Oxford

Então você pode bancar a vítima

Mas você não pode me fazer jogar junto

Oh lute contra seus demônios

Não deixe eles te derrubarem

Este mundo é distorcido

É a condição humana

Mas você não tem que jogar junto

A dor não me mudou

Eu mudei minha dor

Não viemos tão longe apenas para chegar tão longe

Demons - Icon for hire

Entro na cozinha e suspiro, Abel conseguiu dormir tranquilamente e Cain me surpreendeu apagando instantaneamente também o que me deixou sozinha e sem sono, apoio a vela acessa na mesa e tiro a proteção de vidro dos bolinhos de Chevonne me sentando no escuro, quase salto quando alguém aparece na porta, mas só me engasgo.

- Desculpa te assustar! - Consigo ver Caleb se aproximar, estico as mãos em frente ao corpo e ele para. - Eu ouvi alguém andando pelo corredor.

- Tudo bem. - Tusso e dou risada. - Você parece um fantasma aparecendo do nada. - Caleb bufa e se senta do meu lado. - Mas e se fosse o Cain?

- Se fosse o Cain ele teria ido para o quarto do Toby. - Caleb pega um dos bolinhos e o come. - Você também não conseguiu dormir?

- Acho que nunca estive tão ansiosa pra uma missão... - Murmuro. - De um jeito negativo... Eu não sei se essa vai ser a última noite em que eu posso dividir o quarto com o Cain e o Abel, ou mesmo se é a última vez em que vou vê-los e... - Me assusto com a vontade de chorar e balanço a cabeça. - Eu só não quero pensar sobre isso.

- Você pode chorar... - Caleb toca meu rosto lentamente, o encaro com a visão embaçada.

O abraço e choro em silêncio Caleb me abraça de volta afagando minhas costas.

- Eu não queria que esse dia chegasse nunca... - Murmuro. - Eu só queria um jeito de poder ficar com eles.

- Você sofre antecipadamente, talvez tenha um jeito de vocês... - Nego e Caleb me aperta mais. - Ok...

- Eu não quero que você minta pra mim agora... - Caleb bufa, dou risada. - Mas obrigada, eu tava precisando desabafar. - Me afasto dele e dou risada ao encarar a versão mais vermelha do Caleb.

- Tudo bem... - Ele resmunga de volta na cadeira. - Os idiotas dos seus irmãos e o namorado de um deles me aconselharam a falar com... - Caleb cobre o rosto. - Não era bem isso que eu queria falar.

- Você está falando do namorado do Cain usando esse termo? - Sorrio. - Realmente o sistema de trios uniu vocês. - Caleb arregala os olhos. - Espera, você disse que os três te mandaram falar comigo?

- Não. - Caleb desvia o olhar. - Eu disse que eles falaram idiotices como sempre, você sabe? - Ele dá uma risada forçada.

- Uh-hun... - Ergo uma sobrancelha. - De qualquer forma foi bom te encontrar nessa cozinha escura. - Sorrio, ele sorri também. - Aliás boa sorte com seus pais, isso se encontrarmos mesmo o velho Charles e ele nos ajudar.

- Seja mais positiva. - Ele revira os olhos. - Mas admito que estou ansioso para ver eles, eu não vejo meus pais juntos desde quando era criança.

- Eu espero ser apresentada a eles. - Dou risada, Caleb de novo fica vermelho. - Às vezes eu acho que você tá com febre.

- Porque você é idiota. - Ele resmunga e balança a cabeça. - Quer que eu te acompanhe até seu quarto?

- É o mesmo caminho, capacho. - Pego mais um dos bolinhos e o coloco na boca, Caleb recoloca a proteção de vidro e pega a vela se levantando.

Volto devagar com ele e mesmo sem falar nada esse silêncio não é ruim, quando chego à minha porta sorrio para ele e fico nas pontas dos pés beijando sua bochecha, Caleb guincha e dou risada me afastando, acho que devia essa a ele, abro a porta e entro me assustando com o colchão no chão e Cain e Abel acordados.

