Capítulo 21
Christopher: Dá para você calar a boca? – grunhiu irritado, Pablo ergueu os braços, em sinal de rendição. – Respeita a minha noiva!
Dulce: Quem é ele Chris? – olhou desconfiada para o rapaz.
Christopher: É o meu primo... – rolou os olhos.
Pablo: Pablo Lyle! – estendeu a mão. – Prazer. – pegou a mão dela e beijou.
Dulce: O prazer é meu.
Pablo: Não fale em prazer, estando tão perto de mim. – ergueu a sobrancelha e Christopher puxou Dulce para si, se controlando para não começar uma briga ali, na frente de toda aquela gente. – Olá garotas. – olhou as amigas de Dulce.
Angel: Ah, oi Pablo. – cruzou os braços, dando pouco caso.
Belinda: Você não estava em Los Angeles? – ergueu a sobrancelha.
Pablo: Voltei oras. – disse obvio. – E essa loirinha maravilhosa, que eu ainda não tive a honra de conhecer?
Anahí: Sou Anahí! – estendendo a mão, com um sorriso forçado. – Tudo bem?
Pablo: Pablo. – aperta a mão dela e lhe dá dois beijinhos. – Tudo muito bem e você?
Anahí: Ótima. – virou para os outros. – Vocês viram o Poncho? – ergueu a sobrancelha.
Christian: Deve estar quebrando a cara de um pirralho de quatorze anos, que disse que a Dulce era boa!
Christopher: Quem? – ergueu a sobrancelha.
Anahí: Mas o Poncho não tem jeito. – negou com a cabeça, sorrindo. – Eu vou procurá-lo, foi um prazer Pablo! – se afasta.
Pablo: Prazer só na cama, loira gostosa! – babando nas pernas de Anahí.
Christian: Se eu fosse você eu não falava isso perto do Poncho. – aconselhou. – Se ele faz o que faz com quem mexe com a irmã dele, imagina o que ele não faz se mexem com a mulher dele? – indagou pensativo. – Abre o olho meu irmão! – colocando o indicador no olho.
Pablo: Que nada. – deu de ombros. – Bom, eu já conheço todo mundo, menos essa maravilha de morena! – olhou Maite, com os olhos brilhando.
Maite: Sou Maite, prazer Pablo. – estendeu a mão, sorrindo falsamente e Pablo apertou, lhe dando dois beijinhos no rosto. – E nem vem com essa de "prazer só na cama"... – fez aspas com os dedos. – Por que senão eu faço você sentir prazer na cama de um hospital! – sorri de maneira inocente e se retira brava.
Christian: Essa é minha morena! – sorriu orgulhoso e foi atrás de Maite.
Blanca: Filha! – se aproxima deles e pega a mão de Dulce. – Vem cumprimentar umas amigas da mamãe! – Dulce deu um selinho em Christopher e se afasta com a mãe.
Pablo: Mãe boa, filha boa! – as olhou e beijou a ponta dos dedos, safado.
Christopher: Cala a boca! – indagou. – Na próxima vez te dou um soco! – ameaçou.
Pablo: Nossa que mau humor. – voltou a beber sua bebida.
Blanca: Queridas. – se aproximou das amigas, junto com Dulce. – Olhem só, quem veio cumprimentá-las.
Marlene: Nossa, mas ela é uma princesa mesmo. – sorrindo simpática a moça. – Tudo bem linda?
Dulce: Tudo bem e a senhora? – perguntou timidamente.
Marlene: Muito bem. – sorriu de lado. – Ela é tão novinha Blanca. – analisou, fazendo carinho nos cabelos de Dulce.
Blanca: Tem dezoito aninhos, mas já conseguiu fisgar o Christopher. – sorriu orgulhosa.
Doralice: Nossa, você não perdeu tempo hein? – olhou Blanca, com o olhar de reprovação. – Já foi logo tratando de fazer a menina pegar uma barriga para segurar o herdeiro dos Uckermann! – deduziu, invejosa.
