Capítulo 18

Dulce: Poncho não briga com eles. – pediu mordendo o lábio. – Acho que se aconteceu desse jeito, foi por que Deus quis. 

Poncho: Tem razão Dulce... – ele suspirou, se acalmando. – A única coisa boa no meio de toda essa confusão, é que agora eu descobri que você é minha irmãzinha caçula. – pincelou o nariz dela. – E agora você tem um irmão mais velho, que vai te defender de qualquer problema. – beijou sua testa e ela sorriu.

Christopher: Hm... – sorriu amarelo. – E então Poncho. – abraçou o amigo pelos ombros. – Agora nós dois somos cunhados!

Poncho: Você! – o olhou, com o olhar medonho. Christopher sorriu abertamente, na tentativa de deixá-lo amistoso. – Você engravidou minha irmãzinha! – apontou, visivelmente irritado.

Christopher: Só um pouquinho! – sorriu amarelo.

Poncho: Eu vou te arrebentar! – foi para cima do amigo, que se esquivou. 

Fernando: Poncho, se controle meu filho. – entrou entre os dois. – Violência não leva a lugar nenhum. – Poncho olhava o outro com cara de poucos amigos. – E também isso não é mais um problema, Christopher vai se casar com sua irmã muito em breve.

Fuzz: O que? – indagou e começou a gargalhar alto. – Ah, por favor, papai... – rolou os olhos. – Acha mesmo que Christopher vai assumir a minha irmã? – olhou Dulce de cima a baixo. – Pois eu não acredito! – olhou Christopher, insinuante. – Ao contrário, eu acho sim que ele vai trocar a Dulce pela primeira vagabunda que aparecer! – ria, deixando Dulce entristecida. 

Christopher: A minha vida não é da sua conta! – a olhou, furioso. 

Fuzz: Você não passa de um cachorro que só quer saber de transar com a primeira boba que aparece, e olha só... – apontou. – Apareceu uma perfeita para a função, o problema é que agora está prenha não é? Não se vai servir por muito tempo... – riu.

Dulce: Para com isso! – pediu, tapando os ouvidos. – Eu não quero ouvir! Eu quero ir pra casa! – começando a chorar. 

Christopher: Dulce, meu amor. – foi até a ruiva. – Não liga para as besteiras da Fuzz. – beijou a mão dela. 

Dulce: Eu quero ir pra casa! – olhando a irmã, ainda com lágrimas. Por que Fuzz não gostava dela? Por que falava essas coisas feias para lhe machucar? Não entendia o que tinha feito de mal a ela.

Fernando: Filha fica calma sim? – receoso que ela ficasse nervosa e acabasse prejudicando o bebê. – Maria Fernanda não sabe o que diz. – olhou a loira, aborrecido. Dulce assentiu, sorrindo de lado.

Poncho: E você, Christopherzinho... – olhou o cunhado. – Depois nos acertamos viu?

Christopher: Ah Poncho, cala a boca! – falou entediado e dando um pedala no moreno, que arregalou os olhos com a audácia. 

Dulce: Bem, é melhor irmos. – dá um abraço nos pais e no irmão e sai com Christopher.


¨¨¨¨

Christopher: Meu amor. – chamou, enquanto dirigia. – Não liga para sua irmã, ela é doente por mim! – explicou, deixando Dulce confusa. – Ela faria qualquer coisa para ficar comigo! – explicou e Dulce entendeu por fim o motivo da implicância. Fuzz tinha inveja por Christopher estar com ela, infelizmente não podia fazer nada quanto a isso, pois também era apaixonada por ele. – Ela é uma demente. – Christopher concluiu, parando em um sinal.

Dulce: Não fala assim dela Chris. – coçou a nuca. – Apesar de ela não gostar de mim, eu a amo, ela é minha irmã. – mordeu o lábio e ele sorriu, assentindo.

Christopher: Tudo bem, mas não fique assim linda. – pediu, beijando a mão dela. – Eu te amo! – deixou claro.

