Capítulo 40

Christopher: Queria que você ficasse com a Clara nessa parte da manhã. – coçou a nuca. – Acontece que a tia Lurdes acabou de sair para as compras e eu lembrei que tenho uma reunião importantíssima dentro de vinte minutos, então?

Alexandra: Mas é claro que sim meu filho, aproveitamos e a levamos para comprar um vestidinho bem lindo para o casamento. – sorriu com os olhinhos brilhando.

Christopher: Ufa. – afrouxou os ombros. – Não sabe o peso que tira das minhas costas... – sorriu de canto. – Então eu passo aí para deixar ela, tchau! – desligou.  

Blanca: O que ele queria? – perguntou curiosa.

Alexandra: Vai passar aqui para deixar a bebê, ele tem que ir para empresa e a Lurdes foi ao supermercado, então já viu não é? – voltou a folhear o catalogo. – Essas toalhas estão divinas! – Blanca assentiu concordando.

Alguns minutos depois a campainha toca, Simone vai atender e Christopher entra com a filha.

Simone: Ai meu Deus! – sorriu encantada ao ver a pequena. – Me deixa segurar ela? – pediu com os olhinhos brilhando, sem resistir àquela fofura.

Christopher: Ah claro. – entrega a bebê para Simone. 

Simone: Ela é muito linda Christopher, se parece muito com você. – elogiou, fazendo-o sorrir. Alexandra se aproxima.

Alexandra: Filho! – sorri e dá um beijo no filho. – Ai vovó, todo mundo quer ficar em cima de mim, será que é por que eu sou tão linda? – falando com voz de bebê e a pegando a neta no colo. – Ela está tão calminha hoje, o que aconteceu?

Christopher: Ontem ela nadou, acho que isso lhe deixou menos estressada. – pôs a mão no bolso.

Alexandra: Hã? – o olhou confusa. – Como assim minha neta nadou? Ela é só um bebê.

Christopher: Pois é, mas é uma longa historia... – desviando, sem vontade alguma de contar, estava atrasado demais. – Bom, eu estou atrasado, eu já vou. – dá um beijo na cabecinha da filha e em seguida na mãe. – Tchau mãe, cuidado com a minha filha, pelo amor de Deus. – sorriu. – Tchau Simone. – se despediu e saiu apressado.

Simone: Quem diria hein dona Alexandra? – cruzou os braços, chocada. – Christopher sendo um papai coruja... – riu.

Alexandra: Pois é querida, mas o mundo dá voltas não é? – sorriu tocando o ombro da mulher. – Me dá essa bolsinha dela que está ali. – aponta à bolsinha do bebê e Simone a pega. – Obrigada. – Alexandra leva Clara para a sala de estar, onde estava com Blanca. – Olha só meu amor, a outra vovó da bebê. – pegando na mãozinha dela e a levando até Blanca.

Blanca: Meu Deus, ela está a cara do Christopher! – falou impressionada. – Me dá ela aqui.

Alexandra: Vai com a vovó. – entrega a pequena. – Realmente ela se parece muito com o Christopher, o cabelo loirinho, os olhos claros, se parece muito com ele.

Blanca: Já com a Dulce ela não se parece tanto, tem o nariz da mãe, somente. – analisou. – Tirando que a Dulce era bem calma quando era bebê e essa mocinha, é muito da estressada não é? – balançando a pequena, que estava entretida com o seu cabelo.

Alexandra: Bota estressada aí. – riu. – Mas hoje, ela até que está calma... O Christopher disse que ela nadou ontem, vai ver puxou a paixão pelo mar da mãe dela. – cruzou os braços, observando.

Blanca: Você acha? – franziu a testa.

Alexandra: Claro que sim. – assentiu, voltando a sentar. – Elas são mãe e filha, alguma coisa da genética tinha que puxar. 

Blanca: É realmente. – concordou pensativa.

Alexandra: Então? – a olhou, empolgada. – O que acha de nós duas levarmos a Clara para comprar o vestidinho que ela vai usar no dia do casamento dos pais hein? 

