18: Novas pessoas & Novos prazeres

Abro os meus olhos e o quarto está escuro, passa a minha mão pela cama procurando por Lucas, mas o lugar onde o seu corpo estava, agora está vazio.

Levanto-me e as luzes se acendem, me fazendo levar um pequeno susto, mas me lembro dos sensores de presentes. Visto a blusa de Lucas que está em cima da poltrona e vou à procura dele pela casa.

- Bom dia, senhorita Stones - levo um susto quando uma mulher aparece na cozinha - Desculpe pelo susto.

- Não se preocupe, é o meu segundo susto do dia.

- O senhor Calvin está na academia - ele colocou um copo de cristal na minha frente, com suco de laranja - Aceita algo mais?

- Não, vou ver como o Lucas está.

- Logo o café da manhã será servido.

Comecei a andar pela mansão, até escutar os gemidos roucos de Lucas. Abri a porta e vi Calvin socando um saco de areia, o suor escorre pelo seu corpo e os poucos raios de sol que entram pelas enormes janelas, faziam seu corpo brilhar.

- Malhar desse jeito não vai resolver o que houve ontem - ele parou de malhar e olhou no seu relógio de pulso.

- Vai me julgar até quando? - ele me segurou pela cintura e manteve a distância dos nossos corpos.

- Até o dia onze de junho.

- Eu sabia que não devia ter comido aqueles bolos de chocolate.

- Você comeu um bolo de maconha? - a distância entre nós, foi ficando menor.

- Um desafio entre mim e os meninos - ele me deu um selinho - Vai lá para cima que vou daqui a pouco.

- Não posso ficar aqui?

- Claro que pode, contudo, não vou poder te dar atenção - ele me deu outro selinho e voltou a treinar.

Lucas foi para a bicicleta elétrica e eu me sentei em cima do cavalete de ginástica olímpica. Peguei o celular de Lucas que estava em cima do equipamento e ele me olhou, por um instante pensei que ele ia surtar, mas fez alguns movimentos com a cabeça e eu repeti eles na sanha padrão.

Os aplicativos que Lucas utiliza, são parecidos com os que o meu pai e Liz usam para trabalhar. O WhatsApp está bloqueado com a sua digital. Acesso o Instagram vou para o site de fofoca que acompanho diariamente, os flagras dados nos famosos e em pessoas mundialmente importantes, deixa o coração quente dos fofoqueiros de plantão.

Continuo a deslizar a tela para cima, até que vejo uma foto de um homem e uma mulher transando em cima da mesa de bilhar. Arrasto a foto para o lado e o rosto de Lucas fica exposto, o suco que estava na minha boca voa para todo lado na academia.

- Está bem? - Lucas subiu na esteira e começou a caminhar.

- Sabia que estamos em um site de fofoca.

- Nós? - ele parou o exercício e veio até mim. Entreguei o celular para ele.

- O milionário Lucas Calvin é visto nessa madrugada de quinta transando com uma morena misteriosa, em cima de uma mesa de bilhar. Nosso informante disse que tem um tamanho consideravelmente grande - ele me entregou o celular e voltou a malhar - Não falaram de nós e sim de mim.

- Você parecia irritado com a ideia de alguém ter uma foto nossa!

- Maçãzinha, não entenda errado - ele voltou para perto de mim e deu um beijo estalado em meus lábios - Eu sou uma pessoa publicamente exposta e eu sei o quanto você foge dessas coisas.

- Como você pode saber?

- Seu Instagram consiste em pouquíssimas fotos.

- Devido aos meus relacionamentos - olhei para cima, me forçando a não chorar na frente dele.

- Maçãzinha!

- Não me chame assim - eu não ia conseguir argumentar se ele fosse fofo - Já estou indo.

Desço do cavalete e sai andando da academia, Lucas não fez nem menção de me impedir. Ele voltou a socar o saco de areia com força, seus golpes eram precisos e intensos, que em qualquer cômodo do andar de baixo podia escutar os socos.

Quando entro no quarto vejo Lucas deitado na cama segurando os meus saltos e o vestido, ele se levantou e jogou as minhas coisas em cima do colchão e veio até mim.

- Amanhã quero te levar a um lugar - ele deu um beijo suave em meus lábios, encarando o nosso namoro dessa noite - Então eu serei o seu namorado pela manhã.

Lucas seguiu em direção ao banheiro e fechou a porta, me deixando sozinha em seu quarto. Troquei de roupa e peguei o meu celular, localizei a minha bolsa, tirando de dentro o broche que cabelo, que Lucas colocou em mim no dia do enterro.

- Lucas - entrei no banheiro, encharcado a minha calcinha com a visão que tive do corpo de Lucas ensaboado - O broche da sua mãe.