Blanca: Isso está me cheirando sabe o que? – ergueu a sobrancelha. – Inveja Doralice. – enfatizou, fazendo a outra arregalar os olhos. – Você sempre quis que a Ludmila se casasse com um homem rico e ela foi se meter logo com um pedreiro qualquer! – gargalhando irônica.
Doralice: Ele não é pedreiro. – olhou Blanca, aborrecida. – Ele é operário de obras!
Blanca: E não é a mesma coisa? – retrucou, dando um beijinho na filha que não estava entendendo nada. – Meu anjinho! – sorriu a ela.
Dulce: Que bom que a sua filha casou dona Doralícia! – parabenizou feliz.
Doralice: É Doralice menina! – a corrigiu. – E não me dê parabéns, ela foi deserdada! – enfatizou, metida.
Marlene: Doralice, não seja grossa! – repreendeu, envergonhada. – Desculpe Dulce.
Dulce: Não tem problema. – sorriu de lado e olhou a mãe. – Onde está a minha irmã, mãe? –procurando ao redor.
Blanca: Deve estar por aí com Viviana! – piscou, arrumando o coque da filha.
Dulce: Eu vou procurar ela. – Blanca assentiu e a ruiva sai atrás da irmã.
Christopher e os amigos estavam em uma mesa conversando animadamente.
Maite: Poncho, você é louco? – deu um pedala no moreno. – Como você vai bater em uma criança? – rindo.
Poncho: Ele mexeu com a minha irmã! – tomou um gole de sua bebida. – Só levou uns pedalas para ficar esperto.
Christopher: Fez muito bem cunhadinho. – piscou, aprovando. – Falando nela, onde está a Dulce?
Christian: A Blanca a levou para conversar com umas coroas! – fez um biquinho.
Christopher: É verdade. – se levantou. – Eu vou procurá-la.
Christian: Deixa a Dulce quieta. – rolou os olhos. – Olha ali as primas dela. – enquadrou algumas garotas, deixando Maite aborrecida e incomodada, era um cachorro mesmo.
Christopher: Figurinha repetida não completa álbum de ninguém, muito menos o meu. – rolou os olhos. – Já peguei todas essas. – se afasta.
Poncho: Ai de você se botar galha na minha irmã. – berrou para que ele ouvisse e Christopher lhe deu o dedo do meio, fazendo-o rir.
¨¨¨¨
Viviana: Fuzz, larga mão de ser chata! – disse, após escutar uma série de reclamações da amiga, enquanto conversavam.
Fuzz: Você quer o que? – a olhou, ultrajada. – Que eu entre lá para ficar babando ovo da idiota da Dulce? – cruzou os braços. – Minha mãe está toda metida porque ela conseguiu em pouco tempo o que eu tentei a vida inteira! – bateu na mesa com raiva, assustando Viviana. – Eu não consigo gostar dela entende? Ela é tão idiota, tão insuportável!
Viviana: Ah já chega! – rolou os olhos. – Dulce não é nada do que você está falando!
Fuzz: Até você Viviana? – arregalou os olhos. – Eu pensei que fosse minha amiga! – cuspiu.
Viviana: Eu sou sua amiga Fuzz, mas eu gosto da Dulce. – explicou. – Ela nunca me fez nada e não vou odiá-la só por que você tem dor de cotovelo. – Fuzz a olhava, perplexa. – Meu irmão a escolheu, aceita de uma vez! Tirando que vamos ser tias, ela vai ter um bebê! – sorriu animada.
Fuzz: Que se dane o bebê. – disse seca. – Essa não... – viu Dulce se aproximando. – Eu mereço mesmo... – rolou os olhos. – O que você quer? – ergueu a sobrancelha.
Dulce: Oi Vivi! – acenou sorridente e Viviana sorriu, lhe dando um beijinho. – Oi Zuzz! – ia beijar a irmã, mas Fuzz se afastou, impedindo-a.
Fuzz: O que você quer Dulce? – cruzou os braços.
Dulce: Eu quero ficar aqui com vocês, pode? – sentando com elas.
Fuzz: Mas é claro que não! – enfatizou e Viviana ergueu a sobrancelha vendo a inveja descarada que Fuzz sentia da irmã.
