sagrado profano
❤️🔥
Já era a segunda vez que Jungkook tentava pensar em algo broxante. Mas não adiantava. Ele simplesmente não conseguia se acalmar! Ou melhor, não conseguia acalmar o Jeikeizinho.
As gotas de suor já escorriam por sua testa. O que mais ele poderia fazer? Sua namorada - aliás, a gostosa da namorada - estava encaixadinha em seu quadril. Aquele corpo com a bundinha perfeita e redondinha, que Jungkook adorava, fazia sua mente girar.
Os dois estavam deitados no sofá da sala do apartamento de Taehy, vendo o k drama apesar de tudo amor na televisão, as cenas mais íntimas começaram a aparecer, e Taehyung não conseguiu evitar o rubor que tomou conta de seu rosto. Assistir a momentos assim já era desconfortável sozinha, com o namorado ao lado, então, era ainda pior.
Jungkook, por outro lado, parecia estar se divertindo. Ele fazia de propósito. Queria que Taehyung se acostumasse com a ideia de que namorados tinham, sim, seus momentos íntimos, e que isso era completamente normal.
"Neném." - Jungkook sussurrou ao pé do ouvido da morena, sentindo a mesma tremer em resposta.
Taehyung apenas se virou para o mais velho, tirando o encaixe perfeito de seu bumbum na pélvis do mais velho. Seus olhos encontraram o rosto de Jungkook, e, por um momento, tudo ao redor parecia desaparecer.
Jungkook era lindo de um jeito quase irreal. Seus olhos grandes e brilhantes carregavam uma intensidade que sempre fazia Taehyung perder o fôlego. O formato levemente arredondado contrastava com o olhar profundo, cheio de mistério, como se cada pensamento dele fosse um segredo. Seu nariz era bem definido, com a curva perfeita que dava equilíbrio ao rosto.
A boca... Ah, a boca de Jungkook era uma tentação por si só. Os lábios eram carnudos na medida certa, com um tom rosado natural que parecia convidar Taehyung a beijá-lo a cada instante. Quando ele sorria, mostrava os dentes perfeitos e alinhados, um detalhe que fazia o coração de Taehyung bater mais rápido.
Os piercings em sua sobrancelha e lábios adicionavam um toque rebelde, contrastando com a suavidade do sorriso. As tatuagens que cobriam o braço e parte do pescoço contavam histórias que Taehyung adorava imaginar ou ouvir quando estavam sozinhos. Era como se cada traço em sua pele tornasse Jungkook ainda mais fascinante.
E os fios pretos... Eles estavam ligeiramente bagunçados, mas de um jeito charmoso, como se tivessem sido arrumados exatamente para parecer casual. O brilho do cabelo sob a luz suave da sala tornava impossível não admirar cada detalhe.
Jungkook era a definição perfeita de beleza, e Taehyung não conseguia evitar sorrir enquanto o observava, ela se sentia muito sortuda por tê-lo como namorado.
"Porque seu rosto tá todo rosa? Ahm?" - Jungkook provocou com um sorriso malicioso, a língua passando devagar pelos lábios rosados. Aquilo só fez Taehyung ficar ainda mais envergonhada, desviando o olhar na tentativa inútil de esconder o rubor.
Esse era o efeito Jeon Jungkook.
Mas, por mais forte que fosse a conexão entre eles, para Taehyung, permitir-se viver esse amor havia sido uma batalha interna. Não era o jeito ou o estilo de Jungkook que a fazia hesitar - ela adorava cada detalhe dele, desde as tatuagens até o jeito descontraído com que encarava a vida. O verdadeiro problema estava dentro dela, no peso de anos sendo moldada por crenças rígidas e inquestionáveis.
Desde que se entendia por gente, Taehyung havia sido ensinada a ser pura, a não cometer erros, a viver de acordo com regras que sempre apontavam para uma única consequência se ela falhasse: o inferno. Tudo era pecado. Tudo precisava ser evitado. Até sentir-se bem consigo mesma às vezes parecia errado.
