𝟏𝟐𝟕. 🇧🇷𝐆𝐚𝐛𝐫𝐢𝐞𝐥 𝐁𝐚𝐫𝐛𝐨𝐬𝐚

Tema: Gabigol indo ver um jogo de vôlei da S/n

Aviso: eu juntei dois pedidos porque eram bem parecidos, mas se as duas quiserem eu faço separado

E olha , fiz uma mini maratona para vocês, minhas amoras! E queria convidá-las para lerem as minhas fanfics: "Coração de vilã" e "Safira"

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Gabriel point of view

Hoje tem jogo na superliga feminina de vôlei e o Flamengo está disputando o título. A minha namorada vai jogar, porém nosso namoro ainda é segredo porque é recente. E além disso, queria evitar que os haters atacassem a S/n por causa da minha ex.

Mas hoje o dia seria todo dela, ela joga pelo time feminino de vôlei e é a maior pontuadora da competição. Tenho muito orgulho dela e vou torcer muito para que ela faça vários pontos, sei que ela vai dedicar todos para mim mais tarde.

Gerson, Arrascaeta, Pedro, Matheuzinho e Marinho vieram de intrometidos. Eu não convidei, mas eles disseram que queriam apoiar as meninas. Então todos vamos sentar juntos e ver o jogo.

Chego no estádio onde será o jogo, vejo que Gerson e Matheuzinho já chegaram. Vou em direção à eles e me sento, vejo a minha mulher aquecendo junto com as meninas.

― E ai, parça ― Cumprimento o Gerson.

― E ai cria ― Ele responde.

― Tá olhando o que Matheuzinho? ― Pergunto e ele me olha.

― A S/n batendo na bola, certeza que ela desmaia um só com um tapa desse ― Ele diz e ouço o estralo dela batendo na bola.

― Nem me fale, a minha bunda tá doendo pelos tapas que ela me dá ― Sussurro baixo e o Gerson me olha.

― Tá resmungando o que?

― Nada não, cadê o resto? ― Pergunto.

― O Pedro foi no culto da manhã, mas disse que já tá vindo ― Ele diz e vejo o Pedro chegando ― O Marinho foi no banheiro e o Arrasca comprar água.

― A paz de Cristo ― Pedro diz e soltamos uma risada.

― Já acabou o culto, irmão ― Falo rindo.

― Gente, é melhor cês não irem no banheiro ― Marinho diz e olhamos confuso para ele.

― Por que? ― Gerson pergunta.

― Mano, alguien entupiu o bañero ― Arrasca diz chegando na rodinha ― Passei para lavar as minhas manos e tá fuerte a catinga.

― Foi tu, né? ― Pergunto e Marinho arregala os olhos.

― Fala baixo, rapaz! Já tava assim quando cheguei ― Ele se senta.

― Não tava não, eu usei o banheiro e não tinha cheiro algum ― Gerson diz e Marinho fuzila ele com o olhar.

― Vai lá benzer o bañeiro Pedro, aquele cheiro no es normal ― Arrasca diz fazendo a gente rir.

― O culto já acabou, deixa como tá ― Pedro diz.

Soltamos uma risada e logo vejo as luzes piscarem. A apresentação das jogadoras vai começar, abro um sorriso vendo a minha garota na tela e como a pontuadora da competição.

O jogo seria Flamengo X Cruzeiro, estou torcendo para a minha namorada macetar. Elas se cumprimentam e a minha mulher fala com o arbitro, ela é a capitã do time.

― VAI AMOR ― Grito e os meninos me olham.

― Amor? ― Gerson pergunta.

― Cês estão namorando? ― Marinho pergunta.

― Yo sabia que lo sumiço deles da resenha tinha algo ― Arrasca diz e eu sorrio.

― Falando nisso, perdão Matheuzinho ― Falo e ele me olha confuso.

― Pelo que? ― Abro um sorriso de canto ― VOCÊS TRANSARAM NA MINHA CAMA? ― Ele grita e as pessoas nos olham.

― Cala boca porra ― Acerto um tapa na cabeça dele.

― Por isso que estava uma bagunça ― El nega com a cabeça ― E os lençóis molhados ― Ele choraminga.

Os meninos soltam uma risada e alguém manda a gente calar a boca. Fico sério e vejo o jogo começar, S/n começa sacando e logo de cara marca o primeiro ponto da partida.

Abro um sorriso, elas comemoram e a minha mulher volta para o saque, a bola não cai, mas ela marca o ponto de ataque.

Minha mulher é foda, me empolgo e torço por ela. Vejo ela voltando para o saque e me lançar uma piscadinha, essa mulher me deixa de quatro.

S/n defende, ataca e saca e eu acompanhava todos os movimentos dela. O primeiro set já era do Flamengo e a minha mulher já tinha feito 13 pontos.

Eu disse que ela é foda, o Flamengo já estava com a vantagem, o match point era nosso. A mulher saca e marca o último ponto, Flamengo vence o primeiro set e eu comemoro.

― Minha mulher é foda ― Digo orgulhoso.

― Para de falar foda que me lembra o que vocês fizeram ― Matheuzinho choraminga.

― Tu precisa foder pra esquecer ― Gerson diz.

― Que assunto é esse? ― Pedro nega com a cabeça.

― Cê é virgem ainda? ― Gerson pergunta e olhamos para ele ― Que foi? Cês nunca tiveram essa dúvida?