Dulce: Porque não Zuzz? – perguntou entristecida. Christopher chega, fazendo Fuzz se endireitar na cadeira e arrumar o cabelo.
Christopher: Amor. – pegou Dulce pelo braço. – Vem aqui comigo.
Fuzz: Você pode Christopher! – sorrindo de orelha a orelha, enquanto o olhava sensualmente.
Christopher: Pode o que garota? – a olhou, sem entender.
Fuzz: Sentar aqui comigo! – apontou, se oferecendo.
Christopher: Que sentar com você o que! – fez careta, fazendo Fuzz cerrar os punhos. – Vem Dulce... – se afasta, levando Dulce.
Dulce: Chris, mas eu quero ficar aqui. – ia reclamando. – Eu quero ficar com a Vivi e com a Zuzz. – sumiu das vistas das duas.
Viviana: Viu como ela gosta de você?! – ergueu a sobrancelha, olhando a amiga de maneira aborrecida.
Fuzz: Me poupe Viviana! – bufou e Viviana deu de ombros.
Alguns minutos depois, Alexandra pede um microfone e sobe no pequeno palanque que estava montado para a banda.
Alexandra: Boa noite. – cumprimentou e todos fizeram silencio lhe dando atenção. – Bom meus amigos. – sorriu a todos, muito simpática. – Hoje é um dia muito especial, pois é o dia que vamos oficializar a união de nossos filhos, Dulce e Christopher. – todos aplaudiram e Blanca vai para o seu lado, pega outro microfone e também começa a falar.
Blanca: Boa noite a todos. – cumprimentou. – Como Alexandra bem disse, hoje é um dia muito importante para as nossas famílias, afinal nós sempre fomos amigos desde a juventude, sempre sonhamos unir nossas famílias. – sorriu abertamente. – Hoje é o dia que os dois vão noivar e estou muito emocionada. – derramando algumas lagrimas. – Por favor, queridos... – chamou o casal.
Dulce saboreava alguns canapés do jeito dela, quando Christopher a cutucou.
Christopher: Amor, vamos lá. – cochichou.
Dulce: Pra onde? – comendo outro aperitivo.
Christopher: Sua mãe está nos chamando no palco. – ele a observou.
Dulce: Chris, espera aí. – fez uma caretinha. – Eu estou com fome!
Christopher: Vamos logo e depois você come! – se levanta e a leva com ele até o pequeno palco.
Blanca: Meu anjinho. – sorriu e dá um beijinho na filha. – Christopher, querido! –cumprimenta o genro. – Nós estamos muito felizes por vocês! – os admirou. – O que tem a dizer filhinha?
Dulce: Estou com fome! – disse, sentindo o estomago roncar e todos riram.
Blanca arregalou os olhos e olhou os convidados com um sorrisinho falso.
Christopher: Deixa comigo tia. – pisca e pega o microfone. – Pessoal, boa noite. – cumprimenta a todos. – Hoje é um dia importante para nós dois, o dia do nosso noivado. – olha para a ruiva e pega suas pequenas mãos. – Dulce desde quando eu te vi naquele dia, jogada naquela praia, eu senti meu coração bater descompassado. – franziu a testa, olhando-a encantado. – Eu não entendia nada, mas quando eu parei para pensar eu descobri que estava apaixonado por você. – Dulce sorriu, gostando do que ouvia. – Eu te amo e amo a nossa filhinha também! Eu te amo e não imagino mais a minha vida sem você! – pega uma caixinha de veludo do bolso. – Dulce Maria Espinosa Saviñón, quer casar comigo? – abre a caixinha, revelando um anel deslumbrante, Blanca sorriu abertamente.
Dulce: Quero Chris. – assentiu, chorando emocionada. – Eu também te amo muito! – ele sorriu e coloca a aliança no dedo dela, em seguida se beijam apaixonadamente, sobre suspiros e aplausos dos convidados.
Blanca: Enfim noivos! – sussurrando para Alexandra, que também olhava a cena emocionada.
Alexandra: Enfim. – enxugou suas exageradas lágrimas com um lenço.
