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Eu vou cuidar das coisas
Há coisas que eu preciso resolver
Eu vou cuidar das coisas
Eles não estão onde eu preciso deles agora mesmo
Eu sei que há o bom em tudo
E se mostrará quando você for gentil
Eu vou cuidar das coisas
Para onde vai a minha mente quando fico estúpido?
Existe alguém lá dentro?
Onde meus amigos foram? Eles foram pegos
Ou se cansaram de ir à terapia?
Taking care of things - Cavetown
Quando o treino termina minhas mãos estão doloridas e machucadas em diversos pontos, mas houve um pequeno avanço e Jaken não está mais me batendo tanto, lavo as mãos e suspiro aliviado quando a água gelada toca elas.
- Ahn Cain. - Dou um salto, Barbie para ao meu lado. - A Babel vai ter alta hoje, gostaria de ir vê-la?
- Claro. - Sorrio e me sinto nervoso. - Faz tempo que eu não a vejo.
- Ela sempre reclama disso. - Ela ri. - Espero que eles estejam bem... - Barbie fica séria, depois olha para minhas mãos. - Você quer que eu cuide delas?
- Não precisa! - Sinto meu rosto esquentar. - Tá tudo bem.
- Ai Cain para com isso. - Barbie bate contra uma das minhas mãos, solto um gritinho. - Não precisa ficar nervoso baixinho.
- Baixinho?! - Ergo as sobrancelhas com raiva. Ela ri e pega um rolo de faixas e puxa minha mão esquerda. - Olha eu não estou nervoso...
- Uh-hun. - Barbie ri. - Você está feliz com o Toby não deveria ficar se remoendo por causa do casamento rompido a esta altura. - Ela enfaixa minha mão devagar. - Aliás... Você já se sentiu... Bem... Eu...
- Com vergonha? - Arrisco, ela morde o lábio. - Algumas vezes... Mas no geral Toby me faz bem e... E eu não ligo para os outros quando estou com ele. - Ela termina e parte para minha mão direita.
- É estranho. - Ela sorri. - Mas eu acho que nessa casa as pessoas não nos julgam, bem não por isso, mas se abrirmos a porta sim.
- Aqui é um bom lugar. - Flexiono meus dedos. - A Babel é uma garota muito legal assim como você. - Ela fica vermelha. - Só posso desejar felicidade para as duas.
- Em Wonderland eu... - Ela abaixa o olhar. - Por um minuto eu pensei que fosse perdê-la...
- Mas você não perdeu e foi forte para protegê-la. - Seguro suas mãos entre as minhas. - Você foi incrível.
- Queria ter estado com você no circo. - Ela me encara e lágrimas mancham seu rosto. - Poderia ter ajudado e quem sabe ter protegido o Jared...
- Se você tivesse protegido ele o Abel teria morrido. - Me assusto com as lágrimas que caem sem o meu controle. - Jared tinha planejado tudo era como se ele soubesse que um dia íamos trazer o Abel para cá... Ele queria que a gente salvasse o Abel, talvez ele tenha sido egoísta, mas ele fez a coisa certa como uma balança para manter o equilíbrio de tudo... - Aperto as mãos em punho. - Mas ainda dói.
Barbie me abraça e me dou conta de que sou realmente baixinho perto dela, passo os braços pela sua cintura e a deixo acariciar meus cabelos.
- Você é forte... - Ela sussurra. - Forte de verdade.
Ângelus já me disse isso, mas eu nunca entendo o significado de forte se eu estou sempre chorando e precisando de ajuda, suspiro e me afasto dela que sorri secando minhas lágrimas.
- Vamos baixinho a Babel não vai querer ver nós dois com cara de choro.
- Não sou tão baixinho. - Reviro os olhos. - Você usa saltos.
- Ah-ham... - Barbie ri e depois se afasta molhando o rosto. - Você também usa saltinhos.
- Você tem um ponto. - Sorrio. - Espero que a Babel possa sair com a gente em breve.
- Temos que trabalhar em trios para fortalecer nossa cooperação e estarmos preparados para agir se formos atacados desprevenidos. - Ela bufa. - Ainda acho isso perigoso, mas você acha mesmo que vai funcionar com a Rainha Branca?