Dulce: Eu também te amo. – sorrindo apaixonada.

Christopher: O que acha de irmos à casa da minha mãe? – sugeriu. – Você quer?

Dulce: Eu quero! – assentiu sorrindo. 

Christopher: Escuta meu bem. – molhou os lábios, nervoso. – Você vai querer se mudar para a casa dos seus pais? – perguntou receoso.

Dulce: Você vai comigo? – o olhou. 

Christopher: Não amor. – negou com um longo suspiro.

Dulce: Então não. – negou freneticamente. – Eu quero ficar com você bebê. 

Christopher: Você não sabe o alivio que eu sinto. – respirou aliviado, beijando a mão dela outra vez. – Minha estrelinha. – os dois sorriem e o sinal abre.


Não demora e logo chegam à mansão Uckermann. Simone os atende e diz que a senhora Uckermann já ia recebê-los.  

Christopher: Onde está o povo dessa casa hein? – ele riu, se jogando no sofá. – Vem, senta aqui comigo amor. – chamou e Dulce sentou ao seu lado.

Alexandra: Oi meus amores! – falou sorridente, enquanto chegava. Os dois sorriram. – E então? – olhou Christopher, dando códigos de que queria saber sobre o exame de DNA.

Christopher: Pode deixar os códigos de mão, mamãe. – riu. – Dulce já sabe, inclusive, ela é filha deles! – sorrindo para Dulce.

Alexandra: Ah, graças a Deus! – juntou as mãos. – Meus parabéns meu amor! – a abraça. – Eu sabia que você iria encontrar seus pais!

Dulce: Obrigada. – sorriu. – Fico feliz de saber que meus pais estão por perto.

Viviana: E quem são os seus pais? – perguntou curiosa, enquanto chegava.

Alexandra: Blanca e Fernando! – se adiantou, deixando Viviana branca.

Viviana: O QUE? – arregalou os olhos, boquiaberta. – Os Saviñón? – eles assentiram. – Ela é mesmo irmã da Fuzz e do Poncho? 

Alexandra: Você já sabia filha? – cruzou os braços.

Viviana: Fuzz tinha me contando, mas eu não acreditei, inclusive ri muito. – coçou a nuca. – Impossível acreditar, até por que as duas são totalmente diferentes! – franziu a testa, notando que Fuzz não tinha puxado nada da irmã caçula.

Christopher: Pois é, mas o exame de DNA deixou bem claro que as duas são irmãs legitimas. – enfatizou e Viviana ergueu a sobrancelha.

Alexandra: Simone acabou de fazer um bolo esplêndido de chocolate e morango. – contou, deixando Dulce com água na boca. – O que acham de comemorarmos? – sugeriu.

Dulce: Ah sim! – assentiu prontamente. – Eu quero o bolo!

Alexandra: Então vem meu amor, já está pronto!

Viviana: O bolo é meu, mamãe! – enfatizou, em um grunhido.

Alexandra: Ora, não seja egoísta Viviana! – a olhou, aborrecida. – Dulce não pode passar vontade, sabia que você vai ser titia? – Viviana franziu a testa. – Dulce está grávida.

Viviana: Sério? – olhou chocada. – Eu vou ser tia?

Dulce: Vai sim. – sorriu, colocando o cabelo atrás da orelha. – E eu acho que o bebê quer o bolo. – deu um sorrisinho amarelo.

Viviana: Poxa. – deu um sorriso feliz. – Não sabia que seria tia. – falou entusiasmada com a ideia. – Vamos, eu divido o meu bolo com você. 

Christopher: Está com febre? – riu, botando a costa da mão na testa da irmã. 

Viviana: Ai, mas que exagero. – rolou os olhos, tirando a mão dele de sua testa. – Fuzz estava enchendo a minha cabeça, mas eu não tenho nada contra a Dulce. – olhou a ruiva, que lhe sorriu feliz. – Está certo que no inicio me aborreci por ela ter cuspido no meu vestido, mas sei lá, isso já faz muito tempo e creio que exagerei, ainda mais agora que vou ser tia não é? – sorriu empolgada.

