei o caminho todo depois disso em silêncio, estava cansada da viagem então acabei não conversando com o Maik. Chegando na mansão, lembranças de todos ad noites que passei com Jeon, veio a tona, sorri e me retirei do carro. Peguei minha pequena mala e fui em direção a porta principal.

— Senhorita, deixa que eu levo sua bolsa. — Maik, veio atrás de mim, porém o impedi.

— Não, pode deixar que eu mesma levo, obrigada! — Sorri.

Entrei na casa e fui recepcionada com alguns rosto diferentes, havia duas senhoras, uma mais velha que a outra.

— Olá! — Fiz uma reverência e elas retribuiram.

— Você deve ser a Sr.Larissa! — A senhora mais velha diz.

— Sim, prazer em conhecer vocês duas. — Sorrimos.

— Meu nome é Bora! — Falou.

— E o meu é Min-Ji. — A outra senhora diz.
— Sou filha dela! — Ela completou.

— Ficamos muito felizes quando o nosso menino disse que você estava vindo pra cá. — Bora diz.
— Ficamos ainda mais felizes quando ele disse que você estava esperando um bebê dele. — Veio até mim.
— Ele estava tão feliz, nosso menino está radiante! Posso tocar? — Se referiu a barriga.

— Claro que pode! Esse bebê veio pra alegrar nossas vidas. — Sorri sentindo elas tocar na pequena barriga.

— Você já sabe o que é? — Min-Ji, perguntou.

— Ainda não, mas estou com o envelope aqui com o sexo do bebe, só vou esperar o Jungkook, chegar. — Falei e elas sorriram.

— Vai ser o bebê mais mimado dessa casa. Aliás, vamos deixar você descansar querida. Venha, vou mostrar o seu quarto. — Seguiu em minha frente, e fui logo atrás.
— Jeon, pediu para deixar você no quarto ao lado do dele, para caso você precisar de algo. — Revirei os olhos rindo.

— Ele vai me tratar como um bebê pelo jeito. — Falei rindo.

— Tenho certeza! — Abriram a porta.

— Nossa pra que um quarto tão grande. — Questionei de boca aberta.

— Provavelmente, para colocar o berço e as coisas do bebe. — Engoli em seco, até porque não sabia se iria ficar.

— Entendi.

— Vamos sair agora para você tomar um banho e dormir um pouco, aposto que a viagem foi bem longa. — Falou, concordei e me sentei.

— Até depois! Vou preparar uma janta especial para vocês dois. — E saíram me deixando sozinha.

Aproveitei o momento e fui tomar uma ducha, estava grudenta, cansada e com muita fome. A gravidez me deixou com os hormônios a flor da pele, tudo em dobro, e a libido? Vishi, nem se fala.

Jeon, que me perdoe.

Se der vontade, vou ser

obrigada, a sentar, a se vou.

Joguei as malícias de lado e fui me levar. Depois que relaxei, fui até a cozinha para lanchar algo, meu bebê precisa de algo.

Sentei na mesa enorme onde estava expostas várias comidas e como estava com fome, permaneci sozinha mesmo. Depois que comi, fui para sala de tv e acabei cochilando por lá mesmo.

(....)

Estava tão cansada que acabei adormecendo mesmo, só fui me trocar que tinha pesado no sono quando senti meu corpo sendo levantado, abri meus olhos lentamente e vi a estrutura do homem que faz meu coração acelerar de alguma forma.

— Dorme Lali. — Falou no pé do meu ouvido ao ver minha cabeça levantada.

— Não! Quero conversar com você. — Falei sonolenta fechando os olhos.

— Amanhã conversamos. — Depois de concordar, apaguei em seus braços.

(.....)

Na manhã seguinte acordei totalmente disposta. Depois de uma bela noite de descanso, me levantei muito melhor.

Me sentei em minha mais nova cama e comecei a pensar em me levantar de vez, olhei para as paredes e comecei a imaginar que esse quarto precisava de uma decoração. Criei coragem e fui me trocar, depois disso, sai do quarto e ao sair, dei de cara com Jeon.

