12: Prazer Livre.
O calor da fogueira queima a minha pele, mas o frio em meio ao pomar me queimava mais que o calor. O braço de Lucas, descanso sobre os meus ombros.
- Acredito que vai queimar - Yasmin alerta o primo, que parece estar no mundo da lua, enquanto assa o marshmallow.
- Merda - Lucas tira o seu braço do meu ombro e eu acabo caindo em seu colo.
- Ah - ergui o meu corpo e esfreguei a minha cabeça - Suas coxas são duras.
- Desculpe-me, maçãzinha - seus lábios tocaram lentamente na minha testa - Estou malhando mais que o necessário nessas semanas.
- Acredito que estou sobrando aqui - Yasmin se levanta e limpa a sua calça de moletom - Boa noite! Nos vemos amanhã, tenho que repor a minha energia.
- Yasmin, não me deixe aqui com esse rato de academia - Lucas me puxou para perto dele.
- Sou o quê? - seus braços musculosos me apertaram com força.
- Que você é um rato de academia - ele começou a fazer cócegas na minha barriga, fazendo o meu corpo se amolecer ao seu toque.
- Vou indo. Não estou interessada em ficar sozinha com um casal - Yasmin seguiu pelo caminho de cascalho e um dos cachorros foi com ela.
- Você quer ir para dentro?
- Não, aqui está maravilhoso.
- Então vamos deitar. Você fica do lado da fogueira, para ficar aquecida.
Lucas se deitou e no tapete felpudo, me deitei ao seu lado e ficamos encarando as lindas estrelas brilhantes. O loiro colocou o braço embaixo do meu pescoço, apoiando a minha cabeça.
- Gostou do nosso dia?
- Sim, menos da parte que você me molhou inteira - entrelacei os meus dedos aos dele.
- A Star estava com calor e você ficou na frente quando eu ia a refrescar.
- Para de mentir. Eu já tinha dado banho nela.
- Sabe de uma coisa? - ele olha fixamente para lua, como se ela tivesse um poder sobre ele.
- O quê?
- Às vezes sinto que quero te tocar, te fazer minha. Mas, ao mesmo tempo, eu tenho medo que você quebre - abro a boca para protestar, mas ele me cala - Sei que você não é uma mulher frágil, mas o pouco que sei sobre você, me faz querer te proteger.
- Eu não sou uma pessoa que precisa de ajuda.
- Sim, eu sei. Você é a garota mais inteligente e segura que já vi, mas algo em você me mostra que tem algo que precisa ser protegida.
Lucas está certo, a uma parte de mim que precisa de proteção. Muitos homens já se aproveitaram dessa pequena parte de mim, onde eu me entreguei inteiramente para aqueles que não mereciam nada de mim.
- Lucas? - ele virou a cabeça em minha direção - Acho que estou pronta.
- Tem certeza disso? - seus olhos azuis brilham, mas um opaco de confusão ofuscam o brilho.
- Sim. É a primeira vez após anos, que não estou me bloqueando dentro da minha cabeça.
- Estou sem camisinha.
- Você está limpo? - seus olhos se arregalaram e depois passaram pelo meu corpo.
- Sim, recebi o resultado hoje de amanhã. - seus dedos deslizaram para dentro do short do meu baby doll - Aqui está muito frio para usar um baby doll.
- Suponho que o frio não vai me incomodar, não pelo menos agora.
Posicionei-me em cima do seu pau e Calvin se levantou, impulsionando o seu membro contra mim. Sua mão desliza pelo meu rosto, segurando o meu cabelo e me puxando para o encontro dos seus lábios.
- Não quero te pressionar, Isa - minhas mãos seguram a barra da sua blusa.
- Você é o primeiro que não me força a fazer uma coisa que não quero.
Tirei a sua blusa e me afastei um pouco do seu toque, para poder admirar o seu belo corpo. Minhas mãos desenham os seus músculos, nossas respirações estão aceleradas e descompassadas.
