𝟑𝟗. 🇺🇸𝐋𝐞𝐁𝐫𝐨𝐧 𝐉𝐚𝐦𝐞𝐬

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☞︎︎︎𝐓𝐞𝐦𝐚: 𝐜𝐢𝐮́𝐦𝐞𝐬 + 𝐡𝐨𝐭

⚠️𝐀𝐯𝐢𝐬𝐨: 𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐜𝐚𝐩𝐢́𝐭𝐮𝐥𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐞́𝐦 𝐞𝐬𝐜𝐫𝐢𝐭𝐚 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐱𝐨 𝐞𝐱𝐩𝐥𝐢́𝐜𝐢𝐭𝐨. 𝐒𝐞 𝐧𝐚̃𝐨 𝐠𝐨𝐬𝐭𝐚, 𝐚𝐩𝐞𝐧𝐚𝐬 𝐩𝐮𝐥𝐞

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𝐋𝐞𝐁𝐫𝐨𝐧 𝐩𝐨𝐯'𝐬

Estávamos no final do jogo contra o Minnesota e ganhando por 5X2 na prorrogação e estávamos na vantagem no placar geral. Olho para a arquibancada e vejo minha namorada com o semblante sério, ela só ficava assim quando estava estressada e raramente com ciúmes. Mando um beijo para ela e ela sorri, mas não manda de volta. Estranho, mas volto minha atenção para o jogo.

S/n e eu namoramos há dois anos, eu estava divorciado há quatro anos. Não achei que fosse me envolver com alguém depois de tanto tempo de casado, mas S/n me conquistou assim que chegou no Lakers. Logo de cara os meus filhos gostaram dela, a minha ex mulher também havia aprovado minha escolha.

Meu casamento havia acabado de forma tranquila, Savannah e eu decidimos colocar um fim porque estávamos levando uma vida de amigos e não de casados.

Não existia nenhuma richa entre a S/n e ela, o que me deixava tranquilo. Tinha medo que meus filhos não aceitassem tão bem, mas fico feliz que tudo ocorreu da melhor forma. A minha namorada é uma das proprietárias do Lakers, ou seja, ela é minha chefe.

O mais louco é que além de proprietária, ela é dona da empresa que patrocina da NBA. É a primeira brasileira a fazer história no mundo dos negócios nos EUA.

Admiro muito a minha mulher, era engraçado o seu jeito carinhoso, atencioso e calmo, porém implacável, brava e séria com os negócios. Essa mulher me tinha na palma da mão. Mas tinha um pequeno ponto que era sensível para S/n, o fato dela não conseguir gerar filhos. Quando começamos a namorar ela disse isso, tanto porque ela não queria que eu criasse expectativas ou algo do gênero.

Apesar de ser uma mulher segura, esse era um pequeno ponto fora da curva. O fato dela não engravidar não me fez amá-la menos, muito pelo contrário. Eu já tenho três filhos lindos, então me encontrava satisfeito e não queria que S/n se sentisse pressionada a me dar algo. Sempre tentava tirar essa insegurança dela, as vezes tinha sucesso e as vezes nem tanto.

O jogo encerra e vencemos por 108X102, fui o maior pontuador da partida e ficaria para uma entrevista. Diferente das outras vezes, S/n não entra em quadra para cumprimentar o time. Mas não tenho tempo de ir até ela, uma jornalista chega tocando no meu braço. A S/n não é ciumenta, nem surtada, o que é ótimo. Mas vejo que a jornalista fazia esse movimento olhando para a minha mulher.

Me afasto e mando um beijo para S/n que sorri, me viro para a jornalista que estampa um sorriso falso no rosto. Ela começa a entrevista, mas não pergunta nada sobre o jogo. Estava incomodado, vejo que S/n olhava para gente com atenção. Na última pergunta, a mulher começa a tocar no meu braço e eu desvio, a entrevista se encerra e enquanto eu me encaminho na direção da minha mulher, a tal jornalista aparece novamente.

Ela me puxa, vejo S/n descendo a arquibancada brava. Ela chega e me puxa para um beijo, faço questão de aprofundar e apertar a sua bunda com força. Eu gostava de deixar claro que ela é a minha mulher, o beijo se encerra e a jornalista continua ali.

A tal mulher se aproxima e a frase que sai de sua boca me dá nojo, ela diz "eu posso te dar filhos, pense nisso" e sai. Torcia internamente para que S/n não tivesse escutado, mas quando olho para o lado, ela estava com lágrimas nos olhos e sai.

