bonus chapter, christmas special.
𝐚𝐥𝐠𝐮𝐧𝐬 𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐝𝐞𝐩𝐨𝐢𝐬...
Vocês devem estar se perguntando o que aconteceu naquela noite, não é?
Bom, digamos que meu pai não estava nos seus melhores dias, na verdade ele nunca está.
Mas a pergunta que não quer calar é, Derek está vivo? Isso eu respondo segurando a risada, vivo sim — até porque eu não ia conseguir viver sem o lobo mau — agora machucado com certeza.
Me lembro como se fosse ontem...
F l a s b a c k o n
Estávamos na maior pegação quando a porta do loft se abre com tudo.
— Eu fico sabendo que a minha filha morreu e quando eu venho ver o que está acontecendo vejo uma cena nada agradável! — meu pai, mais conhecido como Klaus Mikaelson o híbrido original está parado com um olhar mortal dirigido ao Derek, o que não é nada bom.
— Fudeu! — murmuro empurrando Derek e saindo de cima da mesa. — Olá pai, tudo bem? Que bom te ver...
— Scarlett! — rosna adentrando o loft e eu entro na frente do Derek numa tentativa falha de protegê-lo.
— Olha, vamos conversar, que tal? — proponho sorrindo, de desespero.
— Eu quero saber agora quem é esse sujeitinho que estava te agarrando! — ordena. — Poderia me dizer, Scarlett?
— Então...
— Esse sujeitinho pode falar por si mesmo. — Derek burro Hale me empurra para o lado e enfrenta, repito, ENFRENTA KLAUS MIKAELSON!
— Ah é? — meu pai pergunta sarcástico. — E quem é o sujeitinho que vai morrer neste instante?
— Quem vai me matar? Você? — questiona irônico.
— Hey lobo mau, acho melhor não... — sou interrompida com Derek voando com tudo em direção a parede. — ...fazer isso.
Klaus vai em direção a ele possesso de raiva por ter sido desafiado.
— Pai, pode por favor, não machucar ele. — peço indo atrás dele preocupada.
— Fica fora disso, Scarlett. — fala pegando Derek pelo pescoço. — Depois nós vamos conversar a sós.
E logo após dizer isso, ele joga Derek novamente em direção a outra parede.
— Pai! — o chamo indignada sendo ignorada completamente. — Pai!
Ele pega Derek pelo pescoço novamente e começa a enforcar ele.
Ok, estou começando a me irritar.
Eu não posso nem sonhar em usar meus poderes nele, mas...
— Klaus Mikaelson, se não soltar ele agora eu vou ser obrigada a ligar para a mamãe! — falo irritada.
Ele me olha por cima do ombro.
— Você não seria capaz. — me desafia incrédulo pela minha ousadia.
— Tem certeza? Sabe muito bem que a dona Hayley não fica muito agradável com raiva e dúvido que o tio Elijah consiga acalmá-la. — debocho e ele cerra a mandíbula. — E faço questão de ligar para tia Caroline também.
Ele bufa e sem hesitar solta Derek que cai tossindo pela falta de ar, corro em direção a ele preocupada.
— Isso é para você aprender a parar de ser burro e me ouvir. — falo descrente o ajudando a levantar.
— Já entendi.
— Então pai... — me viro para Klaus que está fuzilando Derek. — Esse é Derek Hale, meu namorado.
F l a s b a c k o f f
— No que está pensando? — Derek pergunta me abraçando por trás.
— No que você acha? — pergunto risonha e ele bufa.
— De novo com isso, Scarlett! — fico de frente para ele a tempo de vê-lo revirar os olhos, apoio meus braços em seu ombro o abraçando e colando nossos corpos.
— Não pode me julgar, aquele dia é muito memorável. — me defendo segurando a risada.
— Memorável né, levei uma surra do meu sogro. — debocha.
— Aquilo não pode ser considerado uma surra e outra, ele te adora agora. — sorrio simplista.
