Fogo
"Aviso da Mentora: Quando esse combo aparecer ⚠️🔥 significa uma cena de teor erótico a frente... Aproveitem o capítulo ♥️."
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Connor a encarou, mantendo cada uma das mãos apoiadas à parede, prendendo Agatha entre si.
– Eu estou cansado desse joguinho. Isso já passou dos limites. – ele aproximou mais seu rosto do dela. – Você me... me enlouquece desse jeito. Me faz desejar você e depois simplesmente foge.
– Desculpe... – Connor piscou algumas vezes, enquanto Agatha mantinha os olhos e a voz baixa. – Não é minha intenção.
– Então qual é? – ele esfregou a nuca, nervoso, enquanto Agatha abria um tímido sorriso.
– Você traz de volta tudo o que um dia eu mudei em mim mesma para me tornar... melhor. – ela o encarou, um sorriso triste lhe tomando os lábios rosados. – Você me faz lembrar a garota rebelde que fugiu para Londres, não a dama inglesa que está aqui agora.
Connor deu um passo para trás, enquanto Agatha lhe tocava o peito, o empurrando em direção a cama. Ele caiu sobre ela, enquanto ela o encarava.
– Você me faz agir impulsivamente, me faz deixar ser levada por meus instintos, sem pensar nas consequências. – os olhos dela brilhavam de um jeito como ele nunca havia visto. – E quando eu volto a mim, a ter a postura da dama inglesa, eu só quero me perder em você novamente... Esquecer que qualquer outra coisa existe...
Connor respirou fundo, se afastando um pouco e subindo ainda mais na cama, apoiando as costas na cabeceira. Agatha se sentou na beirada da cama, o encarando, com o olhar preocupado.
– Você está do outro lado dessa guerra... e mesmo assim eu estou aqui. Eu corri para você quando os que eu julgava meus aliados me atacaram... Eu me proibi me envolver com você... e ainda assim eu estou aqui. – Connor sorriu, esticando a mão para ela e a puxando para si. Agatha se sentou em seu colo, colocando uma perna de cada lado do corpo dele, o encarando. – Por mais que eu tente, não consigo parar de pensar em você... mesmo que isso possa acabar me matando.
– Eu não deixaria isso acontecer... – ela aproximou seu rosto dele, lhe beijando rapidamente os lábios e lhe encarando os olhos castanhos que brilhavam desejosos sob a luz das poucas velas próximas.
– O que quer fazer? – ele a encarou, aquele brilho em seu olhar fazendo com que algo dentro dela se incendiasse. – Não vai ter como fugir dessa vez...
– Não vou mais fugir. – Agatha desfez o laço do robe, afastando vagarosamente e com certa cerimônia o tecido, sorrindo ao ver os olhos dele percorrerem cada nova parte de sua pele exposta. – Sem fugas, sem arrependimentos...
Ela jogou a peça no chão, selando seus lábios aos dele em um beijo apaixonado, urgente. Connor lhe segurou o quadril com as grandes mãos, sentindo seu desejo aumentar, ansioso por tê-la mais perto de si. Um gemido baixo escapou pelos lábios da ruiva ao sentir o membro ereto dele contra sua coxa.
– Agatha... – ele chamou o nome dela baixinho, lhe apertando levemente o quadril, antes que se ela se afastasse minimamente. O moreno a encarou, deixando que um sorriso malicioso lhe tomasse os lábios, permitindo que seus olhos desfrutassem da visão a sua frente.
Os fartos seios que subiam e desciam com a respiração pesada dela, cobertos minimamente por suas mechas rubras, que o lembravam labaredas envoltos pela luz avermelhada que emanava da lareira atrás da ruiva. Ele passou a mão pelo cabelo dela, em uma suave carícia, os afastando e lhe exibindo os seios, os envolvendo com suas mãos e os apertando levemente, fazendo a ruiva arfar.
– Isso te agrada? – ele sorriu quando ela concordou com um aceno, antes que um suspiro escapasse por seus lábios entreabertos quando ele lhe apertou o mamilo entre os dedos.
