Calmaria
Connor precisou piscar algumas vezes, até conseguir distinguir algo a sua frente. Sua barriga queimava, como se alguém repetidas vezes a aproximasse do fogo, sua cabeça latejava e seu corpo estava pesado. Ele olhou ao redor, preocupado, enquanto tentava se lembrar do que acontecera.
"Vai ficar tudo bem...". A voz chorosa de Agatha ecoou por sua mente, o fazendo piscar algumas vezes e tentar se levantar.
— Bom dia... — ela apareceu em seu campo de visão, sorrindo, enquanto o empurrava pelos ombros de volta para a cama. Ela pegou a bandeja sobre a mesinha, voltando a se sentar ao lado dele.
— Estou feliz de ver que você está bem. — ele sorriu para ela, se deixando cair pesadamente sobre o travesseiro fofo, a fazendo rir. Ela o ajudou a sentar, apoiando o corpo a infinidade de travesseiros que ela colocara atrás de si, na cabeceira da cama.
— Trouxe café da manhã. — ela sorriu para ele, subindo totalmente na cama e se sentando em posição de lótus, ajeitando o robe no corpo. — Tem leite, chá, ovos mexidos, pão, biscoito e algumas frutas.
— Isso é muita coisa, não acha? — ele sorriu, a encarando por alguns instantes enquanto ela dava ombros. Connor viu a faixa na perna dela, se lembrando de Fenrir. — Agatha, o Fenrir...
— Eu sei. — ela pousou a mão sobre o machucado, que ainda doía um pouco. — Eu falei com a Katie antes de vir para cá. Ela disse que ele ficará bem, mais que vai levar algumas semanas até ele poder ficar caminhando por aí comigo.
— Eu sinto muito... — ele pegou a mão dela, trincando o maxilar ao ver as marcas de arranhões e arroxeadas, assim como as faixas ao redor dos pulsos machucados. — Eu deveria ir embora.
— Não. Você vai ficar aqui, dessa vez até eu ter certeza de que você está bem. — ele abriu a boca para protestar, mas Agatha lhe enfiou um pequeno morango na boca. — Entendidos? Caso contrário, te amarro a essa cama.
Ele riu, sabendo que ela era bem capaz de fazer isso. Eles tomaram o café, conversando e rindo, um pouco mais alto do que deveriam.
— Fico feliz que tenha acordado. — Haytham entrou no quarto, olhando para o casal que conversava animadamente na cama. Connor o encarou, mantendo o ar mais sério que poderia, enquanto Haytham encarava Agatha, a sombra de um sorriso passando por seu rosto, antes que visse as faixas nos pulsos dela. — Pode ficar por aqui, até melhorar.
— Obrigado. — ele olhou através de Haytham, para Lee, que os encarava do outro lado do corredor.
Agatha sorriu, se levantando e abraçando Haytham, que inconscientemente a levantou do chão, a apertando forte contra si.
— Eu volto mais tarde, para ver como você está. — ele a soltou, se virando e saindo do quarto, fechando a porta atrás de si.
Agatha estava deitada ao lado de Connor, que mantinha uma das mãos sobre a cintura dela. Ele dormia profundamente ao seu lado, enquanto ela apenas encarava a janela.
— Tudo bem? — a voz rouca dele fez um arrepio percorrer seu corpo. — Parece assustada.
— Só estou... preocupada. — ela se aninhou contra ele, passando o braço sobre ele, o abraçando. — Acho que estraguei sua viagem.
— Não foi culpa sua. — ele disse, suspirando pesadamente. — Se eu não tivesse... negligenciado você nesses últimos dias, eu poderia ter evitado isso.
Agatha sorriu. Ela sabia que por mais habilidoso e forte que Connor fosse, aquilo não poderia ter sido evitado. Ela poderia ter perdido a ele e a Haytham, caso um confronto ocorresse.
