⚜︎Episodio 2- Parte 1⚜︎
New Orleans.
Caroline e Hope chegam à cidade do Jazz, a cidade da família original. Era a um tempo atrás. Estava havendo uma confraternização nas ruas, Caroline então deixa o carro em uma esquina e Hope sai para fora e olha ao redor, logo se encosta ao carro.
- Faz muito tempo desde a última vez! - diz de repente.
- Eu tenho pequenas lembranças e uma despedida triste na memória. - a loira diz olhando para as ruas amarrotadas e se juntando a Hope.
A mikaelson observa a loira.
- Você amou meu pai? - Hope pergunta de repente.
Caroline olha em espanto para Hope que continuava a observar as pessoas na rua.
- No início eu não o amei como ele merecia, o tempo passou, casei, tive filhos e quando finalmente nos encontramos... Era tarde demais. - diz olhando fixo para o horizonte.
- O destino as vezes é cruel, separam o pai de uma filha e o verdadeiro amor de uma mulher. - Hope finaliza encarando Caroline.
O olhar da loira lacrimeja pelas palavras de Hope e pelas lembranças dos últimos momentos em que esteve com Klaus Mikaelson. Passando o dedo embaixo do olho Caroline diz mudando de assunto.
- Bom, é melhor irmos ao ponto de encontro. Rebeka já deve estar na praça. - Hope afirma com a cabeça e as duas saem caminhando pelas ruas agitadas de Nova Orleans.
(.....)
Enquanto isso no quartel dos Mikaelson, Rebekah se arruma para ir a praça:
- A quanto tempo não vejo minha sobrinha, estou ansiosa. - diz a loira.
- Lembra que falamos que íamos cuidar dela? Nunca deu pra visitá-la. - Marcel diz.
- Hope sabe se cuidar, ela tem a coragem e a determinação da família. Sorte ela não ter herdado a discórdia e as adagas do pai. - a loira diz enquanto Marcel dá uma pequena risada.
- O grande e temível Klaus, será que ele e o irmão encontraram a paz? - diz Marcel pensativo.
- Não sei, quer morrer e descobrir? - Marcel olha em espanto para Rebekah. - Calma, é só uma piada. Eu desejo que eles tenham encontrado a paz, sinto muito a falta deles, foram muitos anos juntos indo e vindo, fugindo do nosso pai e outras vezes dentro do caixão. É, foram momentos inesquecíveis.
Marcel a observa com um pequeno riso ao rosto enquanto Rebekah se aproxima lhe dando um beijo terno em sua boca.
- Sabe, eu lamentei muito a morte dos dois, mas sinto que estamos muito bem sem os irmãos. Olha só o quartel está prosperando, temos uma horda de vampiros em todos os cantos, temos festa novamente e sangue...
- Chega Marcel! Não fale assim deles, ainda são os meus irmãos mesmo que com todos os defeitos que tinham, mesmo com todas as brigas e discussões. - diz Rebekah se afastando.
- Me desculpe, mas eu me sinto aliviado. - Marcel diz dando meia volta e sumindo logo depois.
Rebekah fica um tempo olhando para o nada, depois veste sua jaqueta e sai para a rua ao encontro com a Hope.
(........)
New Orleans 1908
Francine levour fugitiva da França sua cidade natal, chega aos portos da cidade de New Orleans com esperanças de que agora poderia viver em paz. Cidade nova e cheia de pessoas estranhas, seria o local perfeito para recomeçar. Ajeita o chapéu a cabeça sem desalinhar os cabelos negros em chanel, pega a pequena maleta e segue seu sentidos a algum lugar.
Entre vielas e ruas, lojinhas e bares, Francine ouve um som peculiar em um pequeno boteco chamado "La cabane", ela resolve então adentrar ao local. Lá dentro havia um pequeno palco com uma pequena banda e uma mulher com uma voz suave em meio ao piano, cantava lindamente. O som era diferente de tudo que ela já ouvira. Resolve ir até o balcão onde havia alguns homens estranhos sentados, os mesmos a observavam.
Francine incomodada, faz um gesto com a mão ao ar disfarçadamente fazendo com que os estranhos homens se levantassem e saíssem de perto do balcão, assim deixando a moça mais a vontade em se aproximar. Chegando ao balcão ela chama o barman que se aproxima de pronto.
