Novamente Sua

Safira Montenegro

Não sei exatamente quantas horas se passa e eu aqui aflita, andando de um lado para o outro nesse apartamento a espera de notícias que nunca chega. Aos poucos a noite chega e o meu corpo da os primeiros sinais de cansaço, mas não deixo isso me desanimar, e tomo um banho gelado que não faz efeito algum. Somente sei que com a gravidez fiquei mais sonolenta e cansada por pequenas coisas, mas esse é um lindo preço que estou pagando.

Adormeço sem nem perceber e assim horas se passa suponho eu, até que sinto uma respiração quente em meu pescoço e uma mão passar por minha cintura me puxando sutilmente para si. Abro meus olhos reconhecendo o seu toque e sinto o seu beijo em minha nuca, viro-me vagarosamente e assim posso observar o homem em minha frente.

Sua aparência estava abatida e cansada, seus olhos sem sinal de alegria e isso fez meu peito doer.

_ Amor... O que aconteceu? _ Pergunto sussurrando.

_ Amanhã conversamos Baby. _ Diz beijando a minha testa.

_ Mas eu... _ Sou interrompida por ele com um beijo apaixonado.

Em uma precisão de movimentos ele passa para cima de mim ainda me beijando, sua lingua passeia em minha boca em reconhecimento a todos os cantos, enquanto uma de sua mão apoiava o seu peso na cama a outra afastava uma mecha de cabelo do meu rosto. Nos afastamos com um selinho, e ofegante ele cai para o lado e vira-se me dizendo.

_ Independente de tudo eu te amo minha Baby... Amo os dois. _ Diz recuperando o fôlego, e passando a mão em minha barriga.

_ O que esta acontecendo Alessandro? Você está me assustado. _ Falo olhando no azul dos seus olhos tentando entender.

_ Shii... Vamos apenas dormir. _ Diz me puxando para seu peitoral.

Adormeço em seus braços, mas na manha seguinte não o encontro em nenhum lugar da cama. Seria uma ilusão minha? Acho que não, pois ontem foi tão real, que não parecia ser um sonho. Abro o meus olhos e olho no despertador eram 5:00 da manhã, respiro em frustração e viro-me para cima, de longe escuto alguém conversar, passo a mao em meu rosto e me levanto por fim. Caminho em direção as vozes, e a cada passo a escuto cada vez mais nítida.

_ O que você pensa em fazer agora? _ Reconheço a voz do Lucas.

_ Eu não sei, só sei que cometi o pior erro da minha vida. _  Reconheço a voz do Alessandro por fim, mas o que seria esse erro?
Me pergunto.

_ O que pretende fazer a partir de agora? _ Continua o Lucas.

_ Eu não sei ta legal... Não poderia imaginar que me tornaria alguém como ele. _ Diz o Alessandro e em sua voz percebo arrependimento e culpa.

_ Mas você tem certeza que o matou? _ Pergunta o Lucas e naquele exato momento o chão não me veem aos meus pés.

Como assim o Alessandro matou alguém? Penso me aproximando da porta da cozinha, e quando o Lucas percebe a minha presença se assusta.

_ My Girl a quanto tempo está ai? _ Pergunta o Lucas tentando disfarçar o que acabou de dizer.

O Alessandro se virá e caminha em minha direção, anestesiada não saio do lugar. Na minha cabeça eu estava preparada para receber uma notícia ruim, mas nunca se passou pela mesma que fosse a morte do Luiz. Não sei como raciocinar ao certo, deveria está feliz? Não me sinto bem ao saber disso. Minha visão vai ficando turva e as minha pernas vai amolecendo, até que não as sinto mais.

Acordo não sabendo quanto tempo se passou ao certo, mas me sinto ser observada. Olho ao redor e reconheço o meu quarto no apartamento do Lucas, aos pés da cama ele me olhava preocupado e culpado ao mesmo tempo. Aos poucos meus olhos vão de encontro aos seus e não deixo de me sentir culpada pela sua dor, afinal de contas a culpa foi minha por estarmos passando por isso.

