Capítulo Trinta e Um (Final da 1°parte)
Marshall Aldrin:
Daniel abriu a porta do quarto, me colocou no chão de pé e trancou a porta.
— Tire suas roupas — Ele falou com a voz rouca. Preso em suas pupilas escuras de profundidade lotada de desejo e luxúria, me fazendo estremecer. Daniel torceu a boca enquanto me via lentamente tirar minha roupa.
Sentia seu olhar dele quando puxei para baixo a alça da calça e o braço para fora da manga alta. Daniel me colocou lentamente na cama e logo depois um joelho e puxou o resto da minha calça junto a cueca em um movimento. Ele acariciou meu corpo com suas mãos quentes e delicadas. Me puxou contra ele com mais força, passando um braço ao redor da minha cintura. Um estranho formigamento na espinha e um curioso calor eram tudo o que vinha de nossos corpos. Ele inclinou a cabeça e começou a beijar um mamilo, seus Lábios quentes rodaram sobre minha pele. Seu toque me deixou completamente delirante.
Seu hálito úmido em contato com minha pele me dando arrepios, Enquanto esfregava seu queixo contra meu peito e uma mão segurando meu pênis e foi até ele começando a me chupar.
Agarrei seus ombros Enquanto me contorcia, podia sentir o corpo dele balançando e tremendo. Abandonou aquela e me beijou furiosamente e tocando meu corpo com firmeza. E com seus dedos entrando contra minha entrada.
Os movimentos de seus dedos finalmente pararam depois de algum tempo. Em meu cansaço flácido, respirei fundo, meu corpo não resistia mais. Ele segurou suas roupas e empurrou um braço sob sua cintura, levantou-o acima de sua cabeça.
Nossos corpos quentes fizeram contato. Ambos estávamos escorregadios de suor. Em um esforço inconsciente, abriu as pernas e agarrei os antebraços duros dele. Então a parte inferior de seu corpo afundou pesadamente entre minhas pernas separadas. Daniel me prendeu debaixo dele com seus lábios fechados enquanto ele empurrava mais fundo em dentro de mim. Só consegui gemer e delirar, passando as unhas sem piedade por todo o antebraço dele. Inconscientemente dobrei o corpo vendo ele estremecer levemente e agarrou firmemente minha cintura com as duas mãos.
Ele abraçou minha cintura, seu aperto forte sobre mim começou a se mover como se ele não pudesse mais suportar. Gemi de prazer e
Os lençóis que apertava com as mãos pareciam prestes a rasgar.
— Ah, porra... — Daniel disse soltando um gemido estrangulado e se inclinando sobre mim. Ele respirou fundo. Os ombros ainda se moviam erráticamente como se estivesse levantando. Senti a língua úmida dele correr sobre minha bochecha. Virei para ele vendo um olhar intenso e incompreensível a olhou de seus olhos escuros, e fez com que arrepios surgissem nas minhas costas. Colocou os lábios sobre minhas têmporas e maçãs do rosto beijando com delicadeza e calma.
Puxou meu cabelo e forçou um beijo. Repetidamente, retribuindo tudo a cada toque. Parou de me punhetar e me pegou no colo fazendo com que cavalgasse em cima dele. Nós dois gemiamos juntos. Então ele puxou meus lábios para si e os mordeu, minha unhas arranharam suas costas o deixando ainda mais animado.
Estava chegando ao meu limite e gozei em nosso meio, com ele fazendo o mesmo dentro de mim. Caímos na cama e automaticamente adormeci.
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Na manhã seguinte, o sol rompeu timidamente pela janela, pintando o quarto com tons dourados enquanto o aroma do café fresco flutuava no ar. Daniel, com um sorriso gentil no rosto, entrou no quarto carregando uma bandeja de café da manhã cuidadosamente arrumada. Os raios solares dançavam em seus cabelos desalinhados enquanto ele se aproximava da cama, o cheiro tentador do café recém-preparado envolvendo todo o ambiente. Ele depositou a bandeja na cama com cuidado, fazendo com que as porcelanas tilintassem suavemente.
Enquanto eu me acomodava sob os lençóis macios, Daniel se sentou ao meu lado, sua voz suave e envolvente preenchendo o quarto. Conversamos sobre trivialidades e planos para o dia, desfrutando da intimidade e conexão que compartilhávamos.
Após a conversa descontraída, Daniel me guiou até o último andar da majestosa mansão que era seu lar. Cruzamos um corredor imponente decorado com tapeçarias antigas, cujas cores vibrantes contavam histórias de séculos passados. Finalmente, chegamos diante de um magnífico retrato emoldurado de corpo inteiro. Nele, um homem e uma mulher, com ares majestosos, pareciam reis e rainha de um reino perdido no tempo. Reconheci imediatamente o senhor vamps e ao seu lado, a mãe de Daniel, ambos irradiando alegria e amor.
