Capítulo 43
Notas (iniciais) da autora: Hey pessoal, como estão?
Antes do capítulo queria agradecer pelos 50K DE VISUALIZAÇÕES! SÉRIO... Eu tenho nem palavras para agradecer!!!!! Essa é a minha primeira fanfic do universo de Harry Potter e ver ela chegando a tantas pessoas deixa o meu coração quentinho! Sério... muito obrigado! ❤️❤️❤️❤️❤️
Prontos? Boa leitura!
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Draco andava pelos corredores quando viu Dolores virando o corredor junto ao grupo da Brigada e pelos cálculos do Malfoy, iam direto para a Sala Precisa. Correndo para tentar atrasá-los, o loiro abordou a Inquisidora.
— Professora, o que está acontecendo? — ele perguntou olhando para o grupo de alunos atrás dela, todos da Sonserina, e uma aluna da Corvinal com a frase "Dedo Duro" escrita no meio do rosto para todos verem.
— Estamos indo punir alunos rebeldes, senhor Malfoy, junte-se a nós como o restante da Brigada — a mulher convidou.
Sem esperar uma resposta, o loiro apenas seguiu a mulher até a parede da sala e ouviu ela recitar o feitiço de Bombarda Maxima. Pó e pedras voaram para todos os lados abrindo caminho, Dolores ordenou que todos na sala fossem capturados e antes que um dos brutamontes agarrasse o braço de Anastasia, o Malfoy interviu.
— Eu cuido dela — ele disse pegando o braço da corvina sem muita força e a arrastando junto aos outros, baixinho o loiro sussurrou: — Foram dedurados.
— Dobby tentou avisar mas não deu tempo. Quem foi?
— Uma menina da sua casa.
Draco ouviu o palavrão que a Bellini soltou ao ver a garota com o rosto marcado. Os outros alunos olhavam a garota como se fosse uma traidora, especialmente Hermione que tinha sido a responsável por montar o feitiço no pergaminho da Armada. Dolores não fazia questão de esconder o triunfo ao derrotar aqueles alunos.
— Estão todos na detenção! Amanhã depois do jantar irão escrever sete pergaminhos de trinta centímetros e quem não comparecer ao salão antes do jantar... — a frase ficou inacabada com a risadinha da Umbridge que demonstrava o quão ruim era os planos dela — Senhor Potter, me acompanhe até a sala do diretor, por favor.
Assim que Dolores saiu do campo de visão do Malfoy, ele soltou o braço de Anastasia embora quem observasse de longe imaginasse que ele ainda segurava a covina.
— Me encontre na torre de astronomia — ela disse apenas para ele ouvir.
— Melhor não, Dolores está reforçando ainda mais as coisas. Outro dia.
— Claro, esqueci que você obedece ela.
O loiro se limitou a um curto olhar para a corvina antes de sair com os outros da Brigada Inquisitorial pelo corredor, deixando o coração da Bellini um pouco apertado e uma péssima sensação na boca do seu estômago.
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No dia seguinte, todos da Armada encaravam Marieta Edgecombe. A corvina havia explicado que fez aquilo por influência da Umbridge e por medo de demitirem sua mãe, uma funcionária do Ministério, se a pegassem em alguma reunião, mas aquilo acabou se tornando um leve problema em comparação ao que os alunos de Hogwarts enfrentavam: Dolores como diretora da escola.
Alvo Dumbledore, ao ser confrontado pelo Ministro do porque estar reunindo alunos sob seu nome em uma tentativa de tomar futuramente o Ministério da Magia havia fugido covardemente (nas palavras do O Profeta Diário), e o Ministro nomeara Dolores para ocupar o cargo. Umbridge impôs regras e mais regras em um curto período de tempo, fazendo com que megafones espalhados pela escola tocassem a gravação de cada uma de suas regras.
No horário marcado, Dolores transformou o Grande Salão em uma imensa sala de aula com várias de suas penas mágicas e pergaminhos torturadores. Os alunos que pertenciam a Armada escreveram em suas mãos até o sangue escorrer, o que causou grande revolta em boa parte deles.
— Posso levá-los até a cozinha — Lúcia se ofereceu segurando a própria mão dolorida sob o peito — Acho que um gelo deve adiantar até amanhã, certo?