Agatha o encarou, os olhos semicerrados lhe percorrendo os ombros largos e o peito bem definido. Ela umedeceu os lábios, desejando sentir o sabor de sua pele morena, antes de afundar o rosto em seu pescoço, o mordendo e depositando alguns beijos molhados, sentindo o membro dele pulsar contra sua coxa.
A ruiva sorriu, ansiosa por o provocar um pouco, se movendo sobre ele, até senti-lo contra sua intimidade quente e molhada, se esfregando sobre toda a sua extensão, um tanto satisfeita por ver que ali ele também fazia jus a seu porte grande e forte.
O par de fortes mãos lhe agarrou o quadril, a fazendo parar por um instante, deixando um resmungo escapar por seus seios, agora, carentes de atenção.
– Não gosta disso? – ela sussurrou contra a pele do moreno, antes de repetir o movimento, agora guiada pelas mãos dele, sorrindo quando ele deixou que um gemido rouco e contido lhe escapasse pela garganta.
– Gosto... Muito. – a voz baixa e grave fez o corpo da ruiva se arrepiar, enquanto o aperto em seu quadril se intensificava. Gemidos baixos escorriam pelos lábios da ruiva a medida que ela se movia sobre ele, estimulando seu ponto sensível.
– Eu te quero tanto... – Agatha sussurrou com uma voz manhosa, quase chorosa, no ouvido de Connor, erguendo o quadril e encaixando o membro dele sob sua intimidade. Ela selou seus lábios em um beijo cheio de luxúria, antes de começar a descer o quadril, gemendo contra sua boca.
– Agatha... – ele chamou o nome dela à medida que a sentia se apertar ao seu redor.
Sua cabeça pendeu para trás, um gemido rouco escapando por seus lábios quando a ruiva impulsionou o quadril para baixo. Ele lhe agarrou as coxas, as apertando, quando ela começou a se mover, subindo e descendo lentamente.
– Quente como o fogo... – ele lhe segurou os cabelos, fazendo com que ela jogasse a cabeça para trás. Ele levou os lábios a pele exposta, lhe mordendo o pescoço e ombro, os marcando, antes de começar a espalhar alguns beijos molhados em sua clavícula.
Connor a segurou pela cintura com uma das mãos, enquanto girava o corpo, ficando sobre ela. Agatha lhe envolveu os quadris com as pernas, enquanto ele a penetrava mais profundamente, a fazendo gemer alto.
– Isso... – ela o encarou com os olhos enevoados de luxúria e prazer, cravando as unhas em suas costas e fazendo o moreno sorrir. Ele afundou o rosto nas mechas rubras bagunçadas, sentindo o doce perfume dela inundar seus sentidos, aliados aos gemidos que escorriam pelos lábios da ruiva. – Connor...
Ele levantou o rosto, se apoiando aos cotovelos e lhe encarando os olhos azuis. O suor dele se misturando ao dela em seus corpos febris.
– Connor... Eu... – Agatha cravou as unhas nas costas do moreno, sentindo seu ápice se aproximar, lhe encarando os dóceis olhos castanhos, brilhantes de desejo. Connor sabia exatamente o que fazer, lendo cada sinal dado pelo corpo da ruiva e se adaptando a eles para dar prazer a ela.
Um grito escapou pelos lábios da ruiva quando ele novamente atingiu aquele ponto específico que a fazia enlouquecer sob ele.
– Agatha... – ele chamou por ela, se movendo de forma mais ritmada e rápida, afundando o rosto em seu pescoço, lhe mordendo o ombro, enquanto ela sentia uma onda de prazer tomar seu corpo, apertando suas pernas ao redor dele, tentando o trazer ainda mais para perto, cravando as unhas em suas costas, o sentindo se desfazer dentro dela.
Connor sentiu o corpo da ruiva relaxar sob o seu, se permitindo ficar sobre ela por alguns instantes, com a respiração acelerada. Um sorriso tomou seus lábios ao sentir as mãos dela em uma leve carícia por suas costas.
– O que foi? – a risada baixa o fez levantar minimamente o corpo, a encarando. As faces rosadas e o sorriso no rosto dela fizeram seu coração bater mais rápido.
