IXX. Mentiras + (especial de natal)
O capítulo está logo abaixo, se não quiserem ler é só pular e procurar a parte em negrito onde o capítulo inicia.
[Especial de natal]
Eles haviam achado um Pinheiro falso e alguns enfeites, mesmo que não tivesse o costume de montar uma árvore de natal, talvez pela presença de Ted na casa, Harry se sentiu obrigado a montar uma. E assim, Draco também foi forçado a isso.
Nenhum deles realmente fazia ideia de como montar, onde colocar os enfeites ou como, Draco passou a maior parte do tempo reclamando sobre o glitter grudando em sua mão, mas Ted sorria animado e isso bastava. A árvore tinha um tamanho médio, alcançando pouco mais que a cintura de Harry quando ele ficava em pé, não era nada comparada com a Hogwarts, mas foi o suficiente para deixar o garotinho deslumbrado.
Ainda faltavam algumas estrelas douradas e o pisca-pisca, mas Draco se sentou no chão em um movimento exagerado e suspirou.
— eu não aguento, estou morrendo - ele havia acordado de mau humor, talvez pelo simples fato de ser sábado de manhã e ele estar montando uma árvore sem sentido, para ele, aquilo era trabalho de elfos domésticos.
Harry resolveu dar atenção para o loiro, já que ele estava fazendo certo esforço em não estragar o natal até agora, e mesmo com muitas reclamações, sorria e brincava com Ted.
— é pra eu pegar um suco de abóbora ou chocolate quente? - o moreno perguntou já sabendo que era ele quem iria ser obrigado a ir buscar.
— Se jogar da torre de astronomia - Malfoy disse sem paciência e por um momento arregalou os olhos, não havia pensando muito, isso era uma resposta comum de quando estavam em Hogwarts.
— "se jogar" começa com a letra C, então vou pegar chocolate quente.
— se jogar começa com a letra C????
Harry já havia virado de costas para ir pegar a bebida, sem muita paciência também, mas com o grito se obrigou a se virar e encarar os olhos mercúrio, pronunciou de novo.
— se jogar da torre, se jogar da torre - não achava graça em seja lá qual a piada, apenas repetiu para provar que Draco estava errado, então seu rosto se iluminou quando pronunciou a frase pela terceira vez — ... se jogar... Com s-e.
Harry sorriu de sua própria bobagem, estava se importando tanto com o drama e prestando tanta atenção em como aquele sweater caía bem no corpo de Malfoy que se distraiu em algo tão simples.
— que Morgana o abençoe. - foi a única coisa que Draco se deu ao trabalho de dizer, e como um feitiço de repetição, Teddy também tentou copiar a fala.
— que Mo'gana abe'çoi - ele falou com dificuldade, não eram coisas do seu vocabulário usual.
Os dois adultos se entreolharam antes de rir, e sentiram a mesma necessidade em ir abraçar Ted na mesma hora, o que acabou em um abraço coletivo com o garotinho sendo preso no meio.
— sanduíche de Ted! - Harry gritou animadamente e só quando olhou para frente notou como o rosto estava próximo de Draco, tão perto que os narizes se tocaram.
Draco se afastou um pouco, apenas para criar um espaço onde nenhum deles sentia o hálito quente do outro, mas ainda sorriu, não parecia desconfortável, na verdade, feliz. E isso fez Harry sorrir também.
— seria ótimo se pudéssemos apenas terminar isso logo, estou tão cansado.
— eu também - Teddy concordou, e era difícil saber se ele realmente se sentia cansado, ou apenas copiou a frase de Draco.
— vocês tem razão - com um aceno de varinha, os poucos enfeites que faltavam foram a árvore e o pisca-pisca se enrolou e acendeu lindamente.
A árvore se iluminou com as pequenas luzes coloridas, as estrelas douradas tinham um certo destaque pelo resto da decoração vermelha, já que apesar da cor ser chamativa, não existia brilho.
— você podia fazer isso o tempo todo?! - Draco se virou claramente irritado e encarou o moreno que via o erro.