Lucas tirou a minha blusa de seda, seu olhar caiu sobre o meu corpo, mostrando toda a admiração que ele tinha. Não era a primeira vez que ele me veria sem roupa, mas seria a primeira vez que ele não estava me salvando de algo ou me protegendo de mim mesma.
- Pensa somente no agora e ligue o foda-se para todo o seu passado.
Seus lábios começaram a fazer uma trilha de beijos, do meu pescoço até o decote do sutiã. Seus olhos azuis me observam, enquanto sua língua invade explorava o meu seio coberto pelo tecido de renda.
- Arranca logo - Lucas não ligou para o meu protesto e continuou a me provocar.
- Maçãzinha, você é muito apressada - suas mão começou a tatear o chão e pegou uma maçã - Quero experimentar e degustar cada parte do seu corpo, mas para isso preciso que tenha calma.
Com apenas uma mão, ele soltou o meu sutiã e a peça caiu sobre o meu colo. Com apenas uma mordida, Lucas liberou o suco adocicado da fruta. O líquido começou a escorrer pelo meu pescoço, indo para no meu mamilo, onde ele limpou com a sua língua.
- Quero experimentar outra parte de você - ele lambeu o resto do suco - Deite-se, preciso ter acesso total.
Deitei-me sobre o tapete felpudo e as mãos de Lucas se livraram do short do meu baby doll, sua língua passou pela minha panturrilha e veio subindo calmamente, me deixando arrepiada.
- Lucas, por favor. Não aguento mais - puxo os pelos marrons de tapete, com força. Mantendo os meus gemidos dentro da minha boca.
- Temos a noite inteira, maçãzinha.
Os calos nas suas mãos, arranhavam a minha pele, à medida que ele ia subindo pelo meu corpo. As ondas de prazer dominavam o meu corpo, meu sangue parecia ferver em minhas veias e meus olhos permaneciam fechados.
- Parece que alguém está pronta para mim - disse Lucas enfiando a ponta da língua dentro de mim - Olha para mim Isa, quero que você me veja te chupando.
Abri os meus olhos e Lucas deu um sorriso malicioso, em meio às minhas pernas e começou a dar leves beijos nos grandes lábios, antes de começar a chupar o meu clitóris com força. Mordi o lábio inferior com força e puxei mais os pelos do tapete, Lucas chupa, lambe, assopra e arranha, o pequeno ponto rosado em meio às pernas.
- Vou te mostrar o quanto esse pontinho pode te dar prazer.
Ele soprou o meu clitóris e meu corpo inteiro se estremeceu, sua língua voltou a estimular meu clitóris e suas mãos percorriam pelo meu corpo, sem tocar nos meus seios ou qualquer outra parte que poderia me dar mais prazer.
- É melhor se segurar, porque agora vou te levar ao limite.
Lucas voltou com as suas torturas no meu clitóris, segurei firme os cabelos loiros puxando com força. Calvin continua a me chupar com força, sem me penetrar. Ondas de prazer dominavam o meu corpo de diversas formas, meus músculos começaram a se comprimir e Lucas intensificou seus estímulos, me fazendo jogar a cabeça para trás e arqueando as costas.
- Ah, Lucas - senti o seu sorriso se formar em meio às minhas pernas - Não aguento mais segurar.
- Goza para mim, maçãzinha. Me alimente com o seu suco - ele me chupa com força me fazendo transbordar em sua boca.
- Porra, Lucas.
- Não quero que bloqueie os seus orgasmos, quero te fazer gozar de todas as formas possíveis.
Ele deslizou para cima, fazendo o membro roçar em minha entrada. Juntei nossos lábios e não demorou para que Lucas tomasse o controle por inteiro da situação. Sua língua passeava pela minha boca e se enroscava com a minha, me fazendo sentir o meu próprio gosto. Lucas pressionava o seu pau cada vez mais duro contra mim.
- Tem certeza que é isso que quer? - seus olhos procuram por respostas.
- Sim - ele ergueu o corpo com o auxílio dos braços - Tenho certeza.
- Mantenha a cabeça fria e foque somente aqui. Fique relaxada e curta o momento - ele me deu um selinho rápido - Caso sinta que não conseguirá, é só falar que paro.