Eu estava muito puto, a minha namorada já estava com ciúmes e agora triste. Conheço S/n o suficiente para saber que ela não me daria um beijão desse se não fosse pelo ciúmes, ela não gostava de muita exposição. Respiro fundo e vou até a jornalista, hoje eu daria um jeito dela nunca mais trabalhar na área dela.

Assim que me aproximo, ela sorri e vem na minha direção. Antes mesmo dela tocar no meu braço, eu desvio e falo sem me importar com as câmeras.

- 𝘐 𝘬𝘯𝘦𝘸 𝘺𝘰𝘶 𝘸𝘰𝘶𝘭𝘥𝘯'𝘵... (𝘴𝘢𝘣𝘪𝘢 𝘲𝘶𝘦 𝘷𝘰𝘤𝘦̂ 𝘯𝘢̃𝘰 𝘪𝘢...) - Antes mesmo dela falar, eu a corto e puxo o microfone da sua mão.

- 𝘐 𝘸𝘪𝘭𝘭 𝘮𝘢𝘬𝘦 𝘴𝘰𝘮𝘦𝘵𝘩𝘪𝘯𝘨 𝘤𝘭𝘦𝘢𝘳, 𝘢𝘭𝘵𝘩𝘰𝘶𝘨𝘩 𝘺𝘰𝘶 𝘢𝘭𝘳𝘦𝘢𝘥𝘺 𝘬𝘯𝘰𝘸. 𝘐 𝘩𝘢𝘷𝘦 𝘢 𝘸𝘪𝘧𝘦, 𝘐 𝘢𝘮 𝘷𝘦𝘳𝘺 𝘸𝘦𝘭𝘭 𝘔𝘈𝘙𝘙𝘐𝘌𝘋 𝘵𝘰 𝘩𝘦𝘳, 𝘢𝘯𝘥 𝘐 𝘸𝘰𝘶𝘭𝘥𝘯'𝘵 𝘵𝘳𝘢𝘥𝘦 𝘩𝘦𝘳 𝘧𝘰𝘳 𝘢𝘯𝘺𝘰𝘯𝘦 (𝘷𝘰𝘶 𝘥𝘦𝘪𝘹𝘢𝘳 𝘤𝘭𝘢𝘳𝘰, 𝘢𝘱𝘦𝘴𝘢𝘳 𝘥𝘦 𝘷𝘰𝘤𝘦̂𝘴 𝘫𝘢́ 𝘴𝘢𝘣𝘦𝘳𝘦𝘮. 𝘌𝘶 𝘵𝘦𝘯𝘩𝘰 𝘮𝘶𝘭𝘩𝘦𝘳, 𝘴𝘰𝘶 𝘮𝘶𝘪𝘵𝘰 𝘣𝘦𝘮 𝘊𝘈𝘚𝘈𝘋𝘖 𝘤𝘰𝘮 𝘦𝘭𝘢 𝘦 𝘦𝘶 𝘯𝘢̃𝘰 𝘢 𝘵𝘳𝘰𝘤𝘢𝘳𝘪𝘢 𝘱𝘰𝘳 𝘯𝘪𝘯𝘨𝘶𝘦́𝘮) - Falo e as pessoas aplaudem. Não somos casados, ainda - 𝘈𝘯𝘥 𝘢𝘴 𝘧𝘰𝘳 𝘺𝘰𝘶, 𝘸𝘢𝘪𝘵 𝘧𝘰𝘳 𝘮𝘺 𝘭𝘢𝘸𝘺𝘦𝘳𝘴 𝘢𝘯𝘥 𝘺𝘰𝘶 𝘤𝘢𝘯 𝘤𝘰𝘯𝘴𝘪𝘥𝘦𝘳 𝘺𝘰𝘶𝘳𝘴𝘦𝘭𝘧 𝘧𝘪𝘳𝘦𝘥 (𝘦 𝘲𝘶𝘢𝘯𝘵𝘰 𝘢 𝘷𝘰𝘤𝘦̂, 𝘦𝘴𝘱𝘦𝘳𝘦 𝘮𝘦𝘶𝘴 𝘢𝘥𝘷𝘰𝘨𝘢𝘥𝘰𝘴 𝘦 𝘱𝘰𝘥𝘦 𝘴𝘦 𝘤𝘰𝘯𝘴𝘪𝘥𝘦𝘳𝘢𝘳 𝘥𝘦𝘮𝘪𝘵𝘪𝘥𝘢) - Finalizo e saio de lá atrás da minha mulher.

