Mortos Não Contam Segredos, Mas Corpos Contam Histórias
Demorei, mais cheguei!!!!
Tentem adivinhar o porque do título!!!!
E realmente, alguém está lendo isso, ou os outros?
Boas leituras.
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O Príncipe Aemond foi atacado pelo irmão, que em um momento de sorte o distraiu e fugiu, o acertando com uma adaga entre o ombro e o pescoço, além de socar o lugar de seu olho faltante, fazendo a pedra ocupante ir mais ao fundo e ferir o interior do olho.
O mesmo escapou e não pode mais ser encontrado. O segundo filho do rei, ferido, se arrastou até os portões do castelo, ensanguentado e ferido, contando os relatos aos guardas e soldados, que pela Mão, foram convocados a procurar e resgatar o Rei.
Isso no entanto não aconteceu.
Lorde Mão age regente, embora muitos suspeitem de sua posição já que não foi estabelecida por nenhuma autoridade maior.
Dias se foram passados por buscas, mas nada resultaria no encontro do Jovem Rei. Em tal situação, Lorde Mão, junto ao conselho Real se estabeleceu como Regente do Jovem Príncipe Jaehaerys, o herdeiro do rei.
Uma investidura foi organizada para o jovem príncipe como herdeiro do trono de ferro, com uma coroa de aço claro e minério, representando a ligação com os Targaryens e os Hightowers, conhecidos por suas terras férteis e minérios.
O mesmo foi vestido com uma das roupas mais opulentas que possui mesmo em sua pouca idade. Uma túnica verde com acabamentos e punhos dourados e brancos, em homenagem ao dragão de seu pai, Sunfyre.
Um emblema de um dragão dourado com três cabeças estava bordado em seu peito para ser combinado com suas melhores calças pretas.
O menino era quieto, assustado, mas obediente, e ouviu as ordens de sua avó e bisavô sabiamente, diferente de seu pai.
Uma procissão foi organizada para que o posso visse seu jovem príncipe enquanto seguiam até o Grande Septo, onde o mesmo seria ungido. E então seguiriam ao posso onde o mesmo receberia a coroa em sua pequena testa.
O Septão do castelo coroou o jovem herdeiro, o declarando o herdeiro legítimo do Trono de Ferro.
Estava tudo a ser perfeito, embora o povo, permitido a entrarem no fosso, causassem gritos e discórdia enquanto imploravam por comida.
Estava tudo indo bem, mesmo com esses pequenos detalhes. Todos voltaram em carruagens ao castelo e o Conselho foi organizado para verificar as novas necessidades do reino.
Foi tudo perfeito.
Conforme o planejado.
Conforme o necessário.
Como a vontade divina dos Sete.
E então não...
Rhaenyra observou sentada em sua cadeira na sala pronta para a tertúlia enquanto ouvia os relatórios de seus paredros relatarem os últimos ocorridos do reino.
Sua cadeira, lrnamentada e imponente, era esculpida em madeira escura, embelezada com dragões entrelaçados ao longo de seus braços e pernas, seus corpos sinuosos enrolados em padrões intrincados que pareciam ganhar vida sob a luz fraca da câmara.
O encosto alto da cadeira era coroado com uma cabeça de dragão, seus olhos cravejados com pedras vermelhas brilhantes que captavam o brilho das velas.
A de seu marido era tão detalhada e aprofundada no artesanato quanto a sua, embora fossem mais a visões de lobos gigantes e pedra que detivessem sua visão.
Estavam em seu solar compartilhando um lanche com os filhos e o marido quando uma batida na porta desviou sua atenção e trouxe notícias críticas o suficiente para os levar para lá.
Os verdes tentaram uma ação ousada de tomar Stepstones enquanto enviavam mensageiros para negociar com eles, além disso, tentaram saquear alguns de seus vassalos aliados e capatázios.
Aparentemente a briga interna estava muito além do que visto de fora por muitos do Reino.
Supostamente, Aemond Targaryen assumiu o cargo interno do trono na falta de seu irmão, e afirma ser seu legítimo rei, enquanto o filho mais velho do então falecido Rei teve uma morte infeliz por uma gripe, mesmo quando todos afermavam gozar de boa saude até pouquíssimo tempo antes de seu recolhimento, e o filho mais novo de Vossa Graça Desparecida, e supostamente morta, encontra-se suspeitosamente desaparecido também.
Na verdade, eles sabe que sob o comando de Otto, Criston Cole retirou Maelor sob o manto da noite com outros dois soldados e estavam a caminho de VilaVelha, mas desviaram do curso quando Aemond descobriu a verdade consegui o exercício de Blackwood para impedir sua passagem pelas Terras Tempestuosas.
O povo se revoltou e um massacre aconteceu, e assim como da última vez, Rhaenyra soube da morte do seu sobrinho mais novo pelas mãos do povo.
Algo devastador e distorcido. Horrendo e que só a deixou mais enjoada com tudo isso, mas ainda assim estava longe o suficiente, com seus filhos protegidos o suficiente, e embora sofra por Helaena, entendeu que infelizmente pouco poderia se fazer por aqueles agarrados as teias venenosas de Alicent e Otto.
Aemond exigiu acesso aos dragões como o legítimo rei, por meio de cartas e enviados, e ameaçou desfazer o acordo feito por seu pai, embora aparentemente alguém estivesse tentando o conter, o que não funcionou certamente, ja que, embora tenha enviado um mensageiro para marcar uma reunião, ao mesmo tempo simplesmente passou a tentar tomar Stepstones, o que também não era possível e rapidamente perceberam, deixando o suposto rei enfurecido quando um terço do seu exército foi tomado pelo fogo do dragão e pelo mar com a proteção dos Príncipes Vermelhos, o Futuros Senhores dos Marés Estreitos, o Príncipe Aerys e Princesa Visenya, com seus dragões.
Embora tivessem escorpiões, nenhum dragão ou cavaleiro foi ferido. Canibal também tratou de destruir todas as cinco aparados com fogo e não deixar nada além de poucos homens a se afogar no mar. Somente um sobreviveu, embora não por misericórdia.
Seu serviço foi ser arrastado por um dragão o segurando por uma corda até as terras próximas e então enviado para avisar sua graça que o Reino não tinham contato com a Coroa, e que mais uma tentativa dessa seria vista como uma traição ao contrato e declarado guerra.
Rhaenyra não tinha interesse em guerra. Não depois de tudo o que viveu, sofreu e perdeu. Não depois de recuperar tudo e mais, porém sabia que ficar inativa não seria uma escolha por muito mais tempo.
No entanto....
Ela sabia que não teria muita necessidade de seu envolvimento para os Verdes se perderem ainda mais.
Afinal, Mortos não contam segredos. Mas corpos contam suas próprias histórias...
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