Capítulo 26
Doutor: Então você é o pai da criança?
Christopher: Sim sou eu. – mordeu o lábio. – Aconteceu alguma coisa com a minha filha? –nervoso.
Doutor: Não, acalme-se. – interviu, sorrindo. – A criança e a mãe passam bem. – todos ficaram aliviados.
Fernando: O que aconteceu com ela?
Doutor: Dulce teve uma crise nervosa, pelo jeito passou muito nervoso nas últimas horas e ela não pode ficar nervosa de nenhuma maneira. – enfatizou. – Nós demos uma medicação a ela e está acordada, podem vê-la se quiser.
Christopher: Eu vou primeiro! – disse de pronto.
Poncho: Nem pensar! – retrucou com bico. – Não vai ficar perto dela depois do que houve.
Blanca: Poncho, não se meta! – grunhiu, entre dentes. – Vá meu querido, vai ver sua noiva. – sorrindo para Christopher.
Christopher: Obrigado tia. – agradeceu, olhando feio para Poncho e se afastou junto com o doutor.
Lurdes: Graças a Deus está tudo bem com a menina. – fez o sinal da cruz.
Fernando: Eu que o diga Lurdes... – sorriu aliviado e Blanca ficou de cara feia, odiava empregados que se metiam na vida dos patrões!
Dulce estava deitada na cama, acariciando a barriga, estava com muito medo de ter acontecido alguma coisa com o bebê. É interrompida pelo barulho da porta e vê Christopher entrando. Sentiu seu coração disparar.
Dulce: Chris? – ergueu a sobrancelha. – O que você está fazendo aqui? – se senta rapidamente.
Christopher: Meu amor, não fala. – tocou os cabelos dela. – Descansa.
Dulce: Chris, eu estou bem. – tirou a mão dele. – O que faz aqui?
Christopher: Como assim o que eu faço aqui? – franziu a testa. – Você passa mal e não quer que eu venha te ver, é isso?!
Dulce: Não é nada disso. – negou. – E eu estou bem, não precisava ter vindo. – com cara de sono.
Christopher: Meu amor olha pra mim. – tocou o rosto dela, obrigando-a a olha-lo. – Você e a minha filha são as únicas coisas que me importam entendeu? – ela mordeu o lábio. – Eu te amo Dulce e você é a mulher da minha vida.
Dulce: Chris, para com isso! – sussurrou. – Eu estou sofrendo. – começou a chorar. – Eu te amo, mas não podemos ficar juntos, entende!
Christopher: Você não me ama mais, não é? – perguntou com os olhos cheios de lagrimas.
Dulce: Amo sim. – assentiu. – Mas você não sabe os meus motivos, eu também estou machucada com o que você disse e a minha irmã me odeia, ela quer que eu morra. – caiu no choro.
Christopher: Sua irmã não vale nada Dulce! – bufou. – Inclusive ela vai me ouvir! – indagou furioso. – Mas esquece ela e volta pra mim. – pediu, beijando a mão da ruiva. – Juro que eu não vou mais falar nada que te machuque.
Dulce: Para. – fechou os olhos. – Eu não quero falar sobre nós agora. – murmurou. – Eu quero dormir.
Christopher: Certo. – passou a mão no rosto, buscando ser paciente. – Eu acho que é o melhor a se fazer mesmo. – beijou a testa dela. – Fico feliz que estejam bem. – beijou seu ventre. – Depois conversamos. – Dulce assentiu e ele saiu, deixando-a pensativa.
Quando o sol raiou, Blanca estava caindo de sono no hospital, quando é acordada pelo toque e vibração de seu celular.
Blanca: O que foi Maria Fernanda? – atendeu, com sono.
Fuzz: MAMÃE! – gritou, fazendo Blanca se assustar. – Onde estão todos vocês? – perguntou irritada.
Blanca: Mas que diabos... – resmungou, com os ouvidos ardendo. – Dá pra gritar mais alto? O Rio de Janeiro inteiro ainda não ouviu. – indagou irônica. Fuzz rolou os olhos do outro lado da linha. – Estamos no hospital!