- Não sei. - Suspiro. - Mas sabe? Não custa tentar, temos que ter esperanças em algo pelo menos. - Dou risada.
Barbie me empurra pelos ombros, sorrio e vou com ela até a Babel.
XXX
Encaro Lilith como se ela estivesse usando um capacete azul com orelhas de elefante, ela encolhe os ombros e Caleb diz:
- Eu disse que era má ideia. - Lilith bate o pé e se vira para ele.
- Ahn eu achei bem nobre. - Babel sorri e balança as pernas, parece bem feliz em estar de volta à sala de estar.
- Eu vou ter que ir até os Thompson?! - Guincho.
- E os Aznavour. - Lilith sussurra. - Eu posso ir com você.
- Sistema de trios. - Toby lembra. - Não se esqueça do sistema de trios então pense bem em quem escolher, mas eu gostaria de conhecer a família.
- Eles não são família. - Rebato. - Isso é... É horrível.
- Ângelus disse que... - Lilith começa. - Conosco lá fora ele consegue sentir onde o velho Charles está porque a nossa aura facilita ele a ver através do "véu" que esconde ele.
- Droga. - Bufo e cruzo os braços, não sei quem escolher... Mas acredito que a Barbie não vai querer ir sem a Babel e é sempre bom ter a Lilith para conversar com os Thompsons. - Ahn minha equipe é Lilith e Toby.
- Eu vou conhecer a família, não você brutamontes! - Toby ri.
- Ele vai ter muito tempo depois. - Babel ri. - Na próxima missão eu exijo sair. Eu posso detectar o velho Charles porque daqui fui a única a conhecer ele.
- Isso é uma boa. - Lilith pensa. - E por sorte não vamos ter que ir na fábrica, eu espero.
- Vou pedir ao Marcel para agendar uma reunião com eles até sexta. - Sorrio. - Porque sábado nós temos uma festa.
- Não começa!!! - Lilith fica vermelha.
- Ainda bem que eu saí a tempo de participar da festa. - Babel ri. - Aliás vou fazer uma visita ao outro joker já que agora eu posso andar por aqui, ele vai vir não vai? - Ela sorri olhando para mim.
- Claro que vai. - Bufo. - Enfim, ao menos fico feliz de estarmos saindo.
- Avançando também? - Toby arrisca.
- Não ainda, mas vamos. - Sorrio para ele. - Eu espero...
- Argh diga com mais convicção. - Caleb resmunga. - Vou para meu quarto, seus idiotas.
Suspiro bem, acho que vou seguir o exemplo do brutamontes depois de olhar para a cara do Marcel e esperar que os Thompson e os Aznavour me recebam.
XXX
Caminho por um lugar estranho e morto, estou sonhando... Vejo uma sombra negra que passa correndo ao meu lado soltando um guincho que faz meus pelos se arrepiarem. O que é isso, um dragão...? Não... Continuo andando com aquela forma dando voltas e sem nunca aparecer só escuto o barulho dos seus cascos... Cascos?
Paro em frente a barras de metal e do outro lado uma forma negra surge se empinando sobre as patas traseiras, é um cavalo! Não qualquer cavalo... Ele bate com os cascos contra as grades de metal e o som me assusta me fazendo cair.
XXX
Sento e aperto o peito enquanto respiro rápido, aquele era Emof, mas ele nunca me viu... Não pode ter sido só um sonho normal. Empurro Toby pelos ombros até ele acordar resmungando.
- Eu tive um sonho estranho... - Ele ergue as sobrancelhas. - Eu acho que o cavalo do Mandrake está me chamando.
- Chamando? - Os olhos dele deslizam para baixo. - Se Wonderland já está te aceitando como rei é capaz dele já te aceitar como dono também, já que o último, bem... - Toby desliza um dedo pela garganta. - O que você acha que ele quer?
- Ele está preso... - Penso. - Na casa do Dormouse ele disse que os cavalos ficaram violentos depois que os donos morreram, por isso estavam presos.
- Talvez ele queira ser solto ou está tentando se libertar para vir atrás de você...? - Toby me olha assustado. - Será que os cavalos podem abrir portais? - Ele para e depois ri. - Claro que não ou já teriam se soltado.