Assim que chego no vestiário vejo a maioria indo embora, ligo para S/n, mas ela não me atende. Tomo um banho rápido e pego as minhas coisas, torcia internamente para que ela estivesse no carro e ainda bem que sim. Ouço ela destravar o carro e assim que entro, ela desvia o olhar.

Eu sabia que ela estava mal, mas não queria que ela se preocupasse com isso. Respiro fundo e deixo ela chorar, eu sei que para conseguir conversar com ela nesse momento eu precisava deixa-la respirar. Dou partida no carro, a nossa casa ficava um pouco longe da arena, então o caminho seria longo.

Até metade do caminho ouvia o choro de S/n, aquilo já estava me matando por dentro. Resolvo parar o carro e a puxo para um abraço. Ficamos alguns minutos ali até ela se afastar e me olhar.

- 𝘞𝘢𝘯𝘵 𝘵𝘰 𝘵𝘢𝘭𝘬, 𝘣𝘢𝘣𝘺? (𝘲𝘶𝘦𝘳 𝘤𝘰𝘯𝘷𝘦𝘳𝘴𝘢𝘳, 𝘢𝘮𝘰𝘳?) - Pergunto e faço um carinho no seu rosto.

- 𝘐 𝘥𝘪𝘥𝘯'𝘵 𝘦𝘹𝘱𝘦𝘤𝘵 𝘵𝘩𝘢𝘵, 𝘐 𝘧𝘦𝘭𝘵 𝘴𝘢𝘥. 𝘐𝘵 𝘪𝘴 𝘮𝘺 𝘥𝘳𝘦𝘢𝘮 𝘵𝘰 𝘣𝘦 𝘢 𝘮𝘰𝘵𝘩𝘦𝘳, 𝘺𝘰𝘶 𝘢𝘳𝘦 𝘢𝘭𝘳𝘦𝘢𝘥𝘺 𝘢 𝘧𝘢𝘵𝘩𝘦𝘳 𝘢𝘮𝘥 𝘩𝘢𝘷𝘦 𝘵𝘩𝘢𝘵 𝘦𝘹𝘱𝘦𝘳𝘪𝘦𝘯𝘤𝘦 (𝘦𝘶 𝘯𝘢̃𝘰 𝘦𝘴𝘱𝘦𝘳𝘢𝘷𝘢 𝘢𝘲𝘶𝘪𝘭𝘰, 𝘮𝘦 𝘴𝘦𝘯𝘵𝘪 𝘵𝘳𝘪𝘴𝘵𝘦. 𝘦́ 𝘮𝘦𝘶 𝘴𝘰𝘯𝘩𝘰 𝘴𝘦𝘳 𝘮𝘢̃𝘦, 𝘷𝘰𝘤𝘦̂ 𝘫𝘢́ 𝘦́ 𝘱𝘢𝘪 𝘦 𝘵𝘦𝘮 𝘢 𝘦𝘹𝘱𝘦𝘳𝘪𝘦̂𝘯𝘤𝘪𝘢) - Ela diz e eu a puxo para os meus braços.

- 𝘓𝘰𝘷𝘦, 𝘣𝘶𝘵 𝘺𝘰𝘶 𝘤𝘢𝘯 𝘣𝘦 𝘢 𝘮𝘰𝘵𝘩𝘦𝘳. 𝘞𝘦 𝘤𝘢𝘯 𝘢𝘥𝘰𝘱𝘵, 𝘺𝘰𝘶 𝘸𝘰𝘯'𝘵 𝘣𝘦 𝘭𝘦𝘴𝘴 𝘰𝘧 𝘢 𝘮𝘰𝘵𝘩𝘦𝘳 𝘧𝘰𝘳 𝘪𝘵 𝘢𝘯𝘥 𝘐 𝘸𝘰𝘯'𝘵 𝘣𝘦 𝘭𝘦𝘴𝘴 𝘰𝘧 𝘢 𝘧𝘢𝘵𝘩𝘦𝘳 (𝘢𝘮𝘰𝘳, 𝘮𝘢𝘴 𝘷𝘰𝘤𝘦̂ 𝘱𝘰𝘥𝘦 𝘴𝘦𝘳 𝘮𝘢̃𝘦. 𝘗𝘰𝘥𝘦𝘮𝘰𝘴 𝘢𝘥𝘰𝘵𝘢𝘳, 𝘷𝘰𝘤𝘦̂ 𝘯𝘢̃𝘰 𝘴𝘦𝘳𝘢́ 𝘮𝘦𝘯𝘰𝘴 𝘮𝘢̃𝘦 𝘱𝘰𝘳 𝘪𝘴𝘴𝘰 𝘦 𝘯𝘦𝘮 𝘦𝘶 𝘮𝘦𝘯𝘰𝘴 𝘱𝘢𝘪) - Digo e ela afunda sua cabeça no meu pescoço.