Fuzz: No hospital por quê? – ergueu a sobrancelha, curiosa.
Blanca: Dulce passou mal por sua culpa! – acusou brava.
Fuzz: E eu posso saber o que eu fiz agora com essa miserável? – cruzou os braços.
Blanca: Como o que? – grunhiu. – Você a irritou e ela passou mal, você não entende que sua irmã está grávida Maria?
Fuzz: Eu não estou nem aí pra ela. – deu de ombros. – Mas vem cá, ela perdeu a filha? –cheia de esperança.
Blanca: Sorte que não, senão você iria me pagar! – enfatizou. – Essa criança é uma mina de ouro, você não entende que essa menina é o nosso tesouro?
Fuzz: O seu, porque meu mesmo não! – enfatizou debochada. – Eu quero que ela vá para o inferno, juntamente com a idiota da mãe dela! – desliga furiosa, deixando Blanca perplexa.
Blanca: Menina idiota! – grunhiu, olhando para o celular, leva um susto quando ele toca de novo. – Ah, agora ela vai me ouvir! – atende prontamente. – Escute aqui, sua malcriada...
– Blanca Saviñón! – interrompe e Blanca gelou até a última espinha, conhecia aquela voz muito bem.
Blanca: Quem é? – engoliu o seco, sabia muito bem quem era, mas se recusava a acreditar.
– Você sabe muito bem quem eu sou e vou logo te dizendo Blanca, eu estou de volta ao Brasil e temos algo a tratar! – deu um risinho. – Em breve entrarei em contato. – desliga.
Blanca se desesperou, ele não podia ter voltado, aquilo só podia ser um pesadelo do qual ela queria acordar o mais rápido possível.
¨¨¨¨
Angel: Ai Dulce, eu ainda mato essa anã de jardim que você chama de irmã! – grunhiu irritada, tinha acabado de chegar ao hospital e não parava de xingar. – Como se já não bastasse o infeliz do Christopher te fazendo chorar e agora ainda tem essa jogadora do futebol de pebolim que fica querendo roubar suas coisas! – andava de um lado para outro, completamente chateada.
Dulce: Angel, fica calma. – sorriu de lado. – E lembre que o Chris está ali! – apontando Christopher, que estava olhando para Angelique com uma cara nada boa.
Christopher: Obrigado pelos elogios. – agradeceu de maneira falsa. – Foram lindos.
Angel: Você merece aqueles e muito mais! – enfatizou e ele coçou a nuca.
Belinda: Chega os dois! – rolou os olhos, se aproximando da cama de Dulce. – Ainda não nos disse como está a bebê. – acariciando a barriga de Dulce.
Dulce: Está bem, graças a Deus. – sorrindo de canto, levando a mão à barriga.
Belinda: Pelo visto ela está muito bem. – falou com os olhinhos brilhando. – Acabou de chutar.
Dulce: Sim, eu senti. – sorriu, com a mesma expressão da amiga. Christopher sorriu de canto e sentiu seu celular tocar.
Christopher: Fala pai. – atendeu, sem desgrudar os olhos de Dulce.
Victor: E então meu filho? Como está Dulce? – perguntou preocupado.
Christopher: Está cada vez melhor, já está até me xingando com as amigas. – rolou os olhos e Luiz riu.
Victor: Quanto exagero, me alegro em saber que ela está bem. – se levantou de sua cadeira. – Filho, você vai fazer uma viagem até São Paulo pra mim, daqui a pouco.
Christopher: Hoje? – arregalou os olhos. – Mas por que pai?
Victor: Tem que assinar o contrato com a Aqua Knock, e de hoje não pode passar. – enfatizou. – Você e o Christian vão juntos.
Christopher: Tudo bem pai. – assentiu vencido. – Vou para casa fazer as malas, a que horas sai o voo?
Victor: Vocês vão ao nosso jato particular, vai sair às dez. – explicou. – Não se atrase rapaz!
Christopher: Tudo bem pai. – sorriu, rolando os olhos. – Tchau. – desliga. – Dulce. – chamou e ela o olhou. – Eu vou ter que fazer uma pequena viagem.
