Capítulo - 13
Noah Urrea
Any Gabrielly era definitivamente a garota mais engraçada que eu já havia conhecido. Além de ela não sentir o mínimo de atração por mim, ela também ficava extremamente nervosa quando rolava um clima.
- Eu hein garoto, me erra! - Ela disse irritada, após me empurrar. Ela era forte.
- É só um beijo Any, não vai me dizer que também nunca beijou?
- Eu já beijei sim mas eu jamais beijaria você. - Ela deu de ombros, como ela podia ser tão durona? Any não cedia a nenhuma das minhas investidas.
- Okay, já entendi. - Dei de ombros, enquanto ela parecia irritada.
Peguei o envelope dentro da minha gaveta e então joguei para ela, vendo ela jogar na minha cama ao perceber que aquilo era o dinheiro que ela havia deixado no meu carro.
- Para de me tratar como se eu fosse uma prostituta.
- Eu comprei a sua virgindade Any! Só estou pagando o que eu te devo. - Aumentei o tom de voz, vendo ela arregalar os olhos.
- Cala a boca! Já pensou se a sua mãe escuta? - Acabei rindo, ao ver o quão desesperada ela estava.
- Já que não quer transar comigo, pode ao menos me ajudar no banho? - Sorri malicioso, vendo seu rosto ficar vermelho. Ela era muito engraçada.
- Nem nesse estado você consegue parar de ser um pervertido?
- Eu não preciso do meu braço para te satisfazer. - Ela deixou seu queixo cair, me deixando com ainda mais vontade de rir.
- Já chega, eu vou para casa.
A garota ameaçou sair do meu quarto mas eu corri até ela, a prendendo na parede com o meu braço que ainda tinha força.
- Se não me soltar agora, eu vou quebrar o seu único braço que ainda funciona. - Ela ameaçou.
Céus, Any era incrível.
- Eu sei que não vai.
- O que eu fiz para merecer esse encosto na minha vida? - Any suspirou, fazendo com que eu sorrisse para ela.
- Você vendeu a sua...
- Era uma pergunta retórica! Eu não queria a sua resposta. - Ela comentou raivosa.
Any conseguia ser ainda mais bonita quando estava irritada. Era óbvio que eu estava atrás dela apenas para que a gente transasse mas eu jamais deixaria de reparar no quão linda e incrível ela era.
- Tem uma forma de você se livrar de mim para o resto da sua vida.
- Me diga, eu estou muito interessada. - Ela deu de ombros. - Aliás, pode me soltar primeiro? Isso está bem desconfortável.
Estávamos na porta do quarto, enquanto eu segurava o seu corpo com o meu mas era claro que eu não deixaria ela sair tão facilmente.
- Estamos aqui por uma razão! Você me deve algo então...pegue o dinheiro e transe comigo, aí eu não te perturbo mais.
Esperei a sua atitude exagerada mais uma vez mas tudo o que ela fez foi suspirar.
- Isso vai ficar só entre nós, jura? - Ela me olhou nos olhos, ainda surpreso acabei assentindo. - E eu não quero o dinheiro, vou me sentir uma prostituta de luxo dessa forma.
- Eu entendo! Contanto que você não me processe depois. - Eu ri, afinal aquilo era uma regra do site.
- Ótimo! Mas primeiro, vamos esperar você melhorar do acidente.
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