Ele saiu do box e veio até mim, ele segurou a barra do meu vestido e me olhou pedindo permissão, apenas assenti e ele arrancou o meu vestido pela cabeça com agilidade. Sua língua percorreu o meu corpo, passando pelo meu pescoço, seios, barriga, umbigo, coxa e no pequeno pedaço de tecido de renda.

- Isa você é tão cheirosa - ele inalou fundo o cheiro do meu prazer.

Lucas rasgou a minha calcinha e deixou de lado, ele me penetrou com a língua, acertando o meu ponto G. Coloquei a minha perna em cima do seu ombro e me encostei na parede suada do banheiro.

- Porra! Lucas.

Segurei o seu cabelo, trazendo mais fundo para dentro de mim. Sua língua dava atenção para o meu ponto G, enquanto ele me chupava com força. Lucas apertou a minha bunda com força, arrancando um longo gemido. Seu dedo me invadiu por um instante, antes de começar a circular o pequeno orifício no meio das minhas nádegas.

- Quero te comer por trás.

Ele começou a chupar o meu clitóris com força e apertar a minha bunda com uma mão, seu dedo começou a me invadir e o olhar de Lucas está fixo no meu. Entreguei-me ao prazer de estar com o dedo de Lucas no meu ânus.

- Caralho, Lucas. Eu vou gozar.

Lucas me penetrou com dois dedos, enquanto chupava o meu clitóris e fodia o meu ânus com o dedo. Agarrei a maçaneta e a argola para colocar a toalha, quando o orgasmo me tomou por completo. Gritei, gemi e perdi as minhas forças quando me desabei na boca de Lucas.

Ele se levantou com a boca toda molhada do meu prazer e começou a me beijar, sua língua abriu passagem entre os meus lábios, intensificando o beijo e me fazendo sentir o meu gosto misturado com o de menta da sua pasta de dente.

- É melhor você ir, ou vai se atrasar - ele pegou o broche na bancada da pia e colocou na palma da minha mão fechando os meus dedos ao redor do objeto - Pode ficar para você.

Ele voltou para o seu banho e eu peguei a minha bolsa que estava ao lado vestido e nem sei com ela foi para ali. Visto o meu vestido e dou uma última olhada para Lucas, mas meu olhar não vai para a sua mão que faz movimentos de vaivém por toda a sua extensão grossa e comprida do seu pau.

- Nos vemos por aí.

Saí do banheiro e chamei um Uber, fui para fora da mansão e fiquei esperando o carro de aplicativo. Olhei para trás e vi Lucas debruçado na janela aberta, seu olhar me queima e faz meu corpo se arrepiar, sem ao menos um toque dos seus dedos. Uma mensagem chega no meu celular e eu olho para Lucas que está com um sorriso malicioso.

Estou com inveja do meu dedo.

Ele já fodeu o seu cu e eu não.

Mas espero poder ser digno um buraco tão precioso.

Ignorei suas mensagens e ele entrou no banheiro novamente. Novas mensagens chegaram e dessa vez de um número desconhecido.

Bom dia!

Sou o Félix, do Coffeebreak.

Estou de folga hoje e queria saber se você quer sair comigo :/

Bom dia!

Nos encontramos às duas na praça central?

Eu estava pensando em nos encontrar no DC Buffet.

Você pode?

Nos encontramos lá.

O meu carro parou e eu entrei, pela janela da cozinha vi Lucas conversando com a sua cozinheira. Encostei-me no banco de couro e fiquei observando as mansões no condomínio.

Entro na área da piscina do time de natação, diversos alunos estão malhando na academia e outros cumprindo ordens de Gabriel. Cumprimento alguns dos garotos que treinavam comigo e vou em direção ao professor sem camisa e um short térmico que marca bem o seu pacote no meu das suas pernas.

- Oi, princesa italiana - Arthur parou na minha frente com o suor escorrendo pelos seus músculos - Está perdida por aqui?

Arthur Mendez era um dos garotos que faziam natação comigo, ela já tentou ter algo comigo, mas eu tinha um tipo. Um tipo desgraçado, mas um tipo. E Arthur não encaixa nesse tipo, ele sempre foi carinhoso, amigável, companheiro e cavalheiro.

- Não, só vim matar a saudade.

Seus cabelos castanhos escuro estão molhados de suor, seu braço direito está coberto de tatuagem e ambos estão com veias saltadas. Seu abdômen é dividido em seis gominhos e sua mandíbula está bem marcada. Ele ficou muito mais bonito desde que saí do treinamento.

- Deixa eu limpar essa baba - ele limpou o canto da minha boca com o polegar e chupou - Você tem um gosto delicioso.

- Arthur, volte ao treino - repreendeu Gabriel.

- Ok - ele respondeu e virou para mim - Tenho alguma chance de sair com você, agora que está solteira?

