20 - Eu vou f*der a sua boca (+18)
Não demoramos para chegar ao prédio. Estávamos tomados pela pressa. A situação era surreal, nunca senti tanto a necessidade de foder com alguém quanto com Luna neste momento.
Aparentemente, todo o desejo que sentia por ela quando éramos mais novo se multiplicou em vinte. Ainda estou obstinado em cortar esse contato íntimo, mas, depois de senti-la rebolando tão gostoso no meu pau, resolvi deixar para amanhã.
Cheguei à conclusão de que, depois do que passamos nos últimos dias, não conseguiria evitar isso sem prová-la por completo.
E é exatamente por isso que estamos andando rapidamente e de mãos dadas pelo hall do prédio, como se fossemos um verdadeiro casal. Seguimos até a escadaria deserta e escura. Meu objetivo era seguir o mais rápido possível para o meu apartamento, só que fui surpreendido por Luna, que empurrou meu corpo contra a parede.
- Vou te recompensar por mais cedo, querido. - Luna declara e une os lábios aos meus, invadindo minha boca com sua língua e lutando por espaço com a minha. A troca é intensa e ansiosa, é perceptível seu desejo por mais.
Luna se afasta e sorri maliciosa enquanto encara lascivamente meus olhos. Eu sustento o olhar enquanto sinto seus dedos delicados percorrendo meu abdômen por cima da blusa até o cós da minha calça. Em seguida, ela desabotoa e adentra minha cueca com uma das mãos, já massageando a cabeça do meu pau com seu dedão.
Uma sensação inebriante preenche meu corpo quando percebo que a garota à minha frente está sentindo minha lubrificação devido ao tesão provocado por ela mesma.
- Está louco para foder a minha buceta, não é? - Questiona com um tom de voz muito diferente do comum. Sinceramente, acho que nunca ouvi Luna falar desse jeito. - Vai precisar de um pouco de paciência, pois antes vou retribuir o que fez com a boca mais cedo. - Declara enquanto corre lentamente com a mão contra o meu corpo. Em seguida, ela desce um pouco minha calça e põe meu pau duro para fora.
Recosto o corpo contra a parede e jogo a cabeça para trás. Impossível não soltar um suspiro profundo ao sentir a boca de minha "namorada" massageando minha excitação. Inicialmente ela passeia com a língua pela cabecinha e depois engole o membro por completo enquanto utiliza o auxílio das mãos no movimento vai e vem.
Desço os olhos para observá-la me chupando e, mesmo com o breu da sala, percebo-a me encarando lascivamente. Luna observa cada reação minha enquanto degusta meu pau duro e, porra, a sensação faz com que minha barriga se revire em desejo. Tudo se intensifica ainda mais quando ela acelera os movimentos e engole meu cumprimento sem se importar com o tamanho.
- Luna... - Chamo com a voz rouca e ela me encara com atenção. - Eu vou foder a sua boce agora, licença. - Ela assente e leva os braços para trás do corpo. Já eu entrelaço meus dedos em seus fios de cabelo e acelero os movimentos, indo ainda mais fundo do que a garota já estava.
A sensação é tão gostosa que é impossível não arfar de excitação. Ondas de tesão começam a percorrer o meu corpo, indicando que se continuar fodendo sua boca desse jeito, logo irei gozar. E é exatamente disso que preciso.
- Quero que engula tudinho, entendeu? - Ordeno e ela assente, submissa à situação. Já eu, sem muito mais esforços, chego ao ápice. - Puta merda.
Assim que sente o líquido quente em sua boca, Luna levanta e me encara. Ela abre a boca e mostra o gozo em sua língua. Em seguida, fecha e engole, sustentando o olhar.
Beleza. Nenhuma das mulheres que já fiquei foi ousada o suficiente para agir dessa forma. Luna Simões de fato é diferente e isso é perigoso demais.
Ela se aproxima ainda mais e cola o corpo ao meu.
- Será que agora podemos ir para o seu apartamento? Quero que faça com a minha buceta o mesmo que fez com a minha boca. - Sorri e mordisca meu lábio inferior.
Inverto nossas posições e levo uma de minhas mãos à sua intimidade. É possível sentir a excitação por cima do tecido fino do pequeno macacão.
- Não está de calcinha? - Pergunto e Luna sorri travessa.
- Se bater uma luz mais forte contra o meu corpo, será possível observar todos os seus detalhes. - Afirma e eu passo a língua em meus lábios.
Em resposta, agarro sua mão e lhe arrasto rapidamente até onde moro, porque além de fodê-la, quero chupar cada centímetro desse corpo gostoso. O objetivo é realizar todos os meus desejos quando o assunto é Luna, afinal, a partir de amanhã não nos envolveremos mais sexualmente.
