Tommy Lee #2

Este é o pedido da Bruuh_somerhalder eeee espero que você goste!!! <3 Relembrando, S/S é "seu sobrenome"... Ou o sobrenome que vocês quiserem usar!

✨ 𝐇𝐚𝐫𝐝 𝐓𝐢𝐦𝐞𝐬 ✨

O ano é 2001. Você estava passando por um dos momentos mais difíceis da sua vida: havia engravidado de seu namorado, Tommy, com quem estava junto a apenas três meses, o que havia descontentado e muito seus pais, que te colocaram para fora de casa. Para piorar a situação, eles achavam um absurdo o fato de Tommy ter 39 anos, o que significava que ele era quase 20 anos mais velho que você, que havia acabado de completar 21. 

É claro que Tommy estava te dando todo o apoio necessário naquele momento. Antes mesmo dos seus pais terem te enxotado, ele já havia te convidado para ir morar com ele, porém, agora você tinha uma razão verdadeira para fazer isso. Por isso, apesar de tudo, você estava contente... 

Estava morando com Tommy na casona dele e estavam vivendo como um casal em lua de mel, com o agravante que logo teriam um bebezinho nos braços. Tommy já era pai, possuía dois filhos de seu antigo casamento, então, você sabia que ele te ajudaria demais com o neném. 

Certo dia, por um milagre que você não compreendia, seus pais apareceram à porta da casa de Tommy - quer dizer, de vocês -, parecendo um tanto quanto constrangidos.

-- Queríamos nos certificar se você estava bem... -- Comentou sua mãe num tom benevolente, muito mais flexível que seu pai, que não possuía uma expressão muito boa e parecia estar lá por obrigação. Você assentiu, ainda um pouco confusa pela presença repentina deles.

Sua barriga ainda não estava grande, afinal, você só estava em seu terceiro mês de gestação, mas, ainda assim, percebeu os olhares estranhos e um tanto quanto indignados que seu pai lançava ao volume desta enquanto vocês conversavam na sala de estar. Os olhos dos seus pais correram por todos os lados e eles precisaram admitir que aquela era uma casa realmente muito bonita.

No meio da conversa, sua mãe, que estava muito mais tranquila que o marido, notou um porta-retrato no meio da mesinha de centro e o pegou para olhar mais de perto com um sorrisinho. Era uma foto de Tommy com os dois filhos.

-- Quem são estes dois menininhos? -- Ela perguntou, inspecionando atentamente a fotografia.

-- Ah, são os filhinhos do Tommy... -- Você respondeu, sorrindo. Você gostava muito dos meninos, eram muito carinhosos com você.

Seu pai fez uma careta e murmurou algo que você não entendeu muito bem. Você preferiu não dá-lo atenção e, depois que sua mãe já havia colocado o quadro no lugar, vocês duas deram continuidade à conversa que estavam tendo. Era bom poder falar com ela...

Um tempo se passou e, então, vocês ouviram a porta da frente se abrir. Tommy havia chegado... Ele caminhou até a sala a passos rápidos, chamando seu nome, mas, quando viu seus pais ali, sentados ao sofá, parou por um segundo e se empertigou, lançando um olhar hesitante a você, como quem perguntava se estava tudo certo. Você abriu um sorrisinho e ele retribuiu, se virando para seus pais, batendo as mãos uma na outra.

-- Sr. e Sra. S/S! Que surpresa vê-los... -- Ele os cumprimentou, tentando ser o mais educado o possível, em seguida, sentou-se ao seu lado no outro sofá, te dando um beijinho na bochecha antes de se acomodar. -- O que os trazem aqui?

-- Nós viemos... -- Sua mãe começou mas foi interrompida pelo marido.

-- Viemos ver se nossa filha está bem, por quê, não podemos? -- Seu pai falou de forma brusca. Você sentiu seu coração errar uma batida e notou que Tommy se retesou inteiro ao seu lado. O clima, que já estava estranho, ficou ainda pior... Sua mãe lançou um olhar feio ao seu pai, o dando um tapinha na lateral do corpo.

-- O que ele está querendo dizer... -- Ela se voltou a vocês. -- É que queríamos ver se vocês estão bem... Se estão precisando de alguma coisa...

-- Ah... -- Tommy ainda parecia atordoado, piscando rapidamente antes de sorrir pra senhora mais velha. -- É muita gentileza... Mas, estamos bem, não é, meu amor? -- Ele olhou para você, te abraçando lateralmente, o sorriso se abrindo mais. Você retribuiu, se sentindo muito amada. Seu pai continuou com os murmúrios que foram totalmente ignorados. 

-- Sim, estamos ótimos! -- Você respondeu, olhando nos olhos de seu namorado. Então, suspirando, voltou a atenção aos seus pais... Mais precisamente à sua mãe, estava com receio de encarar seu pai. -- Mas a preocupação de vocês por mim é muito bem vista...

-- Apesar de que, podem ficar tranquilos, sua filha está em boas mãos... -- Tommy respondeu e você sentiu vontade de dar uma cotovelada nele para que parasse de falar, principalmente quando o rosto de seu pai adquiriu um tom intenso de vermelho e ele soltou uma risada de escárnio sem nenhum pingo de bom humor. Todos voltaram a atenção para ele.