― Mano, o cara é varão e cê falando isso ― Nego com a cabeça.

― E isso proíbe ele de enfiar a vara em alguém, oxe? ― Marinho diz e soltamos uma risada.

― Chega desse assunto, cambada de desviado ― Pedro diz vermelho.

Soltamos uma risada, Arrascaeta sai para comprar pipoca e o mão de vaca comprou um saquinho só. Vejo um pessoal vindo do banheiro e cobrindo o nariz, Gerson e eu soltamos uma risada e o Marinho se encolhe de vergonha.

As jogadoras voltam para a partida e eu abro um sorriso vendo a S/n concentrada tão linda e minha. Ela me olha e sorri, faço o mesmo e mando um beijinho para ela. Se antes era secreto, agora todo mundo sabia.

O segundo set começa com a minha mulher pontuando. As mãos da S/n são uma benção para umas coisas e um terror para outras, se é que me entendem.

Minha bunda sofria quando ela resolvia bater, eu vi hoje de manhã os cinco dedos dela marcado na minha bundinha durinha.

Vejo o Matheuzinho pedindo pipoca pro Arrasca e ele nega, o Gerson empurra eles e a pipoca cai no chão.

― Minha pipoca, seu arrombado ― Arrascaeta fala em um português perfeito.

― Pra falar palavrão nem o sotaque aparece né gringo ― Falo rindo.

― Yo voy buscar más ― Ele sai.

O jogo ia desenrolando e a minha mulher só pontuando. Vejo uma jogadora provocando a S/n e a minha mulher manda um beijinho em forma de deboche para a garota.

S/n pontua em cima dela e ela foi para cima da minha garota, sei que a minha mulher não é de briga. Eu até teria medo com aquela não.

― A mulher não tem medo de morrer? O estralo que a bola faz quando a S/n pontua ― Matheuzinho diz indignado.

― VAI AMOR, NÃO DEITA NÃO ― Grito e puxo a torcida junto.

― S/N, S/N, S/N, S/N ― Todo mundo grita.

― S/N, S/N ― Arrascaeta grita passando pela multidão.

Minha namorada pontua mais uma vez em cima dela e manda beijinho. Essa é debochada, pior que eu nem posso falar nada. O segundo set se encerra com 15 pontos da minha mulher.

Ela me manda beijo e eu faço um coração, finalmente estávamos assumindo nosso relacionamento. Sinto vontade de ir ao banheiro, mas me lembro da bomba que o Marinho deixou e seguro à vontade.

― Dá pipoca ai ― Peço pro Arrasca e ele nega.

― No, vá compra ― Ele diz.

― Tomara que caia tudo no chão ― Praguejo.

O terceiro set começa, uma criança corre e esbarra na mão do Arrascaeta fazendo a pipoca cair. Soltamos uma risada e ele fecha a cara.

S/n corre e impede da bola cair no chão, levanto e grito por ela. O Flamengo liderava o set com tranquilidade, porém gritava e torcia igual.

―Jogadora gostosa essa tal de S/n ― Um cara da arquibancada fala.

― Repete vagabundo ― Encaro ele.

― O que foi? Ela é gostosa mesmo ― Ele abre um sorriso.

Vou pra cima, mas os meninos me seguram. Vejo que o jogo parou e S/n me olhava atentamente, até as câmeras me filmavam. Olho para S/n e ela nega com a cabeça, respiro fundo e olho para o desgraçado.

― Se você falar assim da minha mulher mais uma vez, eu te faço engolir os dentes ― Ameaço e ele se encolhe.

Ele se afasta da gente e faço um sinal de positivo para o jogo recomeçar. O Cruzeiro até tentou, mas a S/n marcou quatro pontos de ataques seguidos. Grito por ela e puxo a torcida junto.

(...)

O jogo se encerra, o Flamengo vence por 3 sets a 0. A minha mulher marcou 43 pontos na partida e ganhou o troféu de jogadora da partida, ela sorri e aponta para mim na arquibancada.

A câmera foca em mim, ela corre na minha direção e eu abraço ela com força. Ela me dá um selinho longo e eu abro um sorriso. Ela acena para os meninos.

― Os pontos foram para você, meu amor ― Ela faz um carinho na minha barba.

― Obrigado, vida, eu te amo ― Dou mais um selinho nela ― Você já pode ir?

― Eu também te amo ―  Ela sorri ―  Já, eu vou só tomar um banho ― Ela diz e eu sorrio.

― Falando nisso, você deixa eu usar o banheiro do vestiário?

― Gabriel, nós não vamos transar no vestiário novamente ― Ela revira os olhos.

― Em quantos lugares vocês já transaram? ― Matheuzinho pergunta indignado.

― A procriação é aceita pela bíblia não é? ― Gerson pergunta.

― Gerson é melhor você calar a boca ― Falo e ele fecha a cara.

― Por que quer usar o banheiro do vestiário? ― S/n pergunta.

― Porque o Marininho solto una bomba no bañero dos visitantes ― Arrascaeta explica.

― Meu Deus ― Ela ri.

― Certeza que no es cosa de Dios ― Arrascaeta fala e soltamos uma risada.

― Tudo bem, marrentinho, você pode usar o banheiro ― Ela diz e eu suspiro aliviado.

Fomos em direção ao vestiário e sim, transamos lá.

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Pedido de: pamisblack e Lina22398 espero que gostem, flores!

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Votem e comentem
Até a próxima
Beijinhos

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