Capítulo 12

Chegamos rápido ao hospital abandonado. Quando desci do carro. Pude encarar através da cerca de proteção o prédio quadrado. Sua reforma estava incompleta. Daniel podia estar em algum lugar por aqui. Meu coração acelerou novamente.

– Então  vamos ter que nos espalhar. Está ouvindo Colleen. - Raphael me tirou de meu devaneio.

– Estou sim. - e voltei minha atenção a ele.

– Ok. Eu vou ficar no térreo. Raphael e Caio no segundo andar. E você Colleen fica no andar superior. O último andar, tudo bem? - Raphael encarava sério a todos nós.

– Tudo bem! - gritamos todos juntos.

– Muito bem. Vocês tem tudo que é necessário certo? Lanterna, sinalizador, armas?

– Temos! - gritamos juntos de novo.

– Ótimo! Agora vamos se espalhar! E se acontecer algo, avise no rádio de voz! Agora vamos! – Raphael gritou com sua voz estridente e todos nós pulamos pra dentro da cerca e se espalhamos.

Logo eu estava sozinha. Os rapazes já tinham sumido de vista. E eu me senti aterrorizada. O lugar era estranho. Como se convidasse o mal para ele; Era hostil. A lembrança do sonho voltou a minha mente, mas agora nada poderia me deixar aterrorizada, poderia?

Eu subia as escadas sempre alerta. Sem fazer barulho e direcionava a arma para todos os lugares. Quando cheguei no terceiro andar. O medo e o nervoso tomaram conta de mim. O lugar já parecia ser assombrado. E o medo só alimentava mais minhas ilusões. Olhava para todas as salas. Mas não tinha nada. Apenas pó e mofo, que se acumulava nas paredes.

– Colleen, tudo bem? - disse Brandon pelo rádio.

– Sim, tudo tranquilo por enquanto, por que? - eu disse sempre alerta ao caminho que fazia. O lugar agora estava ficando escuro.

– Tome cuidado. Acabei de encontrar pegadas de lama recente e restos de cigarros, que parecem que foram apagados há uma hora atrás. Tenha cuidado.

– Ok, pode deixar. - eu disse e coloquei o rádio dentro do bolso. O corredor estava começando a ficar muito escuro. No momento que parei para pegar a lanterna em uns dos meus bolsos. Eu senti a sensação de ter alguém andando atrás de mim. Eu peguei a lanterna e apontei para o corredor atrás de mim. Lá atrás, um homem forte e todo de preto começou a correr. Eu fiz o mesmo.

– Pra onde pensa que vai fugir gatinha. - ele gritava. E então eu corri o mais rápido que podia.

Ele então assobiou e então eu pude ver que as coisas ficariam pesadas. Eu não estava sozinha. O lugar começou a ficar iluminado de novo. Mas então eu dei um piso em falso e caí pra dentro de um buraco.

– Ela está aqui! - disse uma voz. Eu tentava me levantar. Saí me rastejando de quatro pelo chão. Precisava da minha arma. Uma luz então foi acessa.

– O que a gatinha está planejando fazer? - disse o homem loiro com um sorriso maléfico no rosto.

– Tentando dá o fora daqui! Seu maluco! - em um piscar de olhos consegui alcançar minha mão na arma e apontar na direção do homem. Me estendi de pé, e o homem jogou minha arma longe com a sua forte mão.

– Vai fazer o que agora? - ele sorriu e eu o encarei com a feição dura.

– Acabar com você! - eu fui com o punho duro em direção ao rosto dele. Onde eu o nocauteei. Senti fortes mãos me jogando com força contra a parede e eu dei um grito abafado. Escorreguei pro chão.

– Não se eu acabar com você antes. - eu senti uma risada nojenta no meu ouvido. E então fui estendida de novo e jogada contra uma mesa de metal. Meu rosto queimou contra o choque da mesa fria.

Eles então seguraram minhas mãos com força nas minhas costas e puxou meu cabelo o que fez minha cabeça tombar para trás. Eu gritava de dor. Eu precisava fazer algo, mas como?

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