Capítulo 30
Na manhã seguinte acordei com uma forte palpitação no peito. No café da manhã. Tomei o meu café devagar demais. Onde fiquei pensando nos últimos pesadelos que tive e bem depois do primeiro sequestro e das barbáries que sofri nas mãos de Evan. Eu nunca mais fui a mesma. Depois do coma fiquei pior ainda, mas continuava sã. Eu estava com medo. Isso eu não podia negar. Apesar de ter todas as armas na mão, Evan era ainda mais perigoso. E acho que ele sempre foi. Na verdade acho que ele tinha um plano e manipulou todos para conseguir isso, e o desgraçado conseguiu. Como? Eu não sei. Evan tem alguma espécie de sorte que sempre esta ao favor dele e eu odiava isso. Mas hoje eu não podia ser fraca e muito menos deixar o medo transparecer. Hoje seria a noite do caçador. Eu não podia perder.
Na parte da noite eu já esperava Brandon na porta do apartamento. Ele iria me levar até a casa de Evan. No fundo do carro eu me preparava com os armamentos que Brandon havia trazido. Não demoramos muito. Brandon estacionou o carro em um lugar afastado da casa de Evan. A hora que eu tanto temia havia chegado.
– Tá na hora de ir Colleen. - Brandon olhou pra mim e voltou a falar. – Esta nervosa?
– Só um pouco.
– Eu queria muito poder te ajudar. Mas acredito que tudo vai dar certo. Pegou tudo que precisa? - Brandon falou.
– Já estou toda equipada. Daqui a pouco eu estou de volta. - eu coloquei a touca ninja e sai rapidamente do carro.
Me enfiei atrás de uma das árvores que preenchia por toda rua. Andei devagar quando avistei um homem e uma mulher que fazia corrida. Logo que passaram voltei a correr de novo. Até que cheguei no muro alto da casa de Evan. Olhei mais uma vez pra rua. E o lugar estava deserto de novo. Joguei uma corda forte e grossa por cima do muro e o escalei rapidamente. Quando fiquei sentada no muro. Pude ver dois fortes homens na porta da casa de Evan. Xinguei por dentro. Peguei a arma tranquilizadora e me camuflei entre as folhas das árvores. Um dos homens não se parava de se mexer e o outro estava parado como uma pedra. Olhei no olho mágico da arma e me concentrei no forte homem que não parava de se mexer. Respirei fundo, pois não podia errar. Engatilhei a arma e atirei na direção do homem que se mexia. Como em um piscar de olhos o homem caiu e logo o outro foi ver o que aconteceu com o comparsa e nesse momento aproveitei para acertá-lo também. Acertei em cheio as suas costas e ele logo caiu no chão se contorcendo. Eu não matei ninguém e nem queria, por isso resolvi usar a arma tranquilizadora. Os dois homens iriam dormir por longas horas.
Depois, eu desci do muro rapidamente e andei devagar pelo jardim. Tomei cuidado para a luz que vinha da varanda não me iluminar. Rodei pela parte de trás do jardim e onde a piscina se encontrava, três homens falavam descontraidamente. Eu tirei duas estrelas ninjas de meus bolsos e mandei as na direção do homem a esquerda e o da direita. Os dois caíram no chão e o do meio ficou sem entender nada e logo eu o acertei com a faca. Ele caiu no chão sem entender nada. Eu logo corri do jardim até a porta da casa, e passei por entre os corpos dos homens. Quando cheguei a porta do fundo. Senti uma mão puxando meu pé. Me virei para ver quem era e o cara careca, que eu havia acertado com a estrela ninja. Ainda estava vivo. Eu então tomei cuidado para não cair e pisei fortemente com o pé bom em seu braço. Ele gritou de dor e largou meu pé. E Eu rapidamente o coloquei pra dormir com a arma tranquilizante.
Com facilidade abri a porta. A casa estava toda iluminada e se parecia normalmente com uma casa de luxo. A casa ainda possuía o estilo europeu. Evan sempre teve um bom gosto para essas coisas. A casa toda era de tons quentes. A casa era grande demais e tinha cômodos demais. Eu andei por todo o lugar e não vi nada de estranho. Decidi sair da casa e ver se tinha alguma porta oculta. Quando sai pro lado de fora. Os homens continuavam por lá. Andei até a parte de trás da casa. E lá descobri uma porta que dava pro porão. Eu abri rapidamente a porta do chão e pulei pra dentro do lugar. Tossi muito por causa do pó. Mas logo levantei. Andei naturalmente pelo vasto corredor escuro e sempre com a arma na mão. Até que cheguei a uma forte porta. Como eu faria para abri-la?
– Onde pensa que vai Colleen! - a voz estridente de Evan veio por detrás de mim. Eu me virei devagar para encará-lo.
– Evan. - eu falei com surpresa e choque.
– O que pensa que está fazendo?
– Tentando acabar com você! - nesse momento eu apontei a arma em sua direção e atirei. Evan se desviou de meu tiro. E logo dois homens apareceram por trás dele.
– Acabem com ela! - Evan gritou e o forte homem caminhou em minha direção. Ele vinha estralando os dedos de sua gorda mão e com um sorriso doentio em seu rosto. Olhei pro lado e vi que não tinha nenhuma saída. Olhei pro teto e vi que tinha um grosso cano que pendia no teto. Já sabia o que eu iria fazer. Agarrei em uma das estantes e agarrei o cano no alto do teto. Com as duas mãos fiquei me sacudindo. Pra frente e pra trás. Os dois homens que caminhavam a minha frente, foram atingidos pela minha forte bota em suas caras. Os dois caíram no chão. E eu pulei de novo no chão.
– Sua desgraçada! - Evan veio pra cima de mim. Ele segurou minhas mãos, mas eu não recuei. Eu tentei empurrá-lo contra a parede. – Você vai perder Colleen.
– Isso é o que veremos! - eu sorri pois senti suas mãos ficando leves e nesse momento com uma das minhas pernas boas. Dei o meu golpe predileto. Consegui dar um chute com o meu joelho no meio das pernas de Evan. Ele logo me soltou e se contorceu de dor. Não sendo o suficiente dei um soco em seu rosto e ele caiu no chão. Eu fiquei ofegante, pois não sabia o que faria. Decidi amarrar Evan e deixá-lo escondido atrás das estantes com grandes caixas. Quando encostei Evan na parede. A forte porta se abriu. E eu rapidamente entrei pra dentro dela.
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