-- Não me faça rir... Sabe, Thomas... -- A voz dele indicava todo o desprezo que sentia por seu namorado. -- Penso muitas coisas sobre você, mas não imaginava que, além de tudo, era um mentiroso.

-- Pai! -- Você exclamou, sentindo seu sangue ferver. Sua mãe observava boquiaberta, como se quisesse se enterrar, e Tommy... Bem, ele olhava intensamente para seu pai, com uma feição desprovida de emoção. Ou seria uma junção de várias emoções distintas? 

-- Não! Eu vou falar! Você podia muito bem ter ficado quieto no seu canto, comendo todas aquelas groupies e prostitutas que perseguem sua banda, mas você decidiu mexer com uma moça novinha de família boa, estudada e que tinha tudo para ter uma vida brilhante! Você a engravidou! -- Seu pai havia se levantado e apontava um dedo nervoso para Tommy, que estava sentado de forma ereta ao seu lado. As narinas dele se mexiam e você percebeu que estava ficando nervoso. Ignorando aos protestos de sua mãe, seu pai prosseguiu. -- Não basta todas as crianças que você já deixou no mundo... -- Ele apontou com raiva para o porta-retrato do centro da mesinha. O rosto de Tommy se retorceu um pouco e ele comprimia os lábios. Você estava horrorizada demais para conseguir dizer alguma coisa. -- Você tinha que vir fazer mais um filho na minha filha! Você é um filho da puta sem vergonha! É isso que você é! Você não presta!

-- Não fui eu que expulsei minha filha grávida de casa! -- Tommy finalmente retorquiu. Na verdade, ele praticamente rugiu, se levantando e se inflando por cima de seu pai, que estava ficando cada vez mais furioso.

-- Eu fiz isso para o bem dela! Quanto mais cedo ela aprender a lidar com as consequências...

-- O senhor é um maldito de um sem coração egoísta! -- Seu namorado interrompeu, cerrando o punho com força. Você se levantou num pulo, tirando forças sabe-se lá de onde, e agarrou o braço de Tommy, antes que ele acabasse desferindo um soco contra seu pai. 

-- Tommy, acalme-se, por favor... -- Você pediu de forma baixa e trêmula, enquanto Tommy ainda encarava seu pai com fúria. Você olhou de forma ríspida para seu pai. -- Acho melhor você ir embora...

Seu pai não se moveu, até que sua mão agarrou-lhe o braço e o puxou.

-- Já estamos indo... -- Ela falou, enquanto o conduzia até a porta. -- Fico feliz que estejam bem...

-- Pois que fique bem aqui, na minha casa ela não entra mais! -- Bradou seu pai, saindo pela porta. Sua mãe te lançou um olhar pesaroso antes de segui-lo.

-- Você sabe que não é verdade... -- Ela sibilou, saindo atrás do marido. Você fechou a porta e deu um longo suspiro, sentindo o coração acelerado.

Ao retornar para a sala, você viu Tommy sentado no sofá, curvado para frente, o rosto escondido nas mãos e os cotovelos apoiados nos joelhos. Ele estava chorando!

Você correu para perto dele, o abraçando, sentindo seus próprios olhos ficando molhados.

-- Me desculpa, S/N... Desculpa por ter causado essa confusão toda... E por ter arruinado a sua vida... -- Ele pediu, a voz soando desesperada e profunda, o que apertou ainda mais o coração dele. Você o puxou para que deitasse a cabeça em seu pescoço e acariciou-lhe os cabelos.

-- Não, Tommy! Pelo amor de Deus, não peça desculpas por algo que você não fez! -- Você exclamou, dando beijos na testa dele. -- Você não arruinou minha vida! 

-- Eu te amo tanto, querida... Não poderia suportar a ideia de estragar sua vida... -- Ele ele falou com a voz sofrida e você assentiu, puxando-o mais para si. Ele ergueu os olhos para você e, com seus polegares, você limpou as lágrimas dele. -- Eu juro que nunca faria nenhum mal para você...

-- Eu sei, Tommy, eu sei... Eu também te amo... E estou mais que feliz de estar aqui, com você... -- Você respondeu, abrindo um sorriso para ele em meio às lágrimas. Ele retribuiu, dando uma fingadinha.

-- E o bebê... -- Ele comentou de forma leve, abraçando sua barriga, e você soltou um riso, concordando. 

Então, você segurou o rosto dele e o beijou com todo o carinho que sentia por ele e ele retribuiu da mesma forma, te segurando nos braços como se você fosse a maior preciosidade da vida dele. Tommy tinha a estranha e maravilhosa habilidade de fazer com que você sentisse que vocês eram as únicas pessoas do mundo e, por Deus, como você estava precisando disso naquele momento!


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Acabou que esse imagine ficou meio angst KKKKKKK, masss espero que tenham gostado!! Viajei hoje e por isso não consegui atualizar muito ainda, mas, vou tentar fazer mais um ou dois imagines para hoje!! Até depois, gente!! Beijão beijão <3 <3 <3


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