- Me manda mensagem que nós marcamos.

Ele voltou para a academia e começou a malhar os braços. Sentei-me ao lado de Gabriel e observei alguns novatos fazendo uma série de nados avançados, alguns alunos pareciam fazer uma competição interna com os outros alunos sem eles saberem.

- Esses são os melhores - Gabriel se virou para mim - alunos que tornam tudo à sua volta em uma competição conseguem chegar ao nível profissional rápido.

- Acredito que não gosto de competir com quem não sabe.

- Sorte que vai viver da terra e não da natação - ele deu uma gargalhada e deu novas ordens para os alunos - E aquele nosso encontro está marcado ainda?

- No sábado às dez da manhã no parque onde nos encontramos, de lá você vê para onde me leva - dei um beijo em seu rosto e o joguei na piscina - É melhor apagar esse fogo.

Todos os seus alunos começaram a rir e eu foi para fora do centro esportivo, seguindo para o restaurante DC Buffet. Eu não fazia ideia de como um garçom conseguiu uma reserva em um dos restaurantes mais caros da cidade, é difícil até para os da classe alta conseguirem uma reserva sem reservar com antecedência.

- Boa tarde, senhorita! Qual é a sua reserva?

- Estou com o Senhor Rossi.

- Me acompanhe.

O homem de terno e gravata borboleta me guiou entre as mesas com clientes, me levando para o segundo andar. As enormes janelas tinham uma vista maravilhosa do parque das cerejeiras. O garçom puxou a cadeira e eu me sentei de frente para Félix.

- Você está linda, Isa! - ele segurou a minha mão e depositou um beijo no dorso.

- Você também está lindo! - Félix está usando uma blusa social branca com as mangas dobradas até o cotovelo e o seu cabelo ruivo está modelado em um penteado estiloso.

- À vista daqui é maravilhosa. Não sei nem como conseguiu uma reserva aqui, ele está sempre lotado - bebo um pouco de água.

- O dono da cafeteria é dono do restaurante.

Me engasguei com a água que sobrou na minha boca. David tinha me falado que Lucas era dono da cafeteria Coffeebreak. Félix dá leves tapas nas minhas costas e eu volto ao normal.

Olho ao redor para ver quem estava me vendo, mas meu olhar para o homem na cozinha. Ele está de costas, mas não precisava se virar para eu saber que era o Lucas, seus cabelos loiros e os músculos forçando o tecido da camisa social, não tinha como ser ele.

- Vamos pedir? - Félix perguntou e eu assenti.

Fizemos os pedidos da entrada, prato principal e sobremesa. Félix fez a escolha do vinho, como um verdadeiro conhecedor de uvas importadas. Os canapés foram servidos e eu peguei um colocando na minha boca, deliciando aquela maravilha.

- De onde você é? - olhei para Félix que mantém um lindo sorriso.

- Itália, mas me mudei para o Brasil quando tinha quinze anos - bebi um pouco do vinho - E você é da cidade?

- Não, só de Frédéric Albert.

- Você faz faculdade de quê?

- Sou formado em engenharia civil, comecei a trabalhar com o meu pai - um brilho de admiração apareceu em seu olhar quando falou do pai - Mas desci seguir a minha vida sem a ajuda dos meus pais, mas antes de voltar para o ramo, decidi aperfeiçoar as minhas técnicas. Então comecei a trabalhar no Coffeebreak para ajudar nas contas - ele comeu um canapé e bebeu um pouco do seu vinho - E você, em que está se formando.

- Agronomia. Minha vó sempre me levava para ajudar a cuidar da vinícola e de alguns animais que tinha na fazenda. Então comecei a me apaixonar pela terra e em saber o que ela poderia me proporcionar.

- Quando você fala da sua avó, seus olhos brilham e um sorriso reprimido se forma em seus lábios - fico corada por ele prestar atenção nos mínimos detalhes em mim - Isso a deixa mais linda.

Os pratos com cordeiro recheado com mussarela e bacon, são colocados na nossa frente. O cheiro do molho caseiro se espalhava por todo o ambiente. Félix e eu desfrutamos de um silêncio acolhedor enquanto degustamos o cordeiro.

Depois do almoço fomos caminhar em volta do lago Suner, cisnes nadam graciosamente pelas águas cristalinas do lago. Félix carrega os meus saltos na mão e a minha bolsa.

- Eu estou gostando de passar um tempo com você.

- Também, fazia muito tempo que eu não separava tempo para caminhar e comer uma boa comida.

- Qual foi a sua primeira impressão sobre mim? - ele olha para o horizonte, vendo o sol se pôr.

- Que você era muito lindo, mas também percebi que você era um homem legal.

- Uau, você é diferente. Muitas me veem só como um corpinho bonito.