Mais tarde, Blanca estava no toalete, retocando sua maquiagem. Angelique entra no banheiro e começa a passar um gloss. Não aguentava mais olhar para essa mulher e ficar calada, tinha que falar umas verdades para aquela bruxa.
Angel: Feliz Blanca? – a olhou pelo espelho, sorrindo falsamente.
Blanca: Oh sim, muito. – sorrindo de orelha à orelha. – Mas... – franziu a testa. – Perdão, nós nos conhecemos?
Angel: Você não me conhece, mas eu te conheço! – fechando o gloss.
Blanca: E de onde me conhece? – perguntou, passando o batom.
Angel: Desde quando eu tinha seis anos e vi você saindo de um barco, com óculos de sol e um chapéu quase maior do que a senhora! – riu debochada. – Você abandonou a sua filha de uma maneira... – parou para pensar. – Horrível! – acusou e Blanca estremeceu.
Blanca: Mas do que diabos está falando? – perguntou nervosa, não era possível que alguém soubesse.
Angel: Ora essa, você sabe do que eu estou falando. – riu debochada. – Melhor do que ninguém você sabe!
Blanca: Está louca menininha! – indagou, com cara de poucos amigos.
Angel: Louca é a senhora! – rebateu séria. – Como pôde fazer aquilo com um bebê? – franziu a sobrancelha. – Abandonar já é uma coisa cruel, agora abandonar no meio do nada já é demais! – elevando o tom de voz.
Blanca: Você fala baixo! – repreendeu, preocupada que alguém ouvisse.
Angel: Está com medo de descobrirem quem você realmente é? – riu debochada. – Fique sabendo que tenho você nas mãos! – apontando a palma da mão.
Blanca: De onde você tirou isso? – perguntou, vermelha de irritação.
Angel: Eu já disse que eu vi! – enfatizou, cuspindo as palavras. – Fui eu que cuidei dela desde bebê. – apontou para si mesma. – Eu perdi a minha infância por ela e não me arrependo, sabe por quê? Por que ela se tornou o que eu sempre quis que ela fosse! – sorriu orgulhosa. – Uma pessoa boa, com os melhores sentimentos que possa imaginar e a senhora pode ter certeza que tudo o que ela é não é graças a você, é graças a mim e Belinda, que fomos as verdadeiras mães dela! – contou com lagrimas. – E eu não vejo a hora de ela descobrir a verdade, Dulce me contou a historia que você inventou e eu fiquei de boca aberta! – batendo palmas. – Parabéns, a senhora tem uma criatividade fértil!
Blanca: Eu não tenho medo de você! – grunhiu, enfezada. – Acha que acreditariam em você que é uma nada, ou em mim, que sou uma dama da alta sociedade? – a olhou, de cima a baixo. – Se enxerga! – riu debochada. – E muito obrigada por cuidar da minha filha. – disse irônica. – Lamento que tenha perdido sua vida, mas não estou nem aí!
Angel: Não me importa a opinião desse povinho vazio! – ignorando as ultimas frases que ela disse. – O que me importa é o que a Dulce vai pensar! – enfatizou. – É claro que ela acreditaria em mim, eu sou praticamente a mãe dela! – apontou para si mesma. – E o que eu disser, com certeza ela vai acreditar. – sorriu abertamente, Blanca engoliu o seco. – E se não acreditar vai ficar muito desconfiada! Então se eu fosse a senhora, tratava de cuidar muito bem dela, caso contrário eu vou entrar em ação! – sai do banheiro como um furacão.
Blanca ficou branca igual papel, realmente aquela menininha era abusada, mas ela não se deixaria abater por nada! Se ela tentasse algo, simplesmente negaria e seria sua palavra contra a dela. Acalmou-se, terminou de retocar sua maquiagem e saiu sorrindo descaradamente.
Depois disso a festa correu normalmente e nada demais aconteceu, exceto que Fuzz e Pablo engataram um papo e logo estavam se pegando em um dos lavabos, segundo Anahí tinha rolado até nudez.