- Já estávamos indo atrás de você. - Cain sussurra.

- Bell acha que ela estava em boa companhia. - Ele ri. - Lily, você quer dormir com a gente?

- Claro... - Sorrio e vou até eles, me deitando entre os dois.

Cain e Abel se acomodam, consigo sentir eles bem próximos, suspiro, agora sim, bem melhor.

XXX

Na manhã seguinte mal conseguia abrir a boca para me despedir dos membros que foram nos desejar sorte, a casa nos deixou bem próximo de Oxford*, mas mesmo assim Ângelus pegou uma carruagem, com todos nós no interior parecia um estranho cortejo fúnebre onde nem mesmo Toby fazia uma piada, não gostei de nenhum membro nos acompanhar, nem mesmo Jaken ou Scorpio, talvez eles confiem demais no Ângelus. Quando a carruagem começa a parar demoro para perceber que a rua em que estamos é na verdade a faculdade, olho boquiaberta para as torres, muros e as diversas janelas, não só sou eu que estou assim, quase todos se inclinam para olhar pelas janelas, menos Ângelus que franze as sobrancelhas.

- Esse lugar tem muitas brechas... - Ele murmura para ninguém em especial.

- Brechas? - Repito, mas ele apenas balança a cabeça.

Desço ainda mais fascinada por tudo e mal acredito quando começamos a entrar, passamos por ruelas apertadas com altos muros de pedra e jardins grandes, Cain me tira do meu encanto perguntando:

- Para onde estamos indo?

- Christ Church**... - Ângelus sussurra. - É o coração do lugar, acredito que o velho Charles tenha alguma ligação.

- Aqui é tão... Grande. - Babel olha para as torres. - O que é mesmo?

- Um lugar onde as pessoas estudam. - Barbie a responde.

- Eu posso estudar aqui? - Indago para Ângelus.

- Oh sim, agora existem faculdades para mulheres, ainda é pouco, mas acompanhando a história de perto como eu vi é um salto enorme.

- Eu também posso? - Babel se anima.

- Podem quando tiver idade... - Ele resmunga.

- Deve ser incrível... - Cain olha para as torres. - Ter uma vida normal e estudar em um lugar desses parece quase mágico.

O vento frio corta meu rosto e só isso me impede de corar, eu é que deveria estar indo para Wonderland pra ficar, não ele.

- Parece chato. - Abel olha para mim. - Eu prefiro a casa mágica, ou um circo, um palácio de vidro é mais bonito do que toda essa pedra.

- Eu só tenho a concordar! - Toby continua, sorrio. - Isso aqui parece uma prisão de pedra, deve ser muito frio aí dentro.

- Tobias você é tão inculto. - Cain murmura fechando os olhos.

Continuamos por um longo tempo, meus pés começam a doer de tanto andar e não sei se vou querer parar em Blanchess assim, quando já estou cansada de ouvir reclamações chegamos a uma área quadrada que tem um enorme jardim e é cercada por quatro corredores, além consigo ver uma torre e entendo o que Ângelus quis dizer com o coração, aquela torre pulsa como se tivesse vida própria e tudo se ligasse a ela. Quando nos aproximamos de um corredor e cruzamos meu corpo se arrepia todo, é mais frio do que eu pensei aqui dentro, espero os outros passarem também para voltar a andar, mas Ângelus estende uma mão me parando.

- Ativamos alguma armadilha... - Ele murmura.

Olho para os lados e para os outros, não acho nada anormal além do frio, mas quebrando todo um silêncio uma forma escura ataca onde Babel estava, essa que salta habilmente para trás, a mesma forma escura se vira para Toby que arma um dos seus escudos, consigo sacar uma arma mas a figura se mexe muito rápido entre todos, quando ela vem na minha direção noto que a coisa não passa de uma sombra sem rosto, ergo a arma, mas um bastão azul o atravessa, Ângelus o puxa de volta e a sombra misteriosa explode em uma fumaça colorida.