_ Baby. _  Sussurra se aproximando. _ Como você está? Fiquei preocupado... Ligamos para o hospital e o doutor disse que era normal da gravidez, mas se você não acordasse em 10 minutos eu deveria ligar novamente.  _ Diz segurando a minha mão e deposita um beijo em minha testa.

_ Eu estou bem... Desculpe por te preocupar a toa. _ Falo com a voz embargada.

_ Ei... O que há com você? _ Pergunta me analisando.

_ A culpa foi minha. Você não deveria ter saido daquele jeito, eu não deveria ter deixado. _ Desabafo e ele me abraça, assim sinto o seu calor e isso me conforta.

_ A culpa não foi sua. Todos nós sabíamos que isso não iria se parar tão facilmente, por um lado eu não me arrependo de ter protegido vocês. _ Diz me olhando colocando a mão em minha barriga.

_ O que faremos agora? _ Pergunto enquanto ele olha para a minha barriga.

_ Eu não sei, mas prometo que vou pensar em algo. _ Diz me dando um selinho.

_ O que aconteceu ontem quando você saiu daqui?_ Pergunto olhando em seus olhos, mas ele desvia o olhar.

_ Por favor Alessandro... Eu preciso saber. _ Peço segurando a sua mão, e nesse exato momento o Lucas chega com uma bandeja de café da manhã.

_ Olha o que eu trouxe para minha gravidinha. _ Ele entra todo animado tentando expulsar o clima ruim que parou no ar.

_ Não estou com fome. _ Falo não tirando os meus olhos do Alessandro que apenas se levanta e sai do quarto, me deixando apenas com o Lucas. Naquele momento o meu coração sangrou sem a sua resposta.

_ Dê um tempo para ele. _ Diz o Lucas colocando a bandeja em meu colo.

_ Desde quando ficamos tão distantes? _ Pergunto encarando o Lucas.

_ Sinto muito por isso, mas tenta entender ele... Sabe Safira ele passou poucas e boas até chegar até aqui, o Luiz nunca o deixou em paz, por um lado ele não se importava com as perseguições depois da morte da Anna... Mas bastou você chegar, e ele começou a temer o que poderia acontecer com você. _ Diz o Lucas.

_ Ele nunca me falou nada sobre. _ O interrompo e ele respira profundamente.

_ Ele sempre falava que o Luiz é um mostro por ter tirado a vida da mãe dele, mas ele matando o Luiz, faz ele pensar que se tornou alguém igual a ele. _ Continua o Lucas me fazendo pensar.

_ Obrigado Lucas, mas ele não é um  monstro. Ele agiu em proteção a nós. _ Falo colocando a mão em minha barriga.

_ A gente sabe disso, mas as autoridades não. _ Diz o Lucas me fazendo pensar com cautela.

_ Ele pode ser preso? _ Pergunto com um nó na garganta.

_ Provavelmente, mas não pense em algo do tipo... Apenas coma alguma coisa pelo seu bebê. _ Diz ele me entregando a colher com um copo de salada de frutas.

Ele sai do quarto me deixando aflita e sem fome, mas eu tenho que me alimentar pelo meu pequeno anjo. Após o café, tomo um banho e me visto confortavelmente em um vestido floral e uma pantufa nos pés. Saio do quarto de cabelos molhados e ando para sala levando a bandeja em mãos, assim que me aproximo noto o Carlos, o Lucas e o Alessandro me olharem preocupados.

_ Fiquei sabendo que você desmaiou, como se sente agora? _ Diz pegando a bandeja em minha mão.

_ Já me sinto melhor. _ Falo e sorriu.

_ E o meu sobrinho ou sobrinha como está hoje? _ Pergunta o Lucas e o carlos torce o boca me fazendo rir.

_ Está muito bem, obrigado por perguntar. _ Falo olhando para ambos que começam a brigar disputando quem seria o padrinho do meu bebê.

Caminho em direção ao sofá para me sentar ao lado do Alessandro, mas assim que vou me sentar ao seu lado, ele me puxa para sentar-me no seu colo.