Blanca: É uma boa ideia, assim curtimos um pouco a nossa neta. – sorriu, gostando da ideia. – Vamos. – as duas arrumaram algumas coisas de Clara e saíram.


¨¨¨¨

Mais tarde na empresa, Christian entrou na sala de Christopher e viu o amigo pensativo.

Christian: Cara, você está bem? – perguntou, se sentando na frente dele. 

Christopher: Estou por quê? – encarando Christian e passando a mão no rosto.

Christian: Nada. – franziu a testa. – Acontece que na reunião você estava esquisito, só falava o suficiente, estava todo na sua... – o analisou. – Está sentindo falta da sua ruivinha, não é?

Christopher: Demais. – assentiu, fechando os olhos. – Só eu sei a falta que eu estou sentindo da minha mulher... – rodando a cadeira em direção à vista para o mar. – Saber que ela está em algum lugar desse mar, me deixa desesperado. – encarando a grande quantidade de água com um frio na espinha. Dulce estava sujeita a tantos perigos que ele não queria sequer imaginar.

Christian: Eu entendo parceiro, também não queria ficar tanto tempo assim longe da Maite. – suspirando pesadamente.

Christopher: Eu conto os dias para ela voltar. – fechou os olhos. – Eu não estou mais aguentando essa tortura, eu estou com muitas saudades, estou com saudades dos seus beijos, do seu rosto, das suas travessuras, exatamente tudo me faz lembrar ela, principalmente a Clara.

Christian: Cara, eu ainda não sei como é isso de ficar longe da mulher que a gente ama. – se levantou e foi até o amigo. – Mas eu imagino que não deve ser nada fácil.

Christopher: E nem queira saber parceiro, ninguém merece. – sussurrou, ainda olhando para o mar. – Minha ruivinha está me fazendo muita falta. – coçou a nuca, se lembrando das presepadas de Dulce. 

Sorriu com a lembrança, sentia tanta saudade de sua inocência, de suas travessuras, tudo aquilo o fazia sofrer demais. Todos os bons momentos que passara com ela, passavam como um filme pela sua cabeça. Sem perceber deixou uma lagrima de pura saudade cair, mas logo a limpou.


No mar, Dulce estava do mesmo jeito, a ruiva estava com muitas saudades de Christopher, de sua filha, de tia Lurdes, de sua cadelinha. Estava com saudades até de sua mãe, que apesar de tudo o que tinha feito, lhe fazia uma falta tremenda. Fungou e viu Joaquim se aproximando.

Joaquim: Ei Dulce? – se aproximando, dando suas cambalhotas. – Dulce, você está chorando? – estranhou.

Dulce: Estou e você? – falou sem olhar para ele, não queria que ele a visse chorando.

Joaquim: Eu não. – rolou os pequenos olhinhos. – O que você tem? – encostando o focinho na bochecha dela. – Ah já sei, isso se chama saudades não é? – perguntou e Dulce assentiu com a cabeça.

Dulce: Estou com saudades do Chris e da Clara. – fungou e o olhou, com a expressão entristecida.

Joaquim: Por que você não sobe? – perguntou a ela, que o olhou estranhamente.

Dulce: Eu não posso, se eu pudesse eu voltaria. 

Joaquim: Quem disse que você não pode? – ela franziu a testa, sem compreender. – Se você sente que o seu corpo está firme e forte para voltar para a superfície, você pode ir amiga.

Dulce: É verdade Joaquim? – perguntou esperançosa. 

Joaquim: É claro que sim. – sacudiu as nadadeiras. – Toda a dúvida está dentro de você, não deixe que impeça de viver feliz, mamãe sempre diz que temos que viver o agora. 

Dulce: Você tem razão! – ela soltou um sorriso enorme. – Vem, vamos contar para as meninas! – saiu nadando animada, seguida por Joaquim, que estava se sentindo bem melhor ao vê-la sorrindo.

