É claro que te quero, baby!

Olá, essa é a minha primeira e última fanfic de Changlix. Sempre quis escrever, talvez não esteja as mil maravilhas, mas é o que temos para hoje. Tenho esse plot desde o ano passado e não me sentia confortável para postar, fiz algumas pequenas modificações e ficou levemente melhor. Me desculpe qualquer erro e espero que gostem, talvez saia um extra, mas não será agora.

Em todas as fanfics que li, betas não podem engravidar e não tem lubrificação natural, mas optei em fazer uma coisa diferente. Quase o coloquei sendo ômega, mas o Felix combina com beta, então só permaneceu. Mas cada fanfic é diferente da outra e na minha será assim!

💞🐥🐷


Lee Yongbok - Felix, para os íntimos - é um beta casado com um lúpus alfa, Seo Changbin. Conheceu o alfa por amigos em comum no terceiro semestre da faculdade. Félix e Seo se tornaram amigos rapidamente e ele se apaixonou por Changbin sem saber que os sentimentos eram recíprocos. Conheceu os amigos do mais velho e, entre eles, estava Han Jisung, outro alfa. Ele não era denominado como lúpus, mas tinha uma aura que marcava presença e era extremamente bonito.

Felix e Han tornaram-se grandes amigos e, sempre que este precisava de uma palavra de sabedoria ou de um abraço para chorar, o outro estava lá para ajudar. Eram quase irmãos de outra mãe. Apesar de Jisung e Changbin serem alfas, eles eram bem coração mole quando se tratava de determinados assuntos e pessoas em especial. Eles não seguem o arquétipo de alfas frios, ignorantes, que carregam diversos traumas e cujo comportamento decorre desse fato.

Já era a terceira semana que Felix saia com um choroso Han Jisung. Em suma, Lee Minho, o ômega do Han, terminou o relacionamento de três anos que tinham. A separação foi por motivos bastante insignificantes e Minho estava bastante irritado com seu companheiro, no entanto, são extremamente orgulhosos, o que não ajudava a situação. Apesar de seus lobos sentirem muito a dor de estarem distantes um do outro, eles ainda mantinham o orgulho. Mas como falam por aí, Minho não pode viver sem Jisung e o Han também não pode viver sem o Lee. Logo tudo se resolve.

Temos um Han que está triste e um Lee que está estressado por escutar a mesma coisa e saber que o alfa na sua frente era inseguro e um pouco apavorado para lidar com Minho. Sempre que o outro se queixava, o beta tomava uma dose de tequila. O loiro não estava totalmente insatisfeito, mas, estava cansado da situação e apenas queria que os amigos chegassem a uma solução rápida.

Embora Felix aguente bebidas fortes, nessa situação ele ficou alterado. Optaram por deixar o automóvel no estacionamento do bar e tomar um táxi para casa, em termos de segurança. Morando no mesmo edifício, as despesas foram reduzidas, não tardaram a chegar e subir para seus apartamentos. Jisung ficou grato quando o elevador parou no oitavo andar. Felix, então, foi para o décimo primeiro.

Até aquele ponto, tudo estava tranquilo para o Lee. Retirou os sapatos na entrada e foi para a cozinha. Ao chegar lá, viu Changbin de costas, cozinhando. Felix babava ao olhar para o esposo e foi na sua direção, como se estivesse no cio. Um cio totalmente inesperado.

Changbin ergueu o rosto quando um tênue aroma de chocolate penetrou as suas narinas. Sentiu os braços de Lee ao redor de sua cintura e os pelos de sua nuca se arrepiaram quando o outro passou o nariz por ali. Seo sorriu, percebendo o quanto Félix estava excitado. O cheiro dele já começava a se intensificar, inundando todo o ambiente. Desligou o fogo e sentiu uma mão curiosa, mas nem tanto, de seu beta, descendo em direção ao cós da cueca e adentrando a mesma, segurando seu membro que começava a acordar.

Changbin soltou um suspiro baixo e ouviu a voz mais rouca que o normal do outro, próxima ao seu ouvido.

— Binnie, você é tão gostoso! Você me quer?

Changbin sorriu e Felix começou a bombardear o pênis do marido, que gemeu baixo e jogou a cabeça para o lado, dando espaço para o Lee beijá-lo ali.

