Episódio 3
Eu fui chamada para ir até a Antártida, onde tem um centro de pesquisa e tecnologia. Eu não estou tão animada com essa reportagem, que é sobre ciências tecnologia, eu prefiro mais emoção, algo que desperte minha curiosidade, tipo mistérios etc. Mas eu sinto que algo incrível pode acontecer
Já estou no carro que está me levando até o centro de pesquisa, nós demorando bastante para chegar, e já está ficando entediante ficar nesse carro vendo gelo e neve pela janela
—Lois?Lois!?—Jimmy, meu amigo e fotógrafo assistente, me desperta de meus pensamentos
—me chamou?
—sim, você está bem Lois?
—sim, só estava pensando
—ok, mas se você precisar de alguma coisa, é só falar, tá?
—eu to bem Jimmy, não precisa se preocupar
Finalmente chegamos ao centro de pesquisa, já estava entediada de tanto ficar no carro sem fazer nada. Nós descemos do carro e seguimos em direção à porta do centro de pesquisa, o soldado que nos acompanhou, digitou a senha para abrir a porta, eu sem querer gravei na memória a senha, as vezes tenho isso memorizar as coisas rápido. Nenhum soldado ficava do lado de fora, por que senão morreriam congelados. Obviamente
Entramos dentro do posto de pesquisa e fomos recebido por um homem, até relativamente alto mas nem tanto assim, ele aparente ter entre 50 ou 60 anos
—olá, eu sou o general Williams—ele disse me estendendo a mão
—oi! Eu sou Lois Lane—falo apertando sua mão
—e quem é esse rapaz?—ele pergunta olhando para o Jimmy
—ah, esse é Jimmy Olsen, meu melhor amigo, fotógrafo e assistente
—tudo bem, rapaz?—ele pergunta comprimentando o Jimmy, que só acenou com a cabeça
—e então, cadê a sala de pesquisas?—perguntei, afinal era pra isso que eu tinha vindo, saber doa avanços tecnológicos e pesquisas
—sim, claro. O soldado aqui irá acompanhar vocês—disse ele saindo e indo em direção a outra sala
—por aqui, senhora—disse o soldado, apontando por onde eu deveria ir
Nós estávamos indo até a sala de pesquisa, mas deixei meu celular cair quando fui tira-lo do bolso. Falei para o soldado e o Jimmy irem na frente, peguei meu celular do chão e verifiquei para ver se não tinha quebrado. Ufa! Parei em frente à sala onde o general Williams tinha entrado, ouvi ele conversando com alguém
—mas esse homem ainda não saiu de lá?—o general perguntou ao homem
—não senhor, ele ainda não saiu da espaçonave
O que? Eles estão escondendo uma espaçonave?! Porque isso vindo do governo, não me surpreende?
—fique monitorando a neve, ok?—disse o general vindo na direção da saída. Eu saí de-lá, antes que ele me visse
Cheguei na sala de pesquisa, vi Jimmy tirando fotos do lugar com sua câmera, quanto ao soldado, ele estava parado ao lado da entrada, assim que entrei fui em direção ao Jimmy
—onde você estava, Lois?
—estava verificando algo—olhei para o soldado para ver se ele olhava para nós. Assim que certifiquei que ele não estava nos olhando, comecei a falar com Jimmy—Jimmy, preciso que me ajude em algo
—com o que?
—preciso que distraía o soldado, para mim sair desse centro avançado
—mas para onde você vai?
—depois eu te conto. Por favor Jimmy, faz isso por mim
—não sei não Lois
—por favor—fiz um cara fofa para ver se convencia ele. Espero que funcione
—tá, tá, ok. Eu distraio ele. Promete que vai se cuidar?
—prometo, obrigada Jimmy—dou um beijo em sua bochecha. Pude perceber que ele ficou vermelho de vergonha eu acho ele fofo mas não faz digamos, meu tipo. E Jimmy sabe que o vejo como meu melhor amigo
Ele foi na direção de uns vidro com líquidos coloridos e os derrubou, fingindo ser sem querer
—desculpa, ai cara me desculpa mesmo. Deixa eu ajuntar—disse ele para o soldado
O soldado foi em direção à ele para ajuda-lo. Acenei com a cabeça para Jimmy em sinal positivo e saí da sala, sem que o soldado me notasse. Fui indo em direção à saída do centro de pesquisa e por sorte, ninguém apareceu. Fui até a sala onde o general Williams avia estado antes, mas não vi ninguém lá. Só vi um monte de papelada encima da mesa e as peguei para verificar, depois de procurar, achei a folha que dizia onde a espaçonave estava localizada. Consegui longitude, latitude, tudo que eu precisava saber. Saí de lá sem ninguém me ver, e fui em direção à saída do centro de controle e acabei lembrando da senha que o soldado avida digitado antes. Assim que digitei a senha fui em direção ao carro e fiz ligação direta nele, aprendi a fazer ligação direta graças a umas de minhas reportagens pelo mundo. Assim que o carro ligou, dirigi até onde a nave estava localizada demorou no máximo uns 40 minutos pra chegar lá de carro, mas consegui
Saí do carro e estava um frio muito grande. Nevava bastante, vi a porta da nave aberta, estranhei no início, mas entrei mesmo assim. Vi um monte de escritas que obviamente não era da terra, tirei um monte de fotos com o meu celular. Fui seguindo o corredor até que ouvi duas vozes vindo de uma das salas da espaçonave, era uma voz masculina e a outra feminina. Fui indo com muita cautela e cuidado, até que cheguei em frente a entrada da sala. Fiquei escondida e vi um homem e um robô flutuante conversando, e infelizmente fiz barulho com o meu pé, vi que o robô e o homem me olhavam. Não sei o que me deu, mas no impulso sai correndo de lá, só pude ouvir a voz do homem dizendo pra mim esperar, mas não dei ouvidos só continuava correndo, percebi que o robô flutuante estava me perseguindo. Continuei correndo até que ele disparou um tiro, parecia um raio azul, mas felizmente acertou o chão causando uma mine explosão que me jogou contra a parede me, fazendo bater as costas e a cabeça. Senti uma enorme dor no corpo, eu estava caída no chão e o robô se aproximava de mim, eu sentia que ia morrer mas o homem misterioso surgiu do nada na minha frente e me defendeu dizendo:
—NÃO! DEIXA ELA!
