Cap: 3 parte 3


Heitor conversa com Wagner e a Nany se aproxima. Pedindo aos céus coragem. Antes de chegar a mesa Heitor se levanta e lhe dá um abraço forte deixando a Nany sem jeito. Embora ela e o Heitor sejam apenas amigos, um abraço desses deixa qualquer uma nas alturas.

— Parabéns. Cheguei quase no fim mais não deixaria de vir. — Nany sorri envergonhada.

— Obrigada. Nem tava esperando por isso. — Ele olhou pra ela e viu que estava surpresa mesmo.

— Surpresa é surpresa. — Ele sorriu deixando a Nany mais a vontade. Sabia que ela estava assim não por ele mais pela presença do Wagner. Ele a deixa completamente desconcertada. — Já estava vindo pra cá mesmo e quando o Wagner me falou adiantei a viagem.

— Foi muita gentileza sua.— Ela olhou para o Wagner com um sorriso nos lábios e ele retribui com um sorriso terno. Heitor pega o presente que comprou a Nany e lhe entrega.

— Espero que goste. Não tive muito tempo de comprar algo melhor. Esse é só uma lembrança outro momento mando um digno de você. — Ele fala com gentileza. E me derreto toda. Ele é muito fofo.

— Não precisava. Só sua presença aqui já é meu presente. — Heitor lhe dá um sorriso e Nany pedi a amiga Ana que traga alguma coisa aos dois.

— Olha meu bem eu não vou demorar tenho uns assuntos pra resolver por aqui. Outro dia combinamos de sair pra passear.

— Trás ela quero conhecê-la. — Nany lembra Heitor de sua amada.

— Vai ser difícil mais prometo que lhe apresento ela. — Nesse momento o telefone toca e ele pede licença pra atender, deixando ela a sós com o Wagner.

— Oi. — Ela fala tímida.

— Olá. — Tava me perguntando quando íamos conversar um pouco. Mais tudo bem, é seu dia e todos querem um pouco da Nany pra si. — Wagner fala se divertindo e Nany não sabe onde esconder seu nervosismo.

— Desculpa. É que... Não imaginava te ver aqui. — Nany fala sem jeito.

— Eu sei... Não dei notícias durantes essas semanas e pude ver como ficou surpresa.— Wagner lhe olha um pouco desapontado com sua atitude.— Creio que ficou um pouco decepcionada.

— Que isso. Só fiquei... Preocupada...sem notícias... não que me devas explicação da sua vida...nada disso...( Aí Nany...que papo é esse... vocês nem são namorados. O que ele vai pensar, sai dessa garota). — Wagner sorrir ao ver a preocupação dilema em não passar uma má impressão. Ela abaixa a cabeça envergonhada.

— Me olha Nany. Tá tudo bem! É bom se sentir importante na vida de alguém tão especial como você. — Nany cora com as palavras do Wagner que são tão lindas.

— Você me deixa a jeito. Posso me sentar?

— Claro a casa é sua. O intruso aqui sou eu. — Wagner sorri tentando deixar o clima mais descontraído possível e deixar a Nany mais relaxada.

— Não fala assim. Você é sempre bem vindo.

— Obrigada! Eu trouxe um presente pra você mais ficou no hotel! Vai ter que me acompanhar pra mim poder te entregar. E se a linda dama me der a honra gostaria de lhe convidar para jantar comigo. — Nany abriu um pouco os lábios formando um O e ficou muda deixando o Wagner um pouco apreensivo. O coração de Nany deu leves palpitações e pensava.

"disgrama e agora? Ficar sozinha com ele de novo é tudo e ao mesmo tempo tenho medo. E se ele quiser e eu atrapalhar. Eita zorra" .

— Nany! — Wagner chamou a Nany ainda pensativa.

— Ain... desculpa... éee...claro... Se não se incomodar de espera mais um pouco. ( Nany você é demais. Quer afugentar o homem.)

— Claro que não. — Nany pediu licença ao Wagner, ela precisava tomar um ar... E pensar no que vestir e o que usar. Ela tinha comprado umas roupas que nunca usou e pensava e se ele ia gostar do que vê. A amiga Ana se aproximou da Nany e queria saber o que estava havendo.

— O que você tá fazendo aqui que não está com o Wagner?— Ela cruza os braços na frente do corpo.

— Ele quer jantar comigo? — Nany falou nervosa.

— Epa lelê...isso é ótimo. Você aceitou não foi? — A amiga sorriu animada.

— Sim...mais tô com medo de estragar tudo...— Nany olha a amiga e corre os olhos para o Wagner que está falando com o irmão dela.

— Menina para com isso ou eu vou de dar uns tapas. Oxii...pare de bestagem mulher. Aproveita a noite...Ele veio de longe só pra te ver... ficar com você.

— Eu sei tô sendo boba. — ( Criar um pouco de coragem é bom. Vamos lá Nany você consegue. Lá no hotel foi tão bom naquele dia..). Pensava. Heitor se aproxima da Nany depois de sua conversa no telefone. Que foi um pouco longa. Kira havia ligado pra ele.

— Nany...eu preciso ir. Desculpa não demorar mais. — A Ana ficou atrás dele e fazia mímica a Nany... Se abanando e dizendo como era gato e Nany tentando prender o riso.