— Óbvio que eu te quero, quero muito, baby! – Changbin respondeu quando se virou.

Levantou o Lee pelas nádegas e o conduziu até o balcão. Jamais negaria isso ao seu amor, principalmente quando ele estivesse desejando seu corpo. Changbin ama quando Felix é aleatório assim! Beijaram-se apaixonados, Yongbok gemia baixinho enquanto sentia as mãos do marido percorrer o seu corpo. Betas não tem tanta lubrificação natural, como os ômegas, por exemplo, mas era o suficiente e o mesmo estava tão excitado que escorria por suas pernas e sujava o balcão.

Changbin fitou Lee nos olhos e percebeu que suas íris ficaram num tom lilás bem vivo, o que o deixou ainda mais enlouquecido. Era o lobo do maior quem estava no comando. Felix pronunciou as palavras com voz grave, porém baixa, mas com certa urgência.

— Preciso de você dentro de mim, rápido. Me fode, hyung!

Changbin nunca negaria, mas brincaria um pouco com seu beta. Deixava o rapaz maluco sem esforço. Beijou o maxilar do loiro e afundou o rosto no pescoço dele, o fazendo gemer baixo.

— Amo tudo em você! – murmurou contra o pescoço dele, beijando a sua pele.

Felix apenas gemia, sentindo seu tesão aumentar gradativamente, o Lee rapidamente tirou a camisa e Changbin seguiu para os mamilos do beta e começou a lamber e sugar com vontade naquela região. Lee jogou a cabeça para trás e arranhou as costas de Seo, quando sentiu ele lamber e morder os bicos de seus seios. Felix desceu da bancada e empurrou Seo contra a pia, permanecendo entre as pernas dele, selando os lábios novamente. Foi um beijo quente e cheio de sentimentos. Mãos passeavam pelos corpos um do outro, os lábios eram maltratados com mordidas, um tempo depois pararam por falta de ar e foi possível ver a luxúria no olhar de Changbin, que rapidamente fundou o rosto no pescoço dele, depositando selares e mordidas.

O beta gemia baixo, arrepiando-se a cada segundo. Se olharam novamente e voltaram a se beijar. Changbin passou os dedos pela garganta de Felix e pressionou levemente ali. Felix suspirou de prazer durante o beijo quando acariciou os braços e o abdômen do moreno. Changbin é atraente e sexy na medida certa, e sabe que deixa o marido louco de tesão. O alfa é quente, mas o Lee é bem mais! Changbin fez o loiro sentar na borda da pia e prendeu as pernas dele ao redor de sua cintura, sentindo seus membros se chocarem, ocasionando que ambos suspirassem em simultâneo. Seo sabe que Felix ama que apertem suas coxas e ele não perderia essa oportunidade, então aproximou a mão das partes mais sensíveis.

Changbin passou os dedos por cima do pau do loiro, sentindo o pau dele precisando de alívio e saindo bastante pré-gozo. Changbin tirou as pernas do beta de sua cintura e baixou a cueca do mesmo, minimamente, sentindo o próprio membro latejar, precisando de alívio, mas o do Lee era prioridade no momento. Começou um movimento de baixo para cima lentamente, vendo Felix com os olhos fechados e mordendo o lábio para conter mais um gemido. Viu o loiro tentar segurar na borda da pia, soltando um gemido alto quando Changbin passou o dedo na glande, espalhando o pré-gozo, Seo acelerou os movimentos e a voz grossa do mais novo ecoou no ambiente.

— Bi-Binnie, preciso de você imediatamente! – Falou manhoso, sentindo seu corpo começar a tremer levemente.

— Calma, meu bem! – Changbin sussurrou no ouvido do Lee, observando os pelos de sua nuca arrepiarem e sentindo uma leve dor pelas suas unhas curtas dele cravarem em seus ombros. As expressões faciais de Felix eram perfeitas, precisava mais delas — merda... Eu poderia gozar apenas em te ver assim.

Felix não conseguiu responder, pois seus lábios foram cobertos novamente pelos do Seo, no meio do beijo, juntou seu pênis com o do outro, o que causou uma corrente elétrica por ambos corpos e Changbin continuou os movimentos para cima e para baixo.

— Caralho... Isso é tão bom! – Changbin falou encostando a testa na do Lee, colocou a mão em cima do marido, aumentando os movimentos.

