⚜︎Episódio 7 - Parte 1⚜︎
Caroline estava de volta à escuridão, olhando para todos os lados e sem sinal de ninguém. Resolve então chamar.
- Klaus? Elijah? Eu voltei! - o silêncio sepulcral é dominante.
De repente ela sente alguém tocando em seu ombro fazendo com que se virasse em um pulo.
- Klaus!! Que susto!
- Caroline você voltou! Tenho que te dizer.... - ele tenta dizer com olhar sereno.
- Eu falo primeiro, meu tempo é curto eu tenho que te falar, outra pessoa foi no seu lugar mas daremos um jeito nisso não se preocupe! - Caroline diz rapidamente.
- É isso que estou tentando dizer, Elijah viu algo sumindo junto com você e fiquei preocupado. - Klaus diz pegando no ombro da loira. - Mas quem foi para o outro lado?
Caroline o encara olhando fundo em seus olhos.
- Foi o Stefan!
- Stefan? Achei que ele teria achado a paz.
- Sim, ele disse que estava entediado mas não contava que iria voltar a vida, e eu acredito nele. - Caroline diz em suspiro.
- Ah.. Bom, ele vai poder ficar perto da esposa novamente. - Klaus diz encarando Caroline com um meio sorriso.
- Klaus! Você é sarcástico até aqui? - Caroline rir.
- Faz parte da minha natureza amor! - ele diz parando o olhar em Caroline e ambos se olham parando o olhar um no outro..
- Neklaus! Desculpa interromper o momento mas temos que sair daqui e rápido! - Elijah diz logo atrás.
- Espera!! Você me tocou? Francine disse que eu não poderia tocar em você aqui! - Caroline bate na própria testa. - E agora?... Hope? Francine? Estão me ouvindo? Mandem algum sinal! - grita pela escuridão.
- Francine? Eu lembro desse nome de algum lugar... - Klaus diz pensativo.
- Sim ela foi sua amiga, ela é uma herege! - Caroline diz olhando para os lados em preocupação.
- Francine lavour.. a quanto tempo não ouço esse nome, só ela poderia pensar em me trazer de volta. - Klaus diz pensativo
- Precisamos voltar ao refúgio irmão traga ela!- Elijah avisa novamente.
- Venha com a gente amor, se bem me lembro que conheço Francine ela dará um jeito nisso. - Klaus estende a mão com o seu melhor sorriso a loira.
Caroline responde ao riso e logo pega em sua mão e ambos saem acompanhando Elijah pela escuridão.
(........)
Hope abre os olhos sem soltar a mão de Caroline. Francine, Freya e Bonnie desabam em exaustão, Hope sacode Caroline que não acordava.
- Gente, Caroline não acordou? E não a sinto mais. O que houve? - pergunta com preocupação.
- Ela deve ter tocado em Klaus. Algo deve ter acontecido. - Francine diz com sangue em suas narinas.
- Me manda para lá, eu trago ela de volta... - Hope é interrompida por Freya.
- Hope! Estamos exaustas, e precisaria de mais uma bruxa para dividir a energia, não dá.
- Tem a Lizzie e Josie, é a mãe delas, tenho certeza que elas iriam ajudar! - Hope dá uma ideia.
- Amanhã você liga para elas, infelizmente hoje deu tudo errado, vamos torcer para que Caroline esteja com Klaus e Elijah. - diz Francine.
- Mas e se ela não estiver? E se estiver correndo perigo? - Hope fica preocupada.
- Querida, vem cá. Vai ficar tudo bem hoje não podemos fazer mais nada, mas amanhã iremos fazer o que puder está bem? - Freya abraça e conforta a sobrinha.
Rebekah se aproxima do corpo de Caroline e a carrega até o caixão a pondo devagar, fecha a tampa e se vira para Stefan que tentava ficar em pé.
- Esse corpo está todo dolorido. - diz esticando as costas.
- Eu posso resolver esse pequeno problema para você, posso começar quebrando o pescoço. - Rebekah responde.
- Olha, eu sei que você está com raiva mas para de querer me matar por favor?
Rebekah o encara fazendo uma careta.Francine se aproxima de Stefan e o observa.
- Você foi enterrado? Ou cremado?
Francine pergunta e Stefan a encara demorando uns minutos para responder.
- Na verdade eu morri cremado, meu irmão deve ter me colocado no mausoléu da família Salvatore, vocês vão ter que ir para Mystic Falls. - Explica Stefan.
- Bom, então preciso de um feitiço de restauração de um cadáver. - pensa Francine que vai até a bancada e folheia seus antigos manuscritos.
Freya também se aproxima e a observa.