- O QUE ERA ISSO? - Guincho, Ângelus me encara bravo e a arma fina e azul volta a ser um brinco que ele coloca na orelha bufando. - Seu brinco...?

- É uma arma. - Ele olha para trás. - É um reflexo corrompido, isso significa que acertamos o caminho.

- Como assim acertamos o caminho? - Abel indaga, seu rosto está sombrio.

- De onde essa coisa veio? - Caleb murmura. - Eu nunca vi isso.

- Reflexos corrompidos são como sombras, mas quando vem para esse mundo. - Ângelus suspira e balança a mão em um movimento delicado. - Quando seu reflexo já morreu e você tenta vir para cá é isso que você vira. - Ele olha para o Abel. - Significa que ativamos uma armadilha de alguém do Outro Lado, provavelmente porque alguns vieram de lá. - Olho para Babel e Caleb. - Charles está aqui, agora temos que saber onde.

- Ele trouxe uma pessoa aqui só pra usar de guarda e fazer isso com ela? - Indago acompanhando Ângelus que voltou a andar.

- Provavelmente o reflexo já estava aqui, ele só o aprisionou e usou como cão de guarda.

Bufo e me afasto, Charles idiota usando reflexos corrompidos como arma, ele poderia ter tido alguma misericória... Não sei se vou gostar dele, nenhum dos antigos membros da corte de Copas me parece muito amistoso, muito menos ela.

Andamos por quase uma eternidade, passamos por alas com estudantes, alas com professores, alas vazias e principalmente alas com reflexos corrompidos para nos atacar e sempre que víamos isso Ângelus xingava por termos sido desviados de novo.

Quando entramos em um longo salão retangular Ângelus olha para cima e seus olhos ficam lentamente amarelos assim como a raiz do seu cabelo volta ao tom turquesa.

- Eu sinto... - Toby murmura, olho para ele. - Poder aqui. - Seus olhos ficam laranjas também e ele olha em volta. - Onde estamos?

- Finalmente na Christ Church. - Ângelus sussurra. - Agora temos que achar a brecha. - Ele olha para frente e sigo seu olhar. - Ou ela nos acha.

Cinco reflexos corrompidos vem em nossa direção, consigo atirar em um o transformando em fumaça colorida, Cain usa seu chicote para decapitar outro e os três restantes se agrupam, primeiro penso que estão só se protegendo, mas noto que eles estão se fundindo.

- Isso é nojento... - Caleb sussurra.

- Impeça-os antes de sentir nojo!!! - Babel corre em direção a eles.

Mas eles se tornaram mais rápidos do que antes e a abominação consegue jogar Babel longe quebrando uma mesa antiga, Toby move suas mãos a distância criando discos laranjas que acertam a coisa sem causar dano algum... Ângelus tira seu brinco que se alonga e afina virando uma adaga agora.

- Temos que destruir os três corações ao mesmo tempo.

- Você não podia pedir algo menos impossível? - Abel resmunga.

- Sistema de trios! - Barbie sugere, a coisa agarra cadeiras com seus seis braços enquanto isso.

- A Babel tá no meio daquela pilha de madeira e meu chicote não perfura corações... - Cain murmura. - Não temos um trio.

A primeira cadeira passa voando e acerta um dos quadros pendurados, penso rápido, precisamos acertar ao mesmo...

- Toby! - Ele se vira para mim. - Você precisa controlar o chicote do Cain... - Olho para o lado, Caleb bufa e salta sobre a mesa indo até a coisa. - Aquele idiota?!

- Controle o chicote, a espada e uma bala. - Ângelus sussurra. - Só você consegue fazer todas as armas atingirem os alvos ao mesmo tempo. - Toby arregala os olhos. - Os outros distraiam aquilo, eu cuido de você. - Ângelus se vira para Abel que vira o rosto bufando.

