chapter thirteen.
2 meses depois...
Já se passaram dois meses desde que chegamos a Beacon Hills e não aconteceu nada de diferente. Claro, além de que a cada dia que passa mais corpos são encontrados e não temos nenhuma pista de onde esses vampiros estão. Me aproximei bastante de Isaac, minha amizade com Theo está cada dia mais forte e o clube da Luluzinha ainda não estão totalmente conformados com isso mas eu não nasci para agradar ninguém.
Ah e eu praticamente moro no loft agora, eu tô com fome? Vou pro loft. Estou entendiada? Vou pro loft. Estou feliz? Vou pro loft.
No começo o Derek odiava, mas foi se acostumando com a minha presença quando viu que ele não conseguiria me expulsar, estão acho que podemos nos considerar bons amigos, que ele não me ouça dizendo isso nunca, amém.
Peter e eu criamos uma amizade estranha logo de cara, o que fez todos ficarem bastante surpresos. Nós nos alfinetamos o tempo todo mas essa é a graça de tudo, nos damos bem e isso é o que importa.
Isaac, bom... nos aproximamos muito depois que ele parou com toda a implicância com o Theo, eles até que se dão bem, claro, quanto estão bem longe um do outro. Eu gosto da companhia dele, mas não sei dizer muito bem o que é isso. Deve ser só fogo no rabo.
Theo, outro que eu não me desgrudava. Quando eu não arrastava ele pro loft, estavamos na rua, posso até dizer que ele e Peter são quase amigos, não podia esperar por menos obviamente.
Stiles virou um grande amigo, eu adoro o sarcasmo dele quando não é direcionado a mim. Ele e Megan agora estavam como unha e carne, eu já tinha notado os olhares que eles davam um ao outro, mas sempre que eu tocava no assunto eles negavam firmemente.
Falando em olhares, Malia e Theo não estavam diferentes, o que me deu um certo ciúme não vou negar, mas eu estava feliz por ele, mas caso Malia pensar em roubar ele de mim eu acabo com ela.
Lydia foi outra que eu me dei super bem, íamos as compras, ao cinema, conversávamos sobre garotos, principalmente sobre o Parrish e em como ela é burra de não ter agarrado ele ainda, porque vamos ser sinceras, ele é um pedaço de mal caminho.
Scott e Kira também viraram bons amigos, não tão próximos como os outros, mas ainda sim, amigos.
Liam virou um irmão mais novo para mim, sempre o acompanhava nas loucuras dele, como ele nas minhas.
— Senhorita Brooks? — o professor de história me chamou fazendo com que eu acordasse dos meu devaneios dos últimos meses.
— Sim?
— Poderia responder a pergunta? — fala me olhando meio raivoso.
— Perdão, pode repetir a pergunta? — falo fazendo cara de inocente.
— Creio que não estava prestando atenção na minha aula. — fala rabugento. — Faça um resumo detalhado da Guerra do Vietnã, que é o nosso tema de hoje.
— Claro! — respondo sorrindo. — A Guerra do Vietnã, iniciada em 1959 e estendida até 1975, foi o enfrentamento entre o Vietnã do Norte e o Vietnã do Sul, ambos lutando pela unificação do país sob seu domínio. O conflito no Vietnã contou, a partir de 1965, com participação ativa do exército dos Estados Unidos, o qual lutou ao lado das tropas do Vietnã do Sul contra as forças do Vietnã do Norte. Guerra do Vietnã é considerada pelos historiadores um desdobramento direto da guerra travada na década de 1950, na região, pela independência e contra o domínio colonial francês. Essa divisão foi ratificada na Conferência de Genebra, em 1954, em que foi estipulado que o Vietnã do Norte teria como capital Hanói e seria governado pelos comunistas de Ho Chi Minh e o Vietnã do Sul, com capital em Saigon, seria governado por Bao Dai, aliado dos Estados Unidos.
Apesar da divisão existente, na mesma Conferência de Genebra, determinou-se a realização de eleições livres para formar um governo que promovesse a unificação dos países. No entanto, a escalada da tensão entre as duas partes e as diferenças ideológicas fizeram com que o governo do Vietnã do Sul recusasse a realização dessas eleições. O Norte, por exemplo, promovia "julgamentos sumários, fuzilamentos em massa e confinamentos em campos de trabalho forçado", enquanto o sul desenvolvia um governo extremamente corrupto e ditatorial, que impôs perseguição a dissidentes e suspeitos de adesão ao comunismo. Partir de 1955, esses governos desenvolveram campanhas um contra o outro, além de aliarem-se a potências internacionais que poderiam dar-lhes suporte em caso de conflito. Durante os primeiros anos do conflito, os Estados Unidos não se envolveram diretamente e mantiveram sua atuação apenas no fornecimento de armas e na ação de conselheiros norte-americanos que preparavam as tropas do Vietnã do Sul para as batalhas. Apesar do apoio estadunidense, as tropas vietcongues, nome usado em referência aos vietnamitas comunistas do Norte, levavam a vantagem no conflito. Além disso, o uso de armamentos, como as bombas incendiárias Napalm, os ataques contra civis e o grande número de norte-americanos mortos no conflito impulsionaram uma campanha na imprensa dos EUA pela saída do país do conflito. Essas pressões da sociedade e da imprensa americana levaram o presidente Richard Nixon a assinar um cessar-fogo e, em 1973, concluiu a retirada de todas as tropas americanas do Vietnã. Sem esse apoio, o Vietnã do Sul não conseguiu conter as tropas comunistas, e, em 1975, os vietcongues conquistaram a cidade de Saigon e realizaram a unificação do Vietnã sob comando dos comunistas em 1976. Estima-se que, em decorrência desse conflito, os Estados Unidos tiveram por volta de 58 mil baixas, enquanto os exércitos do Vietnã do Sul sofreram cerca de 225 mil baixas e os exércitos do Vietnã do Norte perderam 1,1 milhão de soldados.
Falo tudo de uma vez sem deixar alguma brecha pra ele falar alguma coisa. Todos na sala começaram a dar risadinhas já que ele ficou sem palavras diante da minha explicação mais que detalhada.
— Aprendi mais com ela falando agora do que com todas as aulas! — fala alguém do fundo fazendo todos rirem mais ainda fazendo o professor ficar vermelho de raiva e eu apenas dou um sorriso fofo.
— Está correto, professor? — pergunto me segurando pra não rir.
— Sim, Senhorita Brooks. — fala engolindo em seco seu ódio e eu sorrio vitoriosa.
O sinal bate e ele sai furioso da sala, antes de qualquer aluno.
— Ops! — falo começando a rir.
— Você é uma capetinha, Lett! — Theo fala já ele estava na mesma aula que eu.
— Eu só respondi a pergunta dele. — falo inocente.
Ele apenas da risada. Vejo todos virem em nossa direção.
— Depois da aula, todos no loft do Derek. — Scott comunica assim que chega perto o suficiente.
— Como se eu já não fosse antes. — falo rindo.
— Porque isso de repente? — Megan pergunta curiosa.
— Derek encontrou uma pista! — fala Stiles afobado.
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revisado.
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