– Fenrir... Está fazendo cocegas no meu pé... – ela riu mais uma vez antes de dar um gritinho. – Ai.
Ele se levantou, passeando os olhos pelas pernas dela, sorrindo ao ver o lobo mordiscar as faixas de couro de seu casaco. Ele o pegou com uma das mãos, o entregando a Agatha, que o aninhou em meio as pesadas cobertas.
– Vai passar a noite aqui, não vai? – ela o encarou, receosa. Ele sorriu para ela, antes de deitar ao seu lado, os cobrindo e passando o braço ao redor da cintura dela, a puxando para si.
– Não vou a lugar nenhum. – ele sorriu quando ela se aninhou contra o peito dele. Ele a observou por alguns minutos, se permitindo adormecer quando a respiração dela ficou pesada, o semblante tranquilo enquanto ela dormia. Connor podia não saber exatamente o que sentia por ela, mas sabia que era intenso e que estava passando do limite de algo apenas físico.
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– Agatha. – a batida na porta e a voz de Haytham fizeram Agatha acordar de sobressalto, piscando um pouco ao sentir aquele calor que a envolvia. Connor ainda dormia, com a respiração pesada, sob as grossas cobertas e os braços ao redor dela, a abraçando. – Está tudo bem?
– S-Sim... – ela se desvencilhou do fortes braços que a envolviam, se levantando e dando pulinhos enquanto tentava entrar em seu vestido mais simples. Connor piscou algumas vezes, acordando e exibindo um charmoso sorriso. – Eu apenas perdi a hora, saio em um minuto...
Ela desajeitadamente se sentou, com o vestido ainda aberto, calçando as botas, enquanto olhava de relance para a agenda aberta ao lado da cama.
– Droga... – ela sentiu o par de mãos quentes lhe tocar as costas, abotoando os botões do vestido que ela não alcançara.
– Qual o problema? – Connor achava graça da situação, era a primeira vez que ela deixava de falar como a 'dama inglesa'.
– Shiii... – ela colocou os dedos sobre os lábios, pedindo silêncio antes de se virar para ele, lhe dando um rápido beijo. – Não saía daí, eu volto logo...
– Não posso ficar aqui. – Connor a segurou pelo pulso, a puxando para si, mas Agatha apoiou a mão livre sobre a cama.
– Eu sei que você tem coisas tão importantes quanto as minhas para resolver. Mas é apenas por alguns poucos minutos. – ela olhou de relance para trás, torcendo para que Haytham não tentasse abrir a porta ou forçar a maçaneta. – Ele está indo para o outro forte, é algo rápido... Por favor.
– Está bem...– ele a soltou, antes lhe dando um beijo e voltando a se deitar, a observando enquanto ela terminava de se arrumar. – Mas... se eu achar que está demorando demais ou que é arriscado, vou embora.
– Certo... – ela fez uma rápida trança com as mechas ruivas, as prendendo em um coque delicado e terminando de ajeitar o vestido, antes de pegar a capa. Ela abriu cuidadosamente a porta, olhando uma ultima vez para Connor, deitado em sua cama, brincando com Fenrir.
– Você se esqueceu. – Haytham a encarava, preocupado. -Não a culpo por isso, a noite passada foi bem agitada. Como está?
– Muito melhor se o senhor dissesse que ficaria mais tempo aqui. – ela sorriu para ele, enquanto seguiam juntos para o portão. Uma carroça e um cavalo, já selado e pronto, estavam a espera de Haytham.
– Não se preocupe. Você tem quem cuide de você. E eu confio neles... – Haytham sorriu para sua assistente, antes de a surpreender a puxando para um abraço.– Me prometa que tomará cuidado...
– Sim. – ela retribuiu o abraço, surpresa com a atitude dele. Afinal, geralmente era ela quem tinha essas atitudes, que acabavam por o deixar sem jeito. – Não fale desse jeito... Parece até que o senhor não voltará.
– Você sabe que tenho muitos inimigos... – ele olhou triste para ela, embora mantivesse um pequeno sorriso. – Preciso ir. Até a próxima semana.
Agatha ficou de pé no portão, acenando uma última vez para ele. Ela se retirou apenas quando eles estavam longe o bastante para que ela não os visse mais.