Puxei o cós da sua bermuda para baixo, liberando o seu pau. Fechei a mão em volta do membro e meus dedos não conseguiram dar a volta da sua grossura.
- Eu sei, eu sei. Mas não se preocupe, seu corpo comporta.
Engoli em seco, só de imaginar como será ter aquilo tudo dentro de mim. Posicionou a cabeça rosada e molhada com o pré-gozo na minha entrada. Lucas começou a deslizar para dentro de mim, sua boca se juntou à minha, me distraindo da pequena dor que sentia.
- Falei que ia caber.
Ele começou a fazer movimentos de vaivém lentamente, deixando o meu corpo ir se acostumando com toda aquela grandeza. A dor foi dando lugar para um prazer enorme, suas iinvestidas começaram a ficar mais rápidas. Seu olhar é fixo ao meu rosto, pelo seu sorriso suponho que as minhas expressões são as que ele queria.
- Isa, você é maravilhosa - seu polegar estimula o meu mamilo.
Quando as ondas de prazer começaram a percorrer o meu corpo, os gemidos começaram sair da minha garganta. Lucas permanecia focado em minhas expressões, enquanto o entrava e saia de mim, com todo o seu vigor.
- Goza para mim Isa, deixei meu pau melado - ele secou a gota de suor que escorria pela minha testa - Agora é sua vez de brincar com o seu grelo.
Escorreguei minha mão pelo meu corpo sensualmente, até o pequeno ponto rosado que já estava sendo estimulado pelo enorme pau de Lucas. Ele virou um pouco o corpo, fazendo a vereadora do seu membro, ajudasse a cabeça do seu pau bater no meu ponto G e me fazer estremecer de prazer, fazendo minha visão ficar turva.
- Lucas, não para. Por favor, não pare.
O sorriso convencido tomou conta dos seus lábios e ele continuou a ir fundo dentro de mim, deixando a glandes bater no meu ponto G e cada investida. Meus dedos fazem movimentos circulares no meu clitóris.
- Maçãzinha, goze para mim. Não aguentarei muito.
Suas investidas começaram a ir mais fundo em mim e mais rápidas. Um orgasmo tomou conta do meu corpo, fazenda cada músculo meu tremer e uma dose de adrenalina me fez gritar e me entregar por completa a Lucas.
- Ah! Lucas. Dio mio - estranho por falar o meu idioma de nascença, mas logo escuto Lucas gemendo alto e rouco.
- Caralho, Isa. Você é muito gostosa.
Senti o esperma quente dele sendo despejado bem fundo em mim. Ele saiu de dentro de mim, me fazendo sentir a sua falta, Lucas se estica e pega a coberta onde Yasmin está deita e joga em cima de nós. Ele se deita de frente para mim e me puxa para perto dele.
- Você é perfeita, maçãzinha - sua mão começou a acariciar o meu ventre e um arrepio subiu pelo meu corpo - Foi a minha primeira vez sem proteção.
- Do que está com medo? - ele poderia negar, mas o brilho em seus olhos nunca metiam.
- Tem certeza que não quer que eu compre uma pílula do dia seguinte.
- Não será necessário. Não posso ter filhos.
- Como assim?
- Pela quantidade de aborto que fiz, meu útero não suporta mais uma gravidez. As chances que tenho de conceber uma criança são bem pequenas, quase zero.
- Mas não são zero!
- Por isso o meu ginecologista me recomendou colocar um anticoncepcional na veia - seu semblante se tranquilizou e ele voltou com o sorriso brincalhão para os lábios.
- Quer entrar?
- Não. Estou gostando de ver estrelas e o cheiro do pomar é ótimo.
- Quer dormir aqui hoje?
- Podemos?
- Podemos tudo.
Ele me puxou para mais próximo do seu corpo e a fogueira que ainda queima as tortas de madeira. Meus olhos vão se fechando, me levando para o mundo dos sonhos.
- Boa noite, Isa - Lucas me deu um beijo na testa - Vou te proteger de todas as criaturas idiotas do seu passado.
Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top