Os Sete Reinos Queimam, Uma Mãe Nâo Se Importa
Rhaenyra observou sentada em sua cadeira na sala pronta para a tertúlia.
Sua cadeira, lrnamentada e imponente, era esculpida em madeira escura, embelezada com dragões entrelaçados ao longo de seus braços e pernas, seus corpos sinuosos enrolados em padrões intrincados que pareciam ganhar vida sob a luz fraca da câmara.
O encosto alto da cadeira era coroado com uma cabeça de dragão, seus olhos cravejados com pedras vermelhas brilhantes que captavam o brilho das velas.
A de seu marido era tão detalhada e aprofundada no artesanato quanto a sua, embora fossem mais a visões de lobos gigantes e pedra que detivessem sua visão.
Estavam em seu solar compartilhando um lanche com os filhos e o marido quando uma batida na porta desviou sua atenção e trouxe notícias críticas o suficiente para os levar para lá.
Além verdes tentaram uma ação ousada de tomar Stepstones enquanto enviavam mensageiros para negociar com eles.
O povo se revoltou e um massacre aconteceu, e assim como da última vez, Rhaenyra soube da morte do seu sobrinho mais novo pelas mãos do povo.
Aemond exigia acesso aos dragões como o legítimo rei, e ameaçou desfazer o acordo feito por seu pai, embora aparentemente alguém estivesse tentando o conter, pars que tenha enviado um mensageiro ao invés de simplesmente tentar tomar Stepstones, o que também não era possível e rapidamente perceberam quando um terço do seu exército foi tomado pelo fogo do dragão.
Agora, sua tentativa mais ousada foi tentar infiltrar ladrões em sua ilha para roubar ovos, como se não fossem imaginar isso.
Rhaenyra e seu marido enviaram de volta as mãos e os olhos dos homens, como um presente ao novo rei, e em troca ali estava uma carta da Rainha Mãe.
A mesma mulher que em sua visão seria sua ruína, mas que agora não parecia mais do que um sinônimo para pena.
Alicent Hightower cavou sua própria sepultura, e não havia cartas, páginas de livros ou mesmo pedidos de perdão, repletos de remorso que mudassem algo.
Rhaenyra na verdade viu com diversão a ousadia da mulher de lhe enviar uma carta com o pedido de auxílio, quando ela fora uma das mais fervorosas vozes à afirmar que não seria uma boa rainha, que nem mesmo era imã princesa digna.
Após o último relatório sobre os incubatórios, sobre o comércio e a expansão da ilha, todos saíram, permitindo que somente marido, mulher e tia ficassem na sala.
Ela suspirou ao sentir seu marido usar suas próprias mãos em seus ombros para fazê-la relaxar por alguns instantes antes de serem interrompidos rudemente por sua boa irmã, que apontou em direção a uma pequena que observava a fala, antes de entrar correndo e seguir para eles, onde fora recebida com os braços abertos pela mae, como sempre.
Seus filhos eram suas vidas, ninguém negaria. Ninguém estava acima deles. Nem mesmo sei marido, ou seu reino.
Rhaenyra morreria e mataria por eles, destruiria todos os pedaços de pedra que construía esse munfo por eles.
Ela usava tanto, que não conseguiria se imaginar voltando a existir sem ele. Em seu sonho ela caiu em espiral a partir da morte do seu primeiro filho, e não poderia imaginar Nada Além disso. Seus filhos eram suas vidas. Suas mortes eram sua morte... mesmo que fosse morte em vida.
Daella era uma das mais doces de sua filha, e isso não mudará conforme crescia e se tornava uma Donzela. Ela era gentil, doce e meiga, sempre ajudando todos ao redor.
Rhaenyra a observou praticamente jogar-se em seus braços, reclamando de sua irmã pegar seu conjunto de tinta favoritas em troca dela ter, sem querer, estragado seu último bordado.
Bem....
Os sete reinos poderiam cair em guerra. Rhaenyra tinha coisas mais importantes para resolver.
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