– Olá Katie... – ela parou na cozinha, olhando ao redor enquanto pegava alguns pães, ainda quentes, e um pouco de leite em seu bule. – Parece preocupada.
– Agora que o sr. Kenway está fora, quem vai cuidar de você? – ela olhou para Agatha, os olhos transbordando preocupação.
– Nós. – antes que Agatha respondesse, John entrou na cozinha, seguido de mais alguns homens. Ele encarou a pequena bandeja que Agatha tinha em mãos por alguns instantes. – Tem visita, senhorita?
– Digamos que sim.– ela sorriu para eles, antes de seguir em direção ao quarto, sendo acompanhada a certa distância por um dos homens de John. – Não demorei tanto, não é...
Connor deu ombros, enquanto prendia a faixa vermelha ao redor da cintura. Ele olhou para o casaco, bufando ao perceber um novo buraco. Agatha riu, enquanto deixava o pequeno café da manhã sobre a mesa.
– Conheço alguém que pode consertar isso. – ela pegou o casaco, o sacudindo algumas vezes para espantar a terra.– Obviamente não sou eu, mas ela sabe guardar segredos muito bem.
– Eu adoraria, mas infelizmente preciso dele... Uma outra hora talvez. – ele pegou o casaco das mãos dela, se permitindo sentar e relaxar mais uma vez, para tomar o café. Ele encarou Agatha por alguns minutos, antes de dar ombros.
– Ele não fica aqui direto... E não considera seguro que eu viaje com ele. – ela se sentou, partindo um pequeno pão e dando os pedacinhos molhados no leite para Fenrir. – Ele está sempre indo e vindo...
– Ele tem razão. – Connor estava tão surpreso quanto ela por dizer aquilo. – É perigoso demais que você fique viajando com ele. Ele deve ter mais inimigos do que pode contar... e se Lee está com ele, é um motivo a mais.
Agatha o encarou por alguns instantes, pensando no que ele dissera. Connor sabia que era perigoso, ela seria um alvo fácil fora da segurança daquele forte ou de uma cidade. Não importava o quanto ela soubesse se virar sozinha, aquelas florestas escondiam perigos maiores e mais letais do que linces e lobos ferozes.
– Então... Fenrir... – ele encarou o filhote aninhado ao colo dela, que parecia estar maior do que da ultima vez que o vira. – De onde tirou esse nome?
– De um livro... – ela sorriu, enquanto ele esticava a mão e acariciava as orelhas do filhote. – Mitologia nórdica. A propósito... aposto que você deve ter histórias bem interessantes para me contar.
Ele levantou os olhos, vendo o enorme sorriso no rosto dela e os olhos brilhando, curiosos e ansiosos.
– O que você gostaria de ouvir? – ele disse casualmente, enquanto se recostava a cadeira, a encarando.
– Não sei... Contos, lendas, histórias antigas... Esse tipo de coisa. – ela falava, tentando disfarçar a curiosidade e o nervosismo.
– Vou pensar em uma e mais tarde a conto a você... – ele se levantou, vestindo o casaco e ajeitando as armas em seu devido lugar, checando uma última vez sua lâmina escondida. Agatha brincava com Fenrir, de costas para ele, a marca no ombro levemente exposto trouxe de volta algumas lembranças o fazendo sorrir e a puxar para si pela cintura.
– Nos vemos mais tarde... – ela passou as mãos ao redor das dele, expondo mais o pescoço, deixando que ele o beijasse, antes de se virar para ele. – Até lá, tente não ser pego...
– Você também tome cuidado... – ele a beijou de modo apaixonado, antes de se virar e sair pela janela, do mesmo modo que havia entrado na noite anterior. Agatha ficou o observando, a medida que ele se afastava, enquanto Fenrir lhe puxava a saia.
– Acho que teremos alguns problemas... – ela olhou para o filhote, o pegando no colo e deixando que ele mordiscasse as fitas do corpete.
Connor corria por entre as árvores, subindo alguns galhos a mais para poder observar melhor a estranha comitiva que o atacara na noite anterior. O ferimento em seu braço ainda doía um pouco, o lembrando do estranho confronto.