- Droga! Precisaria de um pouco da água do Rio Nilo! - Francine bate na bancada.
- Eu sei de um feitiço que pode funcionar, mas vou precisar de umas ervas e pixe. - Freya diz e Francine a encara dando um pequeno sorriso.
(.......)
Enquanto isso, no outro lado na escuridão, Klaus, Elijah e Caroline estavam sentados no banco imaginário da praça central de New Orleans, a luminária dava um brilho e um clima deprimente. Caroline dá uma olhada para o lado e observa os irmãos.
- Isso aqui está um tédio, eu estou ficando depressiva, como vocês aguentam ficar assim? Olhando para o escuro ao nada?
Klaus a olha.
- Às vezes Elijah conta umas piadas proibidas, mas esgotou o acervo, não tem mais graça. - Klaus diz e Elijah rir.
Caroline fica estática e de boca aberta não acreditando no que ouvira.
- Sério isso? - a loira bufa.
- Tenha calma meu amor, logo você irá sair daqui. - Klaus diz pondo a mão sobre a dela.
Caroline olha para a mão grande de Klaus envolvendo a sua.
- Ela disse para eu não tocar em você em hipótese alguma e aqui estamos, um pegando a mão do outro como se não houvesse amanhã.
- Vai ficar tudo bem Caroline, pensa um pouco positivo. - Klaus diz com sotaque carinhoso.
Caroline o encara com a sobrancelha arqueada.
- Pensar positivo? É você mesmo Klaus? - e Klaus rir.
- Elijah se escora sobre os ombros do irmão e diz;
- Acredite! Esse cara é o mesmo Klaus mas com algumas mudanças comportamentais. - Ambos riem.
Um estrondo é ouvido em meio a escuridão fazendo com que Caroline levantasse.
- O que foi isso? - diz olhando para o lugar do barulho.
- Isso é o que nós evitamos chegar perto. - Klaus responde.
- Nós o apelidamos de o sugador de almas. - Elijah diz em seguida.
Ao fundo um grande redemoinho escuro e assustador vagava em meio ao breu à procura de novas almas. Caroline ao ver aquilo se encosta em Klaus com medo.
- Não tenha medo, estamos seguros aqui, o segredo é não ter medo e focar a mente nesse pequeno espaço. - Klaus tranquiliza.
- E vocês já viram alguma alma ser sugada por isso? E para onde será que vai? - pergunta.
- Quando chegamos aqui essa coisa estava nos aguardando, não sabíamos o que era, mas sabíamos que não era uma boa coisa. Tiivemos a ideia e pegamos na mão um do outro e fechamos os olhos e nos imaginamos na praça central em New Orleans, sentimos a presença disso em nossa volta. E quando foi embora e abrimos os olhos o banco estava aqui e a luminária também. A questão é não deixar que o sugador sinta sua fraqueza e manter a mente fechada, só assim nos mantemos por aqui. Agora para onde vai quando se é engolido por ele nós não sabemos, mas de alguma forma essa coisa deve acabar com existência da alma sugada. - Klaus finaliza olhando para a escuridão.
- Então, quer dizer que se essa coisa tivessem lhe sugado provavelmente jamais encontrariamos vocês aqui? - pergunta Caroline olhando de Klaus para Elijah.
- Sim! - afirma os dois e Caroline põe a mão a boca e volta a olhar para a escuridão.
(........ )
Em Mystic Falls o clima estava agradável e o céu mais azul do que nunca. Francine, Freya, Hope e Stefan em outro corpo passavam pela placa de "Bem vindo".
Stefan com o braço para fora da janela respirava fundo o ar do local.
- Que saudade desse cheiro e desse clima agradável! Tantas lembranças. - dizia.
Hope o observa.
- Você era um vampiro não era?
- Era, morri humano com a cura nas veias. - Stefan diz com a cabeça encostada ao banco.
- Você sente falta de ser um vampiro? - continua Hope.
Stefan a encara e a observa
- Sabia que você tem os olhos do seu pai? É impressionante como você o lembra fisicamente, ainda bem que você não puxou o temperamento dele. - Stefan diz e Hope rir.
- Fiquei sabendo que você visitou New Orleans enquanto era vampiro. - Hope recorda.
- Oh sim, isso faz muito tempo, eu estava sendo seguido por uma caçadora de vampiros obsessiva, seu pai acabou me ajudando. - Stefan diz admirando o horizonte.
Freya falava ao telefone com sua esposa e perguntava sobre seu filho. Stefan ao ouvir a conversa fica pensativo, enquanto Francine dirigia o carro até o local indicado. Passam então pela torre do relógio e pelo famoso Mystic Grill. Stefan recorda dos bons e maus momentos naquele lugar.
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