29 - Minha vadia (+18)

Ela é melhor do que imaginava. Foi esse o pensamento que tive durante nossa primeira noite juntos e, agora, reitero, porque é impossível achar diferente.

Luna Simões é muito melhor do que imaginava.

A garota sentada ao meu colo arranca a blusa e empurra meu rosto em direção aos seus seios desnudos. Passo levemente a ponta da língua em seus mamilos arrepiados e percebo que os movimentos de seu quadril contra o meu se intensificam ainda mais.

Ela está em busca de um alívio que apenas eu posso dá-la. E como Luna declarou querer ser minha vadia na cama, as coisas terão que ser do meu jeito.

Mordisco levemente um de seus mamilos e Luna solta outro gemido sôfrego. Contudo, após o estímulo, desta vez, tomo o controle.

Jogo-a para trás e levanto sobre a cama, arrancando minha bermuda e expondo meu pau sem cueca. Luna eleva a cabeça e observa o relevo com um sorriso nos lábios, depois se joga para trás. Em seguida, abro espaço entre suas pernas com o joelho, para que possa me posicionar ali.

Amor, hoje vou fazer com que você me implore para ser fodida. — Declaro com um sorriso e ela ergue uma das sobrancelhas, parecendo aceitar o desafio.

— Vamos ver, então. — Luna umidifica os lábios com a língua e leva as mãos aos mamilos, se estimulando para me provocar. Entretanto, avanço sobre suas mãos e ergo sobre sua cabeça.

— Não quer ser a minha vadia hoje, amor? — Meu tom de voz é tomado pela luxúria. — Então seguirá as regras do meu jogo. — Pego minha bermuda e amarro seus pulsos à madeira da cama. Ela sorri em resposta.

— Traga cordas das próximas vezes, então. — Afirma e eu sorrio.

— Teremos próximas vezes? — Rio de deboche e ela revira os olhos.

Em seguida, volto para minha posição inicial. Por baixo do curto short de seda, Luna está usando calcinha, então não faz sentido que continue com ele, portanto, o arranco cuidadosamente.

Então começo a provocá-la, inicialmente com o dedo. Estimulo sua parte sensível por cima da calcinha cinza, que já está molhada pela excitação.

Acaricio seu clitóris vestido lentamente. Os gemidos de Luna, que antes eram de mentira, agora são reais. Muito mais gostosos que os do quarto ao lado, que já cessaram há muito tempo.

— Tão molhada, garota... — Esfrego dois dedos contra sua intimidade e ela se contorce. — Nem comecei a te provocar de verdade e já está assim, Luna. Gostou mesmo de ser a minha vadia, não é? — Acaricio sua intimidade com mais força por cima da calcinha e percebo seus pulsos amarrados repuxando. — Pode implorar se não aguentar mais, minha vadia. — Explico e ela pressiona os olhos enquanto mantém um sorriso no rosto.

— Veja se não é uma vadia desafiadora, hum? — Levanto sua calcinha e passo dois de meus dedos por sua excitação. Ela se contorce de novo. Vê-la assim me faz querer desistir da provocação e fodê-la até esquecer meu nome.

Um ótimo presente de aniversário, inclusive.

— Eu poderia te fazer gozar tão facilmente com meus dedos, Luna... — Massageio sua entrada e começa a rebolar contra a minha mão. — Oh, minha putinha ansiosa, calma... — Ela me encara e mordisca o lábio inferior.

Sei que não pediu ainda porque foi desafiada a ter os limites testados. E eu estou amando isso.

Sem que ela esperasse, abro espaço o suficiente elevando sua calcinha para que meu pau se encaixe ali. Com isso, me ajoelho mais perto de sua buceta suculenta e o coloco no espaço.

— É assim que vou te enlouquecer, Simões. Vou foder a sua calcinha até que se desespere pelo meu pau dentro da sua bucetinha molhada. — Explico com a voz rouca, tomado pelo tesão.

— Sou mais resistente do que imagina, amor. — Fala e eu sorrio.

Mantenho uma mão acima do meu relevo para dar apoio e começo lentamente os movimentos de vai e vem. Com a mão livre, belisco fortemente um dos mamilos de Luna, que geme alto meu nome.

Alguns socos são dados do outro lado da parede, logo suponho que vêm do quarto do meu irmão. Eu sorrio travesso e, propositalmente, acelero os movimentos contra o clitóris inchado de Luna, fazendo com que seus gemidos fiquem ainda mais intensos.

— É NOSSO ANIVERSÁRIO, ENZO! — Grito risonho. — DEVERIA APROVEITAR MAIS! — Ouço outro soco na parede, seguido por uma batida de porta. Solto uma risada irônica. Não foram eles que começaram? 

Encaro a calcinha de Luna e vejo que a mesma está absurdamente encharcada. Ela está louca para me ter dentro de si. Pensar nisso faz meu estômago revirar de prazer, me sinto confortável fazendo isso com ela.

— Eu vou gozar se continuar fazendo assim, Caio... — Luna repuxa os braços enquanto joga o corpo para trás. Já eu paro imediatamente o que estava fazendo.

Retiro meu pau de sua calcinha encharcada e dou alguns tapas com os dedos em sua parte sensível.

— Você apenas vai gozar quando eu deixar, minha vadia. — Afirmo e ela rosna de prazer.

Antes de direcionar minha atenção para outra coisa, enfio dois dedos em sua entrada e acaricio um pouco, quase levando-a ao ápice. Em seguida, os coloco em sua boca.

Luna chupa meus dedos sem que eu peça e eu sorrio, feliz em como ela pode ser obediente na cama.