Dulce e Christopher se despediram dos convidados ainda cheios de chamego e foram embora, afinal Dulce já estava reclamando de cansaço. Chegando ao apartamento, Christopher estava louco de desejo, beijava o pescoço da ruiva com vontade, entretanto, Dulce ainda estava parada. Ele não ligou e resolveu continuar.
Dulce: Chris... – se solta, com uma caretinha. – Não dá. – pôs a mão na nuca.
Christopher: O que? – perguntou frustrado. – Como assim não dá Dulce? Achei que você estava reclamando de cansaço para ficarmos sozinhos, você dormiu a tarde inteira.
Dulce: Eu não estou bem. – negou com a cabeça. – Aquele negócio que eu comi fez meu enjoou voltar. – mordeu o lábio. – Eu só quero dormir amor. – indo para o quarto.
Christopher: Dulce espera. – vai atrás dela. – O que está acontecendo amor? – a abraçou por trás. – Você sempre está cheia de fogo! – sorriu safado. – Vem, nós fazemos amor gostosinho e você esquece esse enjoou. – mordendo a orelha dela e lhe deixando arrepiada.
Dulce: Amor é serio, eu não estou me sentindo bem. – murmurou. – Eu te amo, mas hoje não. – dando um demorado selinho nele, que suspirou. – Vai ficar com raiva? – perguntou preocupada.
Christopher: Claro que não linda. – forçou um sorriso. – Hoje você escapou. – dando um outro selinho nela. – Quer que eu chame a doutora? – perguntou preocupado.
Dulce: Não precisa, é apenas enjoou. – acariciando a barriguinha que já estava dando sinais de vida. – Minha barriga está crescendo... – analisou com um sorriso.
Christopher: Sim, semana que vem você completa quatro meses de gravidez. – colocando a mão na barriga dela. – O bebê já chutou?
Dulce: O que? – perguntou confusa.
Christopher: O bebê já chutou ou se mexeu?
Dulce: Não. – negou, freneticamente. – Ela vai me chutar Chris? – perguntou confusa e assustada.
Christopher: É claro que sim meu amor, o bebê precisa mexer. – falando naturalmente e ela arregalou os olhos. – Se acalma, é normal o bebê chutar dentro da barriga. – explicou.
Dulce: Mas vai doer? – ergueu a sobrancelha.
Christopher: Não sei. – suspirou. – Você precisa perguntar para quem já engravidou, a Angel por exemplo. – sugeriu.
Dulce: Tudo bem, acho que não vai doer. – murmurou, sorrindo doce. – Vou tomar banho, você quer vir? – perguntou e ele sorriu safado. – Não é isso Chris, vamos apenas tomar banho. – o olhou, com a mão na cintura.
Christopher: Tudo bem amor. – suspirou. – Vamos tomar banho. – a abraçou pelos ombros. – Pelo menos eu vou ver você pelada. – sorriu safado e ela riu.
Os dois foram tomar um banho quente e quando se trocaram ficaram vendo TV até adormecerem.
¨¨¨¨
Derrick: Eu não acredito que você fez isso Angel. – negou com a cabeça ao terminar de ouvir o que a esposa fez. – Como você vai falar isso para a mãe da Dulce?
Angel: Eu falei mesmo! – enfatizou. – E não me arrependo de absolutamente nada do que eu disse para aquela cobra!
Derrick: Angel você se precipitou. – coçou a nuca, preocupado. – Vai que ela não tenha nada a ver com isso?
Angel: Mas é ela! – grunhiu, cerrando os olhos. – Ninguém me tira aquela imagem da cabeça, é ela! – insistiu.
Derrick: Tudo bem Angel. – a acalmou. – Mas se ela fez o que fez com a filha, o que ela não pode fazer com você? – indagou. – Deixa esse assunto quieto!
Angel: Ela não vai fazer nada comigo. – rolou os olhos. – Mas o recado já foi dado, ela que se atreva a fazer alguma coisa com a Dulce, que eu acabo com ela! – sai da sala irritada.
Derrick: Essa mulher ainda me mata! – reclamou indo atrás da mulher.
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