CAP: 6
Nany e Wagner se preparam para o dia que se inicionou magestoso. Wagner pediu café e os dois tomaram ainda na cama.
— Estou em suas mãos agora! — Os dois sorriem.
— Me dá um tempinho. Banhar e me vestir.— Ela pede com um jeitinho fofo que é impossível de dizer não e mesmo querendo estar com ela ele entende. Vamos com calma.
— Posso acompanhar. — Ele fala malicioso. Só pra ver se ela volta atrás. Ela morde os lábios, mas recusa o convite.
— Por mais que eu queira, preciso de um tempinho. — Wagner entende e lhe beija a bochecha.
— Vai lá. —
Nany no banheiro se encara enfrente ao espelho. Olha o colar no pescoço e conversa consigo mesma.
— É Nany você aceitou e agora? — Ela fica pensativa. — Como contar pra família, já que nunca apresentei ninguém como meu namorado em casa. Ana vai surtar. — Ela sorri da amiga. — Respira, e vamos ver no que vai dar. Eu gosto dele. Ele é tão lindo e tão gentil e tão másculo... Tá bom. Vou me dar essa oportunidade. — Nany repira e entra no banho. Faz suas higienes pessoais e se enrola na toalha. Abre a porta de vagar. Ela quer se vestir sem ele ver. Ao abrir a porta não olha ele lá. — Ufa. — Pega suas coisas e se veste. Já pronta, pega o celular e há inúmeras mensagens da Ana. — Nany sorri, mas não responde ainda.
Wagner aguarda Nany fazer suas higienes pessoais e enquanto isso mexe no celular. Algumas chamadas perdidas e mensagem do irmão. Wagner nem se dá o trabalho de ler. Deixa o celular numa mesinha e aguarda e vai tomar banho no outro banheiro, se arruma e fica esperando a Nany do outro lado do quarto, sabe que ela vai querer privacidade apesar de já ter apreciado seu corpo e ter gostado imensamente de cada pedacinho. Ele está sentado mexendo no celular, vendo alguns pontos turísticos de Salvador. Hoje ele está por conta dela. Onde ela disser irão. Numa próxima vez ele vai levar ela num passeio inesquecível. Vê ela se aproximando! Guarda o celular no bolso e vai ao seu encontro.
— Linda! — Nany cora e os dois se beijam.
— Preciso passar em casa. Trocar de roupa pra então sairmos. — Ele acaricia seu rosto e ela fecha os olhos. — Tudo bem! Sou todo seu.
— Não me diz essas coisas. Ainda estou tentado me situar. — "Tá bom demais pra ser verdade." Pensava ela.
— Só falo a verdade meu bem! Vamos!— Ele pega sua mão e os dois saem do quarto de mãos dadas. No elevador ele não lhe solta nem por um segundo. Nany está se sentido nas nuvens. Nany não deixa de notar os olhares sobre eles e se entristece um pouco.
— Não me importo. Só me importo com o que pensa a nosso respeito. — Wagner lhe chama atenção. — Não se importe com eles tá. — Ele lhe beija e ela se sente mais segura.
***
— Me espera aqui. — Nany está nervosa. Ela se sente diferente e pensa que todos vão notar alguma coisa.
— Tudo bem! — Wagner acha engraçado uma mulher da idade dela parecer uma adolescente... E acho muito fofo. Nany se afasta dele e depois de um minuto abre a porta e entra.
— Noite boa em... — Ela se assusta com a voz da mãe atrás dela.
— Mãe... A senhora me assustou. — Nany tenta soar tranquila já que a mãe quase nunca pergunta sobre relacionamentos. — Vou subir.
— Tá bom! — Nany sai de perto da mãe, como se estivesse fugindo de perguntas. De certa forma estava mesmo. Entrou no quarto e o celular toca é a Ana.
— Se eu não atender ela me mata. Oi Ana. — Nany tira o celular do ouvido enquanto a amiga se esgoela do outro lado da linha.— Ana preciso desligar, ele tá me esperando, vou te contar tudo. — Nany dá uns risinhos quando a amiga diz que é pra ela contar tudo, não esconder nada. Nany desliga e troca de roupa. Toma outro banho rápido, troca de lingerie, veste um short confortável e uma blusa branca soltinho. Dá uns retoques no cabelo, faz uma make, passa um batom e está pronta. Desce o maia sorrateira possível e sai sem a mãe ver. Nany vê o Wagner ao lado do carro e seu coração acelera. Mãos no bolso, olhar atraente e um sorriso de canto envolvente, de derreter qualquer sorvete. Encostado num carro assim, parece até cena de filme ou de livro." Oh Homi bonito da porra. Eita tá asanhadinha." Sorri das loucuras que é seu pensamento.
Wagner ao ver a Nany se aproximar desencosta do carro e abre a porta para ela entrar.
— Desculpe a demora. — Ela sorri sem jeito.
— Esperaria a eternidade se fosse preciso. — Nany supira e prende o ar novamente. Ele a convida para entrar e ela o faz.
— A onde vamos! — Nany pensou em alguns lugares.
— Começaremos pelo
Principal espaço comercial para artesal daqui, o Mercado Modelo construído no século 19. Você vai gostar. — Ele dá a partida no carro e começam seu passeio. Depois iriam ao
ELEVADOR LACERDA, en frente ao Mercado Modelo e depois no Farol da Barra e passear na praia ao fim da tarde. Wagner mostrou animado. O dia seguiu com visitas nos locais que ela havia indicado. Nany deu ao Wagner umas fitinhas do Senhor do Bom Fim. Tiraram fotos, Wagner fez vídeos que veria quando estivesse sem ela ao seu lado. Ele se divertia com o jeito dela, fazia brincadeiras engraçadas pra ela se sentir bem. Já no fim da tarde os dois caminharam de mãos dadas pela praia da Barra. E admiraram sentados na areia o lindo pôr do sol de Salvador.
— Lindo. O sol se escondendo atrás das águas. — Nany falou admirada.
— Mais lindo ainda quando vemos esse fenômeno ao lado de quem faz arder seu coração. — Wagner abraça Nany por trás e ela sente um arrepio percorrer toda sua espinha dorsal. E apoiou a cabeça nos ombros do Wagner. Desfrutando desse momento, sem precisarem falar nada um ao outro só sentindo os sentimentos fluindo dentro de si. A noite jantaram em um restaurante próximo a praia comidas típicas da região. Acarajé, moqueca de camarão, acompanhado de pirão, arroz branco e farofa e para sobremesa e torta Búlgara com sorvete. Tudo delicioso. Esse dia Nany e Wagner nunca mais esqueceriam. Conversavam sobre vários assuntos e mesmo um pouco tímida Nany conseguiu se soltar e ficar a vontade com ele.
Continua...
***
Olá...
Ainnmm que fofissss esses dois... 😍
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Bjs e até o próximo!
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