Eu não pude deixar de comentar sobre as semelhanças familiares enquanto observava o retrato.
— Quem se parece mais com a sua mãe é o Geovane em aparência — falei, com um sorriso. — Você, Lilly, Tedy e Ricky lembram muito seu pai.
Daniel assentiu, seu olhar se perdendo no retrato.
— O sangue dos vamps é bastante dominante no segundo filho para o último. Minha mãe era humana, mas também uma alquimista talentosa. Ela ficou surpresa quando Geovane se pareceu com ela. — Daniel disse.
Com um toque quase mágico, Daniel pressionou uma mola discretamente escondida no quadro, e este girou suavemente para fora sobre seu eixo, revelando um corredor secreto iluminado por uma luz suave emitida por pedras encantadas.
— É uma entrada mágica para o laboratório de alquimia dela. Não venho aqui há muito tempo, mas acho que devo mostrar um pouco da história da minha família. — Ele sorriu enquanto explicava.
Cautelosamente, aproximei-me da entrada secreta. A luz das pedras mágicas brilhava fracamente sobre as paredes de pedra negra, e uma escada sinuosa se estendia profundamente abaixo do solo. Descemos juntos, e no final da escadaria, encontramos uma porta coberta de poeira.
Com um gesto lento, empurrei a porta e revelamos o tesouro oculto. No centro da sala, um caixão de madeira escura repousava silenciosamente. Daniel explicou com reverência,
— Este é o corpo original do meu pai, colocado aqui porque ninguém além da nossa família jamais teve permissão para subir aqui.— Ao redor do caixão, prateleiras exibiam frascos vazios e alguns livros, todos meticulosamente limpos e cuidadosamente organizados. — Sempre mantemos este lugar imaculado — disse ele, com um olhar de orgulho.
Virei-me para ele, minha curiosidade aguçada.
— Por que você me trouxe aqui?— perguntei, ansioso por desvendar mais segredos de sua história.
— Marshall, você faz parte da minha vida, da minha família. Quero compartilhar todos os meus segredos contigo. Não me importo com o que meus irmãos possam dizer, porque eles nunca pisaram neste lugar. A única opinião que importa para mim é a sua, e de mais ninguém. — Com ternura, Daniel sussurrou.
Com um caloroso sorriso, me encostei em seu corpo, meu coração batendo mais rápido com cada palavra que ele compartilhava.
— Então, conte-me tudo sobre você — murmurei, ansioso para conhecer cada faceta desse homem que eu amava.
Daniel olhou profundamente em meus olhos, sua expressão cheia de emoção.
— Eu achei que nunca iria amar alguém novamente como amo você. Meu coração é inteiramente seu. Sofri muito quando meus amantes tomaram decisões drásticas para ficarem comigo. Eu vivi o suficiente para querer me tornar um monstro ou odiar a humanidade para sempre. — Daniel falou.
Inclinei a cabeça, refletindo sobre suas palavras.
— Agora acredito que minha mãe diz que as pessoas se abrem como livros em determinado momento. Daniel, você é como a narrativa romântica de um coração quebrado. Isso só me faz amá-lo ainda mais, ver esse seu lado que o torna tão humano. — Falei com um sorriso surgindo em meus labios.
Ele respondeu ao meu elogio com um beijo apaixonado, suas mãos envolvendo meu corpo com ternura. Daniel sempre tinha o dom de fazer meu coração derreter, e, naquele momento, eu sentia que cada centímetro dele demonstrava o quanto eu o amava. Era como se as flores de um jardim desabrochassem sob minha pele, e com um sorriso radiante, me entreguei completamente ao amor que compartilhávamos, deixando-me levar pela intensidade do momento.
Meu amor por aquele homem era como um fogo ardente que queimava em meu peito, fazendo meu coração acelerar descontroladamente a cada olhar, a cada toque. Não importava o que o destino nos reservasse, eu estava decidido a permanecer ao seu lado, enfrentando todas as adversidades com coragem e determinação. Minha mente ecoava as palavras que eu havia murmurado em momentos de profunda paixão: "Eu me tornaria um Vampiro por você."
Aquelas palavras reverberavam em minha mente, como um eco persistente que me lembrava da promessa que tinha feito a ele. Cada vez mais, eu estava convencido de que essa era a decisão correta, que seria a única maneira de unir nossas vidas de forma definitiva, transcendendo os limites da mortalidade.
Nossos olhos se encontraram, e eu pude ver a intensidade do amor refletida nos olhos dele. Era um olhar que transcendia o tempo e o espaço, um vínculo que parecia eterno.
No silêncio daquele momento, nossos dedos se entrelaçaram, selando nosso compromisso mútuo. Eu sabia que não importava o que acontecesse a seguir, estávamos destinados a enfrentar o futuro juntos, lado a lado, com um amor que nunca conheceria limites.
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Gostaram?
Até a próxima parte 😜
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