- Pra falar a verdade eu não sei bem o que os cavalos representam, além de serem muito parecidos com os dos quatro cavaleiros do apocalipse.
- Podemos tentar descobrir depois. - Ele sorri. - Agora temos um encontro em família! E eu vou conhecer a sua.
- Não são minha família. - Suspiro. - São só parceiros de negócio você vai ver... - Sorrio. - Mas você vai usar aquela roupa bonita?
- Infelizmente, eu não sou um engomadinho rico. - Ele mostra a língua. - Espero que Caleb consiga fugir pra comprar o presente da Lilith.
- Ainda não sei o que dar para ela... - Olho para o teto. - Você foi esperto em conseguir comprar a pulseira quando saiu.
- A pulseira é um presente nosso, aliás dê a ela como bônus uma noite de sono. - Ele se levanta. - Ah não você já dá quando dorme aqui e não me deixa dormir direito ainda me acorda aos tapas e empurrões.
- Nunca mais vou dormir com você. - Bufo me levantando e indo até a porta. - Casamento cancelado.
- ESPERA, CASAMENTO? - Bato a porta rindo e saio correndo antes que Toby venha atrás de mim.
XXX
Os Thompsons têm uma mansão de verdade diferente dos Maurêveilles e me sinto insignificante sentado abaixo do lustre de cristal brilhante de um salão de festas enorme que eles chamam de sala. Lilith olha o jogo de chá a distância, mas não se levanta para se servir, Ângelus não parece interessado em nada enquanto Toby olha para tudo maravilhado, seus cabelos estão penteados para trás e ele está usando um terno bordado de dourado com babados e fitas que ele achou idiota, mas eu nunca o vi tão bonito assim.
- Essa casa é quase um palácio... - Ele murmura. - Eu me sinto tão pobre aqui... - Toby solta um guincho baixinho.
- Eu me sinto pobre aqui. - Lilith resmunga. - Mas convenhamos é um desperdício de dinheiro...
- Já vi casas mais bonitas. - Ângelus franze as sobrancelhas. - Eu sinto algo estranho aqui... Caso os anfitriões cheguem digam que eu me perdi indo ao toalete ou algo parecido.
Ângelus se levanta e vai embora por um dos corredores, olho com raiva por onde ele foi que tutor idiota, ele é muito pior que Jaken ou Bankotsu. Estou tão concentrado na minha raiva que mal noto Valerie se aproximar, ela para e cruza os braços bufando alto.
- Onde está a babá de vocês?! - Ela se abaixa um pouco apoiando as mãos no quadril. - E quem é você?
- Nosso tutor se perdeu indo ao banheiro. - Sussurro devagar. - Ele está demorando muito para voltar...
- Ahn eu sou um amigo da família. - Toby sorri. - Tobias Veil Les Rêuam. - Abafo uma risada, Valerie ergue as sobrancelhas. - Terceiro.
- Nunca ouvi falar nem do primeiro Veil Les Rêaum. - Ela pensa um pouco, como se realmente estivesse tentando se lembrar. - De qualquer forma vocês podem vir comigo. - Ela se afasta como se tivéssemos uma praga e sai andando na frente.
- Um anagrama. - Dou risada, Lilith ergue uma sobrancelha. - O Tobias Veil Les Rêaum aqui é na verdade um Maurêveilles com as letras embaralhadas.
- Como você pensou nisso tão rápido? - Ela ri se levantando. - E como você conseguiu entender?
- Eu penso rápido sob pressão, fora que aquela riquinha iria zombar do meu nome... Maurêveilles pode ser menos negativo e mais imponente escrito de outra forma. - Sorrio.
- Você é um gênio. - Toby fica vermelho. - E bem eu só entendi porque você vive dizendo meu sobrenome errado, com certeza já disse algo parecido.
Caminho atrás da Valerie ainda rindo do anagrama, Lilith explica pro Toby como a fábrica funciona, para caso façam perguntas, mas não acho que o senhor Thompson vá nos incomodar como a Valerie. Quando chegamos na sala vejo Allyson sentado ao lado do pai em uma sala extravagante e que tem o tamanho do jardim da casa Nonsense, os dois param a conversa e sorriem para nós, me sinto desconfortável.