_ Ei não queremos maiores de 18 aqui não. _ Diz o Carlos.

_ Não enche Santos. _ Diz o Alessandro afastando o meu cabelo da nuca, e depositando um beijo no local me fazendo arrepiar.

_ Te amo. _ Sussurra ele apenas para eu ouvir.

_ Eu te amo mais, meu Barry. _ Viro a cabeça e ele me da um selinho.

_ Ei vocês, chega tá bom. _ Reclama o Carlos e o Lucas faz a sua imitação atrás do mesmo.

_ Ele só está assim porque não tem ninguém para acalmar esse coração destroçados pelos processos da vida. _ Diz o Lucas imitando um poeta qualquer me fazendo rir.

_  A ta bom, e você com a Lia don juan? _ Rebate o Carlos e o Lucas se emburrece e assim iniciam uma briga entre eles, mas nada de tão sério.

_ Parecem duas crianças. _ Cochicha o Alessandro em meu ouvido.

_ Sua família amor. _ Falo rindo deles dois brigando feito criança.

_ Errado Baby, essa é a nossa família. _ Diz me abraçando respirando em meu pescoço.

_ Estava com saudades do seu cheiro, do teu toque, do teu beijo. _ Diz ele antes cheirando o meu pescoço, depois tocando em minha cintura e agora beijando as minhas costas.

_ Alessandro. _Falo em um sussurro, mas sai como um gemido baixinho.

_ Vamos sair daqui. _ Diz me levantando do seu colo e me puxando pela mão para fora daquele apartamento.

_ Aonde vamos?_  Pergunto e ele nada diz, apenas chama o elevador.

_ Alessandro. _ Falo assim que o elevador se abre e ele me empurra sutilmente, me encostando na parede do elevador e prendendo as minhas mãos com a sua, uma de cada lado.

Ele inclina o seu corpo e me beija de maneira única, maneira a qual só ele conseguiria fazer. Sua língua passeia pela minha boca e seus lábios se torna cada vez mais feroz nos meus. Aos poucos a velocidade vai se perdendo até que ele me dá um selinho e diz.

_ Confia em mim. _ Diz com os lábios próximos aos meus.

Saímos do elevador de mãos dadas, fazendo assim todos nos olharem e só agora percebo que me encontro de pantufa, sinto meu rosto esquentar, mas tento não ligar tanto para esse fato. Pegamos um táxi para o centro da cidade e paramos em um hotel de cinco estrelas. O Alessandro paga o taxista e assim descemos para a entrada do local. As pessoas nos encaram ainda mais quando perce a presença do Alessandro, mas ele parece não se preocupar com isso, então passa sua mão em minha cintura me puxando mais para si e continuamos a caminhar até a recepção.

_ Uma suite vip por favor. _ Diz e a recepcionista me encara de relance, me deixando sem graça.

_ Forma de pagamento senhor Barry? _ Pergunta e o Alessandro lhe lança um olhar severo.

_ Alessandro. _ Lhe repreendo.

_ Desculpe senhorita, pagamento a visita. _ Diz olhando fixamente para mim.

_ Aqui está a chave senhor Barry. _ Diz nervosa.

_ Obrigado. _ Diz seco pegando a chave na mão da pobre coitada ali.

Andamos até o elevador e mais uma vez ele tenta me agarrar, porém sou mais rápida e desvio dele sorrindo.

_ Ainda não senhor Barry. _ Falo mordendo os lábios, e me aproximo dele lhe dando um selinho.

Assim que a porta do elevador se abre chegamos a porta do nosso quarto, saimos do elevador e assim dou um passo para frente, mas ele segura a minha cintura me puxando para trás.

_ Agora você não me escapa. _ Diz baixinho em meu ouvido destrancando a porta.

Entramos no quarto e aquilo tudo me parecia surreal, tão luxuoso quanto a casa do Alessandro.

_ O que prefere comer? _ Diz próximo de mim.

_ Pode ser um estrogonofe de frango, batata frita e suco de uva. _ Falo e assim ele repete para o serviço de quarto.