Angel: Ótimo! – acariciando os cabelos de Dulce. – Menos um para encher o saco da minha filha!
Christopher: Dulce não é sua filha anjinho. – sorriu falsamente.
Angel: Mas eu a amo como se fosse... – enfatizou.
Dulce: Chega! – soltou o ar, fazendo os dois se calarem. – Eu não quero que briguem! – olhou o rapaz. – Você vai pra onde Chris? – perguntou meio entristecida, não queria ficar longe dele.
Christopher: Vou a São Paulo. – respondeu se agachando. – Mas é rapidinho. – beijou a testa dela.
Dulce: Tudo bem. – suspirou. – Eu vou ficar bem.
Christopher: Qualquer coisa é só você me ligar, que eu volto correndo. – sorrindo bobo, enquanto ela sorria pra ele.
Dulce: Tudo bem. – assentiu, vendo-o se agachar.
Christopher: O papai vai dar uma saidinha, mas volta logo. – acariciando a barriga dela. – Não dê muito trabalho para a mamãe viu? – dá um beijo na barriga e Dulce ri. – O que foi?
Dulce: Fez cosquinha. – pôs o cabelo atrás da orelha e ele lhe deu um selinho, lhe deixando chocada.
Christopher: Tchau linda. – sai, antes que ela falasse algo. Assim que ele saiu, Fernando aparece acompanhado do doutor.
Dulce: Papai! – sorriu ao ver o homem.
Fernando: Oi minha princesa. – tocou seus cabelos. – Está se sentindo melhor?
Dulce: Estou me sentindo maravilhosamente bem. – respondeu, se despreguiçando.
Doutor: Pelo que eu vi, você já poderá voltar para casa Dulce. – contou, olhando sua prancheta. – Inclusive, irei assinar a sua alta agora mesmo! – Dulce sorriu empolgada.
Fernando: Mas ela precisará de algum cuidado especial doutor?
Doutor: Não, os mesmos cuidados de sempre. – deu de ombro. – Apenas recomendo que ela repouse mais. – sorrindo.
Dulce: E a minha bebê doutor? – mordeu o lábio, receosa.
Doutor: Ela está bem, ótima até. – tirando o termômetro. – Bem, a febre já baixou, você está ótima Dulce, novinha em folha. – a analisou. – Mas mesmo assim, terá que repousar.
Dulce: Tudo bem. – assentiu, se levantando. – Eu posso ir para casa agora?
Doutor: Sim claro, eu já vou assinar sua alta. – olhou Fernando. – Me acompanhe senhor Saviñón.
Fernando: Claro que sim. – olhou Dulce. – Eu já volto filha. – piscou e saiu com o doutor. Dulce tratou de se arrumar com a ajuda das amigas e logo os pais a levam para casa.
¨¨¨¨
Fernando: Muito bem filha. – sorriu, assim que chegaram em casa. – O papai tem que ir para a empresa agora! – dá um beijinho na cabeça dela. – Você está bem não é? – ela assentiu, com um lindo sorriso.
Blanca: Você não quer ver desenho filha? – perguntou, sentando ao lado dela.
Dulce: Quero sim. – assentiu sorrindo, com isso a mãe liga a TV no canal de desenho.
Fernando: Bom se é assim, eu vou indo. – dá um beijo na esposa e outro em Dulce. – Até logo. – acenou e saiu.
Blanca: Dulce, porque a Maria Fernanda queria o seu colar? – perguntou curiosa.
Dulce: Ela queria tomar ele de mim. – sem tirar os olhos do desenho. – Ela achou bonito.
Blanca: Sei... – analisou a ruiva, encabulada. Toma um pequeno susto ao ouvir o seu celular tocar. Era Marlene, lhe convidando para tomar um café e lhe acompanhar em algumas compras. – Filha, a mamãe vai precisar sair, vou ao shopping com a Marlene. – informou.
Dulce: Ah, e eu? – a olhou, encabulada. – Posso ir com você?
Blanca: Acho melhor você ficar em casa filha, ainda está um pouco doentinha e mamãe tem medo que aconteça alguma coisa.