— Tudo bem. Obrigada por ter vindo. Só sua presença aqui já foi um baita presente. — Heitor sorriu e deu um abraço forte nela. — Manda lembranças a Kira. Não nos conhecemos mais já gosto dela.

— Pode deixar...— Eles se dependem e a Nany o acompanha até a porta onde seus seguranças já o aguardavam.

Enquanto isso Wagner conversava com o irmão da Nany.

— Você mora onde? Nunca o vi por aqui? Conheceu a Nany a onde? — Wagner achou interessante o irmão fazer esses tipos de perguntas. Como se disse...eu sou irmão dela viu... qualquer deslize e corto suas bolas fora, mais de um jeito descontraído.

— Sou do Rio. Nós conhecemos lá. — (O irmão dela me olha engraçado. Será o tipo de irmão protetor. Se eu não passar na entrevista tô ferrado. Acho melhor falar de outras coisas) .

— Humm... Não pensa que eu tô investigando você é que não costumamos receber visitas assim.

— Deu pra perceber. Ela não falou de mim por aqui? — Pergunta Wagner curioso, lhe olhando de relance enquanto se despede do Heitor.

— Não que eu saiba. Ela não costuma falar dos amigos dela assim... somente os que já conhecemos. Você trabalha?

— Opa... desculpa meu irmão e seu interrogatório. — Nany chega no irmão e o Wagner sorrir. — Carlos... pode nos dar licença Wagner. — Ele assenta. — Não precisa assustar o rapaz.

— Estávamos conversando na boa.

— Eu percebi... não me mata de vergonha...

— Relaxa Nany...ele tá de boa...— O irmão sai deixando Nany com vergonha do Wagner. Os convidados estavamos se retirando e Nany agradecendo a todos pela presença. No fim da festa. Wagner chega nela.

— Será que posso te roubar um pouco. — Nany sente um frio na barriga.

— Pode sim...mais primeiro vou vestir uma coisa melhor. Cheguei e nem banhei ainda.

— Aguardarei ansioso. — Nany saiu dali pegou na mão da Ana e a saiu puxando para seu quarto.

— É agora. Me ajuda, não quero parecer um espantalho perto dele. — Ana sorri da jeito da Nany que par cê aquelas adolescentes do tempo de escola.

— Se acalme doida.

— Eu comprei dois vestidos que pensei que nunca ia usar. Só por comprar mesmo. Escolhe um deles enquanto me banho. Não quero dá um molho nele mais do que já dei.

— Deixa comigo você já é uma araso, roupas e acessórios só vão realçar o que você já é linda.

— É viu fingir que acredito.— Nany corre para o banheiro, faz sua higiene pessoal. Pega a chapinha e coma ajuda da amiga dá uma melhorada no cabelo. Passa um batom vermelho, realça os silios. Faz uma maquiagem básica, só pra realçar o seu rosto. A amiga escolhe um dos vestidos e a Nany procura na gavetas uma lingerie que comprou e se perguntava quando usaria. Um conjunto azul que lhe dava um realçe no corpo e nos seios.
Se vestiu e a amiga trouxe o vestido.

— Escolhi esse porque é sua cara. Não é convidativo tipo: Wagner eu tô te querendo... mais simples e lindo.

— Você não tem jeito. — Nany sorria do jeito meio doido da amiga. Depois de se arrumar, pegou uma bolsinha e perguntou a amiga como estava. A amiga pediu pra dar uma voltinha e disse:

— Ualll tá uma gata...eu te pegaria...— Nany não aguentou e a amiga caiu na gargalhada. — Vamos descer.

— Vai na frente!— Nany se olhou no espelho e se achou linda...— Agora pai colabora comigo e me dê coragem. — Se benzeu e saiu do quarto. Wagner que estava sentado no sofá. Ao ver a Nany se aproximar engoliu em seco. Ela sorriu tímida e ele se aproximou dela.

— Nossa, você está...Linda...— Nany corou com o comentário e gelou Quando Wagner pegou sua mão e entrelaçou na sua. — Vou levar a filha de vocês e prometo entregar sã e salva. Os pais se entreolharam em ver o cavalheirismo do Wagner e assentiram.  A Ana sussurrou de longe pra Nany antes dela sair porta afora.

— Aproveita, você merece.— Nany sorriu a amiga em agradecimento. Wagner a conduziu até seu carro, abriu a porta a ela enquanto a família observava pela janela. Nany entrou e ele deu a volta ao caro e sentou no banco do motorista. Olhou pra Nany como se ela fosse a pessoa mais especial do mundo, pegou sua mão novamente e lhe olhou bem fundo em seus olhos.

— Está pronta? — Nany enfeitiçada pelo olhar sedutor do Wagner mordeu os lábios com delicadeza deixando o Wagner mais doido ainda para beija-la naquele momento. Mais se segurou. Nany supurou e as borboletas dançavam em seu ventre.

— Sim. — Mais no fundo os pensamentos gritavam: ( Aí meu Deus eu não estou bem! Ele é muito charmoso, irresistível e me olhando assim... daí me força.) Wagner beijou dorso de sua mão e voltou ao volante.

— Sua noite vai ser inesquecível...Ligou o som do carro e partiu para o Hotel.

*****

Olá!

Capítulo novinho!

Ualll que finalzinho foi esse gente...
Fiquei sem jeito aqui escrevendo parecia que eu tava lá na cena.rsrsrs

Deixem seus votos e comentários! Bjsss e até o próximo!

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