Enzo aproveitou o término daquele jantar insólito para caminhar pelas ruas da cidade. Estava aéreo e pensativo. Não queria se torturar, mas era como se o universo tivesse o empurrado para a porta daquela boate. Antes de entrar, deu de cara do Bryan, seu ex-cunhado. Após cumprimentá-lo, entraram juntos.
Sabia que ver Luna e Caio juntos seria doloroso, mas não imaginava o quanto. Flagrou justamente o término do beijo intenso entre eles. Foi nesse momento que cumprimentou as garotas e colocou para dentro duas doses de vodka de uma só vez.
Pior foi na hora da despedida dos dois. Parecia que sempre que ele estava perto, o casal fazia questão de demonstrar que estava naquela fase de transar em todos os cantos. Tão irritante.
Depois que se foram, Cora e Bryan foram para a pista de dança se divertir entre si, enquanto ele ficou ao lado de Lina, que também não estava com o melhor humor de todos. Ambos se debruçaram à bancada de madeira do bar da boate.
- Você estava gostando dele, não é? - Enzo pergunta fixando o olhar em um ponto aleatório. As doses de vodka já haviam o deixado bêbado.
Lina o encara de rabo de olho e sorri ladino, um pouco desgostosa.
- Gostar é uma palavra forte demais. Mas a gente sempre espera um pouco de consideração, independente do tipo de relação que temos com a pessoa. - Ela afirma e solicita duas doses de vodka ao garçom, uma para ela e outra para Enzo. - Não foi uma indireta para você.
Enzo sorri desgostoso com a fala da amiga. Tinha consciência de que, desde o momento em que aquela merda teve início, teria essa fama de safado que trai.
- O pior de tudo é que nem lembro de como toda essa merda começou. - Pensa em voz alta e vira a dose de vodka entregue pelo barman. - Sei que fiz merda, ninguém acorda pelado na cama de outra pessoa à toa. Mas juro, Lina, que queria lembrar do que fizemos. Samantha não bate bem, aquela mulher não é legal da cabeça.
Lina também vira a dose de vodka à sua frente e faz careta. Enzo ri e ela balança a cabeça negativamente.
- Sei lá, essa merda está estranha. Você deveria pedir um teste de paternidade. Sabe que tem como fazer isso durante a gestação, não é? - Questiona enquanto encara o rapaz incisivamente. - Essa garota queria foder o relacionamento de vocês, não me surpreenderia se tudo isso fosse armado.
Enzo eleva uma das sobrancelhas, pensativo com a fala de Lina. Impulsivamente, muito provavelmente por conta do álcool que toma conta de seu corpo, ele se aproxima da garota e lhe dá um abraço apertado. Ela sequer tem tempo de corresponder, porque foi totalmente inesperado.
Ele afasta o corpo do dela e encara os olhos da garota.
- Sinceramente, não sei se meu relacionamento com Luna teria alguma salvação, principalmente depois de todo o envolvimento que ela teve com Caio. Entretanto, não havia pensado nisso. - Enzo abraça novamente Lina e leva o rosto para frente do dela. Ele só não esperava que a proximidade entre seus rostos o fizesse gaguejar. - O-obrigado.
Lina também ficou nervosa com a aproximação, nunca esteve tão perto de Enzo. O fato de ser namorado de uma de suas melhores amigas sempre o tornou tão desinteressante. Entretanto, naquele ambiente, com seu corpo tomado pelo álcool e o fato de seus corpos estarem tão próximos, o cenário era diferente.
Já Enzo, entorpecido pelo calor da situação, não conseguia sair dali. Nunca havia reparado em Lina e em como a garota era bonita e atraente.
E foi exatamente desta forma que os dois, sem imaginar que aquilo poderia acontecer em algum momento de suas vidas, uniram seus lábios em um beijo lento e alcoólico. Enzo levou a mão à nuca de Lina, enquanto ela apoiou os braços em seu peitoral.
Aos poucos, a intensidade foi aumentando e o casal não cogitava se desvencilhar da ótima sensação que era ter o lábio do outro tomado para si. O contato só foi cortado quando, apesar do álcool, um choque de consciência atingiu a mente de Lina e ela se afastou bruscamente de Enzo.
- Não, não podemos. - Ela coloca a mão no peito do rapaz e estica o braço. Enzo estava até tonto, de tão boa que a troca estavam. - Isso é errado... A Luna. Porra, que droga eu acabei de fazer? - Ela questiona retoricamente e dá de costas para o gêmeo mais velho, que fica ali, confuso com o tanto de coisas que aconteceram naquele pequeno período de tempo.
"Lina? Quem diria...", era o pensamento que permeava sua mente enquanto o mesmo voltava para a bancada do bar para solicitar mais álcool.
Nota da autora
Texto não foi revisado. Peço desculpas por eventuais erros de ortografia.
Espero que gostem. Não deixem de votar e comentar.
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