— er... você não?
— claro que não! Nunca montei uma árvore de natal! Não sei qual feitiço é eficaz ou-
— sem b'igar - Teddy interrompeu os adultos.
— tem razão, cadê seu espírito natalino, Malfoy? - Harry sorriu em uma clara provocação.
E apesar de sentir raiva, Draco não podia deixar de notar como os olhos verdes pareciam se iluminar. Merlin, ele é lindo demais para o meu bem, Malfoy pensou.
— no próximo ano deveria ser prata e dourado - foi a melhor coisa que pensou em dizer, e sequer percebeu em como insinuou que haveria um próximo ano com eles juntos, em um momento como esse montando a árvore.
— acho que deveria ter vermelho também, combina com o verde da árvore - Harry comentou pensativo.
— vermelho e verde! - Ted apenas havia entendido sobre as cores e não fazia ideia de onde elas seriam usadas, mas aprovou a combinação.
— tem razão, vermelho e verde ficam ótimos juntos.
Draco soltou um sorriso cheio de significados e por mais que Potter enxergasse a provocação, não conseguiu se impedir de concordar e sonhar com o próximo natal, em que também estariam juntos.
[fim do especial]
Capítulo 19 - mentiras.
Depois de uma longa e revigorante - e um pouco alcoolizada - conversa com a amiga, Draco se sentia um pouco melhor, antes de voltarem, comprou sorvete que nunca derrete na DedosMel, e mesmo os olhares e cochichos dos outros não importaram, quando Ted sorriu animado tomando o sorvete de morango. Ainda estava sujo de sorvete, cantarolava uma música com Draco quando adormeceu pouco antes de entrar na casa.
A bruxa vira gato
O gato vira bruxa
Em cima do telhado
Ela pula, pula, pula.
O gato se sujou
e vermelho ele ficou
Mesmo assim no telhado
ele pulou e pulou
A gata se sujou
então branca ela ficou
Mesmo assim no telhado
Ela pulou e pulou
— eu nunca ouvi essa - Harry se aproximou pegando Teddy no colo, e afagando os cabelos dele, não haviam se visto pelo dia inteiro e já era quase o fim da tarde.
Mesmo assim, parecia tranquilo e satisfeito, provavelmente aproveitou a folga - tanto do trabalho quanto de Ted - para descansar, seja dormindo ou assistindo TV. Apesar de que a bagunça de seus cabelos, as roupas largas que usava como pijamas normalmente, e os olhos que mal se aguentavam abertos denunciavam que estava dormindo. Draco ficou parado observando sem se importar se seria descoberto, afinal, já tinha certeza que Harry sabia de seus sentimentos.
— onde aprendeu? - os dois seguiram caminho escada acima, Ted era carregado por Harry com a finalidade de colocá-lo na cama.
— Pansy decorou várias cantigas bruxas, ela está trabalhando com crianças agora - Draco parecia realmente de bom humor, sem se importar de responder as perguntas que considerava irritantes.
— que estranho.
— eu também penso o mesmo, ela não gosta de crianças e nunca foi paciente, acho que ela ainda vai matar alguém, mas parece estar indo bem.
— não é isso, mas eu fui fazer uma visita, coisa de trabalho, e ela não reportou nada disso.
— e precisa? - os olhos cinzas pareciam acusatórios quando o loiro parou já em frente ao seu quarto e olhou Harry.
— não exatamente.
— então é por isso que ela não fez - Draco relaxou novamente, mas continuava encostado na porta, a cabeça inclinada de modo que não parecia um de seus movimentos usuais, mesmo assim, Harry soube que o loiro já havia confirmado que era um bom ângulo para si — Pansy não gosta dessas visitas, ela reclamou. Aliás, por que eu não recebo nenhuma dessas visitas?
— p-podem ter vários motivos, além disso, seu julgamento acabou há muito tempo... - Harry gaguejou e desviou o olhar em uma clara mentira culposa, ainda se lembrava de ter prometido não mentir, mas a verdade era muito vergonhosa então ele apenas tentava se convencer de que aquilo era uma meia verdade. Todavia, Draco sorriu.