- E você, qual foi a sua primeira impressão minha? - ele me olhou por um instante e voltou seu olhar para o lago.

- Que você está sofrendo, que estava tentando se encontrar e que tinha um lado bem safado por baixo de toda essa tristeza.

Ele parou diante de mim e colocou a mão na minha nuca, me puxando para perto dele, juntando nossos lábios em um beijo intenso. A boca de Félix está com gosto de baunilha e gotas de chocolate, sua língua abriu caminho entre meus lábios, intensificando mais o beijo, minhas mãos afundaram nos seus cabelos ricos.

Félix colocou a outra mão na minha cintura, me trazendo para mais perto de si. Sua ereção estava dura como uma pedra, lutando contra 9 tecido jeans para ser libertada.

- Quero tanto me perder em você. - Como Lucas trocou a noite pelo dia, ia aproveitar a noite com Félix.

- O que lhe impede?

Um sorriso malicioso se formou em seu rosto e ele me jogou para cima, abracei a sua cintura com as minhas pernas e ele atravessou a rua, entrando em um prédio de luxo.

As pessoas no hall nos olhavam, mas nem eu e nem Félix ligamos para isso. Entramos no elevador e os dedos de Félix começam a roçar na minha calcinha já úmida com a minha lubrificação.

- Caralho, você já está pronta.

A porta do elevador abriu e Félix saiu da caixa metálica, digitando a senhora na fechadura automática da primeira porta. Quando a porta se abriu, consegui ver como era o apartamento, paredes brancas com alguns quadros de diversas partes do mundo. Os móveis são rústicos e sofisticados, Félix não me deu tempo de ver mais nada, antes de me colocar em cima da estante de livros e se abaixou no meio das minhas pernas. Sua língua roçou na minha calcinha, me fazendo gemer.

- Vermelho será a minha nova cor favorita - ele me penetrou fundo com a língua, no canto da calcinha - Você tem gosto de verão. Quente e doce.

Ele puxou a minha calcinha com a boca, escorregando o tecido molhado pelas minhas pernas até tirá-la pelos meus pés. Ele cheira o pequeno pano e o guardou no bolso da sua calça jeans.

- Você é uma mulher linda.

Félix segurou a barra do meu vestido e o subiu pelo meu corpo até tirá-lo pela minha cabeça. Ele deixou a peça no chão e se afastou admirando o meu corpo. Ele mordeu o lábio inferior.

- Suponho que você está com muita roupa.

Abri as minhas pernas e deslizei o dedo para dentro de mim, os movimentos lentamente para dentro e para fora. Félix tirou os sapatos com o auxílio dos pés e depois começou a desbotar a blusa.

- Sempre quis saber se você tem ou não o piercing no mamilo.

Enquanto uma mão minha se movimentava dentro de mim, a outra percorria todo o meu corpo. Félix tirou a blusa e lá está a joia em seu mamilo esquerdo. Meu orgasmo se aproximava cada vez mais intenso, Félix tirou a calça e o mastro que ele tem em meio as penas marcava a cueca boxer preta.

Ele começou a se masturbar por cima da cueca no mesmo ritmo que eu movia os meus dedos. Joguei a cabeça para trás sentindo o orgasmo tomar o meu corpo por completo. Gritei, gemendo o nome de Félix.

Antes do orgasmo acabar, Félix se posicionou no meio das minhas pernas e entrou fundo, ondas de prazer se espalharam pelas minhas veias. Suas mãos massageavam meus seios, enquanto ele ia fundo em mim, sua boca distribuía beijos pelo meu pescoço. Contrai a minha musculatura pélvica, se fechando em torno de Félix.

- Você é apertada para caralho - o apertei mais um pouco e ele foi mais fundo - Você é uma mulher prendada.

- Só algumas aulas.

Relaxei a musculatura novamente e ele voltou a matar em um ritmo acelerado e preciso, a curvatura para cima, do seu pau acertava precisamente no meu ponto G, me fazendo gemer e estremecer sob a estante repleta de livros.

- Goza junto comigo Isa, me molha com o prazer que te dou.

Suas palavras foram como um gatinho e os meus músculos ficaram rígidos e o clímax me consumiu. Ondas de prazer dominavam o meu corpo, me fazendo jogar a cabeça para trás e gemendo alto.

- Ah, Félix.

Um gemido rouco saiu pela garganta de Félix e ele encostou a cabeça no meu peito. Depois de uma bela choveram com uma rapidinha, fomos para o quarto e Félix ficou acariciando os meus cabelos até eu dormir.

Acordei com os primeiros raios de sol entrando pela janela, me levantei e fui para a sala, vesti o meu vestido e calcei os meus saltos. Procurei pela calça de Félix e peguei a minha calcinha.

Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top