¨¨¨¨

Mais tarde, no shopping. Blanca e Alexandra estavam escolhendo um lindo vestidinho para Clara usar no casamento de Dulce e Christopher, entretanto, a pequenininha estava incomodada.

Blanca: O que ela tem? – perguntou arrumando a neta no carrinho, que fazia um biquinho de choro.

Alexandra: Ah, eu acho que ela vai chorar. – analisou, lhe pegando no colo, logo a pequena abre o berreiro. – Onw coisa linda da vovó, o que foi hein? – dando leve batidinha nas costas dela.

Vendedora: Com licença. – se aproximou das duas. – Desculpem interromper, mas eu acho que a fralda dela está carregada. – sorrindo prestativa. – Se quiserem checar, logo ali tem um fraldeiro. – apontou um corredor. – Terceira porta. 

Alexandra: Obrigada, querida. – agradece e se vira para Blanca. – Pega a bolsinha dela. – Blanca lhe entrega a bolsa e as duas vão ao fraldeiro.

Alexandra: Que coisa linda, vovó. – deitando-a com cuidado no trocador. – Você está caca é? – sorrindo enquanto ela chorava, balançando os bracinhos.

Blanca: Eu acho que eu vou esperar lá fora. – já ia saindo, mas Alexandra a detém.

Alexandra: Ei Blanca! – a olhou debochada. – Para onde pensa que vai? Vamos bater par ou impar é o que é! – quase ri da cara que a amiga fez.

Blanca: Mas eu nunca troquei uma fralda, Alexandra. – explicou, com os olhos arregalados.

Alexandra: Então você só tem duas opções... – contou, sorrindo sapeca. – Ou você torce para eu perder, ou então aprende! – gargalhou.

Blanca: Mas... – é interrompida. 

Alexandra: Mas nada, você também é avó. – as duas batem par ou impar e Alexandra ganha, Blanca trocaria a fralda. – Hee! – comemorando.

Blanca: Não... – falou chorosa. – Por favor, eu não sei como se faz isso. – olhando para a neta que estava com a mão na boca, olhando toda aquela confusão. – Ah, tudo bem. –vencida. – Pode ao menos me ajudar? – beijou a mãozinha da criança.

Alexandra: Claro que sim, mas você vai ficar com o mais pesado por que perdeu. – gargalhou.

Blanca: Certo... – disse sem ter muita escolha. – Agora me deixa tirar isso. – descola a fralda descartável e logo tira. – Meu deus, tem certeza que ela só toma leite? – abanando o rosto com as mãos.

Alexandra: Claro que sim, ela é apenas um bebê ora. – dando de ombros e pegando uma fraldinha na bolsa. – Aqui está a outra. – pôs em cima do trocador a fralda nova.

Blanca pega a neta e vai até a torneirinha, lava o bumbum da pequena com cuidado, afinal suas unhas eram grandes, Clara abriu o berreiro outra vez, provavelmente porque a água estava fria.

Blanca: Ah droga. – reclamou irritada. – Por que raios não colocam água morna aqui? – tentando acalmar a neta e lavá-la ao mesmo tempo. – Se acalme querida. 

Assim que terminou de lavá-la, lhe enxugou e passou a pomada, logo depois o talco e em seguida colocou a fralda de maneira desajeitada, seguindo todas as recomendações de Alexandra.

Alexandra: Pronto, caiu sua mão dona Blanca? – riu, assim que terminaram.

Blanca: Não. – sorriu e pegou Clara no colo. – Até que foi divertido. – deu um cheirinho na menina, que estava mais calma depois que se livrou da fralda suja.

Alexandra: Ela é uma princesa não é? – sorrindo olhando-a encantada. 

Blanca: Sim, é perfeita. – assentiu, com os olhinhos brilhando. – Agora vamos voltar, antes que fique muito tarde. – Alexandra assentiu e as duas saíram do fraldeiro.