Felix começou a tremer, então fez um gesto para que o outro parasse e sussurrou.

— Me deu vontade de fazer uma coisa antes de te sentir me fodendo com força.

Inverteram as posições e Binnie ficou pressionado contra a pia. Felix ajoelhou-se, pegando o pênis do alfa e deu uma bela observada, estava bastante duro e com pré-gozo saindo. As veias saltadas, a cabeça rosada que fez o Lee salivar e passar a língua por seus lábios, como se fosse algo que desejava muito — e realmente desejava — então acomodou o pênis do marido na boca e o sentiu bater em sua garganta. Changbin jogou a cabeça para trás e gemeu alto, segurando os fios loiros e sedosos de Felix, começando a controlar os movimentos que o maior fazia. Porra, a boca dele acomodava seu pau tão bem, a língua fazia um trabalho excepcional. Ele lambia a cabeça do pênis, e descia novamente, deixando bem molhado, Seo abriu os olhos novamente e dessa vez estavam vermelhos, Felix sábia que ele não iria controlar seu lobo por muito tempo. O olhava de volta, sabendo que aquilo acabava com o resto de sua sanidade.

Sua respiração estava pesada, os músculos de seu abdômen se contraiam sempre que o Lee lambia e o chupava com vontade. Massageando suas bolas, aumentando a sucção e os movimentos com a mão na mesma intensidade que a boca, os músculos do seu rosto começaram a dor, mas não ligava para isso. As pernas de Changbin começavam a dar leves espasmos e sabia o que vinha.

— Lix... Não quero gozar agora. – Empurrou o rapaz, gentilmente, deixaria para gozar para quando estivesse no beta, dando a ele o que, no fundo, sabia que ele queria. — Vire-se, quero que se veja quando eu estiver dentro de você e esteja gozando gemendo meu nome em alto e bom som.

O beta atendeu, seus olhos encontraram os de Changbin pelo reflexo no espelho e o corpo do maior encostou-se no dele. Há um grande espelho na cozinha, que vai da pia até onde a geladeira fica, um espaço grande. Já estava lá quando compraram o apartamento, então só deixaram. Observou ansioso o menor melar os dedos com sua própria lubrificação e impulsionou o quadril para trás, gemeu baixo no momento que sentiu um dedo entrar lentamente. Mordeu o lábio e fechou os olhos, abriu novamente quando Seo colocou mais um dedo e começou a fazer movimentos de tesoura, alargando um pouco e deixando a entrada apta para o receber, o que não demoraria a acontecer.

— Bi-Binnie... – Felix só sabia gemer, não sabia explicar como era a sensação de observar as feições de Changbin através do espelho. O vermelho dos olhos de Seo fez seu corpo arrepiar. As veias saltadas no pescoço e nos braços, a mordida no lábio, os olhos fechando minimamente sempre que escutava Felix gemer mais alto e manhoso quando era acertado em seu ponto doce, o sorriso sacana do menor, era demais para si! O Lee sentia as bolas do outro batendo em suas nádegas a cada estocada, então teve uma ideia, mesmo com a cabeça nublada, conseguiu falar: — Pre-preciso sentar em você.

Changbin cessou os movimentos e puxou Felix para a bancada. Deitou na mesma e logo o beta subiu também e se posicionou no colo do alfa, de costas para si. Posicionou cada perna ao lado das coxas do Seo, posicionou o pênis dele rapidamente em sua entrada e começou a quicar, gemendo junto de Changbin. O alfa segurou forte na cintura do Lee ajudando com os movimentos, os roxos na cintura de Felix eram visíveis, mas isso de longe seria um incômodo. Seo petrificado com aquela visão, sentou juntando as costas de Felix em seu peitoral. Sua mão seguiu na direção do pênis do loiro e o masturbou, aumentando o prazer do beta, que gemeu alto e grave, jogando a cabeça para trás e fechando os olhos para aproveitar do prazer que sentia. Seo aproveitou para deixar alguns roxos no pescoço do marido.

— Isso Lix, desse jeito! Você gosta não é? De sentir meu caralho grande e grosso te alargando. – Felix gemeu manhoso, lágrimas escorriam pelo rosto do rapaz, por tamanho tesão. Changbin mordeu o lábio e salivou com a visão do beta, entregue e cavalgando com vontade em seu pau. As pernas do Lee começaram a tremer e doer, mas, isso não era um incômodo de fato para o loiro. Changbin falou rente ao ouvido dele — Minha vez de ir por cima!

