Capítulo I - Pagina 3 -

– Não preciso saber nada, só quero que o assassino de Eva seja julgado. E para isso resolvi contar o que sei.

Falo sem mudar meu tom grosso.

O velho homem coça seus cabelos grisalhos quase derrubando seu chapéu.

Diga logo, quero jogar uma partida de cartas antes do anoitecer.

Êxito um pouco, mas resolvo falar.

– Eva tinha medo de um homem, claro ela não gostava de seu pai voltando bêbado para casa, mas isso não lhe dava medo, mas sim Demétrio Duarte, o jovem fazendeiro que mora na casa verde no bosque, ele tem um machado grande.

Digo antes de levantar e me retirar, o detetive se levanta sem entender meu comportamento.

Hoje a tarde as 16:42, em frente ao tumulo de Eva.

Falo antes de sair do estabelecimento e sumir das vista do detetive.

Com certeza não daria a ele todas as pistas de uma só vez, queria ver ele ir atrás, queria velo tentar entender, tentar entender minha dor, o motivo de eu continuar aqui, o motivo de eu nunca ter descansado.

16:42 em ponto o detetive estava a me esperar no tumulo de Eva, seu olhar sem vida realmente não era de se admirar.

Você não me falou que ele se suicidara.

Disse o velho gaguejando um pouco.

Com carinho: Laura.B.Pinto

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