— O Fenrir me rastreou, enquanto eles me tiravam do forte. Ele atacou o que me segurava e eu reagi, mesmo sabendo que não daria muito certo... — ela pousou a mão sobre o ferimento na perna.
— Ele vai ficar bem... É quase tão forte quanto a dona. — Connor a apertou um pouquinho mais, apesar de sentir o machucado queimar. — Eu vou embora amanhã...
Agatha concordou com um aceno. Ela sabia que ele não poderia ficar ali por muito mais tempo, seria mais seguro se ele voltasse para o esconderijo.
— Mas tem que me prometer que irá deixar que eu te visite, pelo menos até você partir em viagem novamente. — ela apoiou o corpo em um dos braços, se levantando parcialmente. Connor sorriu, concordando com ela.
— Leve o John com você. Ainda é perigoso. — ela sorriu contra a pele dele, sentindo os olhos pesarem de sono.
A pequena confusão do lado de fora do quarto a fizeram acordar de sobressalto, procurando por Connor. Ela se levantou, abrindo a porta e apertando o robe contra o corpo, fazendo um laço com as faixas. Charles discutia com Haytham, enquanto Connor observava a tudo, apoiado a porta e segurando seu tomahawk manchado de sangue.
— O que aconteceu? — ela olhou alarmada para ele, a procura de algum outro ferimento recente, mas se acalmou ao ver o corte no braço de Lee.
— Eu disse que era perigoso deixá-lo vivo e solto. Veja o que ele fez! — ele apontou para o próprio braço, com um corte que ainda sangrava.
— Não teria atacado você se não tivesse tentado entrar no quarto. — Connor disse calmamente. Ele olhou para Agatha, que estava parada atrás de si. — Nós temos um acordo. Eu não o quebraria.
— Charles, você está de saída. — Haytham suspirou pesadamente, tocando o ombro do amigo. — Vamos... resolver isso depois.
Agatha alternou o olhar entre os homens parados à sua frente, antes que Haytham se afastasse com Lee e Connor a envolvesse pela cintura, voltando para o quarto.
— O que ele quis dizer com resolver isso depois? — ela o encarou, a espera de uma resposta. Connor apenas suspirou, ela não desistiria e ele não cederia, ficariam ali por muito tempo.
— Não foi nada. — ele disse se sentando, enquanto assistia a tempestade se formar nos olhos dela. — Agatha, isso é um assunto meio complicado. Não tenho como te explicar assim...
Ela o encarou por alguns instantes antes de suspirar pesadamente e o puxar para a cama, se sentando e fazendo com que ele se deitasse sobre as pernas dela. Connor não pode evitar sorrir quando ela começou a mexer em seu cabelo, fazendo e desfazendo pequenas tranças.
— Ei... — ele pegou uma das mãos dela, a apertando carinhosamente e entrelaçando seus dedos. — Eu sei que apesar de sermos inimigos, você não quer nos ver brigar... E eu juro que vou tentar evitar um confronto fatal com ele a qualquer custo. Eu também não quero isso... Maldição, ele é meu pai.
— Como é? — ela o encarou surpresa, enquanto Connor se dava conta de que era a primeira vez que dizia isso a Agatha. — Como assim o sr. Kenway é seu pai?
— Ele nunca te falou? Nunca disse nada? — ela fez que não com a cabeça, enquanto Connor se segurava para não rir. No fim, a culpa não era apenas de Haytham, ele também nunca havia dito nada.
— Você. Devia. Ter. Me. Contado. — para cada palavra ela lhe deu um leve cascudo, o que apenas o fez rir. Ela estava irritada com eles, mas também estava feliz com essa nova informação. — Esse é o tipo de coisa que você conta para... para...
— Para a mulher que eu amo... ? — ele completou a fase para ela, enquanto ela abria um enorme sorriso. — Agatha, não é como se ele agisse como se fosse meu pai.
— Bem, ele protegeu você... Duas vezes desde que eu cheguei. E faz vista grossa a suas visitas. — ela voltou a mexer em seus cabelos, os bagunçando e os arrumando constantemente.