_ Batata frita? Desde quando você pode comer gordura na gravidez? _ Pergunta tapando o telefone com a sombrancelha levantada.

_ Mas estou com desejo. _ Faço biquinho e ele sorri.

_ Capricha na batata frita, eu não quero meu filho com cara de batata. _ E assim repassa o pedido.

_ De sobremesa quero jaca com chocolate. _ Falo e assim que ele me olha com cara de nojo, enquanto sorriu inocente.

Após repassar o pedido ele me encara desacreditado.

_ Jaca com chocolate? _ Pergunta a me olhar estranho.

_ E apenas mais um desejo de grávida, também nunca provei ambos juntos, mas me parece gostoso. _ Falo inocente me sentando no sofá,  ele se senta ao meu lado pegando as minhas pernas e colocando em cima de si.

_ Porque não me contou que o Luiz estava te ameaçando? _ Pergunta olhando em meus olhos.

_ Foi tudo tão rápido que não tive como pensar direito, ele me abordou em sua casa. _ Falo.

_ Nossa casa. _ Interrompe ele.

_ Bem, nossa casa então, mas se não fosse pelo Gustavo talvez ele tivesse me violado. _ Falo tentando não reviver aquele momento de tensão.

_ Aquele miserável mereceu, espero ter o matado.  _ Diz se levantando trincando os dentes.

_ Não fala isso vai... Mas vem Cá, o que aconteceu direito, me diz? _ Pergunto e ele me lança um olhar perdido e sem esperança.

Nesse momento o clima era tenso, mas foi quebrado após alguém bater na porta trazendo o almoço.

_ Vou tomar um banho. _ Diz fugindo da nossa conversa indo para o banheiro, e assim vou atender a porta.

Abro a porta e o rapaz empurra o carrinho para a sala, e sai logo em seguida. Olho aquela bandeja e um cheirinho maravilhoso chega em minhas narinas, então não consigo mais me controlar e retiro tampa por tampa, dando de cara com um prato devidamente montado. E como o Alessandro estava demorando no banho resolvo me deliciar com um pouquinho de cada coisa. Ao final sinto que alguém me observa e quando olho para trás o vejo.

_ Esta ai a muito tempo? _ Pergunto envergonhada.

_ A tempo o suficiente para te ver comer isso tudo em segundos. _ Diz brincalhão enxugando o cabelo com uma toalha _ Para onde vai isso tudo? _ Pergunta ainda brincando arrumando a toalha na cintura.

_ Para o nosso bebê. _ Falo piscando o olho para ele e pegando a jaca com chocolate.

_ Humm é bom. _ Falo comendo outro pedaço enquanto ele me olha. _ E você não vai comer? _ Pergunto o encarando, e nesse momento um brilho malicioso surge em seus olhos.

_ Estou esperando a minha sobremesa se saciar.  _ Diz me olhando malicioso.

_ Sendo assim, sou toda sua. _ Falo me levantando e ele caminha até a mim, em seguida passa o dedo no canto dos meus lábios limpando o chocolate ali.

_ É bom saber. _ Diz lambendo os dedos. _ Esse chocolate está muito bom. _ Diz olhando em meus olhos.

_ É sensacional esse sabor. _ Falo engolindo o sabor que ainda me restava na boca.

_ Mas o melhor dos sabores é o seu. _ Diz me olhando com desejo, e em seguida beijando os meus lábios.

Numa precisão de movimentos ele me puxa para si, e com isso enrolo as minhas pernas em sua cintura enquanto ele segura o meu bumbum apertando-os de maneira provocativa me fazendo gemer em seus lábios. De repente ele começa a andar pelo apartamento e sinto as minhas costas na parede, então ele começa uma trilha de beijos da minha boca ao meu pescoço e seios.