Não consigo nem raciocinar direito quando Toby puxa meu pulso e o do Cain correndo em direção ao reflexo distorcido, Caleb desvia dos golpes e as cadeiras que seriam lançadas estão em volta do monstro, vejo-o cortar um de seus braços, mas ele volta instantaneamente, Barbie pega uma das cadeiras caídas e bate naquilo chamando sua atenção, escuto alguém gritar e Babel também parte para cima dele.

- Lilith eu confio na sua mira. - Toby murmura. - Foque no coração do meio, Cain ataque pela direita CALEB VOCÊ VAI PELA ESQUERDA. - Ele bufa. - Eu vou contar até dez.

Não espero e corro em volta dele, onde fica o coração? Cain sobe em cima de uma mesa e vai na sua direção, Caleb desvia de mais braços e rola em cima de outra mesa, a arma na minha mão fica laranja lentamente, engulo em seco e paro no meio do salão atrás do reflexo, respiro fundo e uso as duas mãos para apoiar a arma, aperto o gatilho e recuo, a bala atravessa o peito do reflexo e por trás consigo ver a ponta da espada e o chicote, ambos brilhando em laranja e quando eles são puxados o reflexo, diferente dos outros que enfrentamos, cai no chão e seu sangue negro mancha o piso antigo.

- Vocês são bons... - Me assusto com a voz vazia que diz isso de forma seca. - Mas não sou a favor de destruírem esse lugar. - Um velho estranho me encara, ele está em pé onde o reflexo estava, mas eu não o vi chegar. - Venham.

O velho anda em direção a Ângelus e Abel, contenho o impulso de apontar a arma para ele, não consigo ver sua expressão porque ele está de costas, mas Ângelus não parece nada feliz, muito menos Abel.

- Imaginei que era você. - Ele diz ainda com a voz vazia. - E o reflexo da minha pior escolha.

- Cala a boca seu velho nojento. - Abel rosna.

- De qualquer forma... - Ele olha para mim de novo, engulo em seco. - Eu vou ser bonzinho com vocês.

O chão some dos meus pés por um segundo e caio pelo nada, engulo meu grito de medo e desabo em uma poltrona fofa, Cain caí a poucos metros de mim assim como Caleb e Toby no chão, Babel balança em um lustre e Barbie está sob outra poltrona enquanto Abel grita por ser segurado no colo pelo Ângelus, olho em volta para uma sala grande e aconchegante, franzo as sobrancelhas.

- Eu sabia que vocês viriam. - Sigo a voz e agora encaro um homem jovem, ele deve ter a mesma idade da aparência do Ângelus, nem muito velho nem muito novo, seus olhos castanhos são os mesmos que eu vi no meu sonho uma vez. - Eu também sei que aquela menina ingrata está armando uma guerra, você até mesmo voltou para ajudar. - Charles encara Ângelus. - O remorso por não ter salvo Mandrake ainda o domina?

- Não ouse citar o nome dele. - Ângelus aperta seus olhos.

- Também trouxe a Joker. - Ele olha para Babel que tenta se desvencilhar dos cristais do lustre. - E um garoto de Espadas, fugitivos eu acredito. - Charles passeia o olhar pela sala, Toby levanta Cain. - O novo Dormouse é no mínimo admirável, assim como a garota de Blanchess... Agora ao que foram reduzidos Copas, Jaguadarte e eu?

- Eu não sou você! - Abel diz com nojo, ele está atrás de Ângelus.

- E não me compare com Copas... - Sussurro.

- Você não deveria ter abandonado o reino, nem Mandrake. - Cain murmura. - Por que não foi nos receber quando chegamos?

- Eu não via valor em vocês. - Charles responde devagar. - Mas até que foram bons, não esperava que fossem chegar até aqui, nem que me fariam sair. - Babel enfim se solta do lustre e caí de volta no chão. - De qualquer forma acho que posso ouvir vocês e matá-los depois.

- Já viu com quem você tá lidando?! - Toby o responde. - Você se acha muito valentão.

- Não vou ser morto tão facilmente agora. - Ângelus sorri.

- Seu posto não assusta ninguém. - Abel sussurra. - Eu meto mais medo do que você seu velho esquecido.

