Capítulo Vinte e Seis

Daniel vamps:

Marshall, seu rosto determinado e focado, liberou outra flecha da corda do arco, mirando com precisão letal. Seu inimigo, um vampiro ágil e sedento por sangue, avançou rapidamente em sua direção, ambos combatentes igualmente velozes. Flecha após flecha se chocavam em direção aos alvos móveis, cada disparo uma demonstração de habilidade e força.

Contudo, Elijah, o vampiro, em um acesso de velocidade sobre-humana, alcançou Marshall em um piscar de olhos e agarrou seu pescoço com uma força sufocante. Marshall lutava desesperadamente para escapar do aperto férreo que o impedia de respirar, sua visão embaçando enquanto o pânico o consumia. Cada esforço era em vão, pois a mão gigantesca de Elijah permanecia implacável em sua garganta, sufocando-o impiedosamente.

Foi então que, como um raio, uma sombra passou ao lado deles. Utily, o fiel companheiro de Marshall, mordeu com ferocidade a perna do vampiro original. Elijah, momentaneamente surpreso, afrouxou momentaneamente o aperto em sua garganta. Nesse momento crítico, Marshall aproveitou a oportunidade e cravou sua faca afiada no ombro do vampiro, atingindo uma ferida que uma flecha anterior havia causado e que ainda não havia cicatrizado. Elijah soltou um grito de agonia, liberando Marshall, que caiu no chão com força, mas não perdeu tempo. Ele se moveu rapidamente e esfaqueou o vampiro no joelho, incapacitando-o ainda mais.

Recuperando-se gradualmente, Marshall olhou para Elijah com desafio nos olhos, enquanto o vampiro gemia de dor.

— Vejo que a ausência completa de medo em um humano é algo verdadeiramente notável — disse Elijah com dificuldade. — Você me surpreendeu, defendendo-se com uma valentia admirável. Mas em nenhum momento demonstrou medo. Agora, que o fim se aproxima, parece estar resignado. Talvez até aliviado...

As palavras do vampiro se extinguiram quando ele deu um passo para trás, perplexo.

— O que você... fez comigo? — Elijah gaguejou.

Marshall esfregou a garganta dolorida enquanto se levantava, e Utily se aproximou dele, rosnando ameaçadoramente para o vampiro original.

— Uma das flechas estava impregnada com verbena e um veneno das fadas — Marshall explicou com um sorriso enigmático. — Meu pai me deu essas flechas durante um dos nossos treinamentos. Primeiro, você sentirá uma dor aguda se espalhando pelo corpo, e então cada um de seus poderes desaparecerá, deixando-o tão fraco quanto um Mundano. No final, você morrerá como uma espécie de moribundo.

Marshall se aproximou lentamente de Elijah, cuja palidez aumentava a cada segundo.

— Daniel, acho que seria prudente você chamar um táxi — Marshall disse, sacando o celular. — Vou avisar que estarei um pouco atrasado.

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Acenei para um táxi que passava. Por sorte, ele parou. Entramos apressados, e dei meu endereço e David me ajudou a colocar o Vampiro no banco do carro com todo o cuidado. Obviamente, uma manobra para despistar humanos que já estavam começando a serem afetados pela névoa que mudaria sua mente em relação ao que aconteceu aqui Hoje.

Marshall não parecia muito abalado com o que aconteceu e isso me fez ficar decepcionado por não ter ajudado ele em sua luta.

Quando o táxi arrancou, senti o olhar dele pousar em cima de mim.

— Eu sinto muito — falei. — Estava tão apavorado com o que aconteceu que travei e nem consegui te ajudar.

Minha mãos estavam tremendo loucamente e Marshall pegou uma delas apertando com força.

— Não precisa se desculpar, em comparação a esse vampiro é algo diferente do que já enfrentou. Se não tivéssemos o Utily seria o nosso fim. — Marshall falou sorrindo calmamente. — Não me culpa que tenha tido medo.

Odiava o fato de que coloquei diante dele a única isca a qual iria me desabilitar como um namorado para ele já que fiz com que o mesmo sofresse bastante.

Estava claro que era a luta que cobrou alto para Marshall que estava respirando com um pouco de dificuldade. Isso me aterrorizou, e também que ele soubesse que lhe dera os primeiros orgasmos de sua vida, mas, mesmo assim, seu corpo se acendia de desejo só de pensar em como ele me beijava e me deixava animado para que ele ficasse ao meu lado por muito tempo.

— Pode parar aqui — falei ao motorista, quarenta minutos mais tarde. Marshall pagou com uma nota de cinquenta dólares, pensei que ele tinha sorte por ter algum dinheiro consigo. O meu aquele enorme maço de notas, encontrava-se no chão do quarto dele, então, ele não tinha como pagar o trajeto. Outra vez sendo o pior namorado que se pode imaginar.

Olhei para Elijah que estava apoiado contra a janela ainda não podia acreditar que estava voltando para a casa com um vampiro original.