Dulce: Então tudo bem, eu fico vendo o Popeye. – sorriu de lado.
Blanca: Sendo assim eu vou indo. – lhe deu um beijinho. – Qualquer coisa você pode chamar a Jacinta, ela está lá atrás ajudando o jardineiro.
Dulce: E a Berê?
Blanca: Foi ao supermercado, já deve estar chegando. – pega sua bolsa, dando pouco caso. – Tchau. – abre a porta e dá de cara com um rapaz, coisa que a faz tomar um susto.
– Olá senhora. – ele cumprimentou, com um amplo sorriso.
Blanca: Olá. – ergueu a sobrancelha. – Eu acho que eu o conheço.
– Sim, eu sou Pablo Lyle. – estendeu a mão. – Sou primo do Christopher.
Blanca: Ah, primo do Christopher? – sorriu abertamente. – Entre, por favor. – deu espaço e ele assim o fez. – O que lhe trás aqui?
Pablo: Fiquei sabendo que a Dulce passou mal, então vim ver como ela está. – explicou, colocando as mãos nos bolso. – Isso é obvio se não tiver nenhum problema.
Blanca: Ah claro que não, ela está na sala de TV. – disse de pronto. – Eu acompanho até ela.
Pablo: Eu a conheci na festa de noivado e daí ficamos muito amigos. – mentiu enquanto caminhavam até Dulce.
Blanca: Dulce meu amor, olha só quem veio visitar você. – mostrou sorrindo.
Pablo: Oi Dulcinha. – acenou, sorrindo de orelha à orelha. Dulce o olhou, com a sobrancelha erguida.
Blanca: Pois bem, eu já estou de saída. – murmurou. – Qualquer coisa chamem as empregadas... – sai.
Dulce: Quem é você? – perguntou, por fim.
Pablo: Ora, vai me dizer que não se lembra de mim? – perguntou, sentando ao lado dela.
Dulce: Eu não. – se afastando, desconfiada. – Ah, você é primo do Chris?
Pablo: Eu mesmo. – sorriu abertamente, se aproximando mais. – Sabe, desde o dia do seu noivado com o idiota do meu primo, eu não paro de pensar em você ruivinha. – confessou, a olhando de cima a baixo. – Os seus peitos... – olhando os seios dela por baixo da blusa. – São lindos. – disse de maneira grosseira, coisa que deixou Dulce incomodada.
Dulce: Por que está dizendo essas coisas? – se levantou nervosa.
Pablo: Ora, fique calma gatinha. – indo até a porta e a trancando. – Eu estou dizendo isso porque não é justo o meu primo aproveitar tudo isso sozinho. – se aproximou novamente, a encostando na parede.
Dulce: Vai embora daqui! – pediu, se afastando. – Eu não gosto de você!
Pablo: Calma gatinha! – a puxou novamente, levantando o vestidinho dela e acariciando as suas coxas grossas. – Nossa... – sorriu abertamente e lhe dá um nojento beijo no pescoço.
Dulce: Para, me solta! – gritou, começando a chorar. – Não faz nada comigo, por favor.
Pablo: Cala a boca, que você fica bem melhor estando calada! – arranca o vestido dela, com brutalidade, fazendo-a gritar de pavor. – Ah tinha me esquecido que você vai ter um bebezinho. – olhando para a barriga dela. – Isso não me interessa sabia? – a olhou, cheio de tesão, não conseguia parar de pensar na noiva de seu primo desde o dia em que lhe pôs os olhos.
Dulce: Sai! – o empurrou, agoniada. – Não faz nada com o meu bebê. – chorando. – Não faz maldade comigo.
Pablo: O meu priminho pode, por que eu não? – questionou, acariciando a intimidade dela por cima da calcinha. – Nossa, mas você é muito gostosinha. – lhe joga em cima do sofá.
Dulce: SOCORRO! – gritou. – ME AJUDEM, POR FAVOR! – pediu aos prantos.
Logo a porta se abre em um estrondo. Era Poncho, acompanhado de Anahí e das empregadas.