- 𝘞𝘰𝘶𝘭𝘥 𝘺𝘰𝘶 𝘢𝘤𝘤𝘦𝘱𝘵 𝘢 𝘵𝘰 𝘢𝘥𝘰𝘱𝘵 𝘢 𝘤𝘩𝘪𝘭𝘥? (𝘷𝘰𝘤𝘦̂ 𝘢𝘤𝘦𝘪𝘵𝘢𝘳𝘪𝘢 𝘢𝘥𝘰𝘵𝘢𝘳 𝘶𝘮𝘢 𝘤𝘳𝘪𝘢𝘯𝘤̧𝘢?) - Ela pergunta e eu sorrio.

- 𝘖𝘣𝘷𝘪𝘰𝘶𝘴, 𝘢𝘯𝘰𝘵𝘩𝘦𝘳 𝘮𝘦𝘮𝘣𝘦𝘳 𝘰𝘧 𝘑𝘢𝘮𝘦𝘴' 𝘨𝘢𝘯𝘨 (𝘰́𝘣𝘷𝘪𝘰, 𝘮𝘢𝘪𝘴 𝘶𝘮 𝘪𝘯𝘵𝘦𝘨𝘳𝘢𝘯𝘵𝘦 𝘥𝘢 𝘨𝘢𝘯𝘨𝘶𝘦 𝘥𝘰 𝘑𝘢𝘮𝘦𝘴) - Falo e ela solta uma risada alta.

- 𝘐 𝘭𝘰𝘷𝘦 𝘺𝘰𝘶 𝘑𝘢𝘮𝘦𝘴 (𝘦𝘶 𝘵𝘦 𝘢𝘮𝘰 𝘑𝘢𝘮𝘦𝘴) - Ela diz e eu fecho a cara.

- 𝘞𝘩𝘺 𝘥𝘪𝘥 𝘺𝘰𝘶 𝘤𝘢𝘭𝘭 𝘮𝘦 𝘑𝘢𝘮𝘦𝘴? (𝘱𝘰𝘳 𝘲𝘶𝘦 𝘮𝘦 𝘤𝘩𝘢𝘮𝘰𝘶 𝘥𝘦 𝘑𝘢𝘮𝘦𝘴?) - Pergunto e S/n segura o riso.

- 𝘐𝘴𝘯'𝘵 𝘵𝘩𝘢𝘵 𝘺𝘰𝘶𝘳 𝘯𝘢𝘮𝘦? (𝘴𝘦𝘶 𝘯𝘰𝘮𝘦 𝘯𝘢̃𝘰 𝘦́ 𝘦𝘴𝘴𝘦) - Ela me responde.

- 𝘈𝘳𝘦 𝘺𝘰𝘶 𝘫𝘦𝘢𝘭𝘰𝘶𝘴 𝘰𝘧 𝘵𝘩𝘦 𝘫𝘰𝘶𝘳𝘯𝘢𝘭𝘪𝘴𝘵? (𝘧𝘪𝘤𝘰𝘶 𝘤𝘰𝘮 𝘤𝘪𝘶́𝘮𝘦𝘴 𝘥𝘢 𝘫𝘰𝘳𝘯𝘢𝘭𝘪𝘴𝘵𝘢?) - Falo e S/n fecha a cara.

- 𝘐 𝘥𝘪𝘥 𝘯𝘰𝘵 (𝘯𝘢̃𝘰 𝘧𝘪𝘲𝘶𝘦𝘪) - S/n estremece quando levanto seu vestido e repouso a minha mão em cima da sua intimidade.

- 𝘊𝘦𝘳𝘵𝘢𝘪𝘯𝘵𝘺? (𝘤𝘦𝘳𝘵𝘦𝘻𝘢?) - Falo e afasto sua calcinha.

- 𝘠-𝘺𝘦𝘴 (𝘴-𝘴𝘪𝘮) - Ela diz e suspira ao sentir meus dedos passando pela sua intimidade.