- Vejo que você está bem melhor do que nosso último encontro Cain. - Ergo as sobrancelhas e William sorri. - Me desculpe por não preparar uma boa recepção.
- Não precisamos disso. - Lilith se apressa em dizer. - Viemos apenas tratar de um assunto rápido.
- Por que não ficam um pouco? Eu gostaria de mostrar algumas coisas aos meus parceiros de negócio mais distantes. - Allyson sorri e se levanta. - Vocês não têm nenhum adulto para lhes ensinar sobre a fábrica e blá blá blá.
- E o seu pai? - Indago para Valerie que me fuzila com o olhar.
- Ele infelizmente faleceu, mas acho que você entende bem o sentimento, órfão. - Ela bufa se sentando do outro lado do senhor Thompson.
- Pode-se dizer que sim. - Lilith cruza os braços e afunda na cadeira.
- Bem, eu vou adorar ouvir sobre os negócios. - Respondo sorrindo.
XXX
Eu odeio ouvir sobre os negócios, Lilith debate com Allyson e resmunga com Valerie enquanto eu só consigo olhar para os papéis e sentir dor de cabeça. Lilith também conseguiu o patrocínio para a nossa casa e os integrantes do circo e eu sinceramente gostaria de ir embora.
Depois de uma eternidade o senhor Thompson questiona a demora do Ângelus e resolve mandar Allyson e Valerie atrás dele, o que nos deixa sozinhos com ele e um silêncio estranho.
- Você toma jeito para os negócios mocinha. - Ele sorri para Lilith que fica vermelha. - Agora você parece o meu filho Cain.
- Alysson? - Ergo as sobrancelhas. - Quero dizer, ele é inteligente e...
- Oh não. - Ele ri e acende um cachimbo. - Meu filho mais velho... - O senhor Thompson olha para um quadro no fundo da sala, com toda a mobília extravagante eu nem ao menos reparei nele que retrata um senhor Thompson mais novo com uma mulher bonita e abaixo deles dois meninos, o de cabelos loiros é Allyson e o outro é um menino ruivo sorridente. - Renard nunca tomou jeito com os negócios, ele odiava todas as reuniões e papelada eu tentei de diversas formas o colocar no ramo da família, mas depois que sua mãe morreu ele arrumou suas malas e foi para o Egito. - Arregalo os olhos. - Renard queria fazer a diferença do seu jeito e por isso foi atrás de um sonho e se tornou pesquisador e arqueólogo, hoje dá muito orgulho.
Abro a boca, mas não tenho o que responder só consinto com a cabeça e sinto meu rosto queimar.
- Cain vai fazer feitos incríveis. - Olho para Lilith e ela está sorrindo. - Eu sei que o que escolher para seu futuro ele vai dar o seu melhor.
- E eu imagino que o futuro da nossa companhia vai ser regido por duas garotas incríveis. - O senhor Thompson sorri para ela. - E você meu garoto, qual o ramo da sua família?
- Somos relojoeiros. - Toby sorri. - E eu gosto de pensar que, de certa forma, nós controlamos o tempo. - Sorrio para ele.
- Eu adoraria ter um desses relógios que podem controlar o tempo. - O senhor Thompson ri quando a porta é aberta. - Vocês acharam ele?
- Ele estava perambulando pela casa, eu diria para revistar seus bolsos. - Valerie responde, dou risada.
- Senhorita eu não roubaria nada da sua casa. - Ângelus bufa. - Só estava admirando os séculos de tradição da família Thompson e eu não me dou bem com negócios. - Ele aponta para os papéis.
- O senhor é um professor, não é? - O velho Thompson sorri.
- Oh sim. - Ele sorri e joga os cabelos sobre os ombros. - Eu adoro meus pupilos lindos. - Ângelus gesticula para nós, contenho o impulso de revirar os olhos. - Seu filho também é um jovem encantador.
- Ahn obrigado? - Allyson dá um meio sorriso. - Acredito que achou o mesmo da Vall? - Ele ri.
Ângelus bufa e vem até nós me empurrando para se sentar no meu lugar e conversar com o senhor William, eu sinceramente não entendo esse anjo...