Aqueles homens nem mesmo deveriam estar por ali, se eles fossem mesmo homens de Washington. Em meio a confusão, ele lembrava de ter visto de relance, um dos homens usando um casaco vermelho do exército britânico.
– Isso não vai dar em nada... – ele olhou mais uma vez para o acampamento montado de qualquer forma, enquanto os homens andavam de um lado para outro, cumprindo suas tarefas e obrigações. – Melhor voltar.
Ele passou mais alguns minutos olhando o acampamento. Já estava tarde e provavelmente Agatha estaria o esperando na cabana, com algum tipo de guloseima ou coisa parecida. Aquilo acabaria o deixando mal acostumado.
O som de passos atrás de si o fizeram para por um instante, respirando fundo e checando a lâmina em seu braço. O clique da pistola o fez se virar, acertando o homem no abdômen, pouco abaixo da costela.
– Você é bom, Assassino. – o homem o olhou com desprezo, a medida que o sangue lhe escorria pela mão, manchando a neve e os olhos iam perdendo o foco. – Mas você deve ter um ponto fraco... E eles irão descobrir. Assim como o seu esconderijo naquele forte.
O coração de Connor bateu mais rápido, enquanto ele se enchia de fúria. Aqueles homens haviam o seguido na noite anterior e provavelmente estariam vigiando o forte, na esperança de que ele voltasse e fosse pego. Aquilo significava que alguém poderia ver Agatha saindo, que ela estava em perigo.
Ele rasgou a carótida do homem, abrindo um rasgo vermelho que esguichou sangue, antes de seguir apressado para seu abrigo.
– Oh... Oi. – Agatha se levantou rapidamente quando ele abriu bruscamente a porta, a encarando. Ela se assustou, correndo até ele e lhe limpando o rosto com um lenço de seda com um perfume doce. – O que aconteceu? Você está bem?
– Sim. Pare com isso... – ele segurou delicadamente o pulso dela, a fazendo parar, enquanto ela lhe encarava. – Eu estou bem. Foi apenas um... encontro inesperado.
Ele olhou para fora uma última vez antes de fechar a porta e se jogar sobre a cama. Agatha se sentou de frente para ele, lhe pegando as mãos e as aquecendo, enquanto mantinha os olhos baixos, esperando que ele falasse.
– Eu estava sendo seguido.– ele disse, fazendo com que ela levantasse os olhos, o encarando. Connor suspirou pesadamente, antes de continuar. – Isso está começando a sair do controle...
– E-Eu sinto muito... Vou... – ele a interrompeu, a puxando para si e a abraçando.
– Não foi por culpa sua. Não era uma pessoa do forte. – ele apoiou o queixo no topo da cabeça dela, a apertando mais contra si. – Eu quero que você seja cuidadosa sempre que vier para cá. Eu preferiria que você não viesse, mas não posso te pedir isso... Mesmo sabendo que é egoísmo da minha parte.
– Na verdade, eu também não obedeceria se você me pedisse para não vir mais, só por que algum idiota achou que seria uma boa ideia te seguir. – a voz dela soava abafada, enquanto ela mantinha o rosto enterrado em seu peito. – Quem são?
– Não sei... ainda. – ele acariciou as mechas ruivas, sorrindo. Aquela mulher possuía um efeito calmante sobre ele. – Por enquanto, vamos ser um pouco mais cuidadosos. Tudo bem?
Ela deu ombros, respirando pesadamente, enquanto mexia nervosamente em seu casaco, apertando o tecido contra as pequenas mãos.
– Isso não é justo. – ela disse finalmente, se afastando e indo em direção a pequena cesta sobre a mesa.
Ele a observou, enquanto ela mexia nervosamente em suas coisas, tirando as típicas guloseimas da cesta, as espalhando sobre a mesa. Connor suspirou pesadamente antes de se levantar e a abraçar pelas costas, segurando as mãos dela. Agatha tinha razão, aquilo não era justo. Ele havia lutado tanto para evitar se entregar, e agora quando ambos cederam, eles teriam que lutar ainda mais para manter o que tinham.
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