Felix diminuiu os movimentos e saiu lentamente, gemendo em descontentamento. Mudaram as posições e Changbin se pôs sobre o esposo, segurando as pernas dele um tanto desejoso e possesso, posicionou seu membro novamente no canal melado e quente do mesmo, se movimentando bruto e fundo. Ambos gemeram alto e em harmonia. Seo acertou o pontinho doce do beta inúmeras vezes seguidas e antes que pudesse avisar, Felix arqueou as costas, jogou a cabeça para trás e gozou sujando seu abdômen e um pouco do alfa. Puxou o marido para um beijo desajeitado, gemeu entrecortado quando foi acertado novamente, quando cessaram o beijo, se entreolharam, existiam tantas coisas a serem ditas.

— Alfa, quero seu nó!

Changbin gemeu por sentir seu pau ser apertado pelas paredes quentes de Felix, o corpo do loiro dava pequenos espasmos e Changbin não demorou a vir. Gemeu alto, deu as últimas estocadas, puxou Felix para seu colo e gozou no beta, que colocou o rosto no pescoço do alfa, sentindo lágrimas banhavam seu rosto e as mãos do marido fazendo carinho em suas costas e sussurrando que logo passaria. Durante alguns minutos, eles trocaram carícias, até que o nó se desfez e Changbin deitou Felix na bancada, devagar, fazendo com que o marido gemesse baixo e fechasse os olhos. Quando o alfa saiu, Felix sentiu a porra de Changbin escorrer entre suas pernas. Contudo, isso não foi um incômodo. Era uma das melhores sensações. Ambos se entreolharam e sorriram, o Lee sentiu os olhos pesarem e logo caiu no sono.

— Você vai surtar quando lembrar disso! – Seo comentou baixinho e coçou a nuca, levemente nervoso.

Pegou o beta no colo, foi para o quarto, limpou os restos de esperma do marido, beijou sua testa e o envolveu num cobertor. Retornou à cozinha, limpou o que fizeram e pensou no quanto estavam fodidos pelo nó. Nota mental: não ceder aos encantos do marido quando ele beber. Agora era torcer para não engravidarem, mas como foi fora do cio, tem a possibilidade disso não ocorrer, fé.

Changbin tomou um rápido banho e foi deitar ao lado de seu amado.


Semanas depois.

Felix conversava alegremente com Minho e Jeongin no restaurante enquanto aguardavam o almoço no intervalo do trabalho. A comida não tardou a ser servida, mas algo não estava certo. No instante em que o Lee mais novo percebeu o odor do peixe, teve a sensação de que o estômago embrulhava, pediu desculpas rapidamente aos amigos e foi para o banheiro. Entrou na primeira cabine e vomitou o café da manhã. Após vomitar duas vezes, dar descarga e fechar a tampa, ele sentou-se no chão. A sua mente estava a mil.

Jeongin o tirou de seus pensamentos batendo na porta da cabine, falando preocupado.

— Hyung, você está bem? – Felix levantou-se e saiu devagar. Quando o Yang olhou para o amigo, arregalou os olhos e comentou. — Lix, você está pálido!

Felix não teve tempo para responder, adentrou a cabine novamente e vomitou. Jeongin, sem saber o que fazer, apenas ficou fazendo carinho nas costas do beta. Minho adentrou o local com algumas sacolas, se aproximou deles e falou baixo.

— Lix, lembra da fase que briguei com o Hannie e vocês saíram, beberam horrores e quando iam para casa você falou o caminho todo que precisava do Changbin, que a noite seria longa... Você não estava no cio, no entanto...

Felix ficou ruborizado, não conseguia acreditar que Jisung havia contado aquilo, mas sabia que o amigo era um fofoqueiro. Como esquecer dessa noite, foi uma das melhores do casal. Minho foi em direção às sacolas e pegou um teste de gravidez. Jeongin e Felix arregalaram os olhos. O australiano falou rapidamente.

— Você está de sacanagem! Faz poucas semanas, isso não tem sentido.

— Apenas faça, por segurança.