Essas lições, ensinadas como verdades absolutas, tinham raízes profundas em seu âmago. Por mais que ela quisesse quebrar essas correntes e abraçar quem ela era, e o que sentia por Jungkook, a culpa vinha sem aviso, como uma sombra que nunca a deixava. Era difícil lutar contra algo que havia sido incutido tão cedo, algo que, por tanto tempo, definira quem ela era.
Mesmo agora, enquanto estava com ele, sentia aquele peso em momentos de silêncio. O amor que sentia por Jungkook era tão genuíno, tão real, mas havia dias em que ela se perguntava se merecia vivê-lo plenamente.
Para qualquer pessoa de fora, aquela relação era um completo mistério. Como, diabos, Kim Taehyung, a garotinha perfeita dos pais, que ia à missa todos os domingos e havia passado a vida inteira em escolas católicas, acabara namorando Jeon Jungkook, o maconheiro mais gostoso e notório da faculdade?
Mas ninguém via as noites em que Taehyung lutava contra seus próprios pensamentos, tentando convencer a si mesma de que amar alguém tão profundamente a ponto de se entregar de corpo e alma não era um pecado, mas sim uma redenção. E Jungkook, mesmo sem saber de tudo, parecia entender. Ele era paciente, carinhoso, e nunca a pressionava. Para ela, isso era a maior prova de que ele valia a pena.
Jungkook não era apenas um namorado, ele era a personificação de tudo que Taehyung queria ser: livre, sem medo de viver, sem medo de errar.
"Sabia que você fica mais linda ainda assim?" - Jungkook murmurou, com a voz baixa e suave, enquanto beijava delicadamente a ponta do nariz de Taehyung. Suas mãos acariciavam as bochechas dela, quentes como se carregassem o peso de todas as emoções que a faziam corar. - "E isso é quase impossível, porque você já é muito bonita, a mais linda do mundo."
"Kook..." - Foi tudo o que ela conseguiu dizer, a voz baixa e quase inaudível. Taehyung nunca soube lidar bem com elogios, mas, quando vinham de Jungkook, ela os guardava no coração como se fossem tesouros. Ele tinha um jeito único de fazê-la se sentir especial, mesmo nas coisas mais simples.
E, oh, como ela amava os beijos dele.
Jungkook tinha um talento para transformar algo tão comum em algo extraordinário. Seus beijos eram lentos, delicados, quase reverentes, como se ele quisesse aproveitar cada segundo e fazer Taehyung sentir o quanto ela era amada. Sempre que pensava nisso, seu coração se aquecia, porque, em nove meses de namoro, ele já tinha transformado a maneira como ela via o mundo.
Ela nunca esqueceria o primeiro beijo. Foi inesperado, tão simples e ao mesmo tempo tão marcante, que parecia ter saído de um sonho.
Era uma noite tranquila, apenas os dois no apartamento de Jungkook. Haviam passado horas montando um Lego gigantesco que ele tinha comprado na semana anterior, e estavam completamente imersos na tarefa. Quando finalmente terminaram, depois de muita risada e pequenos acidentes com peças caindo no chão, Taehyung sentiu um impulso súbito e irreprimível de abraçá-lo.
Sem pensar, ela pulou sobre ele, os braços envolvendo seu pescoço com força. O impacto os derrubou no chão, mas nem isso apagou a alegria da vitória ou a leveza do momento. Foi quando aconteceu.
Os lábios dos dois se encontraram por acidente, um simples roçar de pele que fez o mundo inteiro parar. Taehyung congelou por um instante, o coração batendo tão rápido que ela podia senti-lo na garganta. Ela pensou que Jungkook se afastaria, mas, em vez disso, ele ficou ali, olhando para ela com aqueles olhos brilhantes que pareciam enxergar cada pedaço dela — até as partes que ela mesma evitava olhar.
Com delicadeza, Jungkook tomou a iniciativa. Ele a beijou, não com pressa, mas com uma paciência infinita, como se estivesse dando a ela todo o tempo do mundo para decidir se queria aquilo também. E ela queria. Deus, como ela queria.