— Ele não fez isso por mim... Fez por você. — ele olhou para ela, encarando o sorriso nos lábios rosados e os olhos semicerrados. Ela não mudaria de opinião, continuaria achando que foi por ele, pelos dois.
Haytham acenou para Charles, enquanto seu companheiro subia em seu cavalo, seguindo a carroça alguns metros à frente dele.
— Não parece muito feliz com isso. — John parou ao lado de Haytham, ajustando a sela do cavalo.
— Ele é meu irmão na ordem e meu companheiro de muitas batalhas. — ele suspirou pesadamente, tirando a carta de seu casaco. — Gostaria que eles se dessem bem.
— Bem... Em contrapartida, você tem um bando de mercenários rabugentos e de má fama que a adoram. — John sorriu para ele, antes de subir no cavalo. — Lee não parece ser uma pessoa de todo ruim, apenas temos... opiniões muito diferentes. Nada contra, mas também nada a favor.
— Melhor assim do que você ter algo contra ele. — Haytham sorriu minimamente, se virando para John. — Traga o pacote para mim, não quero que ela saiba de nada ainda. É uma surpresa.
— Sem problemas. — ele esporeou o cavalo, rapidamente ultrapassando Lee, mas não sem antes o provocar. Haytham sorriu ao ouvir o companheiro praguejar, se virando e voltando para o forte. Ele ainda teria muitas coisas para resolver naquela tarde.
Ele passou em frente ao quarto de Agatha, apurando os ouvidos ao ouvi-la brigar em tom de brincadeira com o filho, sorrindo enquanto seguia para seu escritório.
— Bem, vamos começar... — ele ignorou o pequeno montante de cartas sobre sua mesa, voltando sua atenção para o papel e a pena a sua frente, começando a trabalhar nas palavras.
Começava a anoitecer, quando Katie entrou em seu escritório, carregando uma bandeja com o jantar e acendendo as lâmpadas a óleo próximas a sua mesa.
— Obrigada. — ele disse sem levantar os olhos. Ela fez uma mesura educada se retirando. Ele releu a carta a sua frente, pensando em sua escolha de palavras. Ele sabia que jamais iria ser capaz de dizer aquelas palavras, mas escrevê-las era como tirar um peso de si. Mesmo que ele ainda se mantivesse receoso de permitir que ela as lesse.
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Connor sorriu, enquanto Agatha olhava para os próprios braços, as mãos escondidas pelas mangas da camisa dele.
— Pode me devolver? — ele ficou sério quando ela negou com a cabeça, abrindo um sorriso malicioso. Ela o abraçou pelas costas, deixando que o corpo quente encostasse ao seu, os seios pressionados contra sua pele, a mão lhe descendo pelo abdômen até encontrar o cós da calça. — Agatha... Isso é golpe baixo.
— Bem, eu tenho que te convencer de alguma forma a ficar até o amanhecer. — ela sorriu, lhe beijando as costas e começando a lhe massagear o membro. Connor gemeu baixinho, antes de segurar a mão dela.
— Só para te lembrar... Você pediu por isso. — ele disse, girando o corpo, a envolvendo em seus braços e a beijando. Ela sorriu, enquanto ele a empurrava sobre a cama, sorrindo de modo malicioso, enquanto subia sobre ela, lhe beijando e mordendo as coxas, subindo para o ventre e lhe beijando de modo carinhoso a cicatriz.
Agatha sorriu, enquanto ele começava a lhe beijar a barriga, criando uma trilha de beijos quentes até os seios, os beijando e mordendo, antes de colocar um em sua boca e começar a sugar e lamber.
— Está... bem... Eu entendi... Não... te pro-voco... mais... — ela disse entre gemidos baixos, se remexendo sobre ele. Connor sorriu, antes de dar atenção ao outro seio dela, se deliciando enquanto ela afundava os dedos nas mechas castanhas dele, gemendo baixinho.
— Não acredito em você. — ele sorriu de modo malicioso, encarando os oceanos dela, enevoados de prazer e desejo, antes de lhe tomar os lábios de forma apaixonada. Ele se afastou minimamente, criando uma trilha de beijos a partir do maxilar, descendo pelo pescoço e o mordendo.
Agatha arfou ao sentir os lábios quentes dele entre seus seios novamente, antes que ele descesse um pouco mais. Ela fechou os olhos, mordendo os lábios, levemente ansiosa. Porém o gemido baixo e dolorido do moreno, fez com que ela se sentasse, o encarando.
— Ainda dói, não é? — ela o encarou com uma expressão preocupada, enquanto ele concordava com um leve aceno, a mão sobre a faixa branca que lhe envolvia o abdômen. — Tudo bem... Eu tenho uma ideia melhor...
Connor deixou uma risada baixa e grave escapar, se deixando guiar pela ruiva que fez com que ele se sentasse com as costas apoiadas a cabeceira da cama.
— Agora, sr. Kenway... — Agatha deixou uma risada baixa escapar pela expressão de desgosto no rosto do moreno, antes de lhe envolver o quadril com suas coxas, deslizando sua intimidade sobre seu membro, sorrindo maliciosa e afundando o rosto em seu pescoço. — Deixe-me agradecê-lo decentemente por ter me salvado...
Um grunhido rouco escapou pelos lábios de Connor, enquanto Agatha pressionava seu corpo contra o dele. As mãos fortes agarraram o quadril da ruiva, apertando com força, seus dedos cavando a carne macia e arrancando um gemido dela.
— Dois podem jogar esse jogo... — ela sussurrou em seu ouvido, se movendo sobre ele, pressionando sua intimidade contra o membro dele, o provocando e fazendo com que um gemido rouco se perdesse em meio as mechas rubras.
Agatha se afastou minimamente, lhe encarando os olhos castanhos de brilho luxurioso, sorrindo maliciosa enquanto lhe envolvia o membro com as mãos, o apertando levemente, antes de o colocar em sua entrada quente e úmida, deixando que ele deslizasse para dentro dela, a preenchendo.
— Agatha... — ele chamou seu nome baixinho, a voz soando rouca e grave, fazendo com a ruiva estremecesse, antes de começar a se mover, sentindo as mãos dele a apertarem ainda mais, lhe marcando a pele.
Ela pode sentir os lábios dele em seu pescoço, descendo em uma trilha de beijos até sua clavícula, sugando a pele até que uma marca avermelhada surgisse, o fazendo sorrir satisfeito, antes de seguir lhe beijando a pele delicada, até chegar ao ombro, o mordendo com certa força, fazendo a ruiva gemer baixinho.
Connor sorriu, fazendo com que suas mãos subissem, encontrando os seios de Agatha, os apertando, enquanto tomava os lábios da ruiva em um beijo luxurioso. Ele sorriu ao sentir as unhas dela lhe rasgando as costas, à medida que os quadris dela se moviam em um ritmo que o levava aos céus.
— Connor... — ela chamou seu nome baixinho, antes que ele voltasse os lábios aos seios dela, espalhando beijos, chupões e mordidas por eles, arrancando gemidos altos dela.
— Minha dama. — ele levou as mãos novamente aos quadris dela, os segurando com força, enquanto uma fina camada de suor começa a se formar.
Um gemido mais alto escapou pelos lábios da ruiva, quando ele impulsionou seu corpo contra o dela, encontrando aquele doce ponto que lhe dava tanto prazer. Ele sorriu, tomando os lábios dela em um beijo profundo, a puxando de encontro a si, sentindo o corpo dela reagir, o apertando.
— Não pare... Por favor... — a voz doce soou em tom de súplica entre os suspiros, enquanto as unhas dela lhe marcavam as costas e os ombros, buscando nele um ponto onde se agarrar enquanto seu clímax se aproximava.
Agatha levou as mãos ao rosto de Connor, o segurando por um momento e lhe tomando os lábios em um beijo necessitado, lhe agarrando as mechas castanhas, fazendo com que o aperto das fortes mãos em seu quadril se intensificasse, enquanto ela impulsionava o corpo contra o dele novamente, buscando por mais. Um gemido rouco se perdeu em seus lábios, antes que aquela onda de prazer tomasse seu corpo.
— Agatha. — ele afundou o rosto em seu ombro, o mordendo, abafando assim um gemido mais alto, enquanto a sentia se apertar ao seu redor, tornando seu clímax mais intenso.
Connor afundou o rosto nas mechas rubras dela, sentindo o corpo dela relaxar sobre o seu, passando os braços ao redor dela, em um abraço, antes de habilmente os girar, se deitando ao seu lado.
— Viu? — ela disse mantenho os olhos fechados, passando a ponta dos dedos sobre uma pequena cicatriz. — Te convenci a ficar até o amanhecer...
Ele riu, afundando os dedos nas mechas vermelhas, sentindo os olhos pesarem de sono, à medida que a respiração dela se tornava regular. Ele sorriu, olhando as marcas que deixara em seu corpo, a pele alva da ruiva com suas marcas, mostrando que ela era dele. Assim como as marcas que ela deixara nele, mostrando que ele a pertencia.
Ele odiaria ter que sair na manhã seguinte, a deixando sozinha, mesmo sabendo que logo estaria de volta. Mas era um risco que ele estaria disposto a correr, se significasse que ela estaria segura.
Haytham olhou para Agatha, que mantinha o olhar tempestuoso, enquanto o ajudava a arrumar suas coisas para a viagem.
— Não precisa ficar assim. — ele parou, pegando seu diário da mão dela. — Eu vou vir sempre aqui.
— Mas não vai mais morar aqui... Vai vir apenas para visitar... O senhor vai ir embora. — ela disse, a voz começando a assumir um tom choroso. Ela estava mais chateada do que ele imaginara.
— É só por algum tempo. — ele sorriu para ela, pegando ambas as mãos e as apertando carinhosamente. — Assim que resolvermos os problemas que estamos tendo por lá eu volto.
— O sr. Lee não pode resolver sozinho? — ela o encarou, com aquele olhar dengoso. Haytham riu, enquanto negava com a cabeça e ela bufava. Após alguns instantes em silêncio ela voltou a falar. — O senhor não me disse que vocês eram... pai e filho.
Ele parou por um instante, olhando para sua assistente, que jogava emburrada alguns livros dentro do baú.
— Bem, achei que fosse relevante... Já que não temos uma relação muito próxima. Na verdade, me pergunto até se existe uma relação. — ele fechou o baú, sinalizando para que os guardas entrassem e o levassem para fora.
— Poderiam tentar... — pela primeira vez desde que ele havia lhe dito que iria embora, Agatha sorriu.
— Acho que isso é mais complicado do que parece... — ele passou o braço dela ao redor do seu, enquanto eles seguiam para fora. O dia estava mais quente que o normal. — Espero que não chova...
— Espero que chova e o senhor volte para cá. — ela disse de modo provocador, sorrindo. Haytham riu, antes de lhe beijar o topo da cabeça. — Tem certeza, sr. Kenway?
— Sim. Preciso fazer isso... — ele segurou as mãos dela, enquanto o rapaz lhe trazia um cavalo. — E agora estou mais tranquilo... Marshal não é mais uma ameaça e você tem quem zele por você, mesmo ele estando fora.
Agatha sorriu, enquanto Haytham subia em seu cavalo e seguia para o Forte. Ele olhou de relance para trás mais uma vez, sorrindo enquanto Agatha lhe acenava do portão, com John parado de modo protetor um pouco atrás dela.
— Ela vai ficar bem... — ele disse para si mesmo, enquanto esporeava o cavalo e o forte sumia atrás de si.
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