— Não tenho tanta certeza — a risada de Ellen foi amarga.
— Está mais cortado do que inchado, melhor irmos para a enfermaria — observou Hermione a própria mão antes de soltar um gemido de frustração — Nem podemos enrolar fora da cama agora, porque se ela nos pegar será pior e podemos nos meter ainda mais em encrencas.
— E ela vai fazer o que? Machucar nossos pés? — Louis perguntou retoricamente — Prefiro ir para a enfermaria, alguém vem comigo?
Anastasia olhou para o grupo e negou com a cabeça.
— Vão vocês, dou meu jeito depois.
— Ana... — Louis a chamou ao entender o porque a prima queria se afastar deles — Você tem que cuidar de você primeiro.
— Vou cuidar. Prometo.
A Bellini esperou os outros se afastarem para ir ao corredor que haviam passado e encontrar Draco parado lhe esperando. O loiro olhou para a mão da corvina um pouco sério, pegou-a delicadamente com medo de machucar ainda mais.
— Dói muito?
— Arde na verdade, esse foi bem pior do que os outros.
— Eu não sei como é isso, sinto muito.
— Claro que não sabe.
O Malfoy notou o tom irônico na voz da namorada. O sonserino percebeu que ela havia mudado um pouco desde que viu a medalha da Brigada em seu peito, lançava olhares atravessados, respostas ácidas e irônicas, diferentes das que ela dava antes, ou até mesmo não dizia nada para ele.
E ele não sabia o que mais era doloroso em seu coração.
— O que quer dizer com isso?
O coração de Anastasia ficou um pouco agitado com o olhar que o loiro lançava sobre si, mas toda vez que encarava os olhos claros do Malfoy, lembrava da carta que havia recebido naquela manhã.
— Quero dizer que não devo ficar aqui conversando no corredor, porque se alguém parar na detenção, certamente não será você.
— Ana...
— Boa noite Draco.
Depositando um rápido beijo em sua bochecha, Anastasia deixou Draco parado sozinho no corredor.
Quando entrou no quarto, após tomar um banho e limpar a ferida o melhor que pode, pegou a carta aberta embaixo da cama notando a caligrafia elegante junto ao selo que lacrava o envelope.
O selo dos Malfoy.
"Senhorita Bellini,
Estive ciente de que está em um compromisso com meu filho, e estive ainda mais ciente de que estava envolvida no grupo que planejava tomar o Ministério junto ao antigo diretor. Como um pai preocupado com o bem estar da família e, principalmente, do filho, gostaria que a senhorita se afastasse de Draco que, ao contrário da senhorita, ao que tudo indica, ele está preocupado com o futuro no mundo bruxo abraçando as causas certas como um Malfoy deve fazer.
Eu estimo muito sua família, contudo, uma relação que não aprovo pode complicar ainda mais as coisas e sei que a senhorita não deseja isso para si ou seus entes queridos.
Aguardo uma coruja com a sua resposta o mais breve possível.
Atenciosamente,
Lucius Malfoy"
Bufando, Anastasia dobrou de novo o papel e jogou debaixo da cama. Nunca havia ido com a cara de Lucius, e ver que Draco era a cara dele com atitudes que lembravam muito o pai, fazia ela odiá-lo ainda mais. Ela não sabia como responder a carta, deixaria isso para outro momento em que sua mão não estivesse doendo por causa de uma mulher insuportável.
Fitando o teto do cômodo, a Bellini acabou adormecendo.
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Notas da autora: O que acharam da carta do Lucius? Até parece que nosso Drasia não ia ter um empecilho, não é mesmo?
Gente essa é a última atualização de 2021. Novamente agradeço todos que apareceram aqui neste ano, sei que demoro um pouco (pra não dizer muito) mas saibam que nunca abandonarei aqui ❤️ Ano que vem tem mais, tem reviravoltas, tem segredos revelados, bônus que estou escrevendo mesmo sem terminar a história. Tem muito Drasia ainda pela frente.
Me digam o que estão achando, comentários ajudam essa autora aqui.
Até o próximo!✨ (E feliz ano novo)
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