feliz natal ➤ steve rogers
Feliz natal? KKKKKKKKKKKK
Do nada achei esse imagine perdido aqui nos rascunhos (não me lembro de ter escrito ele). Com toda certeza deveria ter postado ele no natal, mas o que são três meses de atraso, não?
Enfim, relembrem a magia do natal com esse imagine, e finjam que estamos em dezembro.
. . .
Chegava a ser incrível o modo como a cidade de Nova York transformava-se com a chegada do Natal, adquirindo a sua típica vibe natalina com direito a períodos de nevascas leves durante o dia e as decorações surpreendentes espalhadas por todas as lojas e praças da metrópole de um bairro a outro. Nesse período, a Times Square ficava mais movimentada do que nunca, recebendo turistas de todas as partes do mundo de coração aberto, visando o lucro com as vendas e os espetáculos. Resumidamente: Nova York poderia facilmente ser definida como o lugar perfeito para suas comemorações natalinas.
Ademais, apesar de todas as tentações que a cidade que nunca dorme tinha a oferecer para os seus visitantes e para os moradores natos, a jovem S/N S/S e o tão famoso Steve Rogers, vulgo Capitão América, optaram por permanecer dentro do conforto da casa do homem, sem qualquer tipo de interrupção externa ou alvoroço habitual da data comemorativa. Nesse Natal, o casal desejava apenas um pouco de privacidade, coisa que o tão conhecido Steve Rogers raramente possuía em sua vida de super-herói, ainda mais agora, após oficializar um relacionamento sério com uma... digamos que mulher "simples demais".
Chegava a ser cômico o fato que as pessoas realmente pensavam que opiniões alheias seriam capazes de corromper ou diminuir o amor que Steve Rogers sentia por S/N — amor esse que, felizmente, era recíproco. Steve mal se importava com o fato de que S/N era uma mulher "normal" e que ele era um super soldado centenário com as mais diversas habilidades distintas de luta e afins, já que o amor entre ambos era suficiente para abalar qualquer barreira que os impedissem de ficar juntos. E, cá estão eles, juntos e felizes e mais do que prontos para passar o primeiro Natal um na companhia do outro enquanto namorados.
Como cronograma da noite, S/N optou pela sua comédia romântica natalina preferida do momento, um filme chamado Missão Presente de Natal. Para acompanhar, a mulher assou cookies na companhia do próprio Steve, o que rendeu uma cozinha bagunçada ao extremo para ser limpada apenas na manhã do dia seguinte. Além disso, o casal também preparou uma quantidade quase que exagerada de chocolate quente com o intuito de se manter aquecidos e alimentados pelo resto da noite.
Quando o relógio marcou onze horas em ponto e as festividades da véspera natalina aconteciam a todo o vapor na Times Square segundo os noticiários na televisão, S/N foi até a sala e fechou as cortinas, abafando o pulsar das luzes natalinas que ela e Steve haviam instalado na varanda dias antes. Enquanto isso, Rogers já havia se apossado do controle da televisão e procurava pelo filme antes dito por S/N na barra de pesquisas da Netflix, segurando uma xícara fumegante de chocolate quente na sua mão livre, sentado de modo confortável no espaçoso sofá da sala.Steve vestia calças de moletom confortáveis e uma camiseta branca que ficava levemente justa em seu torso e músculos aparentes, e, apesar do frio lá fora, Steve Rogers claramente havia suportado temperaturas mais extremas. S/N, por sua vez, usava calças de moletom com algumas estampas natalinas e um moletom preto básico, montando seu look à moda Natal dentro de casa.
— Pronto. — anunciou Steve ao encontrar o filme escolhido. Ele virou-se para trás na esperança de encontrar S/N ali, esperando-o, mas ela havia sumido. — Amor?
Segundo depois, S/N adentrou a sala quase que saltitando, enquanto segurava duas toucas típicas do papai noel, uma em cada mão. Steve já imaginava o que estava por vir.
— O que...
Antes que Rogers pudesse questionar, S/N parou em sua frente e, na ponta dos pés, colocou uma das toucas na cabeça de Steve, enquanto o mesmo permanecia imóvel.
— Feliz Natal. — a mulher disse, sorrindo, enquanto colocava a outra touca em sua própria cabeça.
— Ok, então. — Steve riu, ajustando a sua touca com uma das mãos. — Feliz Natal.
S/N sorriu e sentou-se no colo de Steve, escorando seus cotovelos nos ombros do homem enquanto aproximava seu rosto do dele para distribuir um beijo moderadamente demorado em seus lábios.
— Pronto para o filme? — S/N sussurrou ao encerrar o beijo, seu hálito quente batendo diretamente contra os lábios entreabertos de Steve.
Rogers, por sua vez, desviou seu olhar ladino do rosto de S/N descaradamente para a boca da mesma, fazendo questão de que a mulher estava acompanhando todos os seus movimentos meramente calculados. Por fim, Steve sorriu de modo astuto e retornou a encarar diretamente os olhos de S/N, fazendo com que a mesma perdesse o fôlego por alguns instantes.
— P-pronto para o... — a mulher repetiu a mesma fala de antes, sentindo-se desestruturada e até um pouco envergonhada após o flerte descarado de Steve. Rogers costumava ser mais gentil do que imoral, ou seja, quando esse tipo de coisa acontecia, S/N sentia-se completamente rendida ao homem. Porém, antes que ela pudesse completar a sua fala, os lábios de Steve atacaram os seus com extrema velocidade e desejo, como se ambos não se beijassem há tempos. S/N imediatamente retribuiu ao beijo ardente, elevando uma de suas mãos até a mandíbula de Steve, segurando-o. Steve, por sua vez, ergueu sua mão livre até a lateral do pescoço de S/N, deslizando seus dedos pela pele sensível e eriçada da mesma. Quando ambos já haviam perdido o fôlego, o beijo encerrou-se, dando espaço para que Steve atacasse com mais um de seus olhares fatais na direção de S/N. Dessa vez ela riu, enquanto Steve obrigava-se a fazer o mesmo.
— Venha. — S/N falou, retirando sua mão da mandíbula de Rogers. — O chocolate quente vai esfriar.
Steve concordou e, ainda sorrindo, ajudou S/N a se desvencilhar do seu colo, mesmo que no fundo não quisesse fazer isso. Por fim, a mulher puxou uma coberta fofinha, cobriu a si mesma e a Steve e, pegando o controle da televisão no braço do sofá, deu play no filme. Enquanto os créditos iniciais começavam, Steve finalizou de uma vez por todas a sua xícara de chocolate quente, agora já morno pela demora. Ele largou a xícara vazia no porta copos no braço do sofá ao seu lado e passou um dos braços por cima dos ombros de S/N, puxando-a para perto de si. A mulher logo tratou de aconchegar-se contra o corpo de Steve, sentindo-se genuinamente acolhida, sentindo o cheiro amadeirado de sabonete e loção pós barba que emanava do corpo do namorado. Em suma, o filme finalmente começou, e, foi nesse momento que Steve percebeu que não havia qualquer outro lugar no mundo que ele preferisse estar se não ali, ao lado de S/N. Rogers sorriu com o pensamento, enquanto os primeiros fogos de artifício começavam a estourar ao longe, mascarados pelo som alto das primeiras falas dos personagens do filme.
— Eu te amo. — ele sussurrou próximo ao ouvido de S/N, percebendo o exato momento em que a mesma arrepiou-se em resposta ao tom rouco da sua voz.
— Eu também te amo. — S/N respondeu, convicta, aconchegando-se mais contra o corpo relaxado do homem.
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