- Vocês são só crianças. - Ele balança sua mão e se senta em uma das poltronas. - Mas quem são vocês? - Charles olha para mim, Cain e depois Barbie. - Eu me lembro da Joker e do anjo, você é filho daquele que me pediu ajuda e acredito que sejam seus irmãos, são tão traidores quanto o pai? - Ele aperta seus olhos.

- Em minha defesa eu fui tão traída pelo meu pai quanto você. - Respondo virando o rosto. - Aliás, todos fomos.

- Fui deixado para trás em Wonderland e mesmo fugindo duas vezes sempre caia lá novamente, meu pai me abandonou, mas meus irmãos me acolheram. - Abel encara sua perna falsa à mostra pelo short. - Alice já levou muito de mim e não vai levar mais nada.

- Alice destruiu a nossa família, destruiu nossos antecessores. - Cain o responde. - Mandrake me ensinou que não devia odiar o Charles e eu pude mudar o presente e agora temos o Abel ao nosso lado.

- Eu não quero assumir Wonderland, eu não quero ser a Rainha de Copas. - Charles me encara concentrado. - Eu quero que Alice pare de destruir as coisas e eu quero que meus irmãos fiquem bem onde é o lugar deles.

- Eu também não quero voltar a ser Joker. - Babel o responde. - Eu só quero Wonderland em boas mãos e... Ficar aqui. - Ela sorri para a Barbie.

- Eu quero que Wonderland seja maravilhosa de novo e que Blanchess e Queensland se livrem da tirania, quero os reinos unidos e também ficarei desse lado. - Caleb cora.

- Eu queria ficar aqui. - Toby bufa. - Mas eu tenho um posto pra herdar e acho que sem mim Wonderland vai entrar em colapso visto que você não está mais lá. - Charles ergue as sobrancelhas. - Ah claro e quero o Cain como rei de Copas.

- Não existe rei de Copas. - Sorrio, Cain aperta o nariz. - Jaguadarte esse é meu posto.

- Eu só quero o bem de todo mundo... - Barbie encolhe os ombros. - Eu não conheci a Mira, mas eu queria que ela soubesse que eu estou aqui e posso não ser a filha dela, mas que ela ainda pode ter esperanças e quem sabe ser feliz.

- Eu quero vingança. - Ângelus cruza os braços. - Só isso.

- Você é o menos digno desse grupo, cavaleiro branco. - Ângelus revira os olhos. - Vocês têm boas causas, mas eu ainda não acredito em nenhum de vocês. - Ergo as sobrancelhas e abro os braços. - Entenda que eu confiei em uma garotinha cheia de determinação como vocês e ela destruiu cada um nesse recinto o que me prova que não vai acontecer o mesmo de novo?

- Você pode nos ouvir? - Cain murmura. - Você sabe dos nossos objetivos, mas não sabe quem somos.

- Você não sabe nem os nossos nomes. - Murmuro, Charles pensa.

- Certo. - Ele balança sua mão e os que estavam em pé se sentam em poltronas. - Me façam acreditar em vocês.

Troco um olhar com os outros que parecem tão perdidos quanto eu, certo, afasto uma mecha, vamos contar a ele nossa história. 

XXX

* Oxford - Universidade de Oxford é uma instituição de ensino superior pública situada na cidade de Oxford. É a mais antiga universidade do mundo anglófono e a segunda mais antiga da Europa. 

** Christ Church - é uma das maiores faculdades constituintes da Universidade de Oxford, na Inglaterra. Para além de ser uma faculdade é também uma igreja da diocese.

XXX

Nossa sobre esse capítulo eu pensei muito sobre a personalidade do Charles, mas quando eu comecei a escrever ela mudou e ele criou vida própria :v é sempre um pouco difícil achar os lugares de Londres e tentar descrever eles quando eu nunca vi, mas Google Maps tá aqui pra isso akjsakjskajsk espero que vocês tenham curtido e nos vemos logo menos! 

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