Dulce: Então nós podemos ser amigas? – perguntou, com um grande sorriso.

Viviana: Acho que sim! – deu de ombros.

Dulce: Ah que legal! – a abraçou, pegando a loira de surpresa. – E você me desculpa por ter cuspido o seu vestido?

Viviana: Desculpo. – sorriu.

Dulce: E me dá um pedacinho pequenininho do seu bolo? – mordeu o lábio, com água na boca, Viviana assentiu sorrindo. – Oba! Então vamos!

Alexandra: Também vou! – se meteu e todos foram para a cozinha comer o tal bolo, que por sinal estava delicioso. 

Após a refeição, ficaram conversando amenidades, Alexandra estava muito feliz por ver que Viviana estava se dando bem com Dulce, a menina era um doce de pessoa e não merecia ser maltratada devido às intrigas de Maria Fernanda.

Christopher: Parece que as duas estão se dando bem. – olhou do outro lado da cozinha, Dulce bebia água, enquanto conversava com Viviana. – O que um sobrinho não faz hein? – riu.

Alexandra: Viviana adora crianças e você melhor do que ninguém sabe como Maria Fernanda pode ser manipuladora. – suspirou. – Nem parece que as duas são irmãs, Dulce é totalmente o oposto. Viviana me disse que o namoro dela com Ray terminou muito mal, tenho certeza que se ela tivesse chegado bem da França, teria gostado de Dulce desde o inicio.

Christopher: O importante é que estão se dando bem. – ele suspirou, aliviado. 

Apesar de Viviana ser uma mala, era sua irmã e não se agradaria com o fato de ter que viver em pé de guerra com ela por motivos fúteis.


¨¨¨¨

Uma semana depois, Christopher e Dulce estavam se preparando para irem para a primeira consulta do bebê.

Christopher: Rápido amor! – a apressou. – Se continuar comendo assim, nós vamos nos atrasar. – a olhou. – Não quer chegar atrasada na primeira ultra da neném, ou quer?

Dulce: O que é ultra? – indagou confusa enquanto tomava um gole de suco.

Christopher: É um procedimento, com ele vamos poder ver como é que a nossa filha está se comportando aí dentro. – explicou.

Dulce: Vamos ver ela? – perguntou com os olhinhos brilhando. Christopher assentiu, cruzando os braços. – Que legal, mal vejo a hora de ver o bebê!

Lurdes: Mas eu não acredito que vocês dois ainda estão enrolando aqui! – falou, assim que saiu do banheiro. – Vocês sabem que horas são?

Christopher: Acontece que a Dulce não quer parar de comer. – rolou os olhos

Dulce: Pronto, eu já terminei! – indagou, se levantando. – Podemos ir!

Lurdes: Perfeito, vão logo senão vão perder a hora! – fez o sinal da cruz nos dois e eles saem, animados. – Esses dois. – negou com a cabeça, enquanto começava a tirar a mesa.


Algum tempo depois, o casal chega ao consultório da doutora Mileida.

Dulce: Amor vão me furar? – perguntou, assim que entraram na sala da médica.

Christopher: Não linda, não vão! – a acalmou, sorrindo

Doutora: Bom dia queridos! – cumprimentou com um sorriso. 

Mileida era uma senhora muito simpática, a mesma tinha feito todos os partos de Alexandra e os dois de Blanca, outro motivo por terem lhe escolhido, era o ciúme que Christopher sentiria caso visse outro homem tocando em certas partes de sua namorada. 

Doutora: É um prazer imenso conhecê-la Dulce. – a analisou, vendo como ela era bonita. – Eu acho que você foi a única filha da Blanca cujo eu não fiz o parto. – pensativa.

Dulce: Ah. – sorriu simpaticamente. – Eu não me lembro da senhora ter feito o meu parto mesmo. – franziu a testa e a doutora a olhou, confusa. 