Começo a estimular o clitóris de S/n sentindo sua boceta molhar os meus dedos, ela fecha os olhos sentindo o prazer tomar conta. Como estávamos em um lugar isolado, não tinha perigo de alguém ver. S/n afasta um pouco o banco e eu introduzo o meus dedos fazendo a boceta dela apertar os meus dedos. Distribuo mordias pelo seu pescoço e S/n solta um gemido alto.

S/n aperta seus seios com força quando começo a estocar forte na sua boceta, ela apertava os biquinhos do seio e jogava a cabeça para trás. Era uma cena perfeita vê-la sendo fodida pelos meus dedos. Os seus gemidos serviam de trilha sonora, sua boceta piscava com meus dois dedos fodendo com força.

S/n revira os olhos e eu sorrio aprofundando os meus dedos, ser jogador de basquete tem várias vantagens. S/n aperta seus seios com mais força e eu acelero os movimento dos meus dedos e ela solta um gemido alto. Podia sentir que seu orgasmo estava próximo, ela sorri e me olha.

- 𝘐 𝘸𝘢𝘯𝘵 𝘺𝘰𝘶𝘳 𝘥𝘪𝘤𝘬 𝘪𝘯𝘴𝘵𝘦𝘢𝘥 𝘰𝘧 𝘺𝘰𝘶𝘳 𝘧𝘪𝘯𝘨𝘦𝘳𝘴, 𝘣𝘢𝘣𝘺 (𝘲𝘶𝘦𝘳𝘰 𝘴𝘦𝘶 𝘱𝘢𝘶 𝘯𝘰 𝘭𝘶𝘨𝘢𝘳 𝘥𝘰𝘴 𝘴𝘦𝘶𝘴 𝘥𝘦𝘥𝘰𝘴, 𝘢𝘮𝘰𝘳) - Ela diz e eu sorrio.

- 𝘑𝘶𝘴𝘵 𝘴𝘪𝘵 𝘥𝘰𝘸𝘯, 𝘩𝘰𝘵𝘵𝘪𝘦 (𝘴𝘰́ 𝘴𝘦𝘯𝘵𝘢𝘳, 𝘨𝘰𝘴𝘵𝘰𝘴𝘢) - Falo e S/n sai do banco e eu afasto um pouco o meu banco. Ela senta e encaixa meu pau na boceta apertada dela - 𝘕𝘰 𝘮𝘢𝘵𝘵𝘦𝘳 𝘩𝘰𝘸 𝘮𝘶𝘤𝘩 𝘐 𝘧𝘶𝘤𝘬 𝘺𝘰𝘶, 𝘺𝘰𝘶'𝘳𝘦 𝘴𝘵𝘪𝘭𝘭 𝘵𝘪𝘨𝘩𝘵 (𝘯𝘢̃𝘰 𝘪𝘮𝘱𝘰𝘳𝘵𝘢 𝘰 𝘲𝘶𝘢𝘯𝘵𝘰 𝘦𝘶 𝘵𝘦 𝘧𝘰𝘥𝘢, 𝘷𝘰𝘤𝘦̂ 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘪𝘯𝘶𝘢 𝘢𝘱𝘦𝘳𝘵𝘢𝘥𝘢) - Falo e ela sorri.

S/n começa a se movimentar rapidamente, sentia meu pau ser esmagado pela boceta dela. Reviro os olhos sentindo ela sentar com força me tirando gemidos roucos, acerto um tapa na bunda dela e ela geme.

Mordo o biquinho do seio dela arrancando um suspiro. S/n revira seus olhos quando sente meus dedos em seu clitóris. Acerto um outro tapa na sua bunda.

Minha namorada fazia movimentos rápidos, sua boceta pulsava e isso a deixava mais excitada. Travo sua cintura e agora eu comandava suas sentadas, começo a socar com força e os gemidos de S/n intensificaram, batia na bunda da minha mulher como se fosse uma bola de basquete.

Sabia que ela amava isso, estocava com rapidez e assim que sinto seu orgasmo se aproximar eu desacelero, S/n me olha brava.

- 𝘞𝘢𝘴 𝘫𝘦𝘢𝘭𝘰𝘶𝘴? (𝘦𝘴𝘵𝘢𝘷𝘢 𝘤𝘰𝘮 𝘤𝘪𝘶́𝘮𝘦𝘴?) - Estoco devagar e ela choraminga.

- 𝘕𝘰𝘵... - Tiro meus dedos do seu clitóris - 𝘉𝘢𝘣𝘺... - Ela esfregava a boceta no meu pau.