Minho entregou o teste ao Lee de forma enfática. Jeongin, analisando a situação, perguntou bem curioso.

— Hyung, por que você anda com um teste de gravidez? Você também tem suspeitas?

Know apenas deu um sorriso discreto e assentiu com a cabeça. Depois suspirou e mordeu o lábio para segurar os seus pensamentos.

— Bem, sim... Naquele dia Jisung chegou em minha casa pura a bebida, chorando e pedido várias desculpas por ser um alfa bobo. Inicialmente quase bati nele, mas o desculpei, mandei ele tomar banho e o convenci a dormir, só que durante a madrugada não contive meu desejo... Bem, o resto não preciso contar.

Felix riu baixinho e dessa vez foi Jeongin que sentiu as bochechas corarem, falou um pouco constrangido.

— Dois safados, misericórdia! Faça o teste hyung. – Yang falou e viu Felix concordar e fechar a porta da cabine.

Estava tão ansioso que teve dificuldade para urinar, mas logo que conseguiu, avisou aos amigos, depositou o teste no recipiente e saiu permanecendo ao lado da pia. Os minutos se arrastavam, aumentando a ansiedade dos três. Alguns minutos depois, pegou o teste e ficou chocado ao verificar dois traços vermelhos, o que era bastante evidente. Felix engoliu em seco e sentiu a visão escurecer. Sentiu o ar faltar nos pulmões e, quando caiu no chão, só ouviu os amigos chamando o seu nome de longe, até que tudo se apagou.

Horas mais tarde, Felix abriu os olhos lentamente e reconheceu seu quarto. Uma pessoa segurava sua mão, mas sentiu a presença de outras pessoas também. Avistou Changbin do seu lado, era ele quem segurava sua mão. Olhou para o canto direito do quarto e lá estavam, Minho, Jisung e Jeongin. O beta sentou na cama devagar, olhou para todos, viu Jeongin seguir em sua direção com o olhar preocupado e falou.

— Ainda bem que acordou hyung, ficamos preocupados com você. Changbin hyung quase teve um treco quando Minho hyung ligou para ele falando que você desmaiou.

— O que aconteceu? – Felix perguntou sem lembrar do ocorrido de horas antes — minha cabeça dói.

Os amigos se entreolharam e Changbin quem teve a iniciativa. Abraçou o marido, que não entendeu de primeira, mas nunca iria questionar o motivo de receber um abraço do mesmo. Changbin se afastou devagar e chorava, com um sorriso que desenhava seus lábios de ponta a ponta.

— Você desmaiou de emoção, meu amor, bom, pelo menos eu espero que tenha sido. – Seo olhou para Minho que entregou o teste e ele mostrou para o beta, que arregalou os olhos mais uma vez e finalmente as imagens surgiram em sua mente — estamos grávidos, Lix.

Era bem nítido que Changbin estava feliz, mesmo o Lee sentindo que o marido estava nervoso. Sentiu seu coração acelerar e sorriu também, viu Seo olhar para sua barriga e passar os dedos lentamente nela. Jisung se aproximou de Felix e Changbin rosnou para o amigo, entrando na frente do esposo, fazendo os quatro se assustarem. Ele não fez por maldade e o Han sabe disso, então apenas se afastou ficando ao lado de Minho.

— Me desculpe! – Disse de forma rápida, sem me locomover — não tive como conter.

Jisung somente sorriu e balançou a cabeça em negativa.

— Fique tranquilo, compreendo perfeitamente! Bem, acho que está na hora de irmos, deixaremos vocês conversando. Parabéns papais!

Felix abriu um sorriso e relembrou algo que Minho disse e não conseguiu reprimir.

— Obrigado amigos, boa sorte também, futuro papai.

Jisung ficou sério e fitou Minho, que encarou Felix como se quisesse matá-lo. Changbin arregalou os olhos e Jeongin riu baixo analisando toda a cena. Minho sussurrou para o Han e o levou para fora do quarto. Jeongin deu um abraço em Felix e outro em Seo, indo embora também.

A notícia foi sendo assimilada lentamente, mas, eles estavam bastante satisfeitos. O beta está ciente de que será uma gestação de alto risco, mas tomará todas as precauções e sabe que Changbin estará ao seu lado para qualquer eventualidade, com o decorrer do tempo as coisas se ajeitarão.

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