—ela pode ser uma ameça à você Kal!—disse o robô
—não, ela não é! Agora desative o modo defensivo, isso é uma ordem!
—desativando modo defensivo
O homem misterioso me olhou e veio até mim, seus olhos eram azuis assim como o mar. Ele pôs suas mãos em meu rosto, não sei porque mas ele me era familiar
—você está bem?
Não consegui responder, só vi minhas vistas ficando embaçadas e só me lembro de apagar nessa hora
Mas de repente eu acordei na minha cama e já era de manhã, mas como ele sabia onde eu morava será que tudo aquilo foi um sonho? Não pode ser, mas a dor de cabeça e no corpo me provou que tudo que aconteceu, não foi um sonho. Pus minha mão em meu bolso para pegar meu celular e percebi que ele esta quebrado. Não pode ser, eu preciso daquelas fotos! Tomara que o cartão de memória esteja inteira. Abri meu celular pra ver, e infelizmente o cartão de memória estava quebrado assim como o celular, deve ter quebrado quando eu caí. Fjquei pensando até que meu telefone de casa tocou, o som era desagradável devido a minha dor de cabeça, mas tive forças papa ir até ele e atender
—alô?
—alô, Lois?
—sim, quem é?
—é o Jimmy, onde você esta?
—ahhh, oi Jimmy, eu to em casa, porque?
—porque você sumiu a noite inteira! E não deu noticias, tu sabe a desculpa que eu tive que inventar para o general Williams?
—desculpa Jimmy, é sério, eu tava ocupada
—como o que?
—não dá pra te falar. É que eu preciso investigar primeiro pra depois te contar, e falando nisso, eu preciso ir depois eu te falo, ok?
—ok Lois, eu quero só ver onde isso vai dar
—tchau Jimmy
—tchau Lois
Assim que desliguei o telefone, peguei meu casaco e as chaves da minha casa. Saí de casa, e fui em direção até o Planeta Diário, para mim fazer um retrato do homem misterioso que vi na nave alienígena, graças a Deus eu tenho uma memória muito boa para fazer isso
Enquanto isso...
POV Clark Kent
Depois de deixar Lois na casa dela, voltei para a nave onde a Sara me esperava
xXx
Sara me levou novamente até a sala onde avia a roupa vermelha e azul. Olho cada detalhe dela, seu símbolo, seu significado...
(Ouçam a trilha sonora para ter uma melhor experiência(espero q o tempo tenha ficado certo kkkk))
—não sei se mereço tamanha responsabilidade
—merece. Assim como seu pai e sua mãe acreditavam nisso
—por que eles não me acompanharam para a terra?
—eles acreditavam que você deveria ser um novo início
Após ouvir isso, peguei a roupa e a vesti. É uma nova sensação. Fui em direção a saída enquanto conversava com Sara
—você nunca me disse, por que sou tão diferente deles?
—o sol da terra é jovem e mais brilhante do que o de Krypton. Suas células absorveram a radiação, fortalecendo seus músculos, sua pele, seus sentidos. A gravidade da terra é mais fraca, porém, sua atmosfera é mais nutritiva. Você se tornou mais forte aqui, do que jamais seus pais poderiam imaginar. A única forma de saber mais, é continuar testando, seus limites
Sara transformou-se em chave novamente e eu a guardei em meu cinto
Andei mais um puco até me afastar o suficiente da nave, começo a dar pulos com quilômetros de distância. Conformes meus pulos, a neve e o chão se levantam, começo a voar. Quando percebo, meu corpo bate contra uma montanha e vai ao chão. Me levanto da cratera. Concentre-se, Clark...
"Você dará as pessoas da terra um ideal pelo qual lutar. Elas tentarão acompanhá-lo. Elas tropeçarão, elas cairão. Mas com o tempo, elas estarão com você ao Sol, Kal. Com o tempo, você ajudará a realizar maravilhas"
Respiro com os olhos fechados, sinto o ar penetrar meus pulmões, o vento percorrendo meu corpo. Me abaixo, e com o punho fechado encostado na neve, sinto ela gelada tocando meus dedos. Respirando fundo, vejo a neve se levantar, num pulo, saio voando
Sentindo o vento no meu corpo, a sensação é maravilhosa. Voando por todos os lugares possíveis, com uma outra perspectiva. As visões que tenho enquanto vôo, são maravilhosas, o quão belo é o lar que me adotou. A vida aflorece nele. Se as pessoas visem da mesma forma que eu vejo este planeta, tão lindo, cheio de vida. A paz está tão perto, só basta, querer...
[...]
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