Taehyung retribuiu o beijo com um misto de inexperiência e desejo genuíno. Naquele momento, as regras que a acompanhavam desde a infância, a culpa que carregava por acreditar que era errada por querer, tudo isso pareceu desaparecer. Era como se o calor dos lábios de Jungkook tivesse o poder de dissolver as correntes que a prendiam.
Depois daquele dia, ela começou a se abrir mais, a aprender que sentir não era errado, que desejar não era pecado. Mas o processo era lento, e ela sabia que tinha sorte de ter alguém como Jungkook ao seu lado. Ele nunca a pressionava, nunca exigia mais do que ela estava pronta para dar.
Para Jungkook, Taehyung era um universo inteiro, e ele estava disposto a explorar cada pedacinho, no ritmo dela.
Mas, puta que pariu, ele não aguentava mais!
Desde o momento em que se apaixonou pela morena, Jungkook havia mudado completamente. Ele não se envolvia com mais ninguém. A ideia de estar com outra pessoa simplesmente não fazia sentido. Mas isso não significava que ele não sentia falta de foder.
Um ano. Doze meses. Cinquenta e duas semanas. Trezentos e sessenta e cinco dias. Era esse o tempo que ele estava sem afogar o ganso. Jungkook era humano, e qualquer um que já o conhecesse antes sabia que essa abstinência era quase um milagre. Nos primeiros anos de faculdade, ele tinha a reputação de faz gostoso, não era só uma fama, era um estilo de vida. Uma pessoa diferente por semana na sua cama, no mínimo.
E então veio Taehyung.
Claro que ele respeitava o tempo dela. Ele a amava, de um jeito que nunca sentira por ninguém antes. Mas, caramba, isso era um teste de paciência que ele não sabia se passaria ileso. Os beijos eram incríveis, é claro. Quando ela o beijava, Jungkook sentia como se pudesse flutuar. As mãos dele explorando seu corpo, o corpo menos que o seu se encaixando perfeitamente contra ele, o jeito como ela suspirava quando ele acariciava suas costas... Era perfeito. Mas não era o suficiente.
Jungkook sentia falta da outra parte. De transar. De sentir aquele prazer bruto, descomplicado, direto. Ele precisava disso. Precisava muito.
Afogar o ganso. Alimentar a cobra. Bagunçar a peruca. Otimizar a bigorna. Molhar o pincel. Dar o bote. O desejo acumulado fazia sua cabeça girar só de pensar em como seria finalmente cruzar aquela linha com Taehyung.
Ele sabia que tinha que esperar. E esperaria. Porque ela valia cada segundo. Mas isso não tornava a espera menos excruciante.
Não aguentava mais chorar toda vez que estava batendo uma, sempre que voltava da casa da sua namorada, ou quando ela ia embora da do mesmo e ele não ganhava nem no mínimo uma punhetinha, uma reboladinha, um gemidinho dela, nada, tudo era sempre tão puro.
Taehyung mordeu os lábios com força, segurando o gemido que ameaçava escapar ao sentir os beijos molhados de Jungkook em seu pescoço. Ele era lento, calculado, como se quisesse saborear cada segundo, cada reação dela. As mãos dele seguravam sua cintura com firmeza, mas sem pressa, enquanto os lábios deslizavam suavemente por sua pele.
Ele sabia exatamente o que estava fazendo.
Jungkook conhecia Taehyung de um jeito que ninguém mais conhecia. Ele sabia onde tocar, onde beijar, e, principalmente, onde ela era mais vulnerável. O pescoço dela era um território perigoso, cada beijo fazia sua pele se arrepiar inteira, o coração disparar, e as pernas ficarem trêmulas.
Taehyung era extremamente sensível, e isso era a sina de Jungkook.
Ele adorava isso nela. Amava como ela reagia ao menor dos toques, como se ele tivesse o poder de desarmá-la por completo. E ele tinha. Ela podia ser tímida, reservada e até um pouco hesitante em alguns momentos, mas, quando estava em seus braços, Taehyung era completamente transparente.