- O que a moça deseja?
- Eu quero saber que tipo de som é esse? Pergunta sem tirar os olhos da banda.
- Ah, uma estrangeira? Esse som é o jazz. Você gostou?
- Oh, sim é muito agradável! Estou vendo que irei gostar daqui, teria um emprego para mim?
- Sinto muito pequena moça, mas por enquanto... - com um gesto de Francine o barman muda suas palavras. - Ah... Sim temos uma vaga, você pode servir as mesas e limpar o local quando precisar.
Francine dá um meio sorriso e volta a observar e a ouvir o agora conhecido Jazz.
No dia seguinte Francine já estava trabalhando no bar servindo os clientes mal encarados. Uma mesa ao fundo espera atendimento enquanto a morena se prontifica a ir até a mesa para anotar os pedidos, até alguém lhe pegar pelo braço com força.
Francine franzi o cenho e olha para quem a havia puxado, um homem com penteado oleoso e um olhar nada convidativo a encarava.
- Você garçonete, quero que me sirva!! - o homem ria de forma maliciosa.
- Claro! Qual a bebida o senhor vai querer? - ela diz arqueando a sobrancelha.
- Não é a bebida que eu quero! - pisca o mal encarado.
Francine se aproxima do rosto do homem e cochicha algo em seu ouvido, o homem rir com sorriso amarelado ao rosto. Logo após Francine se afasta indo aos fundos do bar em um corredor escuro que havia ali. O homem espera um pouco, bebê o que havia em seu copo e logo se levanta da mesa seguindo o caminho em que a garçonete havia ido.
Logo o homem chega ao ponto de encontro e avista a mulher encostada a parede, ela estava o aguardando, todo feliz ele se aproxima da mulher já lhe pegando pela cintura e puxando-a para si, enfia o rosto em seu pescoço a lambendo sem pudor. Francine geme enquanto seus olhos ganham uma cor vermelha e veias aparecem abaixo dos seu olhos e presas se destacam em sua boca, assim ela abocanha o pescoço do homem com vontade lhe sugando automaticamente todo o sangue de seu corpo.
O homem tentou gritar mas em vão, estava totalmente sem reação. Até um outro homem aparecer e gritar chamando-lhe a atenção. Francine paralisa ainda segurando o homem, que agora estava molhe em seus braços, o rapaz que havia chegado se aproxima estava com uma mão dentro do casaco.
- Solte-o!! - ele diz.
Francine ainda transformada se vira para encará-lo, o rapaz ao vê-la arregala os olhos e tira o que havia dentro do casaco e aponta para ela, as balas param no ar, a morena estava com as mãos espalmadas, com um movimento ela faz a balas caírem e com um outro movimento puxa o homem para si lhe dando uma mordida em sua jugular. Duas refeições em questão de minutos, nada mal.
Mas Francine não contava que os dois homens em que havia se alimentado faziam parte de uma gangue da região e mais homens haviam chegado com armas em punho e todos ao mesmo tempo começam a atirar. A morena espalma as mãos a frente do corpo jogando de volta algumas balas que atingia alguns homens, de repente sente uma dor latente em suas costas, alguém havia lhe golpeado por trás, algo pontiagudo foi enfiado em meio ao seu peito, sangue escorre, porém ela acha estranho mas, seu fator de cura não estava funcionado. Sua visão escurece e ela apaga.
(......)
Hope e Caroline estavam sentadas no banco da praça observando o movimento enquanto esperavam Rebeka. Até Hope sentir aquela sensação estranha novamente em que havia sentido na escola Salvatore. A ruiva franzia o cenho à sensação estranha e desconfortante, dá uma olhada para Caroline.
- Você também está sentindo isso? - pergunta.
- Sentindo o quê? - pergunta Caroline olhando para Hope. - O que foi?
- Uma sensação estranha, eu senti isso na noite passada em Mystic Falls, e agora estou sentindo de novo aqui. - Hope olha ao redor esfregando o peito.
Hope encara Caroline que está com a testa franzida sem entender nada.
- Hope? Você está bem? - De repente a jovem coloca as mãos em volta do rosto de Caroline e gira sua cabeça quebrando seu pescoço. A loira cai.
Hope com olhar hipnotizado dá meia volta e segue andando em direção a um caminho sem reagir, deixando Caroline jogada ao chão.
Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top