No dia seguinte, Christopher estava se arrumando para ir para a empresa, tia Lurdes fazia o café da manhã entretida, e Clarinha dormia tranquilamente em seu berço. A campainha toca.

Lurdes: Christopher atende a porta, por favor. – pediu, gritando da cozinha.

Christopher: Pode deixar tia. – falou, arrumando a gravata e indo em direção à porta, seu coração bateu forte ao ver quem era. – Você? – sorriu surpreso, sem acreditar que ela estava ali. – Eu não acredito amor!

Dulce: Surpresa... – sorriu de lado e é interrompida por um forte abraço do namorado.

Christopher não podia crer que ela estava ali diante de seus olhos, desgrudou do abraço que estavam dando e a encarou, Dulce estava com um vestido branco que Deus sabe onde tinha conseguido, os cabelos estavam bagunçados, meio ondulados e ela também estava sem calçado, completamente cheia de areia.

Christopher: Minha princesa. – lhe beija, um beijo cheio de saudade e sentimentos, os dois se perderam naquele delicioso beijo, quando uma voz os interrompeu.

Lurdes: Dulce, querida! – sorriu incrédula e correu até ele, lhe dando um abraço apertado. – Por Deus menina, o que faz aqui? – a olhou feliz. – Agora completa exatamente três semanas que você foi. – disse sorrindo sem soltá-la. – Estávamos morrendo de saudades suas. – lhe soltando.

Dulce: É uma longa história tia. – sorriu com os olhos marejados. – Eu também estava morrendo de saudades. – olhou ao redor. – Cadê a minha filha? – falou desesperada de saudades da filha.

Christopher: Ela está dormindo agora. – contou com um sorriso de pura felicidade. – Onde estão Angelique e Belinda... – a viu sair da sala, indo para o corredor. – Dulce? – sorriu e lhe seguiu até o quarto da filha.

Lili estava brincando com uma bolinha e assim que viu a dona entrando no quarto, começou a dar pulinhos de felicidade.

Dulce: Lili! – sorriu, pegando a cadelinha no colo. – Que saudades, amiguinha! – recebendo lambidas no rosto. Colocou Lili no chão e olhou no berço, lá estava sua razão de viver deitadinha de bumbum para cima, estava dormindo tão deliciosamente que ela ficou com pena de acordar. – Minha filha. – sussurrou, com lágrimas nos olhos. – Como você cresceu meu bem. – acariciando a ponta dos dedos no rostinho da filha e dando um beijinho em sua mãozinha.

Christopher: Ela está linda como você. – chegando e a abraçando por trás. – Eu estava morrendo de saudades de você meu amor.

Dulce: Eu também. – sorrindo de lado. – Eu não estava mais aguentando Chris.

Christopher: Mas como Dulce. – franziu a testa. – Você não disse que era um mês? – confuso.

Dulce: Mas eu e as meninas achávamos que era isso, mas ontem o Joaquim me disse que se eu já me sentisse preparada para voltar aqui pra cima, eu poderia. – ela o abraçou. – Disse que toda a dúvida estava no meu interior, no meu coração, mas o meu físico estava mais do que pronto Chris. – sorriu com lagrimas. 

Christopher: E você está bem meu amor? – perguntou preocupado, acariciando o rosto dela.

Dulce: Sim, eu estou. – assentiu, com os olhos fechado pela caricia que ele fazia. – Eu só preciso de um banho. – sorriu de leve. – Quero pegar meu bebê no colo, mas assim não dá não é? – brincou e acariciou os cabelinhos dela. – Está tão linda a minha cria. – analisou com os olhinhos brilhando.

Christopher: Você precisa ver como essa gracinha me deixou louco. – Dulce riu. – Ela não me deixava dormir direito, estou até com olheiras. – apontou para os próprios olhos.

Dulce: Chris, que exagero, ela nem dá tanto trabalho. – falou com um pequeno bico. Os dois riram.

Christopher: Enquanto você toma um banho, vou telefonar para a Joana e dizer que não vou trabalhar hoje. – beijou o ombro dela. – Quero ficar o dia inteiro com você.