Sinto o zíper lateral do meu vestido ser aberto me deixando apenas de calcinha em sua frente. Sinto sua ereção ganhar vida enquanto ele me beija ferozmente. O ar é preciso então solto os meus lábios do seu e dou pequenas mordidas em seu ombro e em sua orelha, e quando ele geme sinto que estou no caminho certo. Assim que a sua toalha cai ao chão ele me coloca no chão também, retira a minha calcinha e então sinto a sua respiração em meu vente, onde ele deixa um beijo e depois em minha barriga, em seguida me pega no colo novamente e me penetra sem ao menos me informar.

Gemo assim que ele começa a se mover dentro de mim enquanto ele segura a minha bunda apertando-a.

_ Somente minha. _ Diz com desejo em meio aos movimentos me fazendo gemer ainda mais.

_ Apenas sua. _ Falo em gemidos.

_ Tão apertada, porra Baby. _ Diz em gemidos. _ Caralho Baby. _ Diz em meu ouvido enquanto eu gemia próximo ao seu.

_ Amor eu vou... _ Gemo após sentir que já estava próximo o meu limite, então ele apenas para e sai de dentro de mim.

_ Ainda não minha baby. _ Diz e  escapa dos meus lábios um gemido de frustração, ele sorrir com malícia e assim me puxa para o quarto levando consigo o brigadeiro.

_ Agora vamos nos divertir melhor aqui. _  Diz me jogando na cama.

Ele passa dois de seus dedos no brigadeiro e coloca em minha boca me fazendo chupa-los até que fiquem limpos, e assim eu o faço. Assim que termino ele espalha chocolate em meu corpo e sai limpando com a língua. Primeiro  foi em meu braço, onde ele limpou e depois distribuiu vários beijos molhados, em seguida foi em meu seio onde ele limpou e mordiscou o bico, depois foi a vez da minha barriga onde ele apenas deu beijos apaixonados e em seguida na minha coxa, onde ele mordeu vagarosamente e brincou com a minha intimidade me levando a loucura.

Após esse jogo de sedução eu não aguentava mais e precisava te-lo dentro de mim mais uma vez. Enquanto ele fazia todas essas brincadeira eu apenas gemia arrancando sorrisos maliciosos e olhares de desejo seu, então foi a minha vez de arriscar. Tento passar para cima dele, mas sem sucesso algum.

_ Quem manda aqui sou eu Baby, você apenas obedece. _ Diz mordendo o bico do meu seio novamente me fazendo gemer.

_ Apenas na cama senhor Barry. _ Falo em provocação, e ele vem de encontro com os meus lábios.

Sua boca chega a minha de maneira feroz e assim ele morde o meu lábio inferior puxando-os para si.

_ Não por muito tempo Baby. _ Diz penetrando um de seus dedos em mim.

_ Quem manda em você Baby?_ Pergunta sensualmente.

_ Eu, senhor Barry. _ Falo ainda em provocação.

_ Resposta errada Baby. _ Diz dando um tapa em minha coxa e assim solto um gritinho de prazer.

_ Vou lhe perguntar apenas mais uma vez. _ Diz penetrando outro dedo em mim, e apenas me contorço de prazer em sua mão.

_ Quem manda aqui Baby. _ Diz puxando os meus lábios para si me levando a loucura .

_ Apenas você. _ Falo após seus lábios tomar o meu em um beijo lento.

_ Boa garota. _ Diz me penetrando novamente, porém mais rápido e gemendo olhando em meus olhos com desejo me fazendo gemer mais alto.

_ Toda minha. _ Diz em seu último gemido e assim que chegamos ao nosso limite juntos ele se joga para o meu lado, e me puxa para o seu peito.

_ Você é incrível. _ Diz ofegante beijando o topo da minha cabeça, eu apenas sorriu me encolhendo em seus braços me sentindo protegida e completa.

~~~ Continua...

Oi pessoal! Tudo bem com vocês? Espero que sim.

* O que acharam do capítulo?

( Quero agradecer a todos vocês pela paciência)

PS: Não era para ser um capítulo de hot, mas foi fluindo e não sei escrever hot.

Não esqueçam de votar para ajudar na divulgação do livro, se quiser deixar algum comentário fique a vontade.

Agradeço a Deus e a todos vocês, até o próximo capítulo.

Goodbye 👋👋👋

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