✴️ Capítulo 25 ✴️

Não dava para negar o que eu sentia por ele, só de vê-lo e poder sentir o seu toque, o meu corpo todo já estremecia. Tentei até esquecê-lo por um tempo, mas o desejo e as lembranças do que já havíamos passado, não saíam da minha cabeça. Sabendo que também era importante, o meu filho ter a presença do pai e essa boa relação entre eles; eu aceito sair com ele, mas apenas para podermos conversar como pessoas civilizadas. A verdade, é que tínhamos que nos acertar e parar de ficarmos brigando que nem cão e gato; aquilo não estava nos levando a nada. Assim, marcamos de ir no Netuno, na sua empresa de barcos, depois que a festa de Karen acabasse.

Todos me pareciam muito bem a vontade no jardim. Atrás do toldo, que estava montado em cima da mesa principal, podia-se ouvir tocando vários tipos de músicas, dos mais variados gostos; mas sempre mantendo uma linha calma, para poder combinar com o ambiente. Em uma das músicas que tocou, eu vi o Dylan me encarando, como se quisesse me dizer que aquela letra era para mim. A música que havia tocado, tinha sido a de "UM44K – Tudo que sonhamos". Ela era linda, eu só não chorei quando prestei atenção na letra dela, porque eu estava na frente de um bocado de gente e as pessoas não iriam me entender, se eu começasse a chorar. Mas ela era perfeita, descrevia muito bem a nossa história, isso, se hoje estivéssemos juntos.

Por fim, a hora da revelação do sexo do bebê, havia chegado. A Karen, é que não estava mais se aguentando! Logo, reuniu todos perto do bolo e me chamou, juntamente com o Dylan, para podermos fazer parte da revelação. Eu logo tratei de pegar as espadas sabres de luzes e entreguei para eles, lhes explicando que quando batessem uma na outra, que eles então apertassem o botãozinho embaixo delas, para que as luzes pudessem se acender. A Karen e o Júnior, ficaram alucinados com a ideia!

Com uma música de suspense de Star Wars, tocando no fundo e a tensão de todos para quererem descobrir, eles fazem a pose de combate e a gente grita. "QUE A FORÇA ESTEJA COM VOCÊS!". Eles então tocam as espadas uma na outra e elas se acendem num tom de azuis, juntamente com vários papeizinhos que eu e o Dylan tínhamos estourados em cima deles. Era um menino! A Karen estava esperando um pequeno jedi, que iria se chamar Luke! A felicidade era tanta entre eles, que não se cabiam de tanta alegria e de ficar pulando e sorrindo com aquela nova notícia.

No fim, as suspeitas de Karen estavam certas! E eu fiquei feliz por isso, pois a maioria dos convidados na hora de fazer a contagem, haviam dito que ela estaria esperando uma menina; mas estavam totalmente errados. E pelo visto, as mamães hoje em dia parecem ter um sexto sentido, não é?! Será então, que o meu bebê seria uma menina? Eu olho para o Dylan e o pego me encarando, mas agora me mostrando um sorriso reprimido, por ter sido flagrado por mim. Porque ele tinha que ser tão lindo, hein? Desvio o meu olhar do dele e vou em direção a minha irmã e ao meu cunhado, para poder lhes cumprimentar pela novidade.

Contudo, quando a festa já estava acabando e os convidados indo embora, o Dylan se aproxima de mim e diz sussurrando no meu ouvido.

— Acho que agora já podemos ir, não é? — Ele pergunta me surpreendendo e fazendo a minha pele toda se arrepiar, com aquela sua aproximação. Deus, eu só podia estar na seca!

Logo eu me indireto e me viro um pouco na cadeira, para poder lhe responder.

— Dylan! Eu ainda nem comecei a ajudar a desmontar as coisas?! — Cochicho o repreendendo e falando um pouco mais baixo, para que as mulheres do meu lado não nos ouvissem conversar; mas acho que isso não deu muito certo, pois uma delas, logo se pronunciou.