— mentindo tão cedo, Potter?
— não me obrigue a falar - ele suplicou, o que tirou um riso de Draco.
— certo, esqueça isso, por falar em visitas, então você visita todos ex-comensais?
— hum... alguns, principalmente os que moram por perto.
— já viu Theodore Nott? - seja pelo treinamento auror ou por conhecer bem Malfoy, os olhos verdes viam através da pergunta, o tom de voz e a expressão fazia ele parecer interessado, mas era como um leão se preparando para atacar a presa, não era a verdadeira pergunta que Draco queria fazer. Ainda sim, lembrar que Nott ja teve uma relação próxima o suficiente para beijar Malfoy causava um desconforto em Harry.
— sim, ele foi inocentado, mas por causa de... alguns incidentes, ele está sendo mantido em um quartel.
— preso?
—... um convidado.
— por Merlin, o que Theo fez para prendê-lo? - Draco cobriu a boca entreaberta com a mão, parecia surpreso, mas só temia que acabasse sorrindo, por isso resolveu esconder a boca. Não era tão bom atuando como gostaria.
— é confidencial, sabe, assunto do ministério.
— oh, eu entendo - o loiro sorriu em compreensão e Harry semicerrou os olhos verdes, não era nada comum Draco apenas desistir depois que alguém lhe dizia ser um assunto confidencial, não desistir com um sorriso gentil, foi fácil demais. Era a segunda vez na curta conversa que ele desistia de descobrir algo, e isso era assustador.
Então uma possibilidade veio à mente, talvez ele já soubesse, não é impossível, ele pode já saber sobre o amigo e sobre o porquê de não receber visitas, se soubesse, entenderia perfeitamente o motivo de Harry não querer falar, pior ainda, entenderia os sentimentos dele. Quis perguntar, mas não tinha coragem, porque se fosse só uma paranoia idiota, aquilo entregaria tudo. Ao mesmo tempo, sentia que era mais paranoico tentar pensar nas milhares de possibilidades.
— e Blaise, você já viu ele recentemente?
— você disse que ele estava na França - você não está mentindo, foi o que confortou um Harry culpado.
— ah, certo. É bom saber que ele está seguro lá. Sabia que a mãe dele casou sete vezes? Acho que ele disse que foram seis em um ano, ela matou todos pra pegar a fortuna, não sou eu quem está dizendo, não me olhe assim - Draco pausou por alguns segundos tentando organizar alguma frase em sua mente, mas até mesmo isso parecia um ato difícil — irônico, a mãe de Pansy sempre pareceu exemplar, mas abandonou ela quando a filha mais precisou e a senhora Zabini, que ninguém tinha esperanças, fez de tudo para proteger o filho.
— por que está me contando isso? - Potter estreitou os olhos, por um segundo teve certeza, Draco sabia. O olhar cinza ficou tão perdido, parecia vulnerável demais para ser fingido, ele estava triste pelo amigo, um amigo que ele sabia estar no hospital.
— eu não sei, bem, não importa. Agora Blaise está seguro em alguma cidade da França, ele me disse que havia conseguido um lugar bom para viver, não dava pra chamar de casa, mas ele deve estar bem - Draco sorriu, o mais ingenuamente que conseguiu fingir, como esperado, a expressão de culpa no rosto do moreno ficou clara. Confesse, Draco pensou. Confesse e peça perdão, eu posso perdoar, eu vou perdoar qualquer coisa, só confesse.
— q-que bom pra ele - Harry passou o olhar pela sala e o loiro sabia que ele estava tentando pensar em um assunto para falar — não vai perguntar sobre seus outros amigos, você andava com mais dois, Goyle e Crabbe, não? - ele lembrou da dupla que seguia Draco como se fosse a própria sombra, mais pareciam guardas costas.