Dulce: Tudo bem. – assentiu feliz e foi tomar seu banho.

Dulce tomou um banho bem relaxante, passou um creme hidratante, pois sua pele estava um pouco seca, vestiu um vestido simples de seda e amarrou os cabelos em um rabo de cavalo. Não demorou e logo escuta o chorinho da filha.

Dulce: Pode deixar tia, eu mesma vou... – sorri e sai, acompanhada de Lili, que também não saia do seu pé.

Quando entrou no quarto, encontrou sua pequena tentando se virar, sorri de felicidade e a pega no colo.

Dulce: Olá meu amor. – dando um beijinho no rostinho dela. – É a mamãe vida, a mamãe está aqui com você. – falou com os olhos mareados e sentando-se com ela. – Você estava com saudades? – a viu fungando o rostinho contra si, procurando o seu seio. – Ah claro, você quer mamar não é? – sorriu e abaixou a alça de sua blusa, a bebê chupou o seio da mãe com vontade. – Eita! – riu satisfeita. – Está com fome hein?

Christopher: Faz tempo que ela acordou? – perguntou, entrando com cuidado para não assustá-la.

Dulce: Não muito, acordou agorinha. – sorria, ainda olhando para a filha.

Christopher: Ela estava com saudades do seu leite, quase não tomava mamadeira. – contou. – A senhora do lado a amamentava às vezes.

Dulce: E ela tomava? – mordendo o lábio, um tanto enciumada.

Christopher: Está com ciúmes é? – ela assentiu com bico. – Ela mamava sim, mas não dormia. – apontando a pequena, que estava quase fechando os olhinhos. – Até porque ela só se sente protegida com você. – Dulce sorriu. – Meu Deus, eu nem acredito que você está comigo agora. – dá um beijo na noiva. – Te amo muito Dulce, agora eu sei que eu não posso mais viver sem você, eu não consigo. – umedeceu os lábios.

Dulce: Eu também te amo muito amor. – sorrindo vermelha. – E o meu coração está batendo forte agora, por estar aqui com você e com a nossa filha. – ele sorriu, beijando a mão dela. – Oh meu Deus, eu já tinha esquecido! – pôs a mão na testa. – Tem alguém que quer te conhecer! – sorriu abertamente. – Tanto você, como a Clarinha. 

Christopher: Quem? – ergueu a sobrancelha, confuso. Dulce sorriu sapeca.

¨¨¨¨

Christopher: Amor, o que estamos fazendo na praia à uma hora dessas? – perguntava pela décima vez, ainda sem entender. – A Clara está incomodada com o sol. – preocupado com a filha. – Olha aí, ela vai chorar.

Dulce: Ah Chris não exagera. – riu. – Ainda são dez da manhã, o sol está friozinho e nós vamos para baixo daqueles coqueiros. – apontando os coqueiros. – Está fazendo muita sombra lá.

Christopher: Amor, nós não estamos muito longe não? – balançando a filha que reclamava de algo. – Sei lá, não dá mais para ver nada, nem o carro e olha que eu o estacionei por ali.

Dulce: Chris se acalma. – sorriu, olhando para o mar e soltando um forte assovio. – Cadê você?! – Joaquim dá uma cambalhota para dizer que já estava ali. Dulce sorriu. – Vem aqui! – chamou e ele se aproxima com um pouco de dificuldade devido à rasura. – Chris, eu quero que conheça uma pessoa... – franziu a testa e olhou Joaquim. – Quer dizer, alguém.

Christopher: O que? – se aproximou.

Joaquim: Eu ora! – disse obvio e Dulce riu.

Dulce: Ele não pode te ouvir Joaquim. – enfatizou gargalhando. – Chris esse é o Joaquim, o meu golfinho.

Christopher: Você está falando com ele? – perguntou com os olhos arregalados.

Dulce: Sim, e ele quer falar com você. – pôs o cabelo atrás da orelha. – Não é Joaquim?  

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