E Jungkook adorava explorar essa vulnerabilidade, não para pressioná-la, mas para mostrar que ele a conhecia, que ele prestava atenção. Cada beijo no pescoço era um lembrete silencioso de que ela estava segura com ele, de que ele a adorava em cada detalhe, até nas reações que ela tentava esconder.
"Você me deixa tão duro." - Jungkook falou contra o pescoço cheiroso, fungando o local, dando uma mordidinha de leve, escutando o gemido que ela tanto segurava sair dos lábios carnudos. - "Você é muito gostosa amor."
Taehyung sentia o conflito interno tomando conta de si, como se tivesse dois lados em sua mente brigando por espaço. De um lado, o "anjinho" do bem, sempre lembrando-a dos valores com os quais fora criada, dizendo-lhe que aquilo era errado, um caminho perigoso, algo que ela deveria evitar a todo custo. Do outro lado, o "diabinho", sussurrando que a sensação que ela estava vivenciando era boa, que era natural, que ela merecia sentir aquilo, e que não havia mal algum em ser gostosa, em sentir tesão por estar perto de Jungkook.
Ela estava dividida, perdida entre essas duas vozes que ecoavam em sua mente, mas, no fundo, Taehyung sabia que não queria que aquilo parasse. Ela sentia algo novo e desconhecido, algo que a fazia se perder no momento, uma sensação que a fazia se questionar e ao mesmo tempo a atraía com força.
Por mais que tentasse compreender, ela não tinha as palavras, nem as referências para entender o que estava sentindo. Nunca tivera uma conversa aberta sobre sexualidade. Na escola, na igreja e até mesmo em casa, o tema era sempre evitado. A sexualidade era algo considerado "profano", um tabu que ninguém ao seu redor parecia disposto a discutir. Para Taehyung, o que estava vivendo parecia ao mesmo tempo natural e errado, e ela não sabia como conciliar essas duas realidades dentro de si.
Ela não sabia o que fazer com essas sensações, com os sentimentos conflitantes. O medo do desconhecido misturado com o prazer da descoberta. Era algo novo, algo que ela nunca tinha experimentado, e a falta de compreensão a fazia sentir-se ainda mais sozinha.
"Jeon." - A Kim disse em um meio gemido, os olhos pretos se revirando, um comichão se formando um pouco abaixo de sua barriga, eram muitas sensações, sua cintura apertada com certa força, beijos molhados e provocativos junto com os sorrisos sacanas contra a sua pele. - "Jungkook..."
"Fala amor, geme mais desse jeito pra mim." - Jungkook disse, quase que implorando, as mãos deslizando com muita calma da cintura para a coluna da moreninha, alisando a curva de suas costas, sentindo seus dedos formigando para sentir a pele dela, mas naquele momento o toque por cima da blusa de frio da Kim já bastava.
Ela sentia seu corpo se fundindo cada vez mais com o do Jeon, ele puxava ela para mais perto, o falo extremamente duro dele conseguia ser sentido pela mais nova em sua coxa, a respiração estava falha e rápida.
Taehy sentia coisas inexplicáveis, era como se um fogo estivesse se acendendo, lentamente, uma chama suave se espalhando por todo o corpo dela, tocando a pele, os nervos, cada fibra, a sensação estava se acumulando, como uma onda que ia crescendo, tornando-se mais forte, mais imensa, quase um tsunami.
Quando Jungkook voltou a boca para seus lábios e uma das mãos dele ocupou o local onde anteriormente estava a boca, fazendo uma pressão gostosa em seu pescoço o ar ao redor da Kim vibrou, carregado de energia, sua respiração começou a se tornar ainda mais irregular, a ansiedade a consumindo, tentando acompanhar a intensidade de algo que estava crescente em seu corpo todo.
"Jungkook...Jeon..." - Taehyung choramingava contra a boca do mais velho, que pressionou um pouquinho mais a mão no pescoço da Kim, vendo as sobrancelhas dela vincadas e o rosto contorcido em puro prazer.
De repente tudo dentro da Kim se concentrou em um ponto específico, seu corpo começou a se contorcer e a se esticar nas mãos do mais velho, que deixou uma mordida com força média em seu lábio inferior.
E tudo explodiu.