— Bom dia!

— Bom dia Lali, dormiu bem?

— Dormi sim, estava precisando descansar. Aliás, obrigado por me levar para cama. — Sorri seguindo ele escada a baixo.
— E você? — Perguntei olhando em seu rosto.

— Dormi sim, apesar que fiquei morrendo de vontade de falar com você logo, sobre o nosso bebê, mas dormi sim. — Sorriu para na escada para me olhar, e ele olhou dos pés a cabeça.

— Podemos conversar agora se quiser. — Falei passando por ele indo para cozinha.
— Estou com fome. — E estava mesmo, e muito.

— Vamos comer e conversar! — Sentamos na enorme mesa e começamos a comer.
— Descobriu a muito tempo? Como você está lidando com tudo isso? — Me olhou.

— Descobri a pouco tempo e estou lidando bem com isso, por enquanto! Não adianta ficar nervosa, aconteceu e temos que arcar com isso. — Falei sincera.
— Esse bebê vai alegrar nossas vidas Jeon, não vou ficar dizendo que não era pra ser e blá blá blá. — Revirei os olhos.
— Transamos e engravidei é isso. — Ele riu por me ouvir falar tão rápido.

— Nossa, achei que você tinha pirado quando soube. — Neguei.

— Não, porque não vou ser hipócrita e dizer " Nossa, não acredita, como aconteceu" — Rimos, provavelmente ele pensou o mesmo que eu.

— Realmente, confesso que me assustei um pouco quando vi a foto, mas depois passou. — Ele foi sincero.
— Lali, eu quero participar da vida do meu filho, e por isso quero que se cadê comigo. — Nem pensar.

— Minha palavra, ainda continua sendo não. — Suspirei.

— Porque não?

— Você me ama?

— O que? — Arregalou os olhos.

— Você me ama? — Tornei a perguntar.

— Não, eu não te amo. — Confessou ele.

— Aí está! Não é porque estou grávida que devemos casar Jeon, isso é sério, muito sério. — Revirei os olhos.

— Mas isso não quer dizer que eu não sinta nada por você. — Me olhou.
— Você mexe comigo Lali, só preciso saber o porque. — Mais uma vez me olhou.

— Não, minha resposta ainda é não, a única coisa que nos uni nesse momento é o nosso bebê. — Me levantei.
— Não devemos nos casar só por causa disso. — O olhei.

— Você pode considerar a ideia?

— De me casar?

— Sim! De se casar comigo. — Se levantou e veio até mim.

— Jeon, é o seguinte! Me faça te amar, se até o final da gravidez eu estiver te amando, me casarei com você e virei aqui com o nosso filho. — Falei e ele concordou sorrindo.

— Você estará me amando, você vai me amar Lali. — Ele me abraçou.

— Jeon, me solta um pouco, preciso pegar uma coisa no quarto. — Pedi, e logo em seguida senti o abraço se afrouxar.

— O que seria? — Perguntou.

— É o meu exame, iremos descobrir juntos, o sexo do nosso bebê. — O sorriso dele se abriu de orelha a orelha.

Subi rápido e com cuidado lógico, peguei o exame e voltei para cozinha.

Me sentei em sua frente e comecei abri o exame, estava um pouco nervosa, porque eu segurei praticamente duas semanas para poder abrir com ele, suspirei e comecei a ler.

Menino.

O meu bebê é um menino.

— Lali, me fala! O que é? — Ele estava aflito e foi aí que comecei a chorar.
— Porque está chorando? Meu Deus, me fala. — Tocou em minha coxa.

— Menino, o nosso bebê é menino. — No calor do comento, eu o abracei e bem forte.
— Vamos ter um menininho Jungkook. — A esse ponto, os dois já chorava muito.

— Obrigado Lali! Obrigado, por realizar esse sonho, o sonho de se pai, prometo que irei cuidar de vocês. — Finalizou beijando minha bochecha.

❀❄︎
𝙶𝚘𝚜𝚝𝚊𝚛𝚊𝚖?

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