Christopher: Meu amor, mesmo se ela tivesse feito você não lembraria. – sussurrou. – Você era muito bebêzinha para lembrar.

Dulce: Ah, é verdade. – sorriu corada e a doutora riu de leve.

Doutora: Bem, agora eu quero saber como vai esse bebê, sente-se. – apontou as cadeiras e os dois se sentam. – Querida me responda tudo o que eu perguntar sim? – Dulce assentiu, empolgada. – Está se alimentando bem? – arrumou os óculos. – a ruiva assentiu. – Quantas vezes ao dia?

Dulce: Ah... – pensativa. – Um monte!

Doutora: Anda fazendo algum esforço constante? – perguntou, escrevendo algo em sua caderneta.

Dulce: Esforço? – perguntou confusa. 

Christopher: Não doutora, ela está descansando muito ultimamente e dorme dez horas por noite. 

A doutora sorriu e fez mais algumas perguntas típicas daquele tipo de consulta.

Doutora: Muito bem, agora vamos ver como esse pequeno está se comportando. – levantou e os dois fazem o mesmo. – Dulce, por favor, vista essa roupa. – entregou.

Dulce: Essa roupa? – franziu a testa. – Por quê?

Doutora: Apenas vista querida. – deu uma piscadela e a ruiva deu de ombros e se preparou para tirar a roupa ali mesmo.

Christopher: Amor troca de roupa ali. – apontou discretamente o biombo. Dulce sorriu e foi vestir a roupa, roupa essa que ficou enorme.

Doutora: Agora deite aqui. – apontando uma maca forrada com lençol rosa. Dulce deita e a doutora passa um gel em seu ventre. – É gelado assim mesmo. – sorriu ao ver que ela tinha feito careta, em seguida, começa a passar o aparelho na barriga dela. – Vamos ver onde está... – procurando. – Aqui! – sorriu ao achar. – Danadinho, está bem no cantinho.

Christopher: Onde? – querendo ver.

Doutora: Aqui. – apontando com o mouse. – Conseguem ver? – ele assentiu emocionado ao ver uma pequena bolinha. Dulce sorria feliz por estar vendo seu filhote

Dulce: É bem pequenininho. – sorrindo abobada.

Doutora: Ele está apenas com nove semanas meu bem, mas garanto que logo ele vai crescer e vai começar a pesar. – piscou.

Christopher: Ela está impaciente por virar uma daquelas mulheres redondas. – sorrindo e beijando a mão de Dulce

Doutora: Completamente compreensível. – riu. – E então? Querem ouvir o coraçãozinho?

Christopher: Já conseguimos ouvir? – perguntou perplexo.

Doutora: Claro que sim. – assentiu. – O coraçãozinho do bebê é o primeiro órgão a ser formado, logo seguido do cérebro. Querem?

Christopher: Sim, claro! – assentiu, prontamente. 

A doutora colocou e logo se ouviram um barulhinho extremamente alto e forte, era a coisa mais perfeita que ambos já tinham ouvido, se olharam, emocionados. 

Dulce: É o coraçãozinho do nosso bebê. – contou, apaixonada.

Christopher: É sim. – dando um selinho nela, com os olhos mareados. – Eu te amo! – beijou sua testa.

Dulce: Eu também te amo muito. – fungou. – Mas tem uma coisa que eu não estou entendendo amor. – franziu a testa, confusa.

Christopher: O que?

Dulce: Você não falou que o nosso filhotinho estava dentro da minha barriga? – Christopher assentiu, acariciando os cabelos dela. – Então por que ele está dentro da TV? – apontando o monitor por onde viam o bebê. Christopher e a doutora se olharam e riram.

Doutora: Ele não está dentro da TV, ele está na sua barriga, mas como eu estou passando esse aparelhinho na sua barriga, ele aparece na TV para que nós possamos vê-lo. – explicou.

Dulce: Ah sim... – pôs o dedo no queixo, entendendo. 