— eu sei sobre eles - ele sorriu novamente, foi fraco e quase melancólico, contudo Harry não podia evitar de achar estranho, Draco não era o tipo de pessoa que soltava sorrisos que não fossem em deboche.
— oh, eu pensei que estava proibido de contato com eles, nunca falou ou os visitou - Harry comentou, apesar do loiro não falar muito sobre os amigos, sempre dizia onde estava indo e nunca citou Goyle e Crabbe.
— é, talvez eu deveria visitá-los. Mas estão mortos. Será que preciso da permissão do Ministério para ver as lápides? - mesmo que tentasse falar com uma frieza cortante, Harry viu como seus olhos pareciam tão afetados que poderiam lacrimejar a qualquer momento, mas ainda carregava um sorriso sarcástico como se escondesse tudo.
— e-eu não sabia, pensei que estavam em outro país e por isso-
— é, não precisa disso. Eu estou meio bêbado, então só ouça minhas amarguras - Draco abanou as mãos sem dar importância — Greg, ele era apaixonado pela Pansy... aquele desgraçado, resolveu dar uma de grifinório no último segundo e salvou Pansy, bem, o corpo dela, com certeza ver o corpo dele esmagado não deve ter deixado sua sanidade intacta.
— na guerra?
— é, bem, eles deveriam ter fugido mas acabaram ficando por minha causa, então acho que também tenho culpa.
— Draco-
— e Crabbe, Eu menti. Quer dizer, um corpo foi encontrado, ele provavelmente está morto, mas nunca se sabe, não conseguiram provar que o corpo era dele, talvez tenha conseguido fugir, prefiro pensar que sim.
Teddy se mexeu desconfortável no colo de Harry, e só então ele se lembrou de que estava segurando o menino, ele iria falar algo para se retirar da conversa, mas Draco já havia virado de costas e com um aceno de varinha, a porta se fechou.
Um sentimento estranho de distância se criou entre eles, uma distância que não existia mesmo quando eram ainda crianças em Hogwarts.
...
Draco brincava com as pelúcias de Teddy, os dois estavam sentados no tapete fofo enquanto o adulto tentava ensinar a palavra "pelúcia" que Teddy havia ouvido mais cedo em um desenho, ele não parecia ter entendido o significado e pensou ser algum tipo de nome, até perguntou: "eu sou pelúcia?".
— essa é a coruja de pelúcia, e esse é o dragão de pelúcia e isso... é uma doninha de pelúcia.
Draco teve a infelicidade de encontrar o presente de natal especial que George deu para Ted, soube com um rápido olhar que isso também era trabalho de Ronald, mas ele deve ter ficado com medo de ser repreendido pela namorada que aparentemente estava aceitando de bom grado a presença de Malfoy, isso era muito estranho, mas Draco não estava disposto a descobrir o motivo da aceitação ou questionar.
— então Ted de pelúcia? - o mais velho negou em silêncio — entendi, eu sou Ted, não sou pelúcia.
— isso, pelúcias não são de verdade, quer dizer, elas são, mas não tem vida, são só brinquedos- Draco mesmo se cortou com um suspiro, era tão complicado explicar o que era pelúcia — esquece, acho que não deveria ter te ensinado. Harry vai explicar o que é depois.
De um jeito surpreendente, Harry era bem melhor nessas coisas, ele não era exatamente o mais paciente, mas se esforçava para explicar com calma e sem se enrolar ou entrar em desespero como Draco costumava.
De repente, uma memória de infância surgiu, na infância, que passou na mansão Malfoy, Draco passava muito tempo com ambos seus pais, e sempre que fazia uma pergunta complicada, sua mãe lançava um olhar para Lucius e o mandava explicar, já que ela não sabia como explicar, seja as clássicas como "de onde vem os bebês?" Ou éticas como "o que são nascidos trouxas?" Tudo foi-lhe ensinado por seu pai, e apesar das desavenças que a guerra trouxe, era sua família e sempre admirou e amou seu pai.