— Depois da sua mãe dar uma bronca nele. — ri.
— Está rindo do que? Você também levou uma. — rio da cara dele.
— Nem me lembre. — fica emburrado.
— Não faz essa cara, lobo mau. — faço biquinho e aperto as suas bochechas. — Você fica tão fofo!
— Para com isso. — resmunga manhoso e eu faço carinho em sua nuca com as minha unhas, sorrio quando ele se arrepia.
— Você sempre se arrepia.—- encaro fixamente seus olhos verdes, reparo que estão com a pupila dilatada e sorrio novamente.
— Esse é o efeito que você tem sobre mim. — comenta e seus olhos se fecham para aproveitar melhor o carinho.
— Ah é? — pergunto distribuindo beijos carinhosamente por todo o seu rosto.
— Uhum. — paro de beijar ele e encaro seu rosto perfeito.
— Eu te amo, sabia? — contorno os seus lábios com a ponta do meu dedo distraidamente.
— Não me ama não. — faz um biquinho fofo e eu fecho a cara por ele ter estragado o momento.
— De novo com isso, Derek. — bufo.
— Qual é, amor! — me olha sério, ficamos nos encarando até que eu decido me pronunciar.
— Eu já te falei que não vou colocar o nome da minha filha de Darcy! — falo passando a mão na minha barriga de cinco meses.
— Darcy é um nome lindo, amor. — ele resmunga suplicante.
— Lindo para quem? Para sua avó? — reviro os olhos. — Que Deus a tenha.
— Ah com certeza ele não tem. — Derek ri e eu o repreendo. — Ok, qual nome tem em mente então?
— Daisy é um bom nome. — sorrio animada e ele estranhamente concorda comigo, ultimamente a maioria das nossas brigas eram por causa de nomes e o resto era quando ele não queria sair de madrugada para comprar as comidas de acordo com os meu desejos "nojentos", como se diz ele.
— Daisy Brooks Hale. — ele fala sorrindo.
— Daisy Mikaelson Hale. — corrijo tombando a cabeça para o lado.
— Daisy Mikaelson Hale. — repete e eu sorrio concordando.
— Não vejo a hora dela nascer. — suspiro.
— A nossa princesinha. — me ergue nos braços e começa a me rodar lentamente para não me deixar enjoada.
— A nossa princesinha. — grito e começamos a rir. — Está bom, agora chega se não vou colocar minha refeição para fora.
— Certo. — me coloca no chão delicadamente. — Você precisa de alguma coisa?
— Hm... eu preciso de uma coisa agora. — assinto com a cabeça inocentemente.
— O que? — pergunta atencioso.
Sorrio maliciosa e ele logo entende.
— Amor... — tenta conter o sorriso divertido. — Acho que não é uma boa idéia.
Abaixo o zíper do vestido e ele me encara por alguns segundos até que finalmente me beija.
Dou um impulso e ele me segura enquanto eu coloco minhas pernas ao redor do seu quadril, tudo isso com cuidado pela barriga de grávida. Ele gira, anda alguns passos para frente e me apoia na mesa.
— E aqui estamos nós, novamente nesta linda mesa. — falo brincalhona enquanto o ajudo a tirar a camisa.
— Essa mesa tem história, não é? — questiona direcionando seus beijos para o meu pescoço exposto e não tenho forças para responder por ele estar exatamente no meu ponto fraco.
Ele me deita na mesa ficando por cima de mim — obviamente não colocando todo seu peso — e me beija carinhosamente.
E como sempre... a porta do loft se abre bruscamente fazendo nós nos separarmos pelo susto.
— Pode ir parando aí, cuidado com a minha afilhada! — Theo fala alto segurando a risada. — Vocês ainda não estão arrumados? É natal gente, vocês sabem como a Lydia é e a minha namorada está quase avançando nela.
— Qual é a porra do problema de vocês?!
está especial de natal porque postei naquela época.
votem e comentem, xoxo.
revisado.
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