Doutora: Bem crianças. – tirando o aparelho da barriga de Dulce. – Para uma gravidez de nove semanas o bebê está muito bem, com o peso e medida ideais. – desliga o ultrassom e limpa o gel da barriga de Dulce. – Você já pode se trocar querida. – piscou, sorrindo. Dulce também sorri e se levanta, indo se trocar.

Christopher: Já sabe para quando mais ou menos?

Doutora: Daqui a menos de sete meses, eu presumo! – foi até a mesa e tratou de fazer o resto das anotações.

Christopher: Ela precisa de algum cuidado especial?

Doutora: Não, ela apenas precisa descansar e, por favor, não a deixe passar nervoso Christopher! – ele assente. – Também precisa se alimentar bem.

Christopher: Ah, mas isso eu nem preciso pedir! – rindo pensativo. – Ela come demais.

Doutora: Evite comidas muito gordurosas. – também riu. – Tirando esses cuidados, ela pode fazer de tudo. – piscou e estendeu a folha para ele. 

Dulce voltou já vestida e a doutora lhe receita um antibiótico para enjoos e finaliza a consulta.


Enquanto isso nas empresas Uckermanns. Poncho conversava com Anahí, que tinha chegado a pouco.

Anahí: Daí a Maite pediu para trazer esse currículo dela. – entregando. – Se tiver alguma vaga disponível você podia nos dar essa forcinha não é amor? – sorriu de lado. – A coisa está cada dia mais feia.

Poncho: Se eu te dissesse que a secretaria do Christian entra de licença a maternidade semana que vem, você acreditaria? – perguntou rindo.

Anahí: É serio? – arregala os olhos e ele assente. – Nossa, a Maite adoraria trabalhar com o Christian, o problema são as brigas. – coçou a cabeça. – Os dois brigam como cão e gato!

Poncho: O que acha de ajudarmos esse casal vinte? – ergueu a sobrancelha, travesso.

Anahí: Eu acho uma ótima ideia! – bateu palminhas, animada. – Podíamos fazer... – é interrompida pela porta, se abrindo em um estrondo.

Viviana: Ponchinho! – invadindo a sala, com um enorme sorriso. 

Anahí: O que é isso? – se levantou. – Não sabe bater não é?

Viviana: O que acha? – ergueu a sobrancelha e a olhou com desdém. – Essa empresa é minha e eu entro onde eu quiser!

Sabrina: Desculpe senhor. – a secretária disse, entrando logo atrás. – Eu não pude impedir.

Poncho: Tudo bem Sabrina, pode ir! – deu uma simpática piscada e a mulher saiu. – O que você faz aqui Viviana?

Viviana: Como o que faço aqui? – se aproximou e se apoiou na mesa. – Eu vim te ver! – olhou de Poncho para Anahí. – Vai me dizer que prefere a companhia dessa suburbana a minha? – o olhou, com deboche.

Poncho: Viviana, a Anahí é minha namorada! – enfatizou. – Eu peço que você a respeite, por favor! – pediu, sério.

Viviana: Hello Poncho. – rolou os olhos. – Nós dois namoramos desde pequenos... – disse exagerada. – E eu sou a mulher certa pra você!

Poncho: Chega! – grunhiu.

Anahí: Garota, quem vive de passado é museu! – o olhou, aborrecida. – Será que você não vê que está atrapalhando? – ergueu a sobrancelha. – O Poncho é meu!

Viviana: Acha mesmo que a tia Blanca vai permitir que o Poncho se case com uma pobretona como você?! – rindo com desdém. – Faz-me rir queridinha!

Poncho: Viviana, por favor, sai daqui!– percebendo que Anahí estava com os olhos mareados. – Não tem o direito de falar isso pra ela!

Viviana: Eu vou sim, mas não por que você está mandando e sim por que eu preciso falar com o meu pai! – mandou um beijinho a ele. – Tchau favelada! – sai rindo.

Poncho: Não fica assim meu amor. – se aproximou da loira. – Não se importe com o que Viviana fala, ela não está bem dos nervos.

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