Poncho: O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO COM A MINHA IRMÃ, SEU FILHO DA PUTA? – parecia possuído e Pablo saiu abruptamente de cima de Dulce, que respirou aliviada. – Infeliz miserável! – foi para cima de Pablo e lhe deu um soco, coisa que o fez cair. – Como ousa se aproveitar dela?! – deu um chute em Pablo.
Pablo: Não estava fazendo nada que ela não goste. – grunhiu. – Ninguém manda ser gostosinha. – falando quase em um sussurro, Poncho inflou de ódio.
Poncho: Como ousa?! – o puxou de volta e lhe deu outro murro, Pablo sentiu os dentes moles e também tentou acertar Poncho, mas o moreno era mais rápido e muito forte.
Anahí: Meu Deus! – desesperada, enquanto via Poncho e Pablo rolando no chão. – Poncho, para com isso! – berrou.
Poncho nem dava ouvidos, estava possuído de ódio, como aquele desgraçado tinha coragem de tentar abusar de sua irmãzinha em sua própria casa? Ele iria pagar caro por isso e definitivamente tinha despertado o dragão! Dulce estava em choque, não conseguia acreditar no que tinha acontecido. Estava muito assustada.
Dulce: Anahí... – sussurrou aos prantos.
Anahí: Não se preocupe, está tudo bem Dulce. – ajudando a ruiva a se cobrir. – Está tudo bem. – garantiu, a abraçando. – Jacira, chame o Cícero, por favor?! – pediu e a empregada que também olhava a cena em perplexidade assentiu e se retirou.
Alguns minutos depois, Cícero, um dos seguranças da casa aparece junto com um ajudante.
Anahí: Cícero ajude aqui! – os homens prontamente separam os dois. – Poncho, não é assim que você vai resolver as coisas!
Poncho: ELE QUERIA ABUSAR DA MINHA IRMA ANAHÍ! – gritou. – E O PIOR, AQUI DENTRO DA NOSSA CASA! – olhou Pablo, que estava todo sujo de sangue, na boca e no nariz. – Nunca mais se aproxime da minha irmã e nem da minha casa, seu desgraçado! – furioso. – A próxima vez que se aproximar dela, eu darei um jeito de você apodrecer na cadeia. – ameaçou, com os olhos vermelhos. – Levem esse verme daqui e o joguem na rua! Está terminantemente proibida a entrada desse lixo aqui dentro! – enfatizou e Cícero assentiu prontamente.
Cícero: Não se preocupe senhor, vou tomar as providencias para que ele nunca mais ponha os pés aqui dentro. – batendo nas costas de Pablo, que estava quase desmaiando.
Dulce estava chorando no canto, enquanto olhava a cena.
Poncho: Dulce. – abraçando-a por trás. – Ele te machucou? – perguntou preocupado.
Dulce: Não. – negou, soluçando. – Mas se vocês não tivessem chegado, ele ia fazer uma maldade comigo Poncho. – o olhou, aterrorizada.
Poncho: Não se preocupe, está tudo bem agora. – dá um beijo na testa dela. – Você está passando mal? – a analisou.
Dulce: Não. – tornou a negar. – Mas eu estou com medo.
Anahí: Ele já foi embora e nunca mais vai voltar a te incomodar Dulce. – sorrindo docemente, enquanto lhe acariciava os cabelos. – Vem tomar um banho, você precisa dormir.
Dulce: Tudo bem, eu quero tirar esse cheiro do corpo. – coçou os olhos. – Vocês não vão embora certo? – perguntou, com medo de ficar sozinha e Pablo voltar.
Poncho: Não maninha. – negou sorrindo. – Não vamos sair, fica tranquila. – piscou. – Agora vai com a Anahí. – Dulce sorriu e saiu com Anahí.
Depois de vinte minutos, Anahí volta e vê que Poncho ainda estava na sala e parecia pensativo.
Anahí: Meu amor. – o chamou, com um sorriso. – Dulce disse que quer que você fique com ela até dormir. – ele sorriu, assentindo.
Poncho: Vou ligar para o Christopher. – coçou a nuca.
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