Explodiu de dentro pra fora, tão profundo que foi sentido em cada célula do corpo de Taehyung.
O mundo se desfez ao redor dela, e o tempo parou conforme ela choramingava e gemia sem conseguir se controlar, sendo admirada pelo mais velho, tentando captar cada detalhe daquela cena linda que desenrolava na sua frente.
O corpo da Kim se entregou ao orgasmo com uma força que ela nunca havia sentido, uma mistura de prazer e liberação, algo indescritível, mas ainda assim muito claro, o corpo todo de Taehy relaxou, era como se tudo voltasse a se alinhar dentro dela, uma paz, como se o corpo dela tivesse sido transformado pela experiência, sua mente se acalmando, não dando tempo para ela sentir qualquer remorso do que havia acabado de sentir, um sorrisinho aparecia no cantinho dos seus lábios.
"Esse foi o orgasmo mais bonito que eu já vi em toda a minha vida. Porra!" - Jungkook disse mordendo os lábios, hipnotizado pela Kim.
"E-eu." - Ela olhava para Jungkook com certo desespero, o que eram aquelas sensações avassaladoras que havia sentido?
"Você sentiu tanto tesão ao ponto chegar ao ápice, e explodir em tesão." - Jungkook explicou para a Kim, ele achava fofo explicar as coisas pra ela.
Taehyung assentiu, o rosto corando, e escondeu-o no peitoral de Jungkook, ainda sentindo a vergonha de ter se perdido nas sensações que estavam completamente fora do seu controle. O calor do corpo dele a fazia se sentir protegida, mas também um pouco desconfortável pela intensidade de tudo o que tinha acontecido. Ela não sabia bem como lidar com aquilo, e ainda tentava processar o turbilhão de emoções e sentimentos que passavam por sua mente.
Jungkook, com o sorriso suave, a abraçou mais forte, como se quisesse tranquilizá-la. Ele sabia que tudo tinha sido novo para ela, e ele queria garantir que ela se sentisse segura, que não havia razão para se envergonhar.
"Está tudo bem neném." - Ele disse, a voz calma e reconfortante. - "Eu estou muito feliz com a forma como as coisas aconteceram entre nós. Não tem nada de errado com o que você sentiu, e eu te amo muito, sabia?"
Ele passou a mão suavemente pelo cabelo dela, como se quisesse acalmá-la ainda mais. Sabia que Taehyung tinha suas inseguranças e medos, mas ele a respeitava profundamente e queria mostrar que ela poderia confiar nele, sem pressa ou pressões. Ele não queria que ela se sentisse sobrecarregada.
"Você está bem? Como está se sentindo agora?" - Jungkook perguntou, a preocupação sincera em seus olhos. Ele queria ter certeza de que ela estava bem, que aquele momento não a havia deixado desconfortável.
Taehyung levantou o olhar, seus olhos brilhando, e deu um leve sorriso, ainda com a respiração um pouco acelerada. - "Eu... eu estou bem, Kook. Só... meio confusa, mas... eu gosto de aprender as coisas novas com você."
Jungkook sorriu, aliviado, e a puxou para mais perto, beijando suavemente a testa dela. - "Sempre que você precisar, sempre que se sentir confusa, é só me perguntar. Eu estou aqui, e vou estar sempre aqui para você." - Ainda sentia seu falo extremamente duro, duro como pedra, não conseguia se controlar, as vezes só de olhar a namorada em um lugar público já ficava com tesão, se sentia como um adolescente incontrolável as vezes.
Jungkook queria fodê-la ainda mais, queria ver orgasmos da Kim sendo conquistados de tantas outras formas, queria vê-la gozando nos seus dedos, na sua boca, na sua rola, queria vê-la chegando ao ápice com a dor, porque ela demonstrava ser uma masoquista de primeira linha.
Céus, Jungkook queria experimentar tantas coisas com Taehyung.
Por isso, ao chegar na república que morava com os amigos, Jungkook se trancou no banheiro e ficou lá por bons minutos, e naquela noite, seu cinco contra um não foram derramando lágrimas de tristeza.
❤️🔥
Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top