Descemos e apoiei o corpo de Elijah com o meu, vendo o táxi se afastar, e seguirmos caminhando para minha casa. David entre a gente era que mais estava completamente ansioso com tudo que estava acontecendo ao redor.

Abri a porta ouvindo a discussão vindo do escritório do meu pai com as vozes ficando cada vez mais irritadas e nem um dos lados pensando em desistir tão facilmente.

Elijah riu loucamente e olhei para Marshall.

— O veneno das fadas são alucinógenos — Explicou. — A menos que de a cura para ele em um dia e meio vai ficar assim até morrer ou querer que alguém o mate.

Isso me deixou ainda mais admirável quanto ele sabe se cuidar, ouvi o latido de Utily enquanto via Marshall subi as escadas fui atrás dele. Aprontei o caminho para ele e quando chegou em frente ao escritório bateu e com não teve reposta abriu com tudo, observei o enorme e opulento escritório. Fileiras de livros em estantes nas paredes, sofás, escrivaninhas e tapetes refinados se espalhavam pela sala.

No meio tinha meu pai, tio e irmão com outras duas pessoas. Cada um olhou para nossa direção e os outros vampiros olharam para Elijah que riu como se tivesse ouvido uma piada muito boa.

— Elijah, o que fez com ele? — Ingrah rosnou para minha direção mais Marshall apontou um dedo para sua direção.

— Só devolvi a moeda, ele que levantou os punhos para cima de mim. De longe consegui sentir a sua aurora maliciosa para minha direção — Marshall falou sentando no sofá e olhando para as cinco pessoas.

— Como um mestiços feérico poderia ter feito isso? — Laythor perguntou estalando a língua.

— Não sou só parte feérico, em minhas veias existe o sangue de uma bruxa amplificadora, um caçador da caçada selvagem que é um mestiço de um caçador Sobrenatural. — Marshall respondeu e pela primeira vez vi ele consegue fosse inteiramente um feérico fazendo sua barganha. — Sei que ele veio atrás de mim e do Daniel para usar como moeda de troca para fazer com que o senhor vamps desse a localização do caixão de Hampher.

Se estavam surpresos com que Marshall descobriu em segundos.

— Só não sei por qual razão vieram agora perguntando dele. Não me digam que é para ter um reencontro familiar, já ouvi falar que mesmo que sejam patentes se odeiam muito. — Marshall disse cruzando os braços por cima do peito. Seus olhos analisaram as faces das outras pessoas. — querem algo que só ele tem.

Olhou para David que se encolheu sobre o jeito que Ingrah estava o observando.

— Vocês querem algo que a família good tem — Meu tio falou entrando no campo de visão da vampira. — Queriam usar o good para tentar fazer uma cura para o vampirismo como uma ferramenta. Queriam Hampher para usar isso e matá-lo da maneira mais horrível possível.

— Não queremos isso — Ingrah falou desesperada. — Queremos nosso irmão de volta para ficar por perto e que nos ajude com um problema.

— Eu e a minha irmã temos pessoas que são muito importantes para nós — Laythor falou. — Querendo que ele venha para nos ajudar, afinal será uma batalha sangrenta para cuidar desses assuntos quando acordar.

— A última vez que soubemos dele foi que estava na cidade a séculos atrás e depois sumiu — Ingrah disse. — Só queremos ele de volta por essas razões egoístas. Mesmo que o meu afilhado Maxuel stryker diga que não precisa da minha ajuda não posso recuar.

Meu pai olhou para tudo e antes de abrir a boca, Marshall o cortou.

— Maxuel striggs, você é a madrinha dele — Marshall disse e Ingrah Assentiu. — Qual é o problema dele?

— Seu pior inimigo surgiu e Maxuel quer se vingar dele por tudo que tirou dele a trezentos anos atrás — Ingrah falou e Marshall Assentiu e olhou para David tendo uma conversa silenciosa entre eles.

— Vamos fazer uma troca — Marshall disse lentamente e olhou para o meu pai e tio. — Me digam onde está o caixão de Hampher, vou com David e Daniel pegar. Em mim poderão confiar, conheço o Maxuel que é um grande amigo e se ele está com problema vou ajudá-lo.

Meu tio pareceu discordar disso, mas meu pai assentiu e se aproximou de Marshall sussurrando.

— Ótimo. — Marshall disse levantando enquanto jogou um frasco para Aart. — A cura para o vampiro. David é bom estar certo em saber como quebrar a maldição e acordar um vampiro centenário.

— O que quer dizer com isso? — Geovane perguntou olhando de um para o outro.

— O que mais seria? David é a reencarnação de Agnes Good. — Marshall disse como se fosse a coisa mais simples de todas. — Ele disse que começou a poucos dias a ter flash de memórias e ontem a noite se lembrou de tudo.

O queixo de cada um caiu. Enquanto David parecia envergonhado e Marshall ria.

— Como é gratificante saber mais que as pessoas dessa sala — Marshall falou com um enorme sorriso.

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Gostaram?

Até a próxima 😘

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