- Vocês querem um tour para conhecer e admirar os séculos de tradição da família Thompson? - Allyson convida sorrindo.
- Oh wow eu adoraria! - Toby se levanta e anda até Allyson. - Chega de papéis, chega de fábrica.
- Você é bem simpático senhor Rêaum. - Allyson sorri.
- Eu vou me retirar também. - Faço uma mesura, Lilith me acompanha e saímos com os outros, no corredor Valerie começa a falar.
- Você parecia particularmente entediado durante nossa reunião, baixinho, pretende assumir sua fábrica assim?
- Eu vou assumir a fábrica. - Lilith a responde, Allyson se vira para mim.
- Ahn... Você não pretende assumir nossa fábrica, Cain? - Sua expressão se torna sombria e me pergunto se talvez ele guarde alguma mágoa do seu irmão mais velho.
- Não. Não está nos meus planos e já percebi que não levo jeito para isso, diferente da Lilith. - Me assusto por ser tão fácil falar sobre isso. - Tive muitos problemas com meu pai e não quero herdar seu legado dessa forma, sendo órfão acho que tenho mais liberdade de recusar isso. - Valerie torce os lábios. - Mas acredito na Lilith e sei que ela é melhor do que eu para ser sua parceira de negócios.
- E quanto a você? - Valerie dispara. - Vai fazer o que?
- Uhn que tal irmos para uma ilha tropical? - Toby brinca. - Podemos nos isolar e vender cocos aos nativos, eu vejo um grande futuro para nós, sócio. - Lilith ri e Valerie fica mais carrancuda.
- Eu pretendo me estabelecer em outro lugar, quem sabe começar um negócio próprio que não envolva tecelagem. - Sorrio para Toby. - Vender cocos pode ser divertido.
- Espero que você tenha sucesso. - Allyson sussurra, mas não parece feliz.
- E não volte a pisar aqui Maurêveilles sujo. - Ela completa.
- Mas eu vou pisar muito aqui e trazer toda a má sorte da minha família comigo. - Lilith bufa.
- Eu não entendo a rivalidade. - Toby revira os olhos. - Se as suas famílias se uniram foi por um motivo, não foi?
- Interesse. - Valerie responde e dessa vez não discordo dela. - Sempre fomos famílias ricas e acredito que isso influencia nas parcerias, já temos muitas filiais por isso a união não se desfez.
- Chato. - Allyson sussurra. - Podíamos melhorar já que ainda estaremos juntos no futuro.
- Case-se com a Maurêveilles então! - Valerie guincha e se afasta por um enorme corredor, Allyson continua andando, ignoro os quadros na parede e as tapeçarias caras vendo sua expressão.
- Não me leve a mal, mas jamais casaria com um de vocês. - Ele murmura.
- Eu casaria. - Toby sorri.
- E depois levaria a senhorita Lilith para vender cocos? - Allyson ri, a sombra que estava sobre seu rosto desaparece tão rápido quanto surgiu.
- Eu não estava falando dela. - Toby fica vermelho e pigarreia. - Mas bem seria um ótimo negócio de cocos ademais a Lilith deve trazer seu bruta... Quero dizer seu parceiro para uma reunião futura.
- Você está prometida para alguém?
- NÃO!!! - Lilith balança as mãos, dou risada. - Não estou é só brincadeira idiota do Toby.
- Ser idiota é o meu talento. - Toby dá de ombros. - Não vamos ganhar nem um bolinho por aguentarmos a reunião?
- Claro Tobias. - Allyson ri. - Bem a despeito do que Valerie disse eu gostaria de voltar a recebê-los aqui.
- Se você for o meu guia pessoal para não me perder eu voltaria. - Toby sorri, mas seus olhos estão apáticos e tristes.
- Com todo prazer, bem que tal irmos a um chá tranquilo? - Consinto e os acompanho em silêncio.
XXX
Um capítulo com pessoas, e cavalos, esquecidos :v ai esse capítulo ele foi super gostoso de escrever e eu gosto desse toque da vida "normal" dos irmãos que quase sempre fica esquecida, acho a Val e o Allyson super amorzinhos também, mas já me conformei que destaque eles nunca vão ter kajskajskjakska
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