- 𝘑𝘶𝘴𝘵 𝘢𝘥𝘮𝘪𝘵 𝘪𝘵 𝘢𝘥𝘮𝘪𝘵 𝘪𝘵 𝘢𝘯𝘥 𝘐'𝘭𝘭 𝘮𝘢𝘬𝘦 𝘺𝘰𝘶 𝘤𝘶𝘮 (𝘴𝘰́ 𝘢𝘥𝘮𝘪𝘵𝘪𝘳 𝘦 𝘦𝘶 𝘵𝘦 𝘧𝘢𝘤̧𝘰 𝘨𝘰𝘻𝘢𝘳) - Falo e ela morde o lábio.

- 𝘐 𝘢𝘥𝘮𝘪𝘵 𝘪𝘵, 𝘣𝘶𝘵 𝘐 𝘬𝘯𝘰𝘸 𝘺𝘰𝘶 𝘸𝘰𝘶𝘭𝘥 𝘯𝘦𝘷𝘦𝘳 𝘭𝘦𝘢𝘷𝘦 𝘮𝘦 (𝘦𝘶 𝘢𝘥𝘮𝘪𝘵𝘰, 𝘮𝘢𝘴 𝘴𝘦𝘪 𝘲𝘶𝘦 𝘷𝘰𝘤𝘦̂ 𝘫𝘢𝘮𝘢𝘪𝘴 𝘮𝘦 𝘵𝘳𝘰𝘤𝘢𝘳𝘪𝘢) - Ela diz e eu sorrio.

Sem falar nada volto a estocar a boceta de S/n com força. Ela solta um gritinho de surpresa e revira os olhos, volto a estimular seu clitóris com agilidade. Não é à toa que rodamos a bola na ponta dos dedos. Acelero as estocadas indo fundo na boceta dela e sinto meu pau ser apertado pelo interior.

S/n geme alto quando atinge seu clímax, mas ela continua sentando com força. Estoco mais fundo e ela geme, estava tendo mais um orgasmo e eu acelero minhas estocadas e sinto o líquido de S/n molhar minha coxa.

Ela estava tendo um squirt. Ela sorri quando percebe e logo eu solto um gemido rouco enchendo a boceta de S/n de porra.

Ela deita a cabeça no meu ombro e eu faço um carinho nas suas costas. Beijo ela, um beijo carinhoso e cheio de afeto, nossas línguas dançavam em sincronia, encerramos o beijo com selinhos e ela descansa a cabeça no meu ombro.

- 𝘔𝘢𝘳𝘳𝘺 𝘮𝘦, 𝘣𝘢𝘣𝘺? (𝘤𝘢𝘴𝘢 𝘤𝘰𝘮𝘪𝘨𝘰, 𝘢𝘮𝘰𝘳?) - S/n me olha surpresa e sorri.

- 𝘠𝘦𝘴, 𝘭𝘰𝘷𝘦 (𝘴𝘪𝘮, 𝘢𝘮𝘰𝘳) - Ela diz e eu a beijo novamente.

- 𝘐 𝘭𝘰𝘷𝘦 𝘺𝘰𝘶 𝘴𝘰 𝘮𝘶𝘤𝘩, 𝘱𝘳𝘦𝘵𝘢 (𝘦𝘶 𝘵𝘦 𝘢𝘮𝘰 𝘮𝘶𝘪𝘵𝘰, 𝘱𝘳𝘦𝘵𝘢) - S/n sorri. Ela tinha me ensinado alguns apelidos carinhosos em português.

- 𝘐 𝘭𝘰𝘷𝘦 𝘺𝘰𝘶 𝘴𝘰 𝘮𝘶𝘤𝘩, 𝘱𝘳𝘦𝘵𝘰 - Ela diz e eu sorrio.

Agora vamos aumentar a família. Faria questão de dividir o sonho da minha mulher de ser mãe.

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𝐏𝐞𝐝𝐢𝐝𝐨 𝐝𝐞: 44amil 𝐞𝐬𝐩𝐞𝐫𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐠𝐨𝐬𝐭𝐞, 𝐟𝐥𝐨𝐫!

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𝗩𝗼𝘁𝗲𝗺 𝗲 𝗰𝗼𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲𝗺, 𝗽𝗼𝗿 𝗳𝗮𝘃𝗼𝗿
𝗔𝘁𝗲́ 𝗮 𝗽𝗿𝗼́𝘅𝗶𝗺𝗮
𝗕𝗲𝗶𝗷𝗶𝗻𝗵𝗼𝘀

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