Em outro segundo, tentou afastar a melancolia e resolveu pensar na ironia de estar agindo como sua mãe, depois de tentar tão duramente se desvencilhar de tudo que seu pai o ensinou.
— Oh Merlin, eu sou minha mãe. Isso é horrível, eu estava tentando tanto não ser meu pai que nem vi isso chegando - o loiro sorriu sozinho, já que Ted não entendeu a graça e apenas voltou a abraçar suas pelúcias.
— CINCO MESES! - Harry invadiu o quarto parecendo furioso, mas não dava para o levar a sério enquanto segurava um regador minúsculo com o dedo mindinho levantado.
— é o tempo que estamos morando juntos? - o outro adulto responde assim que se recompôs, naquela altura, até mesmo Teddy não teve muita reação além de dizer "que susto" em voz baixa.
— sim, mas não é essa a questão. Você trouxe aquela planta, que fica no seu quarto.
— ah, sim - Draco arqueou a sobrancelha tentando entender a intenção do moreno.
— e você me viu regando essa droga por CINCO MESES! E não me disse que era de plástico.
— ah... era isso que eu queria te falar - Draco se lembrava de ver Harry regando a pequena plantinha encantada para se balançar, mas nunca pensou em avisá-lo, era como uma diversão rotineira vê-lo regar a planta de plástico com determinação todo dia.
— sério, o que você pensa de mim? - ele indagou em pura raiva pela situação, mas para sua surpresa Draco tomou um tempo como se pensasse seriamente na questão, até sorrir de um modo malicioso e então Harry soube que não iria receber uma resposta decente.
— meu corpo é muito atraído pelo seu corpo, mas meu cérebro fica irritado toda vez que abre a boca.
Teddy se perguntou como os adultos podiam ignorar sua presença, mesmo assim, cansado de ser deixado de lado, ele resolveu virar as costas para eles, como se aquilo lhe desse algum tipo de vitória.
— sabia que sarcasmo excessivo é um indicador de depressão? - Harry respondeu ácido, aquilo era uma resposta um tanto inesperada, fatos não era seu tipo de contra-ataque, contudo Draco não se deixou abalar seguindo com o sorriso.
— a única coisa excessiva em mim é a minha beleza, e infelizmente não posso controlar.
Os dois se entreolharam antes de sorrir, parecia que as brigas entre eles eram assim recentemente, ou terminava em riso, ou em beijos, talvez uma mistura dos dois, o último era o preferido de Harry.
— foi Hermione quem me disse isso, logo depois de me dizer pra ir a um terapeuta - Harry explicou quando os risos cessaram, não havia mais acidez, falava com sinceridade.
— ... você está bem?
— claro, enfim, se eu preciso de um terapeuta, você precisa de três - o sorriso provocativo voltou, assim como a barreira de Draco que se levantou novamente e ele revirou os olhos em deboche.
— oh, cala a boca.
——————
Notas:
O capítulo ainda não estava pronto, por isso ficou curto, porém, acho que ficou bom o suficiente. Só postei porque queria postar o especial junto, já que o último extra que eu postei não foi exatamente o capítulo mais comentado.
Não quero reclamar, mas devo pontuar que a falta de comentários me demostra que vocês não estão muito interessados em extras kkk então isso também é útil para mim que não vou gastar tempo pensando ou escrevendo. Mesmo assim, acabei fazendo esse pequeno especial.
Eu não sabia exatamente o que escrever sobre o natal, já que venho de uma família com raizes japonesas e tradicionalmente budista (apesar de que sirvo o oratório e rezo nele, em memória dos meus antepassados, mas sem cultuar Buda) eu já até mesmo comi, e a agora vou me arrumar pra dormir.
Mesmo assim, feliz natal a todos vocês, cristãos ou não. ✨🎄
Obrigada novamente por ler, comentar e votar. Esse último é pouco praticado, mas obrigada a quem faz, isso é realmente importante.
Lembrando que vocês precisam comentar o que acham pra eu entender e poder atender as expectativas.
Até a próxima❣️
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