Levanto em seguida e sento sobre seu colo, direcionando minha atenção para os seus mamilos empinados. Começo a beliscá-los com força, enquanto aproximo meu rosto do dela.

— Por que vai ficar adiando o seu orgasmo assim, amor? — Pergunto enquanto rodeio seus bicos com ainda mais vontade e ela segue gemendo. — Como se entre quatro paredes tivesse espaço para egos inflados. — Sorrio e passo a língua em seus lábios. — Aqui é o único lugar em que você é minha de verdade e eu sou completamente seu, garota. Vá, peça, eu quero te fazer gozar, mas depende de você. — Falo e ela me encara com as pupilas dilatadas.

Percebo o músculo de sua mandíbula se contraindo. Luna engole em seco, pisca e me encara novamente. Seus olhos tomados pela luxúria. 

— Me fode, Caio. — Ela pede e eu aperto com ainda mais força seus mamilos, arrancando um gemido sôfrego de sua boca. 

— Não é assim que uma boa vadia pede, Luna. Vamos, implore por isso. — Percorro com minha língua até o lóbulo de sua orelha. — Estou ansioso por isso. 

— Vamos, Caio... — Luna segue tentando ficar no comando. Eu sorrio, dessa vez me sentindo desafiado. — Não me obrigue a implorá-lo, já que quer tanto quanto eu. — Afirma e eu solto seus mamilos, mostrando minha ereção para ela enquanto acaricio meu próprio comprimento e solto um gemido que estava preso na garganta. 

— Luna, eu posso te provocar a madrugada inteira. Não me importo em gozar na sua frente enquanto delira querendo ser tocada. — Acelero os movimentos enquanto ela observa atentamente. 

Percebo que a garota abaixo de mim está roçando uma coxa na outra, tentando se proporcionar prazer também, mas eu interfiro arqueando o corpo levemente para trás e apoiando a mão livre ali no meio. 

— Você apenas vai gozar quando eu permitir, acho que ainda não entendeu.  — Explico seriamente. Por fim, Luna sede às minhas provocações.

— Por favor, Caio. — Ela pede fitando meus olhos fixamente. — Eu preciso que me foda. Com força. Por favor.

Eu sorrio diante da súplica e paro de me tocar. 

— Boa garota. — Saio de cima dela, pego uma camisinha dentro da carteira e me visto na frente dela. — Poderia ter pedido isso muito antes, já teria gozado há bastante tempo. — Termino de me proteger e volto à cama. Luna fica em silêncio enquanto me observa fixamente.

Me aproximo e finalmente arranco sua calcinha encharcada, ansioso pelo que estava por vir. Louco para fodê-la.

— Não vai soltar as minhas mãos? — Questiona com um certo tom de desespero . Em resposta, eu sorrio e adentro sua buceta apertada. — Oh, céus. — Ela arqueia as costas para trás.

— Depois que eu te fizer esguichar por essa cama toda, querida, solto suas mãos e te deixo fazer o que quiser comigo. — Falo e começo a estocá-la com força enquanto massageio seu clitóris com velocidade. 

Os gemidos de Luna abençoam meu ouvido e fazem com que meu corpo se arrepie de prazer. Percebo que a mulher deitada à minha frente começa a se contorcer e suas paredes se retraem contra meu pau, indicando que está prestes a gozar. Diante da situação, levo uma mão ao seu pescoço e pressiono levemente.

— Já quer gozar, minha vadia? — Pergunto e começo a estocar mais devagar, rebolando dentro dela. Em resposta, Luna sacode a cabeça positivamente de maneira compulsiva. — Então pede, amor. Hoje, aqui, você é minha. 

— Oh, Caio... — Ela arqueia as costas para trás, indicando que estava muito perto de alcançar o ápice. — Deixe-me gozar no seu pau, por favor? — Pede e eu sorrio, voltando a penetrá-la com força e fazendo-a jorrar de prazer.

Sinto um líquido escorrer de sua buceta, sendo apenas isso que faltava para que meu ápice chegasse. Ainda com a mão contra seu pescoço, continuo rebolando dentro dela enquanto sinto todos os meus músculos se contraírem. Gemidos inevitavelmente saem pela minha garganta.

— Puta merda, Luna, você é muito gostosa. — Afirmo e continuo estocando até que os dois terminassem de se contorcer.

Por fim, saio de dentro dela, descarto a camisinha, me limpo superficialmente no banheiro e volto para o quarto, com uma toalha nas mãos, com o objetivo de limpar a mulher que acabou de me proporcionar um ótimo orgasmo. 

Percebo que Luca segue respirando ofegante, não sei se pelo cansaço ou tesão que ainda preenche seu corpo. 

— Eu vou te limpar. — Me aproximo, passo a tolha em sua intimidade e nas partes internas de suas coxas. — E vou soltar seus braços, então poderá fazer o que quiser, assim como combinamos. — Explico e ela me encara com um sorriso malicioso preenchendo os lábios.

— Então se prepare, Caio. — Termino de limpá-la e solto suas mãos. Ela acaricia os próprios pulsos e me encara. — Por que eu vou acabar contigo de uma maneira que nenhuma outra mulher jamais fez. — Afirma e, em um piscar de olhos, sem que eu pudesse me locomover, ela me ataca, já envolvendo os lábios contra os meus em um beijo raivoso.

Nota da autora

Não passou por correção ortográfica. Qualquer erro ortográfico, podem avisar. Peço desculpas desde já. 

Espero que gostem. Não deixem de votar e comentar bastante.






















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