— Ah, que nada, querida! Não precisa se preocupar com isso! Você já fez muito pela gente! Aliais, estava tudo uma maravilha, você realmente leva jeito para essas coisas! — Ela diz com um sorriso adorável e mostrando toda a sua gratidão com o olhar. Agora deixe que a gente termine de guardar para você, e que depois o Júnior as leve para a sua casa! Vá descansar um pouco, que você merece! — Ela diz olhando para o Dylan e dando uma piscadinha de cumplicidade.

Logo, eu me sinto meio que impossibilitada de recusar a sua oferta; embora eu estivesse bastante tentada em fazer isso, só para poder adiar aquele meu momento com o Dylan e não caísse em tentação. Mas acho que nem sempre dá para a gente fugir dos nossos problemas, não é?! Assim, eu trato de lhes agradecer pelas suas prestatividades e depois me despeço, indo falar com a minha irmã. Quando me aproximo dela e vou lhe abraçar para poder me despedir, eu cochicho no seu ouvido.

— Você está por trás de alguma coisa disso, não é sua pirralhinha?! — Digo meio que brigando com ela e brincando ao mesmo tempo.

— Ah, Kat! Eu só queria que você fosse feliz! Não ver que ele agora está arrependido e que ainda é louco por você? Deixa de ser cabeça dura e vai logo atrás do seu coração, não fica por aí se lamentando, quando se pode ter aquilo que se quer... — Ela diz tão sabiamente, que eu fico impressionada. Ok, ela não era mais tão pirralha assim!

Então eu meio que semicerro os olhos com o que ela falou, e depois eu lhe abraço novamente.

— Vem cá, quem foi quem te ensinou a ser tão madura assim, hein?! — Brinco com ela e a vejo revirando os olhos com o meu comentário.

— Arh! Eu sempre fui madura, sua lesa! — Ela diz me retrucando e a gente começa a rir. Por fim, eu me despeço dela e vou embora.

No caminho, eu e o Dylan fomos o tempo todo em silêncio. Não sei quem estava mais tenso, se era eu ou ele, por estarmos em uma situação tão diferente do normal. Porém, eu só sabia que a minha cabeça não parava de funcionar e ficar pensando no que aquela nossa conversa nos resultaria. Assim, eu logo o vejo estacionar o carro no Netuno e rodear na frente dele, para poder abrir a porta para mim.

— Para onde nós vamos?! — Pergunto ao ver que estávamos indo para o deck, em direção a um iate.

— Para o meu barco! Preparei uma pequena surpresa para você! — Ele diz com um sorriso radiante e pegando na minha mão, para poder me ajudar entrar nele; porém, assim que eu vejo, eu fico estatelada.

— O quê... como... como você fez isso? — Gaguejo olhando para uma mesa toda arrumada, com uma toalha branca e um vinho tinto sobreposta nela, com várias velas espalhadas pelo barco. Estava tudo muito lindo, mas logo vem uma questão na minha cabeça. — Você já sabia, que eu iria aceitar vim com você? — Pergunto agora me sentindo um pouco ofendida, por ele já ter presumido isso. Embora eu ainda não negasse, que estava bastante impressionada com a mesa!

— É claro que não, amor! Como eu iria prever isso, se em nenhuma das outras vezes, você tinha aceitado em conversar comigo?! — Ele diz se aproximando de mim, como se estivesse com medo de que eu fugisse. — Eu apenas fiz uma ligação e pedi para que arrumassem uma mesa para dois,enquanto ainda estávamos na festa de Karen! — Ele se explica me encarando, e com o olhar, ele clamava para que eu acreditasse nele.

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Olá meu Lermores! 😍
Nem corri para postar esse capítulo!
Espero que tenham gostado!

Iaí, será que a Katarina acredita? 🤔Ou ele fez merda de novo...
Se sim, vcs acham que só vai sair conversa desse barco ou vai ter algo mais? 💬⛵🔥

Alguém escultou a música?! 🙈🎶
Perfeita não é? Tão Dy e KitKat💖

O bebê de Karen é um menino e o de Katarina, será que é uma menina, como ela pensa?

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